Mulher é morta pelo ex na frente das filhas gêmeas de 4 anos

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Meninas apontaram o pai como o responsável pelas facadas que levaram a mãe à morte

Uma mulher de 21 anos morreu na madrugada deste domingo (20) depois de receber facadas do ex-marido em frente das filhas no bairro Araxá, zonal sul de Macapá (AP).

Identificada como Samira Soares Mendes, segundo o UOL, a vítima teve sua casa invadida pelo ex-marido, Josiel de Souza Martins, e teria sido atacada com nove facadas por ele.

As filhas gêmeas do casal, de 4 anos, apontaram o pai como o responsável pelas facadas que levaram à morte de Samira. O crime aconteceu porque Josiel não aceitava o fim do relacionamento com Samira, encerrado há pouco mais de um ano.

Ao ser levada para o Hospital de Emergências, Samira foi dada como morta por não resistir aos ferimentos.

Em 2017, Josiel foi condenado por agressão com socos e por ter esganado a ex com um cabo. A justiça do estado havia determinado cumprimento de quatro meses de detenção a ele. Além disso, nos últimos tempos, Samira detinha uma medida protetiva contra o ex.

Um inquérito foi aberto pela Delegacia de Crimes Contra a Mulher (DCCM) e uma investigação por feminicídio está em andamento. Josiel fugiu do local do crime e a polícia segue a sua procura.

Em Macapá, eleição para presidente da Câmara termina em pancadaria generalizada; veja vídeo

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Vereadores brigaram no plenário antes da votação do novo líder da casa

Uma briga generalizada entre políticos e funcionários interrompeu o início da eleição para presidente da Câmara de Vereadores de Macapá, na tarde desta quinta-feira (4). Vídeos mostram discussão e depois o tumulto envolvendo vários parlamentares, entre eles Caetano Bentes (PSC), Yuri Pelaes (PMDB), que iniciaram o confronto.

A Polícia Militar (PM) e a Guarda Municipal fizeram a contenção dos parlamentares e não há informação sobre feridos. Vídeos feitos do local mostram a briga que envolve várias pessoas e teria iniciado minutos após a abertura da sessão, presidida interinamente por Yuri.

Briga aconteceu no plenário da Câmara de Vereadores — Foto: Reprodução

As divergências iniciaram após o vereador Pastor Didio (PRP) apresentar um documento solicitando a suspensão da sessão, mas o conteúdo da justificativa ainda não foi informado.

Em seguida, Yuri pediu a Caetano Bentes, que é 1º secretário da Casa, para ler o conteúdo do documento. Ele negou, os dois começaram a discutir e depois entraram em confronto. Em seguida, houve a confusão generalizada e a sessão foi interrompida.

Eleição remarcada

A sessão desta quarta-feira (4) será a segunda para eleger o presidente da Casa pelo biênio 2019-2020, pois a primeira realizada em 25 de janeiro e que escolheu Ruzivan Pontes, foi anulada pela Justiça.

Um pedido de liminar havia sido impetrado pelo vereador Rinaldo Martins (Psol), que afirmou que o prazo de inscrição de chapas era muito curto, um dia, que não havia comissão eleitoral para acompanhar o pleito, e que o presidente eleito já fazia parte da mesa diretora, o que fere regras do regimento interno da Casa de Leis.

Uma liminar já havia suspendido o edital, no dia 23 de janeiro, no dia marcado inicialmente para a eleição. A Câmara adiou e realizou a eleição dois dias depois. Somente uma chapa concorreu à disputa, a liderada por Ruzivan Pontes.

G1/AP

Banco não deve indenizar cliente por retenção de dinheiro em saque

Decisão é do juiz de Direito Naif Jose Daibes, da 6ª vara do JEC Sul de Macapá/AP.

O juiz de Direito Naif Jose Daibes, da 6ª vara do JEC Sul de Macapá/AP, julgou improcedente os pedidos feitos por uma cliente do banco Itaú que afirmou não ter conseguido sacar o dinheiro de seu salário em um caixa eletrônico.

Na inicial, a cliente alegou que foi até o banco para sacar cerca de R$ 649. No entanto, ao tentar retirar o montante, foi informada de que a quantia não estava disponível para saque, e não foi informada do motivo do impedimento. Ao ingressar na Justiça, ela pleiteou a liberação do valor retido, além de indenização por danos morais.

Ao julgar o caso, o juiz considerou que, embora a autora sustente a retenção do valor, o banco comprovou que, após a constatação de depósito em sua conta, a cliente conseguiu realizar saques de diversos valores, os quais ocorreram mediante a utilização do cartão, da senha pessoal e da biometria da própria consumidora.

Ao entender que a retirada do dinheiro só poderia ter sido feita pela própria cliente, o magistrado afastou a hipótese de ocorrência de fraude na movimentação da conta e julgou improcedentes os pedidos feitos pela autora.

O Itaú foi patrocinado na causa pela advogada Andreia Costa Rodrigues, do escritório C.Martins Advogados.

Processo: 0022838-80.2017.8.03.0001

Fonte: migalhas

Polícia encontra droga com criança de 12 anos dentro de ônibus em Macapá

Através de denúncia anônima, uma criança de 12 anos e outros dois adolescentes, um de 17 e outro de 14 anos, foram abordados pela Polícia Militar (PM) dentro de um ônibus no bairro Pacoval, Zona Norte de Macapá. Com o grupo, a PM encontrou duas porções de substância que pode ser maconha.

De acordo com o Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes), a abordagem ocorreu por volta de 22h de quarta-feira (6), no coletivo que faz a linha Macapaba, quando estava na Rua Guanabara. Os menores apresentarem atitudes suspeitas, o que chamou a atenção de passageiros.

O grupo foi levado para a Delegacia Especializada em Investigação de Atos Infracionais (Deiai), onde prestaram depoimento e foram liberados, segundo a PM. A droga foi apresentada ao delegado plantonista.

Fonte: g1

Mulher é mantida em cárcere privado e tem cabeça raspada pelo ex-namorado

Uma mulher de 25 anos foi mantida em cárcere privado e teve a cabeça, a sobrancelha e a parte íntima raspadas pelo companheiro, que não aceitava o fim do relacionamento. O caso aconteceu por volta das 21h da quarta-feira (11) no bairro do Muca, Zona Sul de Macapá.

Segundo a polícia, o suspeito da agressão é Alisson Ruan Dias Viegas, de 22 anos, que cumpre pena em regime semiaberto por tráfico de drogas.

Foram os vizinhos que ouviram os pedidos de socorro da vítima e chamaram a polícia. Ao chegarem no local, os policiais militares flagraram o homem no momento em que ele amordaçava a ex-namorada para evitar que ela pedisse ajuda.

Cabelos da vítima foram coletados como prova para o inquérito policial (Foto: Divulgação/Polícia Militar do Amapá)

O tenente Isacson Campos Júnior, do 1º Batalhão da Polícia Militar, conta que a mulher foi encontrada despida e com hematomas pelo corpo. No local também estavam vários equipamentos, que possivelmente são produtos de furtos.

“Alisson disse que descobriu que a moça estava traindo ele. Pela forma como foi encontrada a cena no local, ele estava pronto para estuprar a vítima. Além disso, havia televisores, aparelhos de som e outros eletrônicos que provavelmente são de furtos”, acrescentou o tenente.

A vítima relatou à polícia que o ex-namorado foi atrás dela na casa de uma amiga, também no bairro do Muca, na tarde da quarta-feira, e que ele a teria levado arrastada do lugar. Ela também contou que teve um relacionamento de dois anos com Alisson, até ele ser preso por tráfico de drogas.

Ainda segundo o tenente Isacson, a mulher confirmou que foi agredida outras vezes, mas não denunciou por medo. Alisson foi levado para a Delegacia de Crimes Contra a Mulher (DECCM) e, de acordo com policiais de plantão, foi conduzido para o Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen). Os cabelos da vítima foram coletados como prova para o inquérito.

Fonte: g1

Justiça do AP absolve empresário acusado de ‘matar por vingança’ em duplo homicídio

Justiça do AP absolve empresário acusado de 'matar por vingança' em duplo homicídio

A Justiça do Amapá absolveu três réus, entre eles um empresário, da acusação de duplo homicídio contra Ricardo Rodrigues Maciel e Wanderson Damasceno em 5 de fevereiro de 2013, no bairro Araxá, na Zona Sul de Macapá. O empresário era apontado como mandante das execuções por supostamente acreditar que as vítimas teriam roubado a distribuidora de alimentos da qual é proprietário.

A sentença foi proferida na segunda-feira (14) e o caso transitou em julgado nesta quarta-feira (16) após a defesa do trio e o Ministério Público do Amapá (MP-AP) abrirem mão do prazo para recurso. O empresário José Hernandes Lopes Trindade, além de Mayko Kawton Ferreira da Silva e Reginaldo Mercês da Silva ainda respondem por outros três homicídios com a mesma característica: assassinatos de suspeitos de roubo.

“Não tem mais recurso porque ambas as partes abriram mão dio recurso da apelação. Eles respondem por mais três processos que estão em situação de pronúncia e impronúncia, ou seja, estão pronunciados para ir à júri popular, então recorri dessa sentença de pronúncia”, explicou o advogado Elias Reis, que defende os três.

Os dois homens foram mortos a tiros na noite de 5 de fevereiro de 2013, por volta de 0h, em via pública na rotatória do bairro Araxá. De acordo com a denúncia, o empresário José Hernandes teria sido o executor do crime após receber informações dos outros dois acusados.

“Após afirmativa votação dos quesitos pertinentes à materialidade do homicídio contra as vítimas, entendeu o Conselho de Sentença que os acusados (…) não foram autores do delito e por isso devem ser absolvidos”, escreveu na decisão o juiz de direito Luiz Nazareno Borges Hausseler.

“Matava por vingança”

Durante as investigações das mortes, a Polícia Civil apontou à época que o empresário matava por retaliação aos roubos que era vítima na distribuidora. Pelo menos seis homicídios teriam sido cometidos ou encomendados por ele. Ao todo cinco pessoas foram presas.

Os homicídios ocorreram entre 15 de agosto de 2012 e 03 de abril de 2013.

Fonte: g1/ap

Autônomo fica dois meses preso no AP por ter o mesmo nome de procurado no RJ

O autônomo Alexandre Pereira Junior, de 25 anos, natural de São Paulo, ficou dois meses preso no Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), em Macapá, no lugar de outro homem com o mesmo nome que o dele. Este é condenado por homicídio e acusado de roubo à mão armada no Rio de Janeiro (RJ). Após ser solto em março, o paulista processa o Estado pedindo indenização por danos morais.

“Eu não estou errado em requerer uma coisa que eu tenho direito. Eu tenho a prova que nunca tive problemas com a justiça. E mesmo assim fizeram eu e a minha família passarmos por sofrimento. Todo mundo me olha como se eu fosse bandido, porque o boato é que eu fui preso como traficante de São Paulo”, disse Alexandre.

O titular da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), delegado Ericláudio Alencar, afirmou ao G1 que o procedimento padrão não foi correto e que houve falta de cuidado por parte dos poderes.

“O correto, diante da informação de uma pessoa dizendo que não se trata dela, é conferir outros dados, como por exemplo a filiação, o CPF, que pode identificar e individualizar aquele sujeito. Se não foi feito isso, nós consideramos que houve um erro tanto do Estado quanto do Judiciário na questão. Isso é passível de indenização”, falou Alencar.

A determinação de soltura foi feita pela justiça fluminense no dia 30 de março, depois de dois pedidos de habeas corpus negados no Amapá. A decisão foi concedida após o pedido de uma promotora do Ministério Público do Rio de Janeiro.

Determinação da Justiça do RJ liberou em 30 de março o autônomo preso no Amapá (Foto: Reprodução)

De acordo com o autônomo, no início de fevereiro, policiais militares falaram que receberam denúncia de que ele estava traficando drogas e roubando em Macapá e por isso fizeram uma revista na casa dele. Após não encontrarem nada, ele foi liberado e foi para a casa da sogra, próximo de onde morava.

Momentos depois, segundo Alexandre, os policiais retornaram para o prender, porque o nome “Alexandre Marcio Pereira Junior” constava no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP). A situação aconteceu no início de fevereiro, quando ele foi levado para a delegacia e preso no Iapen.

“Eu passei 52 dias no Iapen. Questionaram meus documentos, achando que eram falsos, mas não me ouviram na delegacia. O delegado não quis me ouvir. Fiz corpo de delito e fui mandado direto para o Iapen”, contou o autônomo.

Na penitenciária, Alexandre descreveu que ficou em condições de insalubridade; não se alimentava direito pelas condições da comida servida; e ficou doente, porque não podia consumir os remédios receitados para controlar a pressão alta. Durante o período que ficou preso, foram registrados 12 internos com tuberculose no presídio.

“Foram dois meses que eu quase saio com problemas psicológicos. A gente sofria retaliação a todo momento dos agentes. Ali tiraram minha liberdade que eu sempre tive. Eu acabei criando medo de certos policiais”, falou.

Paulista ficou no Iapen do início de fevereiro ao fim de março preso indevidamente (Foto: Divulgação/Sejusp)

Vida no Amapá

O paulista mora no Amapá desde dezembro de 2016, quando veio viver com a esposa amapaense, buscando uma cidade mais tranquila. Em São Paulo, ele é responsável por um salão de beleza. Aqui, ele estudava na Educação de Jovens e Adultos (EJA) e vendia churrasco no bairro onde mora.

Alexandre contou que, um mês antes de se mudar para o Amapá, foi detido pela mesma situação, de ser confundido com o homônimo, mas ele foi liberado porque as outras informações, como nome da mãe, do pai e informações de documentos não serem do mesmo “Alexandre Marcio Pereira Junior” buscado pela justiça do RJ.

Depois de sair da prisão, o paulista afirma sofrer preconceito para conseguir um novo trabalho, mesmo não sendo a pessoa procurada pela polícia.

“Eu sofro perseguição de um dos policiais que me prenderam. Eu quero ficar em paz, não ser perseguido e acusado por uma coisa que eu não fiz. As pessoas do bairro acham que eu sou traficante grande. A minha reputação está manchada”, falou Alexandre.

Danos morais

A defesa de Alexandre informou que no processo contra o estado é pedida uma indenização de 100 salários-mínimos, em torno de R$ 93 mil, alegando a situação dele ter ficado preso durante dois meses sem praticar crime algum e sem direito a defesa, e que ficou exposto a doenças no presídio.

O processo judicial ainda está em andamento, e segue para a fase de oitivas. Segundo o advogado, Alexandre também quer responsabilizar as pessoas que fizeram a prisão dele de maneira ilegal.

“Sempre fui uma pessoa de bem. Sempre quis fazer as coisas direito para andar de cabeça erguida, não devendo nada para ninguém. Desde novo eu aprendi que a melhor coisa que tem é estudar e trabalhar”, finalizou Alexandre.

Fonte: g1/ap

Mulher é presa por falsificar documentos da mãe para conseguir benefício no INSS, no AP

Mulher é presa por falsificar documentos da mãe para conseguir benefício no INSS, no AP

Uma mulher falsificou documentos da própria mãe para conseguir benefício no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), segundo as investigações da Polícia Federal (PF) no Amapá. Ela foi presa nesta terça-feira (18) durante a operação “Isis”.

As investigações apontaram que a mulher era quem captava as pessoas que queriam participar da fraude. Durante as investigações, 38 benefícios foram identificados como pagos indevidamente. A polícia pediu a suspensão desses pagamentos.

A mãe da suspeita foi conduzida para a sede da PF e foi ouvida nesta tarde pelo delegado responsável pelo caso. Ela também recebia benefícios. A polícia divulgou ainda que um homem, acusado de ser o responsável pelo esquema, é considerado foragido.

Homem acusado de ser o responsável pelo esquema é procurado pela Polícia Federal (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A mulher e a mãe foram localizadas em Santana, a 17 quilômetros de Macapá. Na casa da família, os policiais encontraram documentos da suspeita, da mãe, e de outras pessoas. Os materiais vão passar por perícia, segundo a polícia.

Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato majorado (crime contra o patrimônio público), falsificação de documento público, falsidade ideológica, organização criminosa ou associação criminosa. As penas máximas podem chegar a 21 anos de prisão.

O homem apontado como autor do esquema é procurado pelos nomes de “Romildo Rodrigues dos Santos”, “Nazareno Gonçalves” ou “José Almir Rodrigues dos Santos”, e usa a alcunha de “Maranhão”. Ele teve o mandado de prisão decretado, não foi localizado nesta terça-feira, e é considerado foragido.

Segundo a PF, os criminosos usavam certidões de nascimentos para conseguirem emitir vários documentos, com nomes e idades diferentes. Ainda de acordo com a PF, outros 12 mandados de prisão deverão ser cumpridos.

Operação Isis

Esta foi a terceira fase da operação. A investigação é realizada desde 2015 e busca identificar fraudes previdenciárias no Amapá.

A polícia confirmou que os investigados usavam nomes e idades falsas para receber o Amparo Social do Idoso, benefício que garante um salário-mínimo mensal a pessoas acima de 65 anos, que não tenham condições de se manter, independente de terem ou não contribuído para a previdência.

As fases anteriores da “Isis” resultaram na prisão e indiciamento de três pessoas, que revelaram terem usado dados falsos para se cadastrar e receber os valores. O prejuízo aos cofres públicos chegou a R$ 400 mil, além de outros R$ 5,8 milhões que estavam “na fila de espera”.

Fonte: g1/ap

No AP, sargento da PM atira 7 vezes contra carro de família que estava com bebê

Uma família foi alvo de sete tiros disparados por um sargento da Polícia Militar (PM) na noite de domingo (9) durante um acidente de trânsito. Pai, mãe e um bebê de oito meses, estavam em um carro na Rua Santos Dumont, no bairro Buritizal, na Zona Sul de Macapá, quando foram surpreendidos pelo veículo do sargento e, em seguida, pelos tiros.

Jaime Vieira, de 32 anos, dirigia o carro e foi alvejado por quatro balas. Ele foi encaminhado para o Hospital de Emergência (HE), onde passou por cirurgia. Apesar da gravidade, o estado de saúde da vítima é estável.

A mulher de Jaime, Clívia Pantoja, disse à Rede Amazônia que a família veio de Oiapoque para a capital passar férias. Ela conta que o carro da família teria sido confundido com outro veículo de uma pessoa que brigou com o sargento em uma pizzaria horas antes.

“Ele [sargento] fechou a frente do nosso carro. Não parou, só fechou e seguiu. Aí meu marido chegou a colidir com ele […]. Quando bateu, eu só ouvi o barulho da colisão e dos tiros. No momento, nem imaginei que fosse tiros. Só depois, quando meu marido encostou a cabeça no banco e colocou a mão na barriga gemendo, foi quando me levantei, eu estava no banco de trás com a nossa filha e vi o que era. Me desesperei”, relatou a mulher.

A PM destacou que o sargento foi preso e será mantido no Centro de Custódia até decisão da Justiça. A corporação ressalta também que o caso está sendo investigado, já que existem outras versões para a ocorrência. O militar estava fora do horário de trabalho e a arma utilizada no crime pertencia a ele, informou a polícia.

Fonte: g1/ap

Jovem é estuprada e tem cabelos cortados durante assalto em Macapá, diz PM

Uma jovem de 19 anos foi estuprada e agredida com socos e chutes durante um assalto ocorrido na quarta-feira (5) no conjunto habitacional Mucajá, localizado no bairro Beirol, Zona Sul de Macapá. Segundo a Polícia Militar (PM) do Amapá, ela estava chegando em casa quando foi abordada por dois homens, que estavam em um carro.

A jovem relatou à polícia que a dupla pegou a bolsa dela, que tinha aproximadamente R$ 150 e a forçou a entrar no carro, seguindo em direção ao centro comunitário Asa Aberta, no bairro Pacoval, Zona Norte da cidade. No local, que está abandonado, os homens teriam iniciado as agressões e o estupro, informou a PM. Os agressores chegaram a cortar o cabelo da vítima.

A jovem foi encontrada por uma equipe da PM com lesões no rosto e pescoço e estava bastante nervosa, de acordo com a corporação. Ela foi levada ao para o Hospital de Emergências de Macapá, e em seguida para a Polícia Técnico-Científica, onde fez exame de corpo de delito. Nenhum suspeito foi identificado até esta publicação.

O caso será investigado pela Delegacia de Crimes Contra a Mulher (DCCM).

Fonte: g1/ap