Travesti denuncia que foi impedida de usar banheiro feminino em shopping de Maceió

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Lanna Hellen disse que segurança bateu na porta do banheiro e pediu para que ela se retirasse porque uma cliente se sentiu incomodada. Shopping disse que ela não foi impedida de usar o banheiro feminino e que vai apurar o que aconteceu

Uma travesti denunciou à Polícia Civil que foi impedida por um segurança de usar o banheiro feminino no Shopping Pátio, localizado na Cidade Universitária, em Maceió. O caso aconteceu na noite de sexta-feira (3).

Em nota o shopping Pátio informou que a equipe de segurança foi acionada para socorrer uma ex-funcionária transexual que subiu em uma mesa da praça de alimentação. A ação foi necessária para garantir a segurança da própria pessoa e dos demais clientes. Disse que a funcionária não foi impedida de usar o banheiro feminino e que vai apurar o que aconteceu.

Lanna Hellen disse que estava no shopping e foi usar o banheiro feminino, mas o segurança foi até a porta para pedir que ela se retirasse.

Ele bateu na porta e disse que uma cliente se sentiu incomodada de um homem estar usando o banheiro feminino. Eu sou travesti, me vejo travesti há sete anos. Perguntei pra ele porque eu não poderia usar o banheiro. E ele só respondeu que estava cumprindo ordens— Lanna Hellen

Depois disso, Lanna fez alguns vídeo indignada com a situação e subiu em uma das mesas da praça de alimentação.

“Eu queria entender porque estavam fazendo aquilo comigo. Eu fiquei com tanta raiva. Há leis que asseguram que nós travestis podemos usar o banheiro feminino. Os seguranças me tiraram da mesa e me levaram para a doca [setor de carga e descarga]. Esperamos a polícia Militar e depois foram levados para a Central de Flagrantes”, afirma.

Lanna registrou um Boletim de Ocorrência (BO) e disse que vai entrar com ação contra o shopping.

“O delegado disse que tem lei e que eu posso sim usar o banheiro, coisa que eu já sabia. Uma advogada da OAB me ligou e me deu todas as orientações sobre o caso. Eu já estou com advogada e vou entrar com todas as ações que eu puder contra esse shopping”, diz.

Lanna disse ainda que já trabalhou em uma loja no shopping e que sempre utilizou o banheiro feminino.

O caso de Lanna ganhou repercussão nacional e se tornou um dos casos mais comentados do Twitter. Muitas pessoas que estavam no shopping fizeram postagens com vídeos a favor da travesti.

Veja a nota do shopping Pátio

O Shopping Pátio Maceió esclarece que ontem (03), a equipe de segurança foi acionada em socorro a uma ex-funcionária transexual de uma das lojas, que subiu em uma mesa da Praça de Alimentação. A ação foi necessária para garantir a segurança da própria pessoa e dos demais clientes. Informamos também que em nenhum momento a cliente, até este fato, foi impedida de utilizar das instalações do Shopping. Em resposta aos vídeos que circulam nas redes sociais, esclarecemos que não houve registro de nenhuma pessoa impedida de usar o banheiro, apenas reclamação de clientes. Não houve agressão por parte da equipe de segurança. O Shopping Pátio Maceió segue apurando os fatos e se mantém firme no compromisso de atender com respeito e segurança a todos os seus clientes. O Shopping informa, ainda, que recebe e acolhe com respeito e empatia a todos os públicos independente de orientação sexual ou identidade de gênero e reitera que respeita os direitos assegurados no Brasil a toda comunidade LGBTI+ e que não colabora em favor de qualquer cerceamento do direito de ir e vir de todos.

Discussão no STF

Em 2015, os ministros Luís Roberto Barroso e Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votaram a favor do direito de transexuais usarem banheiros conforme sua “identidade de gênero”, ou seja, como se percebem (homem ou mulher), independentemente do sexo a que pertencem.

O julgamento, porém, foi interrompido por um pedido de vista (mais tempo para analisar o caso) do ministro Luiz Fux. Faltam ainda os votos de outros nove ministros para uma decisão final, ainda sem data para ocorrer. Via G1

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Paciente com câncer terminal se casa em hospital de Maceió e morre dias depois; vídeo

Casamento de Rosecledson e Daniella de Melo aconteceu no estacionamento da unidade de saúde, no Prado, no último sábado (21). Ele estava internado há um mês, mas faleceu nesta quarta (25).

A assessoria da Santa Casa informou ao G1 que Rosecledson de Melo, 30, estava internado há cerca de um mês. Ele e Daniella de Melo estavam juntos há um ano e meio e pretendiam se casar em uma igreja no Santo Eduardo, no bairro do Poço, mas decidiram antecipar a cerimônia devido ao avanço da doença, que já estava em estágio terminal.

O corpo de Rosecledson foi liberado para sepultamento nesta quarta-feira a tarde. A reportagem tentou contato com Daniella, mas, segundo o hospital, ela preferiu não falar sobre o assunto no momento.

O hospital não informou o motivo pelo qual o quadro de saúde dele se agravou e nem a causa da morte.

O casamento aconteceu na tarde do último sábado (21), no estacionamento do hospital, em meio a amigos, familiares e equipe de funcionários, totalizando mais de 100 pessoas. A cerimônia foi tradicional, com direito a bolo, damas de honra e decoração.

Os momentos marcantes foram registrados em vídeo e divulgados pelo hospital na terça (24). Até as 16h25 desta quarta, mais de 14 mil pessoas assistiram ao vídeo no YouTube, e o alcance foi de 42 mil espectadores no Facebook.

Ele era natural de São José da Tapera, no Sertão de Alagoas, assim como Daniella, e deixou dois filhos de um relacionamento anterior.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=c4v30Fc3EbU]

Fonte: g1

PF desarticula grupo que fraudava INSS em Maceió

Por meio de nota, a PF informou que a Inteligência Previdenciária calcula um prejuízo de aproximadamente R$ 500 mil, e que a desarticulação desse esquema resultará em uma economia anual superior a R$ 1,7 milhão

Operação deflagrada hoje (24) pela Polícia Federal em Alagoas busca desarticular uma associação criminosa especializada em fraudar, com a ajuda de escritório de advocacia, o INSS. Há suspeitas de que o grupo contava com a ajuda de servidor do órgão. A operação conta com a participação de 30 policiais, para o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão.

De acordo com a PF, foram recebidas, em 2015, denúncias de manipulação para concessão e manutenção de benefícios de auxílio-doença em uma unidade do INSS localizada na capital do estado, Maceió.

Ao longo das investigações, foram encontrados indícios de um esquema que recebia benefícios de auxílio-doença “por pessoas que se apresentavam em plena atividade laboral”.

Por meio de nota, a PF informou que a Inteligência Previdenciária calcula um prejuízo de aproximadamente R$ 500 mil, e que a desarticulação desse esquema resultará em uma economia anual superior a R$ 1,7 milhão.

Fonte: agenciabrasil

Irmãos afastados por 50 anos se reencontram por acaso em hospital

Após cerca de 50 anos afastados, dois irmãos se reencontraram por acaso em leitos do Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. Separados desde a adolescência, Adolfo e Antônio Teixeira da Silva deram entrada na unidade com problemas semelhantes, no intestino. Os irmãos ficaram surpresos quando ouviram um funcionário chamando pelos nomes deles.

Segundo conta o G1, o reencontro aconteceu em Maceió, para onde Antônio se mudou. Os dois moravam em Arcoverde, Pernambuco, porém, se distanciaram e anos depois, sem saberem, fixaram residência em Alagoas. Após cinco décadas, eles descobriram que estavam morando em cidades vizinhas nos últimos anos. Adolfo, hoje com 89 anos, mora em Rio Largo. Antônio, 68, no Jacintinho, em Maceió.

“Eles começaram a se olhar aí achei estranho e conferi o nome do pai. Um deles puxou a foto do pai e foi quando tiveram a certeza do parentesco. Eles se abraçaram e choraram. Eu também me emocionei”, contou o auxiliar administrativo José Amorim de Oliveira.

“Isso me tocou muito, principalmente pela época que estamos. Época que as famílias se juntam e celebram. Época de muito amor e carinho. Os idosos tendem a somar perdas, aqui eles ganharam a família um do outro”, diz a enfermeira Ivanize Guimarães.

Fonte: noticiasaominuto

Mãe se nega a enterrar filha declarada morta por crer que ela ainda esteja viva

Uma mãe se recusa a enterrar a filha dada como morta há dois dias na cidade de Rio Largo, Região Metropolitana de Maceió. Mesmo com o atestado de óbito e com a jovem dentro de um caixão, Teresa Cristina Mendes, 48, acredita que a filha não morreu. A Polícia Civil foi acionada.
“Ela não está morta. Ela tem sinais de vida. Ela não está com a temperatura de morto. Acredito que minha filha está viva”, diz.

Débora Isis Mendes de Gouveia, 18, deu entrada no Hospital Geral do Estado (HGE) no dia 6 de novembro com infecção urinária. O problema de saúde se agravou e ela teve uma infecção nos rins e precisou ser transferida.

No dia 8 de novembro, ela deu entrada no Hospital Vida, localizado na Jatiúca. No dia 12, às 14h10, a jovem foi dada como morta. Na certidão de óbito consta que ela morreu devido a infecção renal. Desde então, Débora Isis está dentro de caixão e a família se nega a fazer o enterro.

“Antes de ir para o HGE, ela foi para o Hospital IB Gato Falcão. Lá eles aplicaram um soro sedativo e depois disso a menina começou a convulsionar e foi transferida para o HGE. Lá constataram infecção intestinal, urinária e generalizada. De lá, ela estava quase em coma quando foi transferida para o Hospital Vida na segunda passada, onde atestaram o óbito dela no domingo”, disse o irmão Davi César Mendes, 15, que também acredita que a menina está viva.

A mãe disse que a família tem histórico de catalepsia, um fenômeno que deixa a pessoa em um estado que pode ser confundido com a morte. Teresa afirmou que ela própria já passou por isso, quando tinha dois anos.
“Esse problema acontece na família. Quando deu um ataque em mim eu tive uma dor muito forte na perna e eu fiquei assim, só retornei depois de quatro dias. Esse problema está se agravando e vem acontecendo na família”, diz Teresa Cristina.

Os moradores da região também acreditam que a jovem está viva. “Eu acredito em um Deus vivo. É uma menina evangélica. A mãe dela não é louca. Ela não está fedendo. É capaz dela se levantar dali para mostrar a muita gente que Deus existe”, relata.

Ailton Gabriel dos Santos, 43, esteve na casa de Débora e fez uma oração junto com a família nesta manhã. Ele afirma que viu a menina chorar.

“Quando a gente estava orando a lágrima dela desceu. O irmão dela pegou na mão dela e ela apertou. Colocaram algodão em todos os lugares, não era para terem colocado. Isso aí que está acontecendo é milagre de Deus. Eu creio no Deus do impossível”, diz um vizinho da família.
O delegado Manuel Wanderley Cavalcante foi ao local e pediu uma nova avaliação médica para confirmar a mote de Débora. O corpo foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML), em Maceió, para ser submetido a uma necropsia.

“Vamos verificar se está em óbito. E se for comprovado que o hospital liberou este corpo sem óbito, vamos responsabilizar o hospital. Vou instaurar procedimento de investigação”, disse o delegado.
O promotor de Justiça Magno Alexandre Moura, da 2° promotoria da cidade, esteve na casa de Débora Isis e disse para a imprensa que acredita que ela está morta.

“Nós vamos conversar com a mãe da falecida para saber das dúvidas dela, pois aqui já podemos ver que a menina está falecida. A menina passará pelo exame de catalepsia e por um parecer médico do IML. Mas, aparentemente, a pessoa está morta e precisa ser enterrada”, disse.

G1

Corpo é encontrado decapitado dentro de riacho em Maceió

O corpo de um homem foi encontrado decapitado no Riacho do Remédio na tarde de quinta-feira (2), na cidade de Coqueiro Seco, região Metropolitana de Maceió.

De acordo com a polícia, o corpo da vítima, identificada como Bruno Félix da Silva, 28, estava em avançado estado de decomposição. A cabeça da vítima não foi encontrada.

Equipes do Corpo de Bombeiros estiveram no local para retirar o corpo da vítima do rio. Os institutos de Criminalística e de Medicina Legal (IML) fizeram a perícia e recolheram o corpo da vítima.

Fonte: g1/al

Funcionários terceirizados do IML são flagrados arrastando corpo pela lama em AL

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra dois funcionários do Instituto Médico Legal (IML) de Maceió carregando um corpo pela lama, em uma região rural de Branquinha, que fica a 62 quilômetros da capital alagoana. Os dois homens vistos nas imagens foram demitidos do órgão. O caso aconteceu no último dia 21.

De acordo com informações do UOL, o corpo era de um suspeito de matar um fazendeiro do local, assassinado durante uma operação policial. No vídeo, é possível ver os funcionários levando o cadáver por vários metros por uma estrada cheia de lama. Já no fim da gravação, um dos homens joga lama no rosto do cadáver.

Uma terceira pessoa também pode estar envolvida no caso, que “aparece” rindo da atitude dos funcionários do IML. “É bom para tomar um banho para relaxar um pouquinho”, diz. “Olha o que dá aí matar pai de família”, completa. Essa terceira pessoa não seria integrante da equipe.

Por meio de notal, a Perícia Oficial do Estado de Alagoas (Poal) informou que “não compactua com a conduta adotada pelos dois funcionários da empresa prestadora de serviço dos Institutos”. “Esse tipo de procedimento é totalmente irregular, e incompatível com as atividades desempenhadas pelas equipes do IML”, afirmou.

Depois de receber a denúncia, a Perícia disse que notificou a empresa sobre a conduta dos funcionários e “cobrou medidas administrativas em relação ao fato”, citando que “situações como essa não serão admitidas pela direção da Poal”. Além de demitir os dois funcionários, a empresa terceirizada também se comprometeu com o Estado a capacitar as equipes que atuam no IML. “Este fato isolado não irá voltar a se repetir”, finalizou.

Fonte: noticiasaominuto

 

Caminhão-tanque explode e deixa um morto em Maceió; homem foi jogado a metros de distância

Um homem morreu na manhã desta quarta-feira (27) após a explosão de um caminhão-tanque no bairro Cidade Universitária, em Maceió. Segundo relato de testemunhas, a vítima foi carbonizada e arremessada a metros de distância.

Militares do Corpo de Bombeiros disseram que a vítima, identificada como Luiz Carlos Lopes da Silva, 34, era operador de tanque de uma empresa de manutenção de carretas e usava um maçarico quando o tanque de combustível, que estava vazio, explodiu.

A reportagem do G1 tentou contato por telefone com os responsáveis pela empresa, mas as ligações não foram atendidas.

Acidente

Uma testemunha que prefere não ser identificada disse que estava indo para o trabalho quando ouviu a explosão.

“Foi um barulho muito forte. Eu vi o corpo voando mais de um metro acima do poste e entrando na casa”, contou.

O proprietário do imóvel onde o corpo de Luiz Carlos Lopes foi arremessado também não quis se identificar para imprensa. Ele disse apenas que estava dormindo quando ouviu o barulho.

A explosão de grande dimensão, que resultou na abertura da estrutura do tanque de combustível, que ficou retorcida, aconteceu em uma área que fica no loteamento Canto do Mainá, nas proximidades da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e do Complexo Prisional.

O Corpo de Bombeiros mobilizou para o local do acidente duas viaturas de combate a incêndio e 10 militares.

Riscos

Familiares da vítima estiveram no local do acidente. A filha de Luiz Carlos, Liziane Silva, 18, disse que o pai temia pelo risco do trabalho com tanque de combustível.

“Meu pai falava que era perigoso trabalhar aqui. Ele disse que o dono mandava ele entrar nos tanques e que era arriscado. Meu pai tinha feito cirurgia no fígado e de cálculo renal há 2 meses e já tinha voltado a trabalhar porque estava com dificuldades. Daí acabou acontecendo isso”, lamentou Liziane.

Defesa Civil

O chefe do setor de Desastres Tecnológicos da Defesa Civil disse que não há risco de novas explosões. “Nós analisamos a área e não há riscos. Estamos avaliando também as casas no entorno para saber se houve algum dano, mas aparentemente não houve”, relatou Augusto Neves.

Corpo de trabalhador foi lançado a metros de distância (Foto: Michelle Farias / G1)

Fonte: g1/al

Pai tortura filho de 3 anos e coloca pimenta em partes íntimas em AL

Pai tortura filho de 3 anos e coloca pimenta em partes íntimas em AL

Após ouvir gritos de uma criança, moradores da Favela Sururu de Capote, no bairro do Vergel do Lago, em Maceió, foram socorrer um menino de 3 anos que estaria sendo torturado pelo pai em um barraco na comunidade. O Conselho Tutelar denunciou o caso na manhã desta terça-feira (5).

Os vizinhos que resgataram o garoto ligaram para a mãe da vítima, que havia deixado o filho com o pai, Luciano da Silva, há oito dias. “Os vizinhos falaram que ele ia matar o menino enforcado com uma corda. Eles derrubaram o barraco dele e pegaram o aparelho celular. Foi então que conseguiram falar com a mãe do menino e ela foi até o local”, disse conselheira tutelar Valmênia Santos, em entrevista ao G1.

O pai e a madrasta, que também não teve o nome divulgado, fugiram do local. “A mãe mora no Benedito Bentes e disse que o pai levou a criança para passar o fim de semana, mas quando ela ligou para saber da demora ele pediu mais alguns dias”, falou. A criança foi encaminhada para o Hospital Geral do Estado (HGE), com marcas de agressão no corpo.

“A criança contou que apanhou com sandália, chapéu, corda e que o pai colocou pimenta em suas partes íntimas”, disse Valmênia. O Conselho Tutelar acompanhou a mãe e a criança para fazerem a denúncia na Delegacia de Crimes contra a Criança e o Adolescente nesta manhã. Segundo a conselheira, depois dos depoimentos, o menino deve ser levado ao Instituto de Medicina Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito.

Fonte: noticiasaominuto

Explosão de celular incendeia casa e deixa moradores feridos em Maceió

Explosão de celular incendeia casa e deixa moradores feridos em Maceió

Duas pessoas de uma mesma família ficaram feridas após um aparelho celular explodir e incendiar uma casa no Benedito Bentes, em Maceió.

De acordo com o vendedor Wiliams da Silva, que dormia com a mulher e o filho de 9 anos em quartos ao lado da sala, a família foi acordada pelas chamas que tomaram conta da casa.

“Por volta das 4 horas das manhã minha mulher acordou com o barulho do fogo queimando o teto e os móveis. Ao abrir a porta ela viu as chamas e me acordou desesperada. Na hora corri para abrir a porta da frente de casa para que pudessemos sair”, relata Wiliams.

O forro de PVC ajudou a aumentar as chamas. Assim, para salvar a família, Wiliams sofreu queimaduras de primeiro e segundo graus nas costas. A casa ficou destruída.

Ele conta que nos últimos dias percebeu que a bateria do celular estava esquentando, mas continuou deixando o parelho na sala para recarregar. “Eu cometi diversas imprudências como deixar o celular a noite carregando em cima do braço do sofá, que era de tercido, algo inflamável”, diz.

Outro acidente

Em setembro do ano passado, um agricultor de 31 anos sofreu fratura no nariz e queimaduras de segundo e terceiro graus por todo o rosto, por causa da explosão de um celular. Ele falava ao telefone com o aparelho conectado à tomada.

Thássio Barros é engenheiro de produção e conserta celulares. Ele diz que é raro acidentes assim, mas defeitos de fabricação do aparelho, ou da bateria, podem causar esse tipo de super aquecimento.

“Assim que se nota aquecimento da bateria do celular ou qualquer outra irregularidade é importante procurar ajuda técnica para evitar problemas que levem a acidentes”, explica Thássio.

Para usar o celular de forma segura nunca é demais seguir algumas instruções. “Ao fazer o carregamento do celular é importante deixa-lo longe de produtos inflamáveis. Com isso, é bom coloca-lo em material como vidro, que não ajuda a propagar chamas caso algum problema aconteça”, expõe Thássio.

O filho de nove anos do vendedor Wiliams da Silva, não se feriu. Já a mulher dele sofreu uma queimadura leve na testa e está fora de perigo.

Fonte: g1/al