Coluna PAINEL POLÍTICO volta a ser publicada no Rondoniaovivo

No mês em que completa 9 anos de existência, a coluna volta a sua origem

PAINEL POLÍTICO completou 9 anos no último dia 2 e está de volta ao local onde iniciou sua existência, no site Rondoniaovivo. A partir desta semana a coluna volta a ser publicada no jornal eletrônico de maior audiência da região norte.

Em maio de 2009 foi publicada a primeira coluna e desde então ela virou um programa de TV, com uma hora de duração, transmitido durante um ano e meio em Porto Velho, e depois se transformou em uma revista mensal e no blog Painel Político, que virou referência no noticiário político regional e nacional.

Atualmente o blog mantém editoria em Brasília e em Rondônia.

Assistir a entrevista de Barack Obama com David Letterman é entender a diferença entre um Estadista e um demagogo

Barack Obama representa o que de melhor há na sociedade americana. É centrado, conhece a força do cargo que exerceu por oito anos e tem uma visão aprofundada sobre questões complexas, como racismo, mídia e abismos sociais. Dificilmente alguém não viu o vídeo em que Obama, ao se dirigir para o helicóptero presidencial, entra e em seguida volta para cumprimentar um soldado que prestava continência, para então seguir viagem. Aquele momento, filmado pela ABCNews, é a síntese de quem é Barack Obama, um gigante que não se vê apequenado por gestos comuns aos mortais.

É esse Barack Obama que podemos conhecer um pouco mais no programa “My Next Guest Needs No Introduction“, apresentado pelo jornalista David Letterman na Netflix, uma série de seis entrevistas, exibidas mensalmente. A conversa, que trata desde a influência “hipotética” de potências estrangeiras no processo eleitoral americano a ida de Sasha, filha de Obama para a faculdade, é um passeio leve sobre questões profundas. É inebriante ouvir Barack Obama discorrer sobre como a “maior democracia do mundo” dificulta o processo de votação para seus eleitores.

A conversa é suave, e enquanto assistia imaginei apenas por um segundo como seria se, no lugar de Obama estivesse Donald Trump, com sua verborragia alucinada. Trump aliás é lembrado na conversa por ter tuitado, “Congressista John Lewis devia passar mais tempo a resolver os problemas do seu distrito, que está num estado horrível e a cair aos pedaços (já para não dizer que… está infestado de crimes) em vez de estar falsamente a reclamar sobre os resultados das eleições. Fala, fala, fala – mas não há ações ou resultados. Triste”. A fala de Trump foi uma retaliação ao fato de Lewis ter se recusado a ir na sua posse.

Lewis, de 76 anos, é conhecido pelas suas décadas de trabalho em movimentos de defesa dos direitos civis. Ele marchou com Martin Luther King em 1963 em Washington, quando o líder fez o famoso discurso de “Eu tenho um sonho”, e em 1965 participou da marcha em Selma, no Alabama, que ficou conhecida como “Domingo Sangrento”. Letterman, aliás, na entrevista com Obama, conta essa história ao fazer a travessia da ponte em Selma, junto com Lewis.

Barack Obama entende como poucos, e sabe mostrar, os problemas da sociedade americana. As “bolhas” de informação, as “bolhas financeiras”, e como o cargo de presidente influencia no cotidiano de seus cidadãos. Ele relembra como estava o país quando assumiu, e como reverteu crises que pareciam não ter fim.

Mas o grande triunfo de Letterman é mostrar o lado humano de Obama, que fala emocionado sobre a relação com sua mãe, com a esposa Michelle e com as filhas. Fala ainda sobre o “dia seguinte” fora da Casa Branca. Obama faz piadas com Letterman e age como se estivesse dirigindo o programa. Se você ainda não viu, faça. Está na Netflix.

Os próximos entrevistados serão George Clooney, Malala Yousafzai, Howard Stern, Jay-Z e Tina Fey.

Dinheiro do BNDES nunca foi tão bem empregado como nos empréstimos à JBS; e o que o frango tem a ver com isso

No Brasil quando alguma empresa começa a ficar grande, os proprietários passam a ser assediados e achacados por políticos. Isso vale para empreendimentos nas esferas município, estado e claro, União, a diferença é o tamanho, porque os métodos são os mesmos. Quando falamos de uma gigante como a JBS, que depois se tornaria a J&F, a coisa toma uma proporção assustadora.

Uma verdade absoluta é que empresário, de um modo geral, detesta políticos. Empresas já são extorquidas pelo Estado através de impostos, taxas, boletos, certidões, enfim, todo tipo de burocracia inútil que faz o dinheiro do seu suor, escorrer pelo ralo da inutilidade. Porém, os políticos são uma espécie de “atalho”, já que eles conseguem, através da troca de favores, obter outros favores. E a grosso modo, grande parte do sistema funciona dessa forma.

Feitas essas observações, vamos voltar à questão da JBS. Desde que se propôs a “dominar o mundo”, e creia, ela conseguiu, a JBS passou a precisar de dinheiro e claro, com ele, veio a corja de achacadores. O dinheiro veio do BNDES, um banco criado exatamente para isso, para financiar empresas brasileiras com taxas fixadas pelo mercado internacional, ou seja, ele não opera como os bancos “normais” que cobram juros absolutamente surreais. O problema é que para conseguir esse dinheiro, é preciso interferência política e político não “trabalha” de graça.

Mas, vamos voltar a 2009, ano em que a JBS surpreendeu o mercado mundial ao anunciar a compra da Pilgrims Pride Corporation, um dos quatro maiores produtores de frango dos Estados Unidos, que vinha mal das pernas e aceitou a oferta de U$ 2,8 bilhões. Antes de prosseguir, preciso fazer um parênteses sobre essa questão.

O frango consumido no mundo todo é “produzido” em granjas que são cuidadas por pequenos “produtores”, que nada mais são que “cuidadores de galinha”. O sistema é relativamente simples, mas cruel. A Pilgrims Pride, por exemplo, é chamada de “integradora”, ela entrega os pintinhos, ração e uma lista de exigências para os criadores que se comprometem a entregar a produção nos níveis exigidos. Como o preço é fixo, não oscila como a carne bovina, é um negócio seguro para os produtores. Nos EUA, país que exporta 3 milhões de toneladas de frango por ano, os produtores lucram, por ave, U$ 0,36 (ou R$ 1,16). A Pilgrims Pride Corporation é a segunda maior integradora americana, ela detém 18,8% do mercado, ficando atrás da Tyson (23.3%). As outras duas integradoras são a Sanderson Farms (8,7%) e Perdue (8,2%). O restante (41%) é dividido entre as demais empresas espalhadas pelo país.

Share do mercado americano de aves (reprodução Rotten)

Voltando à JBS. O Brasil é considerado atualmente “o açougue do mundo” e a JBS dominava o mercado global de carnes. Com a compra de empresas na Austrália, EUA e Europa, a JBS passou a deter praticamente o monopólio global da carne, o que representa uma afronta para países como Estados Unidos e Inglaterra. Os empréstimos feitos à JBS pelo BNDES são legais, mas só foram possíveis graças a interferência da classe política. E quando entra o “custo corrupção” as cifras são estratosféricas. Existe no Brasil uma simbiose entre os políticos corruptos e parte da classe empresarial, principalmente nas altas esferas.

JBS no mercado global (reprodução Rotten)

E quando as empresas começam a aparecer demais, surgem os pedidos de “doações de campanha” e “ajuda”, que se forem recusados, são retaliados pela perseguição estatal. Sucessivas operações de fiscalização que usam as vírgulas da legislação para travar qualquer tipo de negócio que esteja em andamento. Qualquer empresário brasileiro, grande ou pequeno sabe disso. No caso da JBS, o achaque era do primeiro escalão da República. PMDB e PT, que estavam no poder, aproveitaram a necessidade de empréstimos da JBS para obter dinheiro para campanhas em todo o país. Paralelo a isso, achacadores profissionais como Eduardo Cunha e companhia, ameaçavam com instalação de CPIs no Congresso, que certamente não chegariam a lugar algum, mas causariam prejuízos incalculáveis a uma empresa de proporções globais como a JBS.

A JBS deveria ser um orgulho brasileiro, uma das poucas empresas tupiniquins que conseguiu dominar literalmente o mercado mundial de alimentos processados. Os irmãos Batistas erraram feio ao acreditar que conseguiriam derrubar o sistema, “abalar a república”. Estão presos e vão amargar pela ousadia. Quando o sistema quer, uma “pedalada” vira um crime hediondo, mas um apartamento cheio com mais de R$ 50 milhões e uma mala, filmada, sendo arrastada pelas ruas e uma gravação com o próprio presidente pedindo para “manter a ajuda a um corrupto”, vira “suspeita”.

Marcas adquiridas pela JBS nos EUA, Austrália e Europa

Como resultado da audácia de Joesley e Ricardo Saud, e claro, a malandragem deles em querer lucrar na Bolsa de Valores com a divulgação dos grampos, a JBS encolheu. Em setembro do ano passado, a empresa vendeu a Moy Park, principal processadora de carne e frango da Europa para a Pilgrims Pride Corporation, em uma operação que fez parte do programa de desinvestimento da JBS, anunciado no dia 20 de junho de 2017. Este plano teve início com a das operações de carnes da América do Sul para o concorrente Minerva, por US$ 300 milhões. A Alpargatas foi vendida por R$ 3,7 bilhões para o Cambuhy e Itaúsa. A mexicana Lala comprou a participação na Vigor por R$ 5,7 bilhões. No final do ano, a J&F, holding que reúne os negócios dos irmãos Batista, anunciou a venda da Eldorado Celulose e Papel para a empresa Paper Excellence (PE) por R$ 15 bilhões.

Com a credibilidade no mercado global abalada, a tendência será a empresa encolher cada vez menos, o que é ruim para o Brasil. Apesar dos empréstimos e financiamentos terem sido feitos com recursos públicos, como disse no início, eles são legítimos. O maior problema foi o “fator político” e a metodologia adotada pela JBS para o mercado brasileiro. Eles usam aqui, o mesmo processo usado nos Estados Unidos, só que no Brasil temos problemas sociais gravíssimos e o modelo americano só agrava isso. Em 2013, criadores de frango de Santa Catarina enviaram pedido ao governo para que o BNDES se abstivesse de realizar empréstimos para a JBS, porque eles, os produtores, estavam endividados enquanto a empresa ampliava seu lucro. De acordo com os próprios produtores, eles tinham um custo de produção de R$ 0,32 por cabeça e a empresa queria pagar R$ 0,25.

Cadeia produtiva do frango (Repórter Brasil)

Essa falta de compromisso social com o país também é um fator que “vilaniza” as ações da JBS. Ela poderia (e deveria) remunerar melhor os produtores brasileiros. O Repórter Brasil, produziu em 2016 um especial sobre a cadeia do frango no Brasil e mostra, com detalhes como o mercado opera, as denúncias e o que estava sendo feito à época para amenizar o problema.

O crescimento da JBS se deu em função de políticas de governo, estabelecidas na gestão do ex-presidente Lula. O foco da política era o fortalecimento de multinacionais brasileiras capazes de assumir liderança global em seus respectivos segmentos de atuação. Lamentavelmente retrocedemos nesse caminho, graças a corrupção que faz parte do cotidiano do brasileiro. Dificilmente conseguiremos avançar novamente nesse campo. Voltamos a condição de colônia.

Mercado global de exportações de aves (Repórter Brasil)

Sobre como o sistema bancário brasileiro te engana e ganha dinheiro em nome da “segurança”

Darlan* tem 25 anos, nunca teve o nome negativado, trabalha há 1 ano como assistente de uma grande empresa e tem uma renda mensal média de R$ 5 mil. Não tem empréstimo, nunca precisou comprar nada à prazo, e quando o fez, usou cartão de crédito, com limite de R$ 6 mil, mas nunca teve crediário ou “cartão de loja”. Com esse perfil ele acreditou que conseguiria comprar um carro usado sem grandes problemas. Se enganou redondamente. Para o sistema financeiro brasileiro ele simplesmente não existe. Apesar de no site do Serasa seu “score” contar com mais de 700 pontos, nas financeiras ele não chega a 5. Com isso, seu sonho de entrar 2018 com seu primeiro carro, foi adiado.

Mas, o que acontece no Brasil comandado pelos bancos, que controlam seu dinheiro, estabelecendo limites a tudo, até a quantidade de boletos que você pode pagar durante o dia? Acontece que vivemos em uma ditadura financeira, onde apenas os bancos ganham (e muito), enquanto o cidadão trabalha feito um louco para tentar conseguir comprar o que quer, mesmo tendo dinheiro e “nome limpo”, uma exigência que vem desde o final dos anos 80.

No Brasil dos bancos os lucros são exorbitantes. Para se ter uma idéia, quem financia R$ 16 mil em 36 vezes, vai pagar pouco mais de R$ 30 mil. Uma taxa de juros digna de deixar qualquer agiota envergonhado. Mas os bancos podem, e fazem. O problema é que apenas a chamada “classe média” e os mais pobres são os que sofrem com essas restrições, afinal, quem tem dinheiro compra à vista, fala diretamente com o gerente, saca quanto e quando quer qualquer valor, sem precisar de “provisionamento” ou outras bobagens.

Em nome da “segurança dos clientes“, o Brasil é um dos poucos países do mundo onde os caixas 24 horas operam apenas até às 22 horas. Aos finais de semana os caixas reduzem os valores a serem sacados. Mas não se sinta “especial”, na verdade eles operam com seu dinheiro enquanto você dorme achando que “está seguro”.

Em 2010, pegando carona em uma “onda de sequestros relâmpagos”, os bancos enxergaram uma excelente oportunidade de impedir saques noturnos e adotaram essa política, o que dá uma segurança não aos correntistas, mas aos bancos, que evitam, por exemplo, uma onda de retirada em caso de rumores de quebra ou dificuldades da instituição. Essa, aliás, é uma das primeiras ações que bancos que estão quebrando adotam, bloqueiam ou limitam saques dos correntistas. Foi isso, por exemplo, que aconteceu com o falido Banco Santos, em 2004.

Após descobrir que a situação financeira do banco vinha se deteriorando rapidamente e que o déficit patrimonial (diferença entre dívidas e os bens e créditos) seria de R$ 700 milhões, o Banco Central afastou o então presidente, Edemar Cid Ferreira e diretores do controle da instituição e nomeou um interventor.

Sua responsabilidade seria apurar possíveis irregularidades cometidas por dirigentes da instituição e levantar informações necessárias para que fosse decidido seu futuro.

Na época, os correntistas do banco tiveram saques limitados a R$ 20 mil para contas à vista e cadernetas de poupança. Os demais recursos ficariam bloqueados à espera de que fosse encontrada uma solução para a instituição financeira.

Até fevereiro desse ano a massa falida do banco continuava sendo gerenciada pelo interventor.

Mas, vamos voltar ao sistema. Os bancos operam nas bolsas de valores usando contratos, quantidade de correntistas, aquisições, valores em caixa e números positivos. Tudo isso faz com que as ações dessas instituições subam. Com isso, eles ganham mais dinheiro, muito. Sem contar as taxas “administrativas”, “cestas de serviços” e taxas de operação que são pagas por você que geram um volume obsceno de dinheiro nos cofres bancários. Juros impagáveis, com taxas pornográficas engordam a conta dos que realmente mandam no país. É o sistema financeiro e não o eleitor quem decide o próximo presidente. Para quem não se recorda, Lula só foi eleito em 2002 quando mudou seu discurso de moratória e passou a falar a língua que os banqueiros entendem, a de juros altos, aumento em linhas de crédito com aval do governo e claro, estabilidade política.

Com a crise construída a partir de 2014, os bancos foram os primeiros a apertar os devedores e correntistas. Fecharam as linhas de crédito, passaram a cobrar contratos e migraram o dinheiro para o exterior. Evidente que com essas medidas, os demais investidores pegaram carona no mesmo barco e sumiram do Brasil. De olho no cenário em 2018, os bancos começam a sabatinar os virtuais candidatos, e claro, deverão dar o aval ao ungido.

Para se ter uma idéia do controle que o sistema bancário exerce na vida dos brasileiros, a nomeação de Ilan Goldfajn, que havia sido economista-chefe do Itaú, foi anunciada quase uma semana antes em Israel, e por lá eles comemoravam enquanto no Brasil ainda era “uma mera conjectura”. Nomeado em maio de 2016 por Temer, Goldfajn, também acumulava no currículo os cargos de consultor do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.

Casas Bahia

Durante sua tentativa de financiar um carro, Darlan* ouviu dos vendedores que ele deveria “abrir um crediário nas Casas Bahia”. A informação foi repassada assim, “você compra uma televisão, nem que dê 80% de entrada e paga o resto em prestação. Isso vai aumentar seu score rapidinho”. Ou traduzindo, compre à prazo, pague juros, pois só assim você pode comprar à prazo de novo, pagando ainda mais juros”.

E nem vamos entrar na discussão sobre os preços cobrados por carros no Brasil, que apenas por aqui, veículo é sinônimo de patrimônio, e não bem de consumo como é em qualquer outro lugar do mundo.

No Brasil, em 1968, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) criou a Serviços de Assessoria S/A, conhecido como Serasa. A idéia original era criar uma base unificada para atender todos os bancos. Com o passar dos anos, o Serasa acumulou milhões de dados sobre pessoas físicas e jurídicas e com os avanços tecnológicos, isso passou a ser uma importante moeda de troca. Um serviço que antes era apenas para bancos e grandes corporações, passou a fazer parte do cotidiano dos brasileiros, restringindo crédito a quem tinha “nome sujo” em todas as áreas. Mas, desde 2007 que o Serasa não é mais brasileiro. O controle acionário foi vendido ao grupo irlandês Experian, que em 2012 comprou o restante por U$ 1,5 bilhão.

Em outubro deste ano, o Senado aprovou uma aberração em nome do “povo” e legalizou o chamado “cadastro positivo” que já vinha sendo usado experimentalmente pelo Serasa e pelo sistema financeiro nacional.

Portanto, hoje não basta “nome limpo”, para obter crédito, sua vida financeira (boletos, prestações atrasadas, dívidas de cartões) tudo isso passa a valer usando uma régua conhecida como “score”. Em um país com milhões de desempregados, politicamente instável, chega a ser criminoso falar em “cadastro positivo”, que só favorece quem não precisa de crédito. O sistema financeiro brasileiro é burro, ele se sabota porque sobra dinheiro em seu caixa. Para se ter uma idéia, o lucro líquido do Itaú em 2016 foi de R$ 5,518 bilhões no segundo trimestre do ano, depois de atingir R$ 5,184 bilhões nos três primeiros meses de 2016: um aumento de 6,4%. No terceiro trimestre de 2017 o lucro líquido do banco foi R$ 6,254 bilhões. Os números se repetem nos demais bancos privados que atuam no Brasil. Ao mesmo tempo que o lucro aumentou, as linhas de crédito foram reduzidas. Isso se deve, claro, ao aumento nas taxas de serviços e nos juros cobrados dos correntistas.

Vai um conselho, se você tem dinheiro, invista fora do mercado financeiro, não deixe seu dinheiro em banco. Compre terrenos, bens de consumo de baixa desvalorização e tente comprar sempre à vista, não dê dinheiro a essa turma. Fuja de bancos, eles nunca perdem, e vão sempre dar um jeito de tomar algo de você. Até mesmo sua dignidade.

* Darlan é nome fictício, o jovem preferiu não revelar sua identidade para evitar ser negativado no sistema financeiro. E não é piada.

Alan Alex é editor de Painel Político

Direto de Brasília discute (in) segurança pública em Rondônia; assista

O jornalista e editor de PAINEL POLÍTICO e o advogado Muryllo Bastos comentam sobre a (in) segurança pública em Rondônia, nesse piloto do “Direto de Brasília’ um novo formato que PAINEL disponibiliza aos internautas a partir desta sexta-feira.

“A gente vai ampliar nossa área multimídia com vídeos, onde debateremos os principais assuntos da semana. Em breve também estaremos disponibilizando bate-papos com políticos e autoridades, além de entrevistas”, disse o editor.

Acompanhem o primeiro programa.

Direto de Brasília – 01 por painelpolitico

Coluna – Quer saber quanto a empresa da esposa do Chefe da Casa Civil já ganhou do governo?

Coluna Painel Politico, jornalista Alan Alex

Levantamento mostra que Lumiar aumentou recebimentos de acordo com a importância do cargo ocupado por Emerson Castro

Muito barulho por nada

A Polícia Federal alega ter desarticulado uma “célula terrorista” composta por brasileiros simpatizantes ao Estado Islâmico. Em coletiva cheia de “não posso comentar”, o ministro da Justiça Alexandre de Moraes deixou claro que os “terroristas brasileiros” não passam de um bando de atrapalhados que não tem a menor noção do que é ser um terrorista. São tão idiotas que chegaram ao ponto de se oferecer para “fazer treinamento”, mas não tinham dinheiro para a passagem. Pelo que acompanho de ações terroristas mundo afora, esse tipo de trapalhada é tipica de brasileiro oportunista. Não temos terroristas aqui, temos idiotas.

Agora

O ministro deveria, de fato, se preocupar com os terroristas profissionais, aqueles que não usam Whatsapp ou qualquer outro tipo de comunicador que possa ser rastreado. Se existe, de fato, alguma ação terrorista a ser desencadeada no Brasil, certamente os “agentes do Islã” não iriam deixar para o último instante. Já devem estar por aqui faz tempo, afinal, só quem deixa as coisas para a última hora somos nós, brasileiros. Os nossos “terroristas” queriam aprender “artes marciais” a 10 dias das Olimpíadas. É uma piada sem graça. Deixa eles presos mesmo, são alguns idiotas a menos nas complicadas ruas brasileiras.

O número

R$ 1.268.722,31. Esse foi o valor que a empresa Lumiar, da esposa do Chefe da Casa Civil Emerson Castro recebeu de contratos com o poder público desde 2012, quando ele ainda era vice-prefeito de Porto Velho. Quer saber como foi a “evolução”? Eu mostro, olha só. Em 2012 Emerson Castro era vice-prefeito em Porto Velho e naquele ano a Lumiar recebeu “apenas” R$ 30.796,50. Em 2013, já como secretário de Desenvolvimento do Estado – Sedes(ele assumiu em janeiro de 2013), a Lumiar abocanhou R$ 129.608,24. Em 1 de outubro de 2013 a Sedes foi extinta e ele assumiu a Seduc, onde fica até dezembro de 2014. Nesse período a Lumiar ganhou dos cofres públicos, R$ 493.092,84. Em 2015, já como Chefe da Casa Civil, a Lumiar recebeu do governo de Rondônia, R$ 571.699,27. Em 2016, quando a empresa é exposta, o faturamento desabou. Esse ano a Lumiar recebeu “apenas” R$ 43.525,46.

Pior

É que todos esses contratos são públicos, foram denunciados, não uma, mas várias vezes não apenas por PAINEL POLÍTICO, mas o Ministério Público não se mexeu em relação a essa questão. No mínimo isso dá crime de advocacia administrativa e tráfico de influência. Em Rondônia, o mesmo Ministério Público já mandou prender prefeito por bem menos que isso. A Lumiar ainda mantém um contrato com o governo do Estado, ela lava as roupas da Casa do Ancião, e não deveria já que não possui equipamento de lavagem de roupa hospitalar.

Quer ver?

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Complicou

O Tribunal de Contas do Estado julgou a prestação de contas dos anos de 2011 e 2012 do governo de Rondônia, durante o exercício do governador Confúcio Moura (PMDB). O Conselheiro Paulo Curi Neto, relator das contas, afirmou ter encontrado irregularidades no que tange a lei de responsabilidade fiscal e considerou como reprovada as contas do exercício fiscal de 2011. Entre as irregularidades apresentadas pelo conselheiro está um déficit orçamentário de R$ 32 milhões, além do déficit financeiro de R$ 6 milhões.

Pedido de vistas

O conselheiro Chico Paraíba pediu vistas ao processo, mas dificilmente s situação será revertida. Se mantida, e caso não ocorram alterações na legislação, Confúcio pode ficar inelegível e com isso fora do páreo em 2018, quando cogita-se uma candidatura ao Senado. Evidente que muita coisa pode mudar até lá, mas à priori, ele fica fora.

Terrorismo (de verdade)

Membros da célula terrorista brasileira auto-intitulada “Liga dos Camponeses Pobres” botaram para correr mais de 150 policiais nesta quinta-feira, que tentavam cumprir uma reintegração de posse e mandados de busca e apreensão de armas em uma fazenda invadida pelos terroristas na região de Seringueiras, cidade situada na região do Vale do Guaporé. Eles tomaram a fazenda no domingo e expulsaram funcionários e o proprietário. Há tempos esse grupo vem criando problemas em Rondônia, e o poder público os trata com leniência. Tem que identificar e prender os líderes dessa organização, antes que ocorra um massacre, que é tudo que eles querem para chamar a atenção. Nesta quinta, eles armaram emboscadas para os policiais, que sabiamente preferiram recuar.

Em Brasília

O Ministério Público Federal denunciou o ex-presidente Lula, além de Delcídio do Amaral, José Carlos Bumlai e outros quatro por crime de obstrução da justiça. Eles tentaram atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato.

Clínica Mais Saúde informa – Fazer musculação com pouco peso também é eficaz

Quer aumentar o tamanho dos músculos sem pegar muito peso? Pesquisadores canadenses dizem que isso é possível, desde que você aumente o número de repetições até não conseguir mais. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico Journal of Applied Physiology, o segredo para o crescimento muscular está em fazer repetições até a fatiga e não necessariamente na carga do peso. No novo estudo, pesquisadores da Universidade McMaster em Hamilton, no Canadá, recrutaram 49 homens jovens, que já faziam musculação há pelo menos um ano. Todos os participantes foram então submetidos a testes de força e a exames que mediam os níveis hormonais e a saúde muscular. Em seguida, eles foram aleatoriamente divididos em dois grupos e receberam dois tipos de treinos para seguir durante três meses. Os resultados mostraram que os participantes de ambos os grupos ganharam força e aumentaram o tamanho dos músculos de forma equivalente, independente do treino. Por outro lado, o resultado da nova medição hormonal surpreendeu os pesquisadores. Por enquanto, a recomendação para quem quer fortalecer e aumentar seus músculos é escolher uma carga que seja tolerável e levantá-la repetidamente até que o esforço do levantamento final seja pelo menos oito, em uma escala de um a 10.

Ex-prefeito Roberto Sobrinho assassinou o PT em Rondônia

Nos primeiros anos do governo Lula o Brasil surfava em uma onda de otimismo. Isso se refletiu em campanhas eleitorais país afora e em Rondônia o Partido dos Trabalhdores chegou a ter três deputados federais (Anselmo, Valverde e Miranda), três deputados estaduais (Firigolo, Dantas e Ribamar), uma senadora (Fátima Cleide) e elegeu o prefeito da capital do Estado, um sonho antigo dos petistas locais que acreditavam nos primórdios que fariam “uma política diferente”.

Com a onda Lula, veio à bonança. O anúncio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) previa pesados investimentos em infra-estrutura por todo o país e Rondônia, cuja capital era administrada por um petista, sonhava em ver a cidade transformada, tal qual aconteceu com a vizinha Rio Branco. Mas Roberto Sobrinho não é um Jorge Viana, aliás, passa anos-luz disso. Nosso então prefeito, vendo o dinheiro brotar nos cofres, tratou de abrir uma empresa e alugar caçambas para as usinas.

Ao mesmo tempo, a cidade estavam totalmente revirada. Roberto criou uma secretaria para cuidar das obras do PAC, mas não conseguiu avançar em nada. Obras superfaturadas, denúncias de corrupção e incompetência arrastaram a capital de Rondônia para o caos. Sobrinho terminou seu mandato tal qual termina o de Dilma, saindo pela porta dos fundos, afastado pela justiça e odiado pela maioria da população.

Talvez com a derrocada do projeto petista/bolivarianista sendo varrido do país, Roberto e o que sobrou do PT rondoniense siga junto para os anais da história como mais um período negro na América Latina. O desafio agora é manter a Lava-Jato para quem sabe, ela chegue nas obras das usinas de Jirau e Santo Antônio e ajude também a pegar alguns dos pilantras de outras legendas que meteram a mão na cumbuca de pixulecos. O problema agora é o PMDB…

 

“O Brasil precisa mudar o sistema político”, diz Alan Alex em entrevista

O jornalista Alan Alex, editor do site Painel Político® declarou em entrevista nesta quarta-feira, ao jornalista Paulo Benito, no programa Amazônia Entrevista, da Rede TV! que o país precisa mudar o sistema político atual. Ele se referia ao “lulopetismo”, uma mistura de socialismo com populismo adotado pelo PT nos últimos 12 anos e que se mostrou inviável economicamente, “precisamos voltar ao liberalismo, fortalecer o setor produtivo para que dessa forma possamos pagar melhor o serviço público”, declarou. A entrevista foi exibida para todo o Estado. Assista na íntegra:

Fomos falar de política na TV

O editor de PAINEL POLÍTICO, jornalista Alan Alex esteve no programa “Amazônia Entrevista”, apresentado por Paulo Benito, na Rede TV! O programa foi exibido originalmente no dia 24 de dezembro de 2015. Uma análise rápida sobre a situação política do país e do Estado. Confira a íntegra:

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Coluna – Comparar tragédias é uma coisa tão sem noção que nem cabe discussão

Brasileiros passam o fim de semana brigando para ver quem sofre mais, se os moradores de Mariana ou os franceses vítimas de atentados terroristas

Devagar

Demos início nesta segunda a transmissão da Rádio Painel Político (www.rppnet.com), intercalando notícias com músicas. Estamos em fase de adaptação, então pedimos desculpas pelas falhas na transmissão, mas acreditamos que até o final dessa semana estaremos 100% operacionais. De qualquer forma, vai curtindo a nossa programação, ela tá bem legal, tanto em termos musicais quanto nas notícias. Se você usa celular com sistema Android, já pode baixar nosso aplicativo na Google Play.

Deixa eu entender

Uma feijoada de confraternização é “compra de votos”. Distribuir comida em convenção eleitoral para uma massa de desfavorecidos à pretexto de “convenção partidária” não é? O entendimento só vale então para a OAB, é juiz?

Faltou bom senso

O candidato à presidência da Ordem, Juacy Júnior resolveu apelar e impetrou um pedido de liminar na justiça federal para impedir a realização de uma feijoada de encerramento de campanha do também candidato Andrey Cavalcante. A justiça negou. Por obra do acaso, no mesmo dia aparece em frente ao local onde foi realizada a feijoada, um outdor com os dizeres, “feijoada e eleição, não venda seu voto”, insinuando que os advogados que se fizessem presentes, estariam vendendo o voto em troca de um prato de comida. O efeito disso foi desastroso e extremamente ofensivo.

[su_frame align=”right”]//pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js // [/su_frame]Primeiro assédio

Mariana Carvalho disse que foi assediada aos 11 anos quando saía do Maracanã na companhia de seu pai e seu irmão. Alguém que estava ao lado passou a mão nela. O relato foi feito ao jornal O Globo, na coluna de Lauro Jardim. A deputada disse ainda que até hoje, durante eventos com muita gente, sempre tem um engraçadinho que tenta “tirar uma casquinha”.

Tragédias

Primeiro foi a cidade de Mariana, em Minas Gerais que está soterrada sob um lamaçal tóxico cujos efeitos ainda são desconhecidos a curto, médio e longo prazo. Nas redes sociais grupos de ajuda se organizam para enviar suprimentos e água. A vizinha Governador Valadares vem sofrendo com o desabastecimento. E no fim de semana, tivemos os atentados terroristas em Paris, onde morreram mais de 130 pessoas em chacinas promovidas pelo Estado Islâmico, que mistura religião com política e cria uma geração de jihadistas prontos para explodir o mundo em nome de “Alá”.

E no Facebook

As tragédias foram palco de polêmicas. Isso porque a rede social disponibilizou um filtro com as cores da bandeira francesa para que os usuários pudessem mostrar sua solidariedade. Muitos acreditam que essa ação é uma falta de respeito com os atingidos pela tragédia em Minas. Não se trata disso. Ambas são terríveis. A questão é que o brasileiro, de uma maneira geral, não tá nem aí para tragédias tupiniquins. O brasileiro não é patriota, ele quer ser, mas não consegue. Acha lindo o amor que os americanos tem por seu país, mas a questão é cultural. Enquanto os americanos tem um histórico de lutas por independência e solidariedade (assim como os europeus), nós temos o da esperteza e do egoísmo. Não fique ofendidinho. Eu explico.

Olha isso

Em grandes tragédias, americanos e europeus se unem, viajam milhares de quilômetros como voluntários, fazem doações em dinheiro, levam desabrigados para suas casas. no Brasil a turma aumenta os preços, desvia suprimentos e rapidamente esquece do acontecido. É cada um por si. Agora mesmo, em Valadares estão ocorrendo brigas porque funcionários da prefeitura afirmam que pessoas que já receberam sua cota de água, estão entrando na fila três, quatro vezes. Outros mandam filhos e parentes para “aumentar a cota”. E os comerciantes aumentaram o valor do garrafão em mais de 100%. Duas tragédias, dois comportamentos distintos.

Reação

E nossas autoridades tem o péssimo hábito de agir pensando nos lucros políticos e não na solidariedade. Dilma Roussef, por exemplo, só esteve em Minas uma semana após o ocorrido. “Só vou quando é para resolver”, disse ela ao se defender pela demora. Não é verdade. Aqui mesmo, ano passado fomos vítimas de uma enchente que deixou centenas de desabrigados. Ela veio aqui, já quase no final da cheia. E também não resolveu nada. O mesmo podemos dizer de Mariana. Ela tinha que ter ido no máximo no dia seguinte. A população conta com isso. Mas é solenemente ignorada.

 

Enquanto isso

Na última coluna falamos sobre a inspeção que a ANAC fez ao aeroporto de Ji-Paraná e encontrou uma série de falhas, entre elas a falta de gente qualificada para ocupar postos altamente técnicos. Enquanto o coronel bombeiro do DER enche a folha do órgão com amigos sem a qualificação exigida por lei, os demais aeroportos de Cacoal e Ariquemes estão em condições ainda piores. Estão brincando com coisa séria. Seremos multados e quem paga a conta somos nós, contribuintes.

E no Paraná

Fernando Baiano deixa a prisão depois de amanhã, conforme acordado em sua delação premiada. Vai direto de Curitiba para o seu apartamento de 800 metros quadrados na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Este imóvel, avaliado em torno dos R$ 12 milhões, mesmo com o mercado imobiliário carioca caindo aos pedaços, ficará com o ex-operador. Já as casas de Trancoso e Angra dos Reis foram repassadas à Justiça para serem vendidas. Pois é, e quem disse que o crime no Brasil, não compensa? As informações são de Lauro Jardim.

Já Argôlo

O juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, condenou nesta segunda-feira o ex-deputado federal Luiz Argôlo a 11 anos e 11 meses de prisão, em regime fechado, pelos crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro. Segundo o magistrado, o ex-deputado recebeu pelo menos 1,47 milhão de reais em dinheiro sujo no escândalo do petrolão. Em um dos casos, Argôlo recebeu 250.000 reais de uma só vez em propina do esquema de fraude em contratos e desvio de recursos de obras das Petrobras. Ele foi o terceiro político condenado por Moro nos processos relacionados ao propinoduto na estatal – André Vargas (ex-PT-PR) foi apenado em 14 anos e quatro meses; Pedro Corrêa (ex-PP-PE) recebeu vinte anos, sete meses e dez dias de prisão.

Clínica Mais Saúde informa – Ficar sentado por longos períodos não faz tão mal assim

Ficar sentado por longos períodos não aumenta o risco de morte. Na verdade, o hábito de permancer sentado ou em pé tem um impacto muito semelhante na saúde do organismo — uma posição não traz mais benefícios que a outra. É o que diz uma nova pesquisa científica publicada recentemente no periódico International Journal of Epidemiology. O trabalho contradiz o que os estudos afirmaram até então. Os pesquisadores das Universidade de Exeter e College London, ambas na Grã-Bretanha, analisaram dados de saúde de 5.132 pessoas, acompanhadas ao longo de 16 anos. Durante o período, além de informações relacionadas a condições de saúde, os participantes relataram o tempo que passavam sentados em diversas situações: no trabalho, assistindo televisão e durante o lazer. Avaliou-se também o tempo gasto com atividades físicas. Após considerarem diversos fatores, como idade, gênero, etnia, status socioeconômico, alimentação, tabagismo, consumo de álcool e saúde em geral, os pesquisadores descobriram que o risco de morte dos pacientes não foi influenciado pelo tempo que passavam sentados. Não basta, portanto, substituir o tempo gasto sentado por simplesmente ficar em pé. Para os pesquisadores, deve-se enfatizar a atividade física. Ou seja, substituir o hábito de permanecer sentado pala prática de exercícios regulares. O excesso de ênfase sobre os riscos de passar muito tempo sentado deveria ser substituído pela valorização da prática de atividade física — e não ficar simplesmente em pé.