Detecções de malware em dispositivos móveis diminuem no Android e crescem no iOS

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No ano passado, as detecções de malware para Android se concentraram na Rússia (15,2%), Irã (14,7%) e Ucrânia (7,5%)

As detecções de malware, em dispositivos móveis, diminuíram no sistema Android e cresceram no iOS em 2019. A analise foi compartilhada pela ESET nesta semana.

Como revelado pela empresa, o Android é o sistema operacional móvel mais utilizado no mundo, concentrando atualmente 76% do mercado. Ainda hoje, a fragmentação devido às várias versões ativas do sistema permanece em vigor. “Esse número de usuários – ou possíveis vítimas – e a variedade do ecossistema é, em parte, o que torna a plataforma o alvo perfeito para os cibercriminosos. Portanto, não deve surpreender que as detecções de código malicioso no Android representem 99% de todos os malwares móveis”, explica.

No ano passado, as detecções de malware para Android se concentraram na Rússia (15,2%), Irã (14,7%) e Ucrânia (7,5%). O primeiro país latino-americano a aparecer no ranking internacional é o México (3%) na sétima colocação, seguido pelo Peru (2%) na décima quarta posição. Se considerarmos apenas as detecções nos países da América Latina, em 2019 os países com as detecções mais altas foram México (25%), Peru (15%) e Brasil (15%).

Para o Android, 514 falhas de segurança foram publicados em 2019, um número que representa uma diminuição de 16% em comparação com 2018. Além disso, o percentual de vulnerabilidades graves também diminuiu, passando a 14% do total (uma redução de 70% desde o ano passado).

Segurança no iOS

Ainda de acordo com informações da ESET, o iOS representa 22% dos dispositivos móveis usados no mundo, tornando-se o segundo sistema operacional móvel com mais usuários.

Para o sistema da Apple, 368 vulnerabilidades foram publicadas em 2019, 194% a mais do que o número de vulnerabilidades encontradas para este sistema operacional em 2018.  As detecções de malware para iOS cresceram 98% em relação ao ano passado.

Em relação à distribuição geográfica, vemos que em todo o mundo elas estão concentradas principalmente na China (44%), Estados Unidos (11%) e Índia (5%). Se focarmos no que está acontecendo a nível regional, veremos seguintes países: México (22%), Peru (18%) e Chile (15%).

Via Metro Jornal Com informações da ESET

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IPhone foi mais popular que Android para acessar a site pornográfico

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Os utilizadores do Google Chrome e de consolas da PlayStation também demonstraram o mesmo interesse

Todos os anos o site pornográfico Pornhub revela alguns dados interessantes sobre os seus visitantes, nomeadamente as plataformas preferidas para acessar ao conteúdo da plataforma.

De acordo com o relatório de 2019 do Pornhub, a maioria dos visitantes do site fá-lo através do sistema operativo iOS (52,8%), com o Android a ficar-se em segundo lugar com (46,6%). Como nota o Android Authority, estamos perante um aumento de 19% do sistema operativo da Apple em relação a 2018, observando-se uma queda de 14% no Android.

A luta é mais ‘renhida’ nos navegadores de Internet uma vez que a ‘fatia’ do Google Chrome diz respeito a 41,1% enquanto o Safari fica com 40,1%. Por outro lado, os jogadores da PlayStation (51,5%) parecem maiores fãs do Pornhub que os de Xbox (34,7%). É igualmente impressionante constatar que a (defunta) PS VITA ainda seja usada para acessar ao Pornhub com uma percentagem de 9,1% das visitas em plataformas de jogos. Via Notícias ao Minuto

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Aplicativo diz se seu iPhone foi invadido, veja como funciona

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Aplicativo iVerify promete avisar usuário se smartphone foi invadido e ensinar como evitar possíveis ameaças

Dan Guido é fundador de uma empresa de segurança cibernética, a Trail of Bits, e “surtou” quando o aplicativo de seu banco alertou que seu smartphone não era seguro. Dessa forma, resolveu criar um app para informar ao usuário se seu celular foi invadido. Depois de anos de desenvolvimento, o iVerify finalmente chegou à App Store.

Durante muito tempo acreditou-se que os iPhones eram os dispositivos mais seguros para se comprar. Porém, nos últimos meses, algumas pesquisas mostraram uma série de brechas no celular. Um pesquisador do Google encontrou 10 erros no iMessage que permitiam que hackers invadissem silenciosamente. Algumas semanas depois, o Google revelou que integrantes de um grupo da China, os “iugures”, tiveram seus telefones invadidos, supostamente por hackers que trabalhavam para o governo chinês.

O iVerify foi projetado para procurar anomalias e efeitos colaterais criados por hackers no iPhone. Segundo Guido, o segredo do seu aplicativo é se basear em jailbreaks públicos existentes e na engenharia reversa do sistema operacional do iPhone.

No entanto, o smartphone da Apple é projetado de uma maneira que limita ferramentas como o iVerify. O celular dificulta a coleta de dados de aplicativos instalados pelos usuários e, por esse e outros motivos, pesquisadores de segurança reclamaram que é quase impossível descobrir se o iPhone foi invadido.

Essa não é a primeira vez que um aplicativo com essa finalidade foi lançado. O iDevice foi lançado em 2016, mas rapidamente foi banido da App Store. Além de informar se seu celular foi invadido, o novo aplicativo ainda possui uma série de guias de instruções para ajudarem o usuário a proteger seu iPhone, como formas de melhorar a privacidade e reduzir as chances de ser invadido.

O iVerify já vem encontrando alguns problemas com a Apple. A principal reclamação da desenvolvedora foi ao fato de o aplicativo recomendar apps específicos para melhorar a segurança, como o gerenciador de senhas 1Passoword, o aplicativo de mensagens criptografadas Signal, Google Authenticator, entre outros. A Apple afirmou que recomendar aplicativos específicos fere os termos de serviço da App Store. O iVerify também foi proibido de entrar na loja de aplicativos chinesa por recomendar VPNs, que são ilegais na China.

O aplicativo está disponível na App Store por US$ 4,99 e o Trail of Bits planeja lançar uma tecnologia de detecção de jailbreak, conhecida como iVerify Core, para empresas que desejam integrá-lo a seus produtos ou personalizá-lo para seus funcionários. Via: Vice

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17 aplicativos que você deve desinstalar do seu iPhone imediatamente

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Aplicativos para estão contaminados com um trojan que pode assinar serviços caros na web sem sua permissão

Um trojan foi identificado em 17 diferentes aplicativos que podem estar no seu celular. Alguns malwares podem entrar no seu smartphone através de aplicativos e programas, aparentemente inofensivos, que você instalou voluntariamente.

De acordo com pesquisadores da Wandera, empresa que desenvolve soluções de segurança móvel, existem 17 aplicativos atualmente listados na App Store da Apple que contêm esse trojan. Especificamente, são chamados de ‘trojan-clicker’, e se comunicam com um servidor que simula interações dos usuários, fazendo com que os invasores coletem ilegalmente receitas de publicidade.

O malware é tecnicamente chamado de adware, porque parece que você visualizou um anúncio. Ele é um grande problema para empresas, já que os invasores podem estar mirando uma concorrente para aumentar artificialmente seu orçamento em publicidade.

Os pesquisadores encontraram um caso no qual o usuário acabou assinando serviços online caros depois de instalar um dos aplicativos. O trojan pode abrir e fechar páginas na internet e entrar em links sem a permissão do usuário.

Esses são os 17 aplicativos infectados:

Os aplicativos vêm de diferentes países, mas todos levam ao mesmo desenvolvedor: AppAspect Technologies Pvt. Ltd. na Índia.

Mesmo que você já tenha desinstalado alguns desses apps, é recomendável que você cheque seu extrato bancário para garantir que nenhum valor, decorrente de assinaturas feitas pelo trojan sem sua permissão, está sendo cobrado.

Via Olhar Digital

Como limpar o WhatsApp e liberar espaço no iPhone e no Android

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Esvazie suas conversas e libere mais espaço de armazenamento em seu  dispositivo

WhatsApp não é o melhor aplicativo de mensagens que existe, mas sem dúvida é o mais amplamente usado no Brasil, em todas as plataformas. Por usarmos muito, é normal que com o tempo o aplicativo fique cheio de imagens, vídeos, áudio e arquivos guardados, que muitas vezes recebemos e deixamos ali, sem apagá-los ou guardá-los em outro lugar, quando é o caso. Resultado: com o tempo o aplicativo vai “inflando” e ocupando um espaço desnecessário no iPhone.

Felizmente há uma maneira de apagar todos estes arquivos internos, sem necessariamente eliminar as conversas existentes. A seguir, explicamos como.

Passo 1: Abra o aplicativo do WhatsApp e toque no botão Ajustes na barra inferior da tela.


Passo 2: No menu que aparecer, toque em Uso de Dados e Armazenamento.


Passo 3: Toque novamente na opção Uso de Armazenamento.


Passo 4: Você verá então uma lista com todas as suas conversas e a quantidades de bytes que cada uma ocupa no iPhone. É neste momento que você identifica quais são os grupos que mais consomem espaço interno e pode assim decidir onde começar a limpeza.


Passo 5: Abrindo o grupo você verá detalhadamente o que cada coisa está ocupando espaço. Textos, fotos, vídeos, GIFs… Assim fica fácil saber quais são os vilões. Toque no botão Gerenciar.


Passo 6: Agora você só irá selecionar o que quer apagar. De início todos aparecerão selecionados, mas você pode desmarcar o que quer manter, como por exemplo, as conversas de texto. Selecione o que quer apagar no grupo e toque em Limpar.

Isso irá eliminar de uma vez os arquivos somente daquele grupo. Você terá que repetir o processo para cada grupo ativo que você tiver, lembrando que se você quiser manter alguma imagem ou áudio, terá que primeiro abrir normalmente a conversa e salvar a mídia desejada.

Caso você não queira apagar tudo, apenas algumas fotos ou alguns vídeos, aí você terá que fazer isso na própria conversa, uma a uma. O processo exposto aqui é apenas caso você deseje apagar de uma vez todos os tipos de mídia de uma determinada conversa.

Como limpar arquivos recebidos pelo Whatsapp no Android

Passo 01: abra o Whatsapp e entre em algum grupo ou conversa.

Passo 02: em seguida clique nas três bolinhas localizadas no canto superior direito da tela.

Passo 03: toque em “Mídias” ou “Mídias do Grupo”. Irá aparecer todas as fotos, vídeos e arquivos enviados nesta conversa.

Passo 04: toque e segure em todas as imagens que você deseja excluir. Você vai ver que elas serão selecionadas.

Passo 05: ao terminar de selecionar, clique na lixeira localizada na barra superior, ao lado da estrela “favoritos”.

Passo 06: lembre-se de selecionar a opção “Apagar mídia do meu aparelho”, caso contrário, os arquivos selecionados serão excluídos apenas das conversas, não liberando espaço suficiente.

Agora, se você quiser liberar ainda mais espaço no seu smartphone Android é só apagar o conteúdo das conversas enviadas. Para isso, siga o passo a passo abaixo:

Passo 01: abra o Whatsapp e clique na conversa que você deseja apagar.

Passo 02: em seguida, clique nas três bolinhas localizadas no canto superior direito da tela.

Passo 03: clique em “mais” e depois em “Limpar conversa”.

Passo 04: selecione as opções que você desejar e depois clique em “Limpar”.

Pronto. As conversas foram todas apagadas, liberando mais espaço no seu smartphone Android. Lembre-se que apagar as conversas não vai excluir nem bloquear o contato ou o grupo, esta ação vai apenas remover as mensagens e mídias recebidas.

Com Blog do Iphone e Meu Positivo

Operação cumpre mandados de prisão contra acusados de venda clandestina de iPhone pelo Instagram em três estados

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No total, foram expedidos 18 mandados de prisão e 32 de busca e apreensão em Alagoas e mais dois estados

O Grupo de Atuação Especial em Sonegação Fiscal e aos Crimes Contra a Ordem Tributária, Econômica e Conexos (Gaesf) do Ministério Público Estadual de Alagoas (MPAL) realiza uma operação para combater uma organização criminosa especializada na venda clandestina de celulares iPhone. No total, foram expedidos 18 mandados de prisão e 32 de busca e apreensão em Alagoas e mais dois estados.

A operação denominada Fruto Proibido investiga a ação do grupo há cerca de um ano. Os outros estados que também foram alvos da operação não foram divulgados.

Segundo as investigações, eles dividiam em tarefas de aquisição irregular dos aparelhos, venda por meio da rede social Instagram sem a devida autorização da fornecedora Apple, armazenamento clandestino dos celulares, venda desses equipamentos sem nota fiscal, liberação ilícita de mercadoria quando esta era apreendida e lavagem do dinheiro furto desse comércio criminoso.

Em uma das atividades ilegais do grupo, uma carga de mais de 500 aparelhos foi trazida para Maceió, em maio de 2018, com notas fiscais relativas a outros tipos de produtos, a maioria, acessórios para telefone. Todo o material chegou em voo doméstico e, ao desembarcar em Alagoas, foi recolhido pelos fiscais responsáveis.

Já em fevereiro deste ano, uma nova apreensão foi realizada, desta vez, de uma carga de 230 iPhones. Eles estavam escondidos dentro de veículo conduzido por Francisco Olímpio da Rocha, um dos investigados.

“Nas duas ocasiões, os aparelhos destinavam-se à venda aqui na capital, onde seriam colocados no mercado irregularmente e, claro, numa transação que não emitia notas fiscais e, por consequência, que não fazia o recolhimento de impostos aos cofres estaduais”, explicou o promotor de justiça Cyro Blatter, coordenador do Gaesf.

Gaesf aponta o envolvimento dos acusados nos crimes de organização criminosa e lavagem de capitais, dentre outros.

“A gravidade das ações do grupo foi verificada, inclusive, pelo fato de seus integrantes monitorarem trechos de fiscalização para poder escapar da atuação dos órgãos competentes. Além disso, eles se utilizavam de diversos artifícios para conseguir a liberação indevida de bens apreendidos”, detalhou o promotor Kleber Valadares.

Os presos e o material apreendido estão sendo levados para a sede da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), localizada na Santa Amélia.

Participaram da operação a Secretaria Estadual da Fazenda, as Polícia Militar e Civil de Alagoas, a Polícia Rodoviária Federal, a Perícia Oficial, o Detran/AL e a Secretaria de Estado de Ressocialização e Inclusão Social (Seris).

Do G1/AL

WhatsApp será mais seguro nos iPhones

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A mais recente funcionalidade do app de mensagens pode chegar ao Android nos próximos meses

O WhatsApp está melhorando a sua segurança nos sistemas iOS, permitindo que os utilizadores de iPhone acessem ao aplicativo com recurso ao sensor de impressões digitais Touch ID e à tecnologia de reconhecimento facial Face ID.

Conta o site “9to5mac” que a funcionalidade está disponível na versão 2.19.20 do WhatsApp e pode ser acessada por meio da área de Privacidade das Definições da Conta. Esta nova camada de segurança está disponível apenas no app e não individualmente nas conversas.

Por enquanto, a funcionalidade consta apenas nos sistemas iOS, mas há uma forte possibilidade de chegar também ao Android.

Fonte: noticiasaominuto

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A mais recente funcionalidade do app de mensagens pode chegar ao Android nos próximos meses

O WhatsApp está melhorando a sua segurança nos sistemas iOS, permitindo que os utilizadores de iPhone acessem ao aplicativo com recurso ao sensor de impressões digitais Touch ID e à tecnologia de reconhecimento facial Face ID.

Conta o site “9to5mac” que a funcionalidade está disponível na versão 2.19.20 do WhatsApp e pode ser acessada por meio da área de Privacidade das Definições da Conta. Esta nova camada de segurança está disponível apenas no app e não individualmente nas conversas.

Por enquanto, a funcionalidade consta apenas nos sistemas iOS, mas há uma forte possibilidade de chegar também ao Android.

Fonte: noticiasaominuto

WhatsApp será mais seguro nos iPhones

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A mais recente funcionalidade do app de mensagens pode chegar ao Android nos próximos meses

O WhatsApp está melhorando a sua segurança nos sistemas iOS, permitindo que os utilizadores de iPhone acessem ao aplicativo com recurso ao sensor de impressões digitais Touch ID e à tecnologia de reconhecimento facial Face ID.

Conta o site “9to5mac” que a funcionalidade está disponível na versão 2.19.20 do WhatsApp e pode ser acessada por meio da área de Privacidade das Definições da Conta. Esta nova camada de segurança está disponível apenas no app e não individualmente nas conversas.

Por enquanto, a funcionalidade consta apenas nos sistemas iOS, mas há uma forte possibilidade de chegar também ao Android.

Fonte: noticiasaominuto

WhatsApp para iPhone agora roda vídeos do Facebook e Instagram

Quem quiser ter acesso logo as novidades é só baixar a versão 2.18.51, já disponível na Apple Store.

O WhatsApp ganhou uma nova atualização para quem usa os dispositivos da Apple. Agora, o serviço de mensagem consegue abrir vídeos do Facebook e do Instagram dentro do próprio aplicativo.

Quem quiser ter acesso logo as novidades é só baixar a versão 2.18.51, já disponível na Apple Store.

E funciona assim: quando alguém te enviar um link com um vídeo de uma das duas redes sociais, uma imagem representativa vai aparecer dentro do WhatsApp. É só clicar no player e o vídeo começa a rodar dentro do aplicativo.

Até então, o usuário era redirecionado para uma outra página para conseguir visualizar os vídeos compartilhados.

Outra coisa legal é que o vídeo agora não para de rodar quando você muda de conversa. Você pode escolher se quer que ele rode um pouco mais para a direita, para a esquerda, acima ou abaixo de suas mensagens.

Mais poder para o administrador

Outro recurso que pode agradar muita gente nesta nova versão é que o administrador de um grupo pode remover o status de administrador de outros participantes.

Ou seja, se um amigo estiver tumultuando as conversas, você consegue tirar o controle dele. É só ir na tela “Dados do Grupo” e selecionar “Remover como Admin“.

Além disso, todos os administradores de um grupo têm o “poder” de definir os participantes que podem editar as informações (como alterar nome, imagem ou descrição do grupo) de todos que estão por lá.

Para isso, o administrador precisa ir em “Dados do Grupo” e selecionar “Ajustes do Grupo”.

Fonte: uol