Maluf é internado em Brasília e defesa diz que “quadro é grave”

A causa da internação do parlamentar, preso desde o dia 20 de dezembro na Papuda, não foi divulgada por seus advogados

O deputado federal Paulo Maluf foi internado em um hospital particular de Brasília nesta quarta-feira, 28. O parlamentar está encarcerado desde o dia 20 de dezembro na ala de idosos do Complexo Penitenciário da Papuda, na capital federal.

A defesa do deputado informou que Maluf “teve uma complicação séria no seu quadro de saúde”. Segundo o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, que defende Maluf, o parlamentar “terá que ficar sob observação por pelo menos três dias”.

Maluf, de 86 anos, foi condenado a 7 anos, 9 meses e 10 dias por lavagem de dinheiro quando era prefeito de São Paulo (1993-1996). No dia 19 de dezembro do ano passado, o ministro Edson Fachin ordenou a execução da pena em regime fechado.

Desde que o parlamentar condenado foi preso, sua defesa alega que ele tem problemas de saúde. Em nota, o advogado Almeida Castro também disse que o “quadro de saúde do Dr. Paulo é grave, com constante e diário comprometimento, inclusive com permanente risco de óbito”.

Fonte: exame

Mr. Catra é internado as pressas em São Paulo

O funkeiro Mr. Catra, 49, foi internado ás pressas na noite desta terça (5) em um hospital de São Paulo.

A assessoria do cantor confirmou a informação e afirmou que o músico passou por uma bateria de exames e que ainda aguarda os resultados.

O cantor, que faz quimioterapia para tratar de câncer no estômago, teria apresentado problema com o cateter.

Nome artístico de Wagner Domingues Costa, Mr. Catra nasceu e foi criado no morro do Borel, na zona norte do Rio de Janeiro, em 5 de novembro de 1968. Ao contrário de outros funkeiros, nasceu em família com boa situação financeira e estudou em colégios particulares da capital fluminense.

É conhecido pelas falas polêmicas, pelas letras picantes de suas músicas e sobretudo pela numerosa família. Polígamo, Catra tem atualmente quatro companheiras e se prepara para a chegada do 33º filho.

Sua carreira começou na década de 1980, mas ganhou fama em 1994 quando lançou o disco O Bonde dos Justos, emplacando o hit Vida na Cadeia. “Adultério” e “Uh Papai Chegou” são duas das músicas mais conhecidas do funkeiro, que realiza uma média de 40 shows por mês.

Embora seja conhecido como funkeiro, Mr. Catra é eclético e já fez trabalhos em rock, soul, hip hop e samba. Também possui cinco filmes no currículo.

Catra tem ainda outras curiosidades além das dezenas de filhos e das frases polêmicas. É formado em direito, fala quatro idiomas (inglês, francês, hebraico e alemão) e se converteu ao judaísmo após uma visita ao Muro das Lamentações, em Jerusalém.

Fonte: folha.uol

Ministro Lewandowski leva tombo e é internado em São Paulo

ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi internado em no hospital Albert Einstein, em São Paulo, após cair durante um passeio com os cachorros dele no último sábado (30).

Segundo informações do jornal O Globo, ele tem previsão de alta para próxima quinta-feira. Pessoas próximas ao ministro dizem que o ministro passa bem, apesar do susto.

Ainda de acordo com o jornal, Lewandowski telefonou ao seu gabinete no STF acompanhar o andamento dos processos. Ele pediu que enviassem algumas minutas a ele. No entanto, recebeu ordem ordens para descansar e desistiu das tarefas.

Fonte: noticiasaominuto

Relator defende aumento de período de internação para adolescente infrator

O deputado Aliel Machado (Rede-PR), relator da comissão especial que analisa a revisão do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90), defendeu, nesta quinta-feira (26), o aumento do período de internação de adolescentes infratores como alternativa à discussão da redução da maioridade penal. Ele participou de videochat promovido pela Câmara dos Deputados.

No último dia 24, ele apresentou substitutivo ao Projeto de Lei 7197/02, do Senado, e outros 52 apensados, em que prevê o aumento para até dez anos do período de internação de adolescentes em regime especial de atendimento socioeducativo, desde que a conduta infracional envolva morte. Hoje o tempo máximo previsto de internação é de três anos. O relatório continuará a ser discutido na próxima terça-feira (31).

Machado propõe gradações para o período máximo de internação, no caso de ato que envolva morte, conforme a idade do infrator:

– entre 12 anos completos e 14 anos incompletos de idade: 3 anos;
– entre 14 anos completos e 16 anos incompletos de idade: 5 anos;
– entre 16 anos completos e 17 anos incompletos de idade: 7 anos; e
– entre 17 anos completos e 18 anos incompletos de idade: 10 anos.

O relator considera que hoje há um equívoco no ECA, ao tratar o adolescente de 12 anos igual o adolescente de 17 anos. “Não pode um adolescente de 12 anos que furtou uma bolacha poder ficar internado até 3 anos, e um adolescente de 17 que cometeu um latrocínio, um homicídio, poder ficar apenas seis meses”, disse.

O texto mantém a previsão, já contida no ECA, de que a autoridade judiciária determine o tempo máximo de internação a que o adolescente será submetido conforme cada caso. Essa decisão deverá ser reavaliada, por decisão fundamentada, no máximo a cada seis meses. A proposta não fixa tempo mínimo de internação. Machado propõe ainda que, após completar 18 anos, o internado cumprirá a medida em estabelecimento separado dos demais.

Maioridade penal
Durante o videochat, o parlamentar refutou os argumentos de internautas que consideram que os adolescentes infratores são protegidos pela legislação atual. Para ele, o melhor caminho para tratar a criminalidade entre adolescentes não é reduzindo a maioridade penal. “Espanha e Alemanha diminuíram a maioridade penal para 16 anos e se arrependeram, porque aumentou o índice de criminalidade e os gastos do poder público com segurança”, apontou.

O parlamentar salientou ainda que, quando se reduz a maioridade para 16 anos, também se reduz, por exemplo, a idade para beber e dirigir. Ele ressaltou ainda que hoje há um déficit de 400 mil vagas no sistema penitenciário e que o Brasil tem a quarta população carcerária do mundo. “Resolveu o problema só prender?”, questionou. “Este é um discurso equivocado”, completou. “A alternativa é melhorar o ECA.”

A proposta que reduz a maioridade penal para 16 anos já foi aprovada pela Câmara e aguarda a análise do Senado (PEC 33/12).

Museus
Outro tema polêmico contido no texto é a inclusão no ECA de dispositivo que atribui à autoridade judiciária o poder de disciplinar, por meio de portaria ou alvará, a entrada e a permanência de criança ou adolescente desacompanhado dos pais ou responsável em exposições de artes visuais em museus. Segundo o relator, a ideia é que valham para os museus as mesmas regras que hoje já valem para filmes ou peças.

“Não é proibitivo, não é classificação indicativa. O texto trata apenas das crianças que não têm autorização dos pais”, esclareceu. Aliel Machado afirmou que o tema, que não fez parte dos debates da comissão desde que foi criada, em 2013, entrou no relatório por conta de fato recente ocorrido em São Paulo em que uma criança – no caso, acompanhada da mãe – assistiu em um museu a uma performance contendo cenas de nudez, tendo o caso sido disseminado pelas redes sociais.

Fonte: Agência Câmara

 

Pais trancam filha com problemas mentais à espera de internação permanente em SP

Pais trancam filha com problemas mentais à espera de internação permanente em SP

Ela gosta de leite com aveia no café da manhã, de ver novela e jogo de futebol na TV e, quando está com sede, estica a garrafa de plástico no meio das grades para a mãe ir buscar água na cozinha. Quando está brava, quebra o que vê pela frente e grita a ponto de a vizinhança escutar.

Ana* tem 31 anos, mas se imagina no corpo de uma criança de 7, segundo familiares. Vítima de sequelas de uma meningite aos dois meses de vida, a jovem cresceu, mas seu cérebro não se desenvolveu, assim como sua fala, sua audição e seu poder de discernir a respeito de seu comportamento no convívio social.

Seu jeito agressivo e a falta de uma internação permanente, descartada pelos médicos, levaram seus pais a tomarem uma medida drástica e questionável aos olhos da lei. Há um ano e meio, a jovem viu seu quarto se transformar em uma prisão, uma suíte com direito a cela e cadeado.

“A gente não quer isso pra ela, a gente só quer o bem dela. Infelizmente foi a maneira que teve pra segurar ela”, afirma o pai, o autônomo Petrônio Gonçalves, de 63 anos.

A Polícia Civil informou que vai instaurar um inquérito por cárcere privado, mas que, na mesma investigação, vai apurar se houve omissão por parte do poder público em relação à família da paciente. “Pelo que a gente está vendo, ele [o pai da mulher] não está tendo muito apoio do município. Até hoje ela não foi internada”, diz o delegado José Augusto Franzini.

A Prefeitura de Serrana informou que a mulher foi atendida pelo Ambulatório de Saúde Mental do município, que avalia a possibilidade de tentar uma vaga na rede estadual.

A Secretaria de Estado da Saúde, por outro lado, informou que “somente casos mais graves de saúde mental devem ser encaminhados para internação” e que o acompanhamento deve ser feito pela rede municipal.

Da meningite à ‘prisão’

As limitações de Ana foram determinadas por causa de uma meningite aos dois meses de vida que foi tratada, mas deixou marcas permanentes. Somente aos 2 anos, a família percebeu as primeiras sequelas cerebrais, na dificuldade constante da criança em ouvir.

“Eu vi que ela estava demorando a falar, aí a gente foi descobrindo que ela não escutava. Levei pra ver e confirmou. Ela virava de costas, a gente chamava, ela nem olhava”, conta a mãe, a doméstica Lázara Gonçalves, de 57 anos.

Os anos passaram e a aparente calmaria dos primeiros anos da infância até a adolescência, marcadas por idas a escolas especiais e ao contato com os outros, acabou com a chegada da fase adulta, quando as vontades biológicas, como o de conhecer alguém, se casar e ter filhos, confrontaram-se com sua condição.

“Após os 20 anos, ela começou a ficar mais agressiva, mais revoltada até, não sei se com ela mesmo, acho que ela percebe algo errado mas também não sabe. Ela quer muito ter filho, muito essas coisas, tanto é que após os 20, que ela começou a ficar mais revoltada, começou a dar muito trabalho em casa, querendo sair, batia nas coisas, avançava na gente e no fim ela conseguia sair”, afirma o irmão, o porteiro Maicon Gonçalves.

Antes da instalação da cela em seu quarto, a porta de madeira era suficiente, mas ficou frágil para os ataques de histeria. “Foi chumbada na parede a grade. Ela bate tanto que se fizer uma soldinha simples ela quebra”, diz o irmão.

Do mesmo modo, Ana quebrou a TV que tinha no quarto. “Ela gosta de pegar ferramenta e jogar na gente. Se você colocar um objeto que ela pode quebrar em vários pedaços ela vai jogar.”

O muro da casa era baixo demais. “A gente descuidou um pouquinho com a escada, pegou pra usar e não guardou, subiu a escada e pulou pro lado de lá”, afirma Lázara.

Fora da redoma, Ana pode ser perigosa e ao mesmo tempo frágil, de uma maneira imprevisível. Dentro de casa, é capaz de arremessar um objeto qualquer em direção aos que estão próximos. Na rua, é capaz de furtar algo, porque sabe que dinheiro compra aquilo que lhe desperta desejo, dizem seus familiares.

Contam seus pais que, quando conseguia escapar, tornava-se alvo fácil de estupradores, mais de uma vez. Assim mostram os inúmeros boletins de ocorrência por abuso de incapaz registrados até antes da alternativa ao cárcere. “Todo dia ela chegava falando que homem abusou dela, chegava machucada”, diz a mãe.

Quando não estava em uma circunstância dessas, Ana pegava um ônibus em direção a Ribeirão Preto (SP) ou outra cidade da região, sem pagar passagem, à revelia de qualquer tentativa de impedimento. “Ela caía no chão pra chamar ambulância pra ela, porque ela gosta de tomar injeção em hospital”, explica o irmão.

Nos melhores dias, os sumiços acabavam quando um policial a localizava e a identificava, conta a família. Nos piores, ela dava um jeito de voltar, geralmente com as roupas sujas por fezes e urina. “Do jeito que ela está ali se eu abrir ela vai mesmo pra rua, não tem quem segure”, afirma Lázara.

Sem internação permanente, mulher de Serrana (SP) vive encarcerada dentro de casa (Foto: Rodolfo Tiengo/G1)

Internação permanente

Após as recorrentes ocorrências envolvendo a filha, tudo o que os pais conseguiram foi, há quatro anos, uma internação no Hospital Santa Tereza, em Ribeirão Preto (SP), por pouco mais de um mês.

A filha recebeu alta e desde então permanece em casa com tranquilizantes que, segundo a família, não ajudam. “Falaram que o que tinha que fazer já tinham feito. Que era pra ela tomar o remédio em casa”, afirma a mãe.

Os pais de Ana afirmam não gostar em nada da vida que proporcionam à filha. Sem esperanças de reabilitação, dizem ter consciência de que é errado mantê-la presa em casa, mas alegam não saber o que fazer. “A gente não se acostumou, é difícil, não tem o que fazer, é muito triste, é complicado, ainda mais do jeito que ela está ali”, afirma a mãe.

Defendem que a única saída é uma internação permanente em um hospital capacitado, mas não têm dinheiro para isso. Ao recorrerem ao poder público, afirmam que conseguiram somente a prescrição de uma nova medicação para Ana tomar antes de dormir.

“O melhor pra ela é uma internação num local em que ela possa morar, ela precisa de acompanhamento constante, de vigília constante”, afirma Maicon.

Há seis meses titular da Polícia Civil de Serrana, o delegado José Augusto Franzini confirmou ter ido à residência da família e, diante da situação da jovem, vai instaurar um inquérito por cárcere privado.

Por outro lado, avaliou a princípio que a decisão foi tomada “em desespero” pela família e vai apurar a responsabilidade das autoridades municipais de saúde no caso. Ele disse que também vai levantar o histórico de denúncias por estupro contra a mulher apresentadas pela família.

“O pai aparentemente está de boa fé. Ele está desesperado”, diz.

Prefeitura

A Prefeitura informou, em nota, que a paciente já tinha sido acompanhada pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e encaminhada para o Ambulatório de Saúde Mental da cidade, onde foi medicada antes de ser transferida para o HC de Ribeirão Preto, que a teria liberado posteriormente.

Diferente do que a Prefeitura informa, a família, alega que Ana chegou a permanecer apenas por uma semana no hospital antes de ser transferida para o Santa Tereza.

A administração municipal comunicou que, no último dia 1º de setembro, tomou conhecimento da atual situação da paciente por meio de uma denúncia anônima e procedeu da mesma forma que a anterior. “Imediatamente uma assistente social do CREAS esteve na residência da paciente para verificar a veracidade dos fatos”, informou.

O Ambulatório de Saúde Mental do município, segundo a Prefeitura, aguarda a decisão do médico sobre a possibilidade de notificar o HC da recaída da paciente. “Tudo o que é possível fazer, o município está se desdobrando para auxiliar no tratamento”, afirmou.

O Hospital das Clínicas, que não detalha o caso, informou que a determinação de uma vaga para a paciente cabe ao Estado.

“​Em relação a referida paciente informamos que sua última passagem no HCRP foi há mais de 2 anos. Informações detalhadas sobre os atendimentos são protegidas por sigilo médico.​ A responsável pelas vagas de internação no HC é a Divisão Regional de Saúde (DRS)”, comunicou.

Hospital Santa Tereza

A Secretaria Estadual da Saúde informou que a paciente foi devidamente atendida pelo Hospital Santa Tereza até receber alta, em setembro de 2013, com a indicação para o acompanhamento ambulatorial na rede municipal de Serrana. “Depois disso, não houve nova solicitação de internação na unidade estadual”, comunicou.

De acordo com a pasta, a Política de Saúde Mental do SUS estabelece que o atendimento psicossocial está ligado à rede municipal, por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps).

*O nome da mulher foi modificado para preservar a sua identidade.

Fonte: g1.com

Outro filho de desembargadora do MS foi internado após roubo e julgamento relâmpago em 2005

Outro filho de desembargadora do MS foi internado após roubo e julgamento relâmpago em 2005

Mãe de Breno Fernando Solon Borges, solto e enviado para clínica após ser preso com 130 kg de maconha e munições de fuzil, a desembargadora Tânia Garcia Borges tem outro filho que cometeu crime e também foi internado em uma clínica psiquiátrica depois de um julgamento relâmpago, segundo reportagem do Fantástico deste domingo (6). É Bruno Edson Garcia Borges, condenado em 2005 por assalto à mão armada em Campo Grande.

O crime ocorreu na madrugada de 16 de setembro de 2005. O irmão de Breno e o comparsa renderam um motorista. Um deles arranca a vítima e leva o carro, enquanto o outro dá apoio. Os assaltantes roubaram o equipamento de som, o estepe e o macaco. Logo depois, a polícia prendeu os dois em flagrante.

O delegado responsável pelo caso levou seis dias para concluir o inquérito. Foi necessário pedir perícia na arma, no carro roubado, ouvir depoimento dos suspeitos e de testemunhas. No dia 22 de setembro de 2005, o inquérito foi entregue ao Ministério Público. A partir daí, o processo voou.

Em apenas 24 horas, Bruno e o comparsa estavam condenados. No dia 22 de setembro de 2005, o promotor ofereceu a denúncia. Na manhã do dia seguinte, 23 de setembro de 2005, a ação foi distribuída pelo cartório. Exatamente uma hora depois, os réus foram notificados pelo oficial de justiça para uma audiência no mesmo dia. Enquanto o comparsa foi direto para a penitenciária, Bruno foi para internação em uma clínica psiquiátrica.

Do crime até a condenação, foram apenas sete dias. Esse trâmite é um recorde, de acordo com o presidente da Associação Brasileira de Advogados Criminalistas, Elias Mattar Assad. “Admitindo que tudo desse certo no processo criminal, creio que em três meses, dois meses e meio, para observar todos os prazos traçados pelo nosso Código de Processo Penal. Antes disso, é praticamente impossível.”

Filho mais velho da desembargadora e presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), Bruno passou cerca de um ano e dez meses internado. Em 2009, Bruno recebeu o perdão da Justiça.

Hoje, Bruno é advogado e defende a namorada e o funcionário do irmão, Breno, presos com ele em abril com drogas e armas.

A história de Bruno é parecida com a história de Breno, que foi preso em flagrante com 130 quilos de maconha e munições de fuzil. Assim como Bruno, Breno também foi enviado para uma clínica.

Breno foi diagnosticado com síndrome de Borderline. Segundo a defesa, ele não é responsável pelo que faz. Já no caso de Bruno, a doença alegada é o vício em cocaína, mas o laudo psiquiátrico revela que, no momento do crime, ele não tinha consumido a droga, e, portanto, sabia o que estava fazendo.

Ainda assim, o juiz Alexandre Antunes da Silva determinou a internação em uma clínica na Grande São Paulo. Em nota, o procurador Rodrigo Stephanini, que atuou na acusação, disse que nunca recebeu uma sanção disciplinar na carreira.

Breno foi beneficiado por dois habeas corpus de desembargadores, colegas da mãe dele. Ele foi tirado da cadeia pessoalmente pela desembargadora. O juiz da Vara de Execuções Penais protestou porque deveria ter sido informado sobre a decisão.

A semelhança entre os casos dos irmãos Borges chamou a atenção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Causou estranheza primeiro em um julgamento em 5 dias, primeiro julgamento do filho que é o Bruno. Causou a perplexidade da maneira que foi dada a liminar para estender um habeas corpus, de uma outra ação penal que estava tramitando. Causou a estranheza o fato da desembargadora aparecer pessoalmente na prisão, acompanhada de um policial, em um carro que havia sido apreendido, em uma operação de tráfico de drogas”, afirmou o corregedor do CNJ, João Otavio Noronha.

O juiz que deu a sentença de Bruno, Alexandre Antunes da Silva, argumenta que alguns estados oferecem a denúncia, a confissão e aplicação da pena nas audiências de custódia.

Mas o advogado criminalista Nélio Machado diz que nunca teve notícia de um julgamento tão rápido. “Não, isso jamais aconteceu, é pouco provável que isso seja correspondente a uma rotina judiciária. Basta dizer que inquérito policial com réu preso, o prazo de investigação é no mínimo de dez dias e, muitas vezes, o inquérito é prorrogado. Em uma ação penal, há prazos no oferecimento da denúncia, coletas de provas de acusação, provas de defesa, diligências, perícias.”

O juiz do caso de Bruno ainda pode ser punido, se irregularidades forem comprovadas. No processo de Breno, o Ministério Público entrou com recurso para ele voltar para prisão.

O CNJ abriu investigação contra três desembargadores de Mato Grosso do Sul. Além de Tânia Garcia Borges, os dois colegas dela que deram liminar para tirar Breno da cadeia vão ter que se explicar por causa da suspeita de favorecimento ao filho da desembargadora: Ruy Celso Barbosa Florence e José Ale Ahmad Netto.

“Eu estou em um procedimento preliminar, que levarei ao tribunal, para decidir da abertura ou não do procedimento administrativo. Aberto o procedimento administrativo, o órgão administrativo do CNJ, que é o plenário, vai decidir se eles serão ou não afastados enquanto as investigações se processam”, explicou Noronha.

Bruno e a desembargadora foram procurados, mas não quiseram se pronunciar.

Fonte: g1/ro

Vera Fischer recebe alta após internação no Rio de Janeiro

Segundo nota divulgada pela Clínica São Vicente, Zona Sul do Rio de Janeiro, a atriz Vera Fischer, de 65 anos, recebeu alta nesta quinta-feira (29), depois de ser internada na terça (27) com um quadro de pneumonia.

De acordo com comunicado, a atriz teve boa evolução clínica, respondendo ao antibiótico realizado e respirando espontaneamente.

A atriz também postou em suas redes sociais. “Tive sim problemas respiratórios, mas a equipe médica cuidou de mim muito bem! Mais uma vez obrigada pelo carinho de vcs!”

 

Joesley Batista é internado no Hospital Albert Einstein, em SP

O empresário Joesley Batista, sócio da J&F e autor da delação que gerou abertura de inquérito contra o presidente Michel Temer, foi internado no Hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, informou nesta quarta-feira (28) a assessoria do centro médico.

O hospital informou, por e-mail, que Joesley solicitou privacidade. Questionada sobre os motivos da internação, a assessoria do Grupo JBS disse que o empresário deu entrada na noite de terça (27) com dores no nervo ciático. Ainda de acordo com a assessoria, não havia previsão de alta.

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quarta o julgamento sobre a validade das delações de executivos da JBS fechados no âmbito da Operação Lava Jato.

Irmão chega ao Brasil

Irmão de Joesley, o também empresário Wesley Batista, chegou ao Brasil na manhã desta quarta-feira (28). Ele estava em Nova York, nos Estados Unidos, e não quis dar declarações sobre sua viagem. Wesley desembarcou no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, por volta das 6h.

De acordo com a assessoria da J&F, o empresário trabalha e vive no Brasil e se ausentou apenas por alguns dias para resolver questões de trabalho. Ainda segundo a assessoria, esta foi a primeira viagem de Wesley ao exterior desde o vazamento da delação do irmão, Joesley.

Fonte: g1.com

Presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto é internado às pressas

Presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto é internado às pressas

O senador João Alberto (PMDB-MA) foi internado às pressas no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, e será submetido a uma cirurgia cardíaca, informou na tarde desta terça-feira (27) a assessoria do parlamentar.

Segundo a assessoria, ele sentiu tontura e sofreu desacelaração cardíaca. O objetivo da cirurgia é a colocação de um marca-passo.

No último dia 6, João Alberto (MA) foi reeleito presidente do Conselho de Ética do Senado. É a sexta vez que o parlamentar do Maranhão assume a função.

Na sexta-feira (23), João Alberto decidiu arquivar pedido de cassação do mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG). O pedido foi formulado pelos partidos Rede e PSOL. Nesta terça, um grupo de senadores protocolou recurso contra a decisão.

Fonte: g1.com

Marina Silva é internada em Brasília com ‘fortes dores’ abdominais, diz assessoria

Marina Silva é internada em Brasília com 'fortes dores' abdominais, diz assessoria

A assessoria de Marina Silva (Rede) divulgou uma nota na noite desta segunda-feira (5) na qual informou que a ex-ministra do Meio Ambiente foi internada no fim de semana em Brasília após sentir “fortes dores na região abdominal”.

Segundo a nota da assessoria, a causa das dores ainda está sendo apurada pela equipe médica e Marina “já apresenta melhoras”.

“Durante a última semana, Marina Silva sentiu fortes dores na região abdominal e no sábado, 3 de junho, por recomendação médica, foi internada para realizar exames e monitorar o andamento do seu quadro clínico no Hospital Brasília. O diagnóstico da causa ainda encontra-se em fase de investigação aos cuidados do Dr. Luis Augusto Bianchi”, diz a nota.

Ex-senadora, Marina Silva concorreu à Presidência da República em 2014 pelo PSB (ela assumiu a cabeça de chapa após a morte de Eduardo Campos), mas não chegou a disputar o segundo turno, ficando atras à época de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).

Íntegra

Leia abaixo a íntegra da nota da assessoria de Marina Silva:

Durante a última semana, Marina Silva sentiu fortes dores na região abdominal e no sábado, 3 de junho, por recomendação médica, foi internada para realizar exames e monitorar o andamento do seu quadro clínico no Hospital Brasília. O diagnóstico da causa ainda encontra-se em fase de investigação aos cuidados do Dr. Luis Augusto Bianchi.

Contamos com o apoio e orações de todos para que sua recuperação aconteça rapidamente. Manteremos todos atualizados sobre o transcorrer dos acontecimentos e informamos que Marina já apresenta melhoras.

Neste dia tão especial, o Dia Mundial do Meio Ambiente, Marina reforça a importância de nos mantermos alertas na defesa do desenvolvimento sustentável, do pleno funcionamento das instituições e da nossa democracia.

Assessoria de Imprensa de Marina Silva

Fonte: g1.com