Repórter da ESPN fala sobre a morte do filho que caiu do 5° andar, “vazio absoluto”

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Arthur morreu na última sexta-feira (10) depois de cair do 5º andar da janela no litoral de São Paulo

Mendel Bydlowski , repórter da ESPN que perdeu o filho na última sexta-feira (10) usou as redes sociais para se manifestar e agradecer ao apoio e carinho de amigos e desconhecidos.

“Eu que agradecer. Do fundo do meu coração, quero agradecer. A solidariedade das pessoas que rezaram na praia em frente ao prédio, o empenho do médico e da enfermeira que prestaram o primeiro atendimento, a atenção dos policiais, bombeiros, pessoal do SAMU e do hospital. Todos fizeram o que podiam”, disse o repórter.

“Quero agradecer o apoio da ESPN e as mensagens de colegas, amigos, gente que me conhece da televisão, gente que nunca me viu, clubes, assessores, jogadores”, completou.

O repórter também falou um pouco sobre Arthur, de 5 anos, que morreu depois de cair do 5º andar de um prédio no Guarujá, litoral de São Paulo. “Quem conheceu o Arthur ou quem já me ouviu falar sobre ele, sabe o quanto esse garoto é iluminado. Sem um pingo de maldade, muito carinhoso, meigo, amoroso. Eu vivia com medo, imaginando como ele iria enfrentar esse mundo em que vivemos, com essa pureza dele”, disse.

“No ano passado, ele juntou em um cofrinho moedas que sobravam de compras que a gente fazia. Falamos que ele podia comprar um presente no fim do ano com esse dinheiro, mas ele teve outra ideia.
Mandou mensagens para toda a família e disse que, quem se comportasse bem, ganharia um sorvete pago por ele no fim do ano”.

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Eu que agradecer. Do fundo do meu coração, quero agradecer. A solidariedade das pessoas que rezaram na praia em frente ao prédio, o empenho do médico e da enfermeira que prestaram o primeiro atendimento, a atenção dos policiais, bombeiros, pessoal do SAMU e do hospital. Todos fizeram o que podiam. Quero agradecer o apoio da ESPN e as mensagens de colegas, amigos, gente que me conhece da televisão, gente que nunca me viu, clubes, assessores, jogadores. Tudo isso está sendo muito importante para toda a minha família. Quem conheceu o Arthur ou quem já me ouviu falar sobre ele, sabe o quanto esse garoto é iluminado. Sem um pingo de maldade, muito carinhoso, meigo, amoroso. Eu vivia com medo, imaginando como ele iria enfrentar esse mundo em que vivemos, com essa pureza dele. No ano passado, ele juntou em um cofrinho moedas que sobravam de compras que a gente fazia. Falamos que ele podia comprar um presente no fim do ano com esse dinheiro, mas ele teve outra ideia. Mandou mensagens para toda a família e disse que, quem se comportasse bem, ganharia um sorvete pago por ele no fim do ano. Ele cumpriu a promessa e todos ganharam sorvetes. Foi também uma despedida para todos. Acho que o lugar do Arthur não era aqui. É nisso que me apego nesse momento. Estou com um sentimento de vazio absurdo, mas estou em paz para cuidar da minha esposa e do meu filho mais novo. Obrigado, Arthur.

Uma publicação compartilhada por Mendel Bydlowski (@mendelbyd) em

Tragédia

O repórter da ESPN  e a família estavam passeando pela cidade. Durante uma brincadeira com o irmão, Arthur, filho mais velho de Mendel, se aproximou de um vidro do apartamento em que a família estava, que já se encontrava um pouco quebrado. Ele acabou forçando o vidro, que não resistiu e cedeu.

Arthur foi encaminhado às pressas para o Hospital Santo Amaro, mas sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. A delegacia local instaurou inquérito para investigar o caso.

Reprodução/Plantão Guarujá
Imagem do local
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Pai mata filha de 1 ano, é agredido por vizinhos e morre em delegacia

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Bebê e mãe da criança foram esfaqueados na cidade de Cabo Frio, na Região dos Lagos. Segundo familiares, homem tinha “problemas psicológicos”

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar a causa da morte de um homem, de 35 anos, ocorrida na madrugada desta segunda-feira, dentro da 126ª DP (Cabo Frio), no município de Cabo Frio, na Região dos Lagos. Portador de problemas psicológicos, segundo relato de seus familiares, ele havia sido preso horas antes por policiais militares, após sofrer um suposto surto e esfaquear a própria filha de um ano e a mãe de criança, de 33.

A agressão ocorreu em uma casa do Bairro Unamar. O bebê não resistiu aos ferimentos e morreu. A mulher foi ferida na mão. Depois de ouvir gritos das vítimas, um grupo de pessoas ainda não identificadas, invadiu a residência e agrediu o homem a socos, pauladas e golpes de uma pá.

Socorrido por policiais militares e por bombeiros, ele foi levado para o Hospital Tamoios e de lá, foi transferido para 126ª DP, onde acabou sendo autuado em flagrante por homicídio e tentativa de homicídio.

Segundo a polícia, por volta das 5h desta segunda-feira, presos que estavam em uma cela chamaram os policiais alertando que homem estava passando mal.

Retirado do xadrez, ele ainda foi socorrido por uma equipe do Corpo de Bombeiros, mas não resistiu e morreu. Os investigadores da 126ªDP aguardam o resultado de um exame cadavérico para saber qual a causa exata da morte do homem.

Caso fique confirmado que a morte ocorreu por espancamento, o fato passará a ser investigado como homicídio.

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Polícia prende cinco pessoas da mesma família por morte de menino de 3 anos

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Mãe, tio, tia, avô e avó respondem por maus-tratos, tortura e lesão corporal

Cinco pessoas, todas da mesma família, foram presas por suspeita de envolvimento na morte de Victor Adriano Pereira da Cruz, de 3 anos, em Parelheiros , na Zona Sul de São Paulo . Além da própria mãe da criança, também foram detidos tio, tia, avô e avó, indiciados por maus-tratos, lesão corporal e tortura .

O menino morreu no último domingo (29), um dia depois de ter sido levado ao Hospital Municipal de Parelheiros pelos parentes envolvidos no crime . A morte ocorreu no Hospital Municipal do Campo Limpo, para onde ele foi transferido posteriormente.

“A Polícia Civil informa que cinco pessoas, familiares da vítima, estão presas. Três deles foram presos em flagrante, e os outros dois em decorrência de um pedido de prisão preventiva. Ambos foram indiciados por maus-tratos, lesão corporal e tortura. Não há registros anteriores relacionados a maus-tratos contra a vítima. A autoridade policial aguarda o resultado do laudo necroscópico para concluir o caso”, informou a comunicação da Segurança Pública em nota oficial.

Soldado

O tio de Victor, Rafael Silva da Cruz, é soldado e serve na Base de Administração e Apoio do Ibirapuera, e foi preso apenas no dia 31, depois de se apresentar ao 101º distrito policial. O restante dos familiares foi detido ainda no hospital.  Em depoimento aos policiais, os parentes admitiram que já agrediram Victor.

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Pai de menino lançado de apartamento por padrasto chega ao IML para liberar corpo e cai em pranto

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O corpo do assassino de Enzo, o músico Luiz Eduardo Lopo, de 38 anos, também está no IML

Adriano Bruno Peregrino da Silva, pai do menino Enzo, de 3 anos, morto após ser arremessado da janela de um apartamento no Cachambi, na Zona Norte do Rio, pelo padrasto, chegou ao Instituto Médico-Legal (IML), na manhã desta quarta-feira, para tratar da liberação do corpo da criança. Ele, porém, não conseguiu falar com o agente funerário que cuidará do sepultamento.

— Ele não está conseguindo falar absolutamente nada. Fui conversar com ele, mas caiu em pranto. Entendo a sua dor. O corpo do filho dele está desde ontem (terça-feira) no IML. Mas o pai só conseguiu ter forças de vir aqui agora pela manhã. Ele está acabado — disse o agente.

Ainda não há informações sobre o local e o horário do sepultamento do corpo da criança. Adriano brigava na Justiça há um ano pela guarda do filho. Enquanto aguarda no IML, ele parece inquieto e chora todo o tempo.

O corpo do assassino de Enzo, o músico Luiz Eduardo Lopo, de 38 anos, também está no IML. Mas, segundo agentes funerários, nenhum parente apareceu para fazer o reconhecimento e a liberação. Luiz pulou da janela do seu apartamento logo após jogar a criança.

A tragédia aconteceu na tarde de terça-feira. A mãe do menino, Camila Cerqueira, contou na terça-feira que desconfiava que o namorado tinha problemas psiquiátricos e negou que ele fizesse uso de qualquer medicação controlada. De acordo com o relato dela na 23ª DP (Méier), o relacionamento com o músico havia começado há oito meses.

Vizinhos dizem que surtos do padrasto eram comuns

No local onde aconteceu o creime, os vizinhos dizem que os surtos de eram comuns e que ele fazia uso de drogas.

— Era muito agressivo quando estava sob efeito de drogas. A PM já foi acionada várias vezes para cá por conta de escândalos que ele promovia — disse uma mulher.

Uma técnica de enfermagem que trabalha proximo ao prédio onde tudo aconteceu, viu quando Luiz se jogou da cobertura, no 5° andar.

— Ele, literalmente, deu um mortal e se jogou de cambalhota — contou.

Ela tentou socorrê-lo, mas o homem morreu na hora.

— O rapaz que mora no apartamento ao lado contou que durante a noite foi muita confusão, muita gritaria e barulho de coisas quebrando — revelou ela.

Os moradores da Rua Cachambi ficaram inconformados.

— Estava trabalhando quando recebi a notícia. Fiquei espantado — disse um rapaz.

Entre os objetos lançados por Luiz, havia um pote contendo um pó branco. Do Extra/RJ

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Padrasto joga criança de 3 anos pela janela e se atira em seguida, no Rio

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O padastro pulou pela janela após atirar a criança e também morreu na tarde desta terça-feira (17), no bairro de Cachambi, Zona Norte do Rio de Janeiro

Uma criança de 3 anosmorreu após ser arremessada pela janela pelo padastro no início da tarde desta terça-feira (17), no Cachambi, Zona Norte da cidade.

A criança chegou a ser socorrida para o Hospital Salgado Filho, mas não resisitiu. O padastro tirou a própria vida após ter atirado a criança.

A perícia foi acionada para o local. A Pólícia informou que as investigações estão em andamento na 23 DP (Méier) para apurar os fatos. A mãe da criança encontra-se, neste momento, prestando depoimento na unidade policial.

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Mãe de 23 anos mata filhas de 1 e 3 anos porque crianças “atrapalhavam vida sexual”

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Caso aconteceu em Rugby, na Inglaterra e levou cinco semanas para ter seu julgamento finalizado com sentença. Juíza aplicou pena perpétua para a mãe

Uma mulher de 23 anos foi condenada à prisão perpétua após ter assassinado as as duas filhas. Louise Porton dizia que as crianças de 3 anos e outra de pouco mais de um ano atrapalhavam sua vida sexual. O caso aconteceu em Rugby , na Inglaterra.

O tribunal de Birmingham ficou responsável pelo caso e decidiu que Louise cumpra ao menos 32 anos de detenção. A filha mais velha, de 3 anos, foi morta por sufocamento . Já o bebê de 16 meses foi estrangulado poucos momentos antes de Louise acionar por conta própria a emergência médica.

Mãe alegou que matou crianças porque elas atrapalhavam sua vida sexual. Na semana seguinte a morte das garotas, ela recebeu 41 convites para sair

Quando os socorristas chegaram ao local, as crianças já estavam mortas. Os profissionais de saúde estranharam o fato de a mãe não estar preocupada com a morte das crianças. O que levantou suspeitas para que a investigação fosse iniciada.

O julgamento de Louise durou cinco semanas. No tribunal, a juíza alegou que as meninas eram “crianças sem culpa nenhuma, claramente vulneráveis e deviam ter podido confiar na mãe para as proteger e criar. Ao invés disso, a senhora tirou a vida delas”, finalizou. 

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No DF, pai raptou o filho em creche, matou e jogou corpo em rodovia na Bahia; “não tinha ninguém vendo”

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Homem assassinou criança para se vingar da ex-esposa

Um caso bárbaro chocou a polícia de Brasília. Exames de DNA comprovaram que o corpo de uma criança, encontrado em uma rodovia na Bahia, era de Bernardo Osório, de 1 ano e 11 meses que havia sido raptado pelo pai em uma creche na capital federal no dia 29 de novembro. O corpo de Bernardo foi encontrado no dia 5 último, na região da Chapada Diamantina.

A roupa, um colar de âmbar no pescoço e a cadeirinha usada no carro para transportar a criança, levaram os policiais e a família a acreditar que se tratava de Bernardo. No entanto, por causa do avançado estado de decomposição do corpo, os exames feitos foram inconclusivos.

No mesmo dia do desaparecimento da criança, Paulo Roberto Osório, o pai, mandou mensagens de texto e de áudio para Tatiana Silva, a mãe do menino. As gravações revelam que ele tinha desavenças com a ex e com a avó da criança.

Na última segunda-feira (2), Paulo Roberto de Caldas Osório foi preso em um hotel de Alagoinhas, na Bahia. Ele confessou que dopou o filho com medicamentos usados por ele, para dormir. Osório disse que diluiu três comprimidos no suco de uva que deu ao filho. Em depoimento, ele afirmou que, ao perceber que a criança havia morrido, jogou o corpo em um “mato mais alto, porque estava chovendo e não tinha ninguém olhando”.

Na quarta (4), Osório passou por audiência de custódia em Brasília. O juiz Fellipe Figueiredo de Carvalho converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva – por tempo indeterminado.

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Duas crianças morrem após incêndio atingir barraco na Zona Sul de SP

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Meninos de dois e quatro anos moravam em um barraco na Avenida Bernardino de Campos. Pais das crianças ficaram feridos e foram levados para o Hospital das Clínicas

Um incêndio em um barraco deixou duas crianças mortas na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, no início da madrugada desta terça-feira (3).

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o Corpo de Bombeiros foi acionado para atender a ocorrência na Avenida Bernardino de Campos e conteve as chamas. As duas crianças morreram no local e outras duas pessoas foram encaminhadas ao Hospital das Clínicas com queimaduras.

O caso está sendo registrado pelo 27º DP (Campo Belo), que apura todas as circunstâncias dos fatos. De acordo com uma parente das vítimas, os pais das crianças cozinhavam quando o fogo começou.

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Menino de 3 anos é levado morto para hospital e mãe e namorada são presas

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Namorada da mãe do menino levou a criança até o hospital e saiu do local. Família diz que menino era vítima de maus-tratos do casal, inclusive já havia sido atropelado pela namorada da mãe

Duas mulheres foram presas na noite dessa terça-feira (26) suspeitas de serem responsáveis pela morte de um menino de 3 anos em Nova Marilândia, a 261 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Militar, Davi Gustavo Marques de Souza chegou morto no Pronto Atendimento da cidade.

A polícia foi chamada depois que os médicos encontraram hematomas no corpo de Davi e sinais de maus-tratos.

Fabiola Pinheiro Bracelar (à esquerda) e Luana Marques Fernandes (à direita) foram presas suspeitas de serem responsáveis pela morte do menino em Nova Marilândia — Foto: Divulgação

Foram presas Luana Marques Fernandes, de 25 anos, e Fabiola Pinheiro Bracelar, 22 anos. Luana é a mãe do menino e Fabiola é a namorada dela. Fabiola teria levado o menino até o hospital e saído deixando a criança com os médicos.

De acordo com a PM, Fabiola e Luana foram encontradas perto da casa delas, no bairro Planalto, onde moravam com Davi. Ao serem questionadas sobre a morte e hematomas na criança, Fabiola negou o crime e disse que não tinha envolvimento, enquanto a mãe chorou.

Para os policiais, as duas demonstravam frieza em relação ao falecimento de Davi.

De acordo com os médicos, Davi tinha diversos ferimentos pelo corpo. Fabiola contou aos médicos que o menino sentiu dores, como se fosse um infarto, ficou roxa e se contorceu. Ele chegou sem vida na unidade de saúde.

Fabiola explicou aos médicos que ele teria sofrido uma queda de bicicleta e, por isso, teria os hematomas pelo corpo.

Familiares da criança relataram, depois da morte, que o menino sofria maus-tratos e era espancado. Em outra ocasião, Fabiola já teria atropelado o menino, que teve a perna e costelas quebradas.

Conforme a PM, elas foram presas por homicídio doloso (quando há intenção de matar), maus-tratos e omissão de socorro.

As duas foram levadas à delegacia de Nortelândia, a 254 km de Cuiabá, que fica a aproximadamente 20 km de Nova Marilândia.

O corpo do menino foi levado para necrópsia e um laudo deve apontar a causa da morte. Via G1

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Mãe mata os três filhos por sufocamento para chamar atenção do marido

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Mulher foi condenada a 37 anos de prisão

Um caso bárbaro de assassinato teve seu desfecho na última terça-feira (19) nos Estados Unidos. Uma mãe, acusada de matar os três filhos sufocados para ter a atenção do marido, foi condenada a 37 anos de prisão na cidade de Bellefontaine, no estado de Ohio.

Segundo informações do jornal New York Post, as mortes aconteceram ao longo de dois anos, entre 2014 e 2015. Brittany Pilkington, de 27 anos, era mãe de três meninos e tinha ciúmes da atenção que o marido dava para as crianças. Assim, resolveu matar os filhos.

Tudo começou em julho de 2014, quando ela matou o mais velho, Niall. Na sequência, os outros dois filhos do casal, Noah e Gavin, foram mortos em 2015, um em abril e outro em agosto. Os três foram assassinados da mesma forma: por sufocamento.

Pilkington confessou as mortes quando o corpo da última criança foi encontrado. Em depoimento, ela revelou aos investigadores que havia sufocado os filhos porque tinha ciúme da relação deles com o pai, que era um ex-namorado da mãe dela e seu atual marido.

Mãe aceitou assumir a culpa dos assassinatos para escapar de prisão perpétua – Reprodução

Durante o julgamento, que deveria ter início apenas em 2020, ela disse ser inocente das acusações de assassinato. Inclusive, a polícia não chegou a acusá-la pelas duas primeiras mortes por falta de evidências.

Entretanto, ao ser informada de que poderia pegar uma pena de prisão perpétua caso fosse considerada culpada, ela decidiu admitir a autoria dos crimes. Com isso, recebeu uma pena de 37 anos de prisão.

Em declaração ao jornal, o promotor do caso, Eric Stewart, disse que o julgamento ajudou a “trazer justiça e conclusão para esse trágico caso e proteger a comunidade de novas ações como estas”.

Já um dos advogados da mãe, Kort Gatterdam, afirmou: “infelizmente, ela está vivendo uma vida melhor dentro da prisão do que fora. Além disso, ela gostaria de ressaltar que ama e sente muitas saudades dos filhos e chora todos os dias pelas mortes”. Via O Dia

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