Justiça manda soltar pediatra suspeita de matar filho de 3 anos por overdose, no DF

Médica Juliana de Pina Araújo terá de ficar internada em clínica particular. Juiz tinha determinado avaliação de sanidade mental.

A decisão chega poucos dias após o juiz Paulo Afonso Siqueira, do Tribunal do Júri, pedir para o Instituto Médico Legal (IML) avaliar a sanidade mental dela.

O resultado do laudo do IML está sob sigilo. No entanto, pela determinação do juiz, a médica deverá ser internada em uma clínica particular. Com isso, o processo contra ela fica suspenso.

Relembre

Juliana de Pina foi indiciada pela polícia pelo assassinato do filho. O laudo cadavérico creditou a morte de João Lucas de Pina por “insuficiência respiratória por intenso edema pulmonar”, provavelmente “causado por intoxicação externa medicamentosa”.

Além de ter provavelmente ingerido os remédios, a vítima apresentava um corte na veia do fêmur direito, na altura da virilha, segundo o delegado responsável pela investigação, João de Ataliba.

“A lesão ocorreu com a criança ainda em vida. Apesar do fato de que tal lesão poderia levar ao óbito por choque hemorrágico, esta não foi a causa da morte”, disse.

O machucado pode ter sido provocado por um bisturi também encontrado no local do crime, de acordo com Ataliba.

O inquérito aponta que, no lugar onde a criança morreu, foram encontradas duas cartelas vazias de frontal – cada uma, originalmente, tinha 30 comprimidos – e um pacote de ritalina faltando 18 pílulas.

O menino já havia sido internado em janeiro, em um hospital particular de Brasília, com um quadro de intoxicação medicamentosa.

Fonte: g1

Médica diz para paciente comer secreção em resposta a queixas de complicações com procedimento estético

Paciente mandou mensagens para a Drª Geysa Leal após realizar lipoaspiração. Médica também é investigada por ter feito lipoescultura em outra mulher que morreu 6 dias depois da cirurgia.

Uma paciente da médica Geysa Leal Correa relatou sofrer complicações após realizar um procedimento de lipoaspiração. Ela teve o intestino perfurado e está internada no Hospital Cardoso Fontes, na Zona Oeste do Rio, há mais de uma semana com o intestino perfurado.

A médica é investigada pela morte de outra mulher após cirurgia realizada no dia 16 de julho.

Em conversas com Geysa por mensagens de celular, a paciente reclamou que, mesmo tomando os medicamentos indicados, continuava com muita secreção.

“Falei para ela que estava saindo uma secreção. Eu estava muito inchada, ela me receitou vários antibióticos, vários remédios. Voltei para casa com o alívio de algumas horas, mas logo depois começou a doer de novo, começou a inchar de novo”, disse.

Paciente enviou mensagem relatando complicação após procedimento estético (Foto: Reprodução)

Em outra mensagem, a mulher contou que o caso é sério e que os alimentos que ela ingeriu estavam saindo pela cicatriz. “Eu comi uma sopa no dia anterior que cotinha tomate e agrião. Estava saindo muita secreção e nessa secreção saiu agrião e tomate. Mandei as fotos para ela.”

Em seguida, a médica respondeu com uma mensagem de áudio. Rindo, ela diz para a paciente “provar” a secreção.

“Amore, eu acho que você devia comer pra ver se é verdade, pra ver se é tomate, se é cenoura, porque isso aí pra mim, é gordura. Me desculpe, mas não fale besteira que quanto mais besteira você pensar, pior você vai ficar estressada. E me estressar à toa”, disse Geysa no áudio.

Médica manda paciente comer secreção (Foto: Reprodução/TV Globo)

“Como assim comida? Desculpa, está doida? Eu quero que você venha aqui primeiro. Eu preciso ver isso. Comida? Impossível sair comida. Se eu tivesse perfurado alguma coisa, você já tinha morrido. Então, deixa eu ver primeiro antes de você ficar falando besteira. É agrião, daqui a pouco é uma salada de fruta, uma sopa. Se você quiser, você come para provar, pra ver se é uma coisa ou outra. Eu estou brincando, desculpa. Isso é uma falta de respeito com você. Desculpa”, disse a médica rindo em uma mensagem de áudio.

O Hospital Federal Cardoso Fontes disse que não informa o estado de saúde de paciente.

Depoimento pela morte de outra paciente

Nesta quinta-feira (26), a polícia interditou a clínica da médica em Niterói, Região Metropolitana do Rio. Geysa prestou depoimento na 77ª DP durante a tarde. A chegada dela à delegacia foi tumultuada. Mulheres que disseram ser pacientes e amigas fizeram um cerco na entrada da DP.

A médica está sendo investigada pelo procedimento estético que fez em Adriana Ferreira Pinto, de 41 anos. A mulher fez uma lipoescultura no consultório de Geysa, no dia 16 de julho, e morreu seis dias depois.

Segundo a polícia, a médica adiantou no depoimento desta quinta que no local não há Centro de Tratamento Intensivo (CTI) e nem ambulância.

Adriana Ferreira Capitão Pinto era moradora de Paracambi, no Sul do Rio (Foto: Foto/Divulgação)

Após o depoimento, o advogado da médica Geysa Leal falou sobre as atividades que ela está autorizada a exercer.

“Ela pode exercer e praticar qualquer ato médico. É uma lei federal que delimita que qualquer médico está autorizado e pode fazer qualquer ato médico”, disse Lymark Kamaroff.

No entanto, Geysa Leal não é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, mas ela tem a capacidade de praticar qualquer ato médico inclusive inerentes à cirurgia plástica.

O Conselho Federal de Medicina considera cirurgião plástico quem fez residência na área ou tenha feito prova de títulos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Geysa é registrada apenas na Sociedade de Medicina e Cirurgia Plática e Estética, que não é reconhecida pela Associação Médica Brasileira.

Investigação Paty Bumbum

Hoje, em outro caso, mais duas mulheres que tiveram problemas depois de procedimentos estéticos prestaram depoimento à polícia. Elas são clientes de Patrícia Sílvia Santos, conhecida como Paty Bumbum, que já foi indiciada por exercício ilegal da medicina.

Paty Bumbum é acusada de aplicar silicone industrial e outras substâncias químicas não permitidas nas clientes. As duas vítimas vão passar por exames para saber que tipo de produto foi usado nas intervenções.

Médica é suspeita de matar filho de 3 anos com overdose de medicação, no DF

Polícia disse ter encontrado envelopes com remédios de uso controlado no lixo. Mulher foi presa; ela tem quadro de depressão.

Uma médica da Asa Sul, em Brasília, é suspeita de matar o próprio filho, de 3 anos, com overdose de medicação, na noite de quarta-feira (28). Ela foi presa. A polícia disse que achou envelopes com remédios de uso controlado no lixo e, ao lado da criança – encontrada já morta sobre a cama –, havia uma mamadeira com leite.

A mulher tem 34 anos, é pediatra, servidora do Samu e sofre de depressão. Testemunhas relataram que a mãe fez um corte no pescoço e saiu correndo pelas escadas do prédio, na 210 Sul, sangrando.

Quando o porteiro viu a situação, segurou a moradora. A polícia foi chamada pelos vizinhos, depois de perceberem que a criança já não acordava mais.

O episódio aconteceu por volta das 18h30. O menino foi socorrido ao Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib), mas os médicos não conseguiram reanimá-lo.

Investigação
Apenas o laudo do Instituto Médico Legal (IML) vai confirmar a hipótese de overdose, levantada pelos investigadores.

A mãe foi levada ao Hospital de Base, onde está internada, mas presa sob escolta policial. Ela deve responder por homicídio qualificado, com agravante por ter matado um menor de 14 anos.

Na 1ª DP (Asa Sul), o pai da criança prestou depoimento. Segundo ele, a mulher era uma mãe exemplar. O casal é separado há quase dois anos.

De acordo com a polícia, a mãe estava afastada do trabalho por causa do tratamento contra depressão.

Às 11h13, a mulher continuava internada no Base, em estado estável, mas com ferimentos na virilha, na axila, no punho e no pescoço. Foi medicada com antipsicótico e deve ser encaminhada para a Unidade de Suporte Avançado ao Trauma (Usat) para acompanhamento. Ela se formou em medicina, em 2013. Fez residência até 2015 no Hmib.

Fonte: g1

Médica acusada de vazar exames de Marisa Letícia será indenizada

Hospital Sírio-Libanês foi condenado a pagar R$ 577 mil à profissional

A médica Gabriela Munhoz, demitida do hospital Sírio-Libanês por supostamente ter vazado exames da ex-primeira dama Marisa Letícia, ganhou uma ação na Justiça do Trabalho. A juíza Isabel Cristina Gomes, da 16ª Vara do Trabalho de São Paulo, reverteu a justa causa aplicada e condenou o hospital a pagar R$ 577 mil de indenização por danos morais à profissional.

O Sírio afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “se manifestará na Justiça do trabalho, onde o processo está em tramitação”.

Gabriela teria divulgado detalhes sobre diagnóstico da ex-primeira-dama em um grupo de colegas no WhatsApp, no início de fevereiro de 2017. Marisa Letícia morreu no hospital localizado na região central de São Paulo, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O site jurídico “Migalhas” teve acesso à decisão judicial, que corre em segredo de justiça. A juíza concluiu que as informações passadas pela médica a um grupo de Whatsapp, formado exclusivamente por médicos, não eram do hospital e não dependiam de acesso ao prontuário ou a outros exames realizados em Marisa.

Já a imagem do laudo realizado em outro hospital já estava circulando em várias redes sociais, segundo a sentença. Na sentença, a magistrada levou em conta o horário em que o plantão da médica acabou, anterior ao horário de admissão de Marisa. Além disso, quando as mensagens foram publicadas, a internação já era pública.

“Um empregador diligente, cuidadoso, teria tomado todas as medidas necessárias para a efetiva e irresistível apuração dos fatos de maneira a não deixar dúvidas sobre a autoria, enquadramento legal da conduta e grau de culpa da autora”. considera Isabel Cristina Gomes. Ela afirma que houve culpa do hospital ao demitir a médica sem uma investigação mais apurada.

De acordo com o “Migalhas”, a médica juntou vasta documentação “comprovando as ameaças que injustamente recebeu, bem como a enorme repercussão junto à imprensa nacional na época dos fatos”. Além da indenização, o Sírio-Libanês foi condenado a pagar verbas rescisórias, apuradas em liquidação da sentença. O hospital pode recorrer.

Fonte: noticiasaominuto

Médica brasileira anuncia viagem até a Suíça para ter “morte assistida”

Letícia Franco anunciou a decisão em rede social e disse que o procedimento fará com que ela se sinta livre “da dor e do medo”

A médica Letícia Franco anunciou nesta quinta-feira (1º) que viajará até a Suíça para poder ser submetida a morte assistida. Letícia é médica oftalmologista da Clínica Eye Care, em Cuiabá, e fez o anúncio em sua rede social. A postagem – posteriormente apagada – gerou muitos comentários de amigos, alguns desejando sorte e outros lamentando a decisão.

“Em 16 dias estarei longe, na Suíça, fazendo o que me deixará livre da dor e do medo. Acho que amanhã ou depois desligo esse facebook […] Toda minha família deixo meu mais sincero amor”, escreveu ela.

Letícia tem uma doença rara auto-imune chamada dermatopolimiosite, doença inflamatória crônica da musculatura, que apresenta dores pelo corpo e nos músculos, febre baixa, desânimo e dificuldade para se movimentar. Estima-se que a incidência da enfermidade varie de 2 a 10 pacientes a cada um milhão de pessoas por ano, em diversos centros.

“Em muitos casos, a fraqueza muscular é a única manifestação, o que dificulta e retarda o diagnóstico. Os principais músculos acometidos são aqueles localizados nas coxas e na parte proximal dos braços.”, diz publicação da Sociedade Brasileira de Reumatologia.

No Brasil a morte assistida é proibida. Holanda, Bélgica, Suíça e Alemanha são alguns dos países que permitem a eutanásia ou o suicídio assistido, além de alguns estados do Canadá e dos Estados Unidos.

Fonte: olivre.com

Médica mineira é encontrada morta em pousada no sudoeste da Bahia

Uma médica natural da cidade de Montes Claros, em Minas Gerais, foi encontrada morta no sábado (7), no quarto de uma pousada de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, de acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

O Samu informou ainda que ela foi identificada como Liliany Caetano Aquino, de 26 anos. Uma unidade do serviço de atendimento foi acionada pelos funcionários da pousada que a encontraram desacordada no quarto, mas, ao chegar no local, a médica já estava morta.

A Polícia Civil da cidade informou na manhã deste domingo (8) que dados preliminares apontavam que a morte poderia ter sido natural. À tarde, a policia atualizou que a suspeita era de que ela pode ter cometido suicídio, já que foram encontrados medicamentos de uso controlado no quarto em que ela estava. Uma perícia feita pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) deve confirmar a causa da morte. A polícia não sabe se a jovem estava na cidade a trabalho ou passeio.

De acordo com o Samu, Liliany apresentava sinais de broncoaspiração, quando a pessoa inspira o vômito ou um corpo estranho e fecha as vias aéreas, e de cianose, uma coloração azulada da pele ou das mucosas. Diante da situação, não havia mais possibilidade de reanimação devido ao tempo de parada cardiorrespiratória.

Audiência de médica que negou socorro para bebê é marcada para 2018

A primeira audiência de instrução e julgamento da médica Haydee Marques da Silva foi marcada para março de 2018. O caso aconteceu em junho deste ano, quando a médica se recusou a socorrer o menino Breno Rodrigues Duarte da Silva, de um ano e meio, que acabou morrendo (foto de Breno com os pais).

A médica é acusada de homicídio doloso, quando há intenção de matar. A audiência está marcada para 9 de março, e serão ouvidas testemunhas apresentadas pelo Ministério Pública e pela defesa da Haydee.

De acordo com o jornal O Dia, o juiz manteve também as medidas cautelares impostas contra a médica, entre elas comparecer todo mês em juízo para justificar atividades e não se ausentar da cidade sem autorização judicial. O descumprimento de qualquer uma das medidas pode acarretar na sua prisão preventiva.

O CASO

A médica Haydee Marques da Silva se recusou a atender e levar para o hospital o bebê Breno Rodrigues Duarte da Silva, que acabou morrendo por complicações em seu quadro clínico cerca de uma hora e meia depois da omissão de socorro.

Haydee argumentou que já tinha acabado o seu turno. Em depoimento, a médica disse que não tinha responsabilidade na morte de Breno por não ser pediatra. “Estou triste e muito abalada pela criança ter morrido, mas não estou arrependida porque não fiz nada de errado do código de conduta médica. Eu pedi outra unidade, com pediatra para atendê-lo. Não sou pediatra, não sou neurologista, pedi à outra unidade de ambulância para atender esta criança. Disseram que a unidade estava indo”, disse.

Fonte: noticiasaominuto

 

Médica que negou socorro à bebê tem exercício profissional suspenso

Médica que negou socorro à bebê tem exercício profissional suspenso

Uma médica teve o exercício profissional suspenso depois de negar atendimento a um bebê alegando não ser pediatra. A decisão é da 4º vara Criminal do TJ/RJ.

De acordo com os autos, a médica acompanhava a ambulância acionada para socorrer a criança que estava visivelmente debilitada e com sinais de epilepsia. Mesmo com a ciência da urgência em prestar socorro ao bebê, que tinha um ano de idade, negou assistência por não ser pediatra. A criança não resistiu.

Em conhecimento do caso, o MP estadual denunciou a profissional apontando outras situações em que a médica teria deixado de assistir pacientes. O caso foi levado à Justiça.

Em análise do caso, o juízo entendeu que a mulher pode colocar em risco a vida e a incolumidade física de outros pacientes suspendendo o exercício profissional de médica. Com isso, ela não poderá se ausentar da comarca que reside por mais de dez dias, sem a autorização judicial, além de estar proibida de deixar o país, além de comparecer mensalmente à 4ª Vara Criminal, para justificar suas atividades. O descumprimento de qualquer medida cautelar poderá motivar sua prisão preventiva.

Para o juiz, “tais circunstâncias estão a recomendar a adoção da medida cautelar, para resguardar a ordem pública, evitando-se possível reiteração delitiva, uma vez que há sérios indícios de que a Acusada pode colocar em risco a vida e a incolumidade física de outros pacientes, quando do exercício da Medicina”.

Fonte: migalhas.com

Médica que se recusou a atender bebê no Rio é indiciada por homicídio doloso

Médica que se recusou a atender bebê no Rio é indiciada por homicídio doloso

A médica Haydee Marques da Silva, que se recusou a atender o bebê Breno Rodrigues Duarte da Silva na Zona Norte do Rio, foi indiciada nesta segunda-feira (3) por homicídio doloso.

Segundo a delegada Isabelle Conti, da 16ª DP (Barra da Tijuca), responsável pelo caso, não foi pedida a prisão preventiva da médica. Agora, cabe ao Ministério Público apresentar a denúncia à Justiça.

Em 12 de junho, a médica Haydee disse que não tinha responsabilidade na morte do bebê Breno e que ele não corria risco de vida. De acordo com o relato da médica, a técnica em enfermagem teria informado que o quadro era de uma gastroenteirite de uma criança de um ano com neuropatia.

“Estou triste e muito abalada pela criança ter morrido, mas não estou arrependida porque não fiz nada de errado do código de conduta médica. Eu pedi outra unidade, com pediatra para atendê-lo. Não sou pediatra, não sou neurologista, pedi à outra unidade de ambulância para atender esta criança. Disseram que a unidade estava indo”, disse a médica.

As câmeras de segurança do condomínio onde a criança morava mostraram, na ocasião, que a ambulância da empresa Cuidar, terceirizada, chegou ao local às 9h10. Mas a médica que aparece gesticulando e rasgando papéis sequer desceu do carro. O veículo foi embora três minutos depois, sem atender o menino. A criança morreu às 10h26, antes que a segunda ambulância chegasse ao endereço.

Haydée possui ainda uma anotação criminal por agredir uma paciente, em 2010. O Conselho Regional de Medicina disse também que a médica já sofreu uma sanção técnica, mas não explicou exatamente qual foi a punição e nem por qual caso.

Médica que levou filho menor para cirurgia é demitida em MG

Médica que levou filho menor para cirurgia é demitida em MG

Uma médica cirurgiã geral da Santa Casa de Misericórdia de Lagoa Santa, em Belo Horizonte, foi demitida após levar o filho menor de idade para ajudar em cirurgias dentro da unidade de saúde.

Os momentos com o filho foram registrados e publicados nas redes sociais da médica. Nas fotos, a médica e o garoto aparecem com as vestimentas que médicos usam durante cirurgias.

Em nota, a assessoria disse que “foi aberto procedimento para a apuração das responsabilidades de todos os profissionais envolvidos na ocasião. Registramos que esse foi um fato isolado, contrário aos preceitos da Santa Casa, que trabalha de forma incessante por uma prestação de serviços no mais alto nível técnico e na preservação e respeito da honra e dignidade de seus pacientes”.

De acordo com o Diário de Pernambuco, quando a médica foi questionada sobre a autenticidade das fotos, a profissional afirmou que o caso está sendo tratado com advogado.

Fonte: noticias ao minuto