Apenas Maduro e Bolsonaro tiveram posts apagados pelo Twitter

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Presidente venezuelano havia postado ‘receita caseira’ para curar doenças

O Twitter apagou no último domingo duas postagens feitas por Jair Bolsonaro, que mostrou imagens de um passeio feito pela periferia do Distrito Federal, incitando a população à quebrar a quarentena e retomar ‘a normalidade’.

O Twitter considerou que Bolsonaro coloca a vida de pessoas em risco e deletou os posts.

Com isso, Bolsonaro se igualou a Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, que também teve postagens apagadas na semana passada ao recomendar uma receita caseira para ‘curar a doença causada pelo coronavírus’.

Bolsonaro e Maduro

Maduro afirmou ter recebido artigos “do renomado cientista venezuelano Sirio Quintero” sobre a Covid-19 e compartilhou três documentos com os tais estudos desenvolvidos no país. Um dos documentos tinha uma receita com capim-santo, gengibre, sabugueiro, pimenta do reino, limão e mel de abelha.

No começo da semana, a Venezuela havia confirmado 70 casos da doença em duas semanas e tem deixado autoridades locais e órgãos mundiais em virtude do contágio.

Apenas Maduro e Bolsonaro tiveram posts apagados pelo Twitter

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Presidente venezuelano havia postado ‘receita caseira’ para curar doenças

O Twitter apagou no último domingo duas postagens feitas por Jair Bolsonaro, que mostrou imagens de um passeio feito pela periferia do Distrito Federal, incitando a população à quebrar a quarentena e retomar ‘a normalidade’.

O Twitter considerou que Bolsonaro coloca a vida de pessoas em risco e deletou os posts.

Com isso, Bolsonaro se igualou a Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, que também teve postagens apagadas na semana passada ao recomendar uma receita caseira para ‘curar a doença causada pelo coronavírus’.

Bolsonaro e Maduro

Maduro afirmou ter recebido artigos “do renomado cientista venezuelano Sirio Quintero” sobre a Covid-19 e compartilhou três documentos com os tais estudos desenvolvidos no país. Um dos documentos tinha uma receita com capim-santo, gengibre, sabugueiro, pimenta do reino, limão e mel de abelha.

No começo da semana, a Venezuela havia confirmado 70 casos da doença em duas semanas e tem deixado autoridades locais e órgãos mundiais em virtude do contágio.

Apenas Maduro e Bolsonaro tiveram posts apagados pelo Twitter

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Presidente venezuelano havia postado ‘receita caseira’ para curar doenças

O Twitter apagou no último domingo duas postagens feitas por Jair Bolsonaro, que mostrou imagens de um passeio feito pela periferia do Distrito Federal, incitando a população à quebrar a quarentena e retomar ‘a normalidade’.

O Twitter considerou que Bolsonaro coloca a vida de pessoas em risco e deletou os posts.

Com isso, Bolsonaro se igualou a Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, que também teve postagens apagadas na semana passada ao recomendar uma receita caseira para ‘curar a doença causada pelo coronavírus’.

Bolsonaro e Maduro

Maduro afirmou ter recebido artigos “do renomado cientista venezuelano Sirio Quintero” sobre a Covid-19 e compartilhou três documentos com os tais estudos desenvolvidos no país. Um dos documentos tinha uma receita com capim-santo, gengibre, sabugueiro, pimenta do reino, limão e mel de abelha.

No começo da semana, a Venezuela havia confirmado 70 casos da doença em duas semanas e tem deixado autoridades locais e órgãos mundiais em virtude do contágio.

Quem apoia Juan Guaidó é louco, diz Vladimir Putin

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O presidente russo afirmou ainda que uma intervenção militar americana na Venezuela seria um desastre

Quem apoia Juan Guaidó como presidente da Venezuela é louco, afirmou Vladimir Putin, da Rússia, nesta quinta (6). O líder russo também disse que é neutro em relação ao venezuelano, e que Guaidó é um homem legal.

Uma intervenção militar norte-americana na Venezuela seria um desastre, e até mesmo os aliados dos EUA não apoiariam tal conduta, segundo o presidente da Rússia.

Em um fórum econômico em São Petersburgo, Putin disse que especialistas técnicos russos permanecem na Venezuela para prestar serviços de manutenção a equipamentos militares russos, o que, segundo ele, são obrigados a fazer por contrato.

Moscou não está construindo qualquer base militar especial na Venezuela, afirmou.

Há dois dias, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em uma rede social que o governo russo informou que a Rússia havia retirado a maioria de seu efetivo presente na Venezuela.

Os russos reconhecem Nicolás Maduro como presidente venezuelano, e não Juan Guaidó, como os Estados Unidos, o Brasil e outras nações.

Putin enviou militares e ajuda humanitária recentemente para demonstrar apoio ao chavismo.

Nicolás Maduro e Vladimir Putin se cumprimentam em reunião em Moscou em 2018 — Foto: Maxim Shemetov/Reuters

Armas nucleares

Putin ameaçou, deixar expirar em 2021 um tratado de controle de armas nucleares estratégicas com os Estados Unidos, se os americanos não manifestarem vontade em prolongá-lo.

“Se ninguém quiser prolongar o acordo, então nós não o faremos”, afirmou.

Segundo ele, até agora, ninguém negociou com eles. “O processo de discussões formais não foi lançado, enquanto o acordo expira em 2021”, acrescentou.

Por Reuters

No Twitter, Bolsonaro diz que vai decidir “exclusivamente”sobre a Venezuela; Maia rebate “palavra final é do Congresso”

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Presidente havia dito que “qualquer hipótese” sobre a Venezuela “será decidida exclusivamente pelo presidente da República”.

O presidente Jair Bolsonaro declarou em postagem no seu perfil no Twitter que “qualquer hipótese” sobre a Venezuela “será decidida EXCLUSIVAMENTE pelo presidente da República”. Porém, levou uma retrucada em seguida do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que afirmou “com todo o respeito, os artigos da Constituição precisam ser respeitados. A palavra final é do Congresso”.

A fala foi uma reação à postagem de Bolsonaro.

O presidente da Câmara lembra que a Constituição prevê que o presidente pode até consultar seu Conselho Nacional de Defesa, mas precisa da aprovação final do Congresso Nacional – seja para declaração de guerra ou decretação de estados de sítio ou defesa.

Pedro Ladeira / Folhapress

A prerrogativa do Parlamento para questões dessa natureza está estampada nos artigos 49 (II) e 84 (XIX), combinados com o artigo 137 (II) da Constituição.

O presidente não se manifestou.

Na Venezuela, o autoproclamado presidente Juan Guaidó pediu refúgio na embaixada chilena. 25 militares de baixa patente que o apoiavam pediram asilo na embaixada brasileira.

O embaixador da Venezuela na Organização das Nações Unidas (ONU), Samuel Moncada, disse em Nova York, nesta terça-feira (30), que “o governo do presidente Nicolás Maduro derrotou todas as tentativas de criar uma guerra civil” em seu país, referindo-se à movimentação liderada pelo oposicionista Juan Guaidó para tentar derrubar o regime chavista.

A convocação do presidente autoproclamado levou a confrontos entre civis e forças de segurança nesta terça. A imprensa local cita 57 feridos em Caracas, capital venezuelana.

Enquanto o chanceler de Maduro se pronunciava em Nova York, o ministro das Relações Exteriores chileno, Roberto Ampuero, confirmou que outro líder da oposição venezuelana, Leopoldo López, se encontrava na residência da missão diplomática do Chile em Caracas, acompanhado por sua mulher e uma filha do casal.

Juan Guaidó está na embaixada chilena pedindo refúgio após golpe frustrado

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Juan Guaidó e opositores do ditador Nicolás Maduro estão na embaixada chilena

O auto-proclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, está neste momento na Embaixada do Chile, em Caracas, pedindo refúgio.

Além de Guaidó, vários militares venezuelanos e Leopoldo López, líder da oposição ao ditador Nicolás Maduro,  que estava em prisão domiciliar, também resolveram pedir refúgio ao Chile.

Guaidó, que disse ter apoio de militares e conclamou a população para ir às ruas em uma investida única contra o ‘usurpador’, como chama o ditador Nicolás Maduro, foi rechaçado pelas forças governamentais.

Depois de grandes conflitos nas ruas da capital venezuelana, Guaidó decidiu pedir refúgio aos chilenos.

As informações são do Diário do Poder

Tensão na Venezuela: Guaidó afirma ter apoio de militares para derrubar Maduro

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Ao lado do também oposicionista Leopoldo López, autoproclamado presidente interino diz ter apoio de “valentes soldados” para fim da “usurpação” do poder. Governo denuncia tentativa de golpe

Em mensagem de vídeo acompanhado de vários militares dissidentes, o autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, afirmou nesta terça-feira (30/04) que militares deram “finalmente e de vez o passo” para acompanhá-lo e conseguir “o fim definitivo da usurpação” do governo de Nicolás Maduro. Enquanto isso, o governo chavista disse estar “enfrentando e desativando” um plano de golpe de “militares traidores”.

“Hoje, valentes soldados, valentes patriotas, valentes homens apegados à Constituição acudiram ao nosso chamado”, disse Guaidó num vídeo de três minutos divulgado no Twitter, aparentemente gravado pouco antes do amanhecer na base militar La Carlota, no leste Caracas. “O momento é agora. A cessação definitiva da usurpação começou hoje.”

“São muitos os militares. A família militar de uma vez [por todas] deu o passo. A todos aqueles que estão nos ouvindo: é o momento, o momento é agora, não só de calma, mas de coragem e sanidade para que chegue a sanidade à Venezuela. Deus os abençoe, seguimos adiante. Vamos recuperar a democracia e a liberdade na Venezuela”, disse o líder da oposição.

“As Forças Armadas tomaram a decisão correta e podem contar com o apoio do povo da Venezuela, o apoio da nossa Constituição, a garantia de que estão do lado certo da história. Hoje, como presidente da Venezuela, como legítimo comandante em chefe das Forças Armadas, convoco todos os soldados, toda família militar, a nos acompanhar nesta façanha como sempre fizemos, no marco da Constituição, no marco da luta não violenta”, afirmou Guaidó.

Na mensagem, Guaidó convocou às ruas todos os venezuelanos que se comprometeram nas últimas semanas a se manifestar para exigir a saída de Maduro.

“Povo da Venezuela, é necessário que todos saiamos às ruas, apoiemos a democracia e recuperemos nossa liberdade. Organizados e unidos, devemos nos deslocar às principais instalações militares. Povo de Caracas, todo mundo para La Carlota”, convocou Guaidó.

O ministro da Comunicação da Venezuela, Jorge Rodríguez, comunicou que o governo de Maduro está “enfrentando e desativando uma tentativa de golpe de Estado”.

“Informamos o povo da Venezuela que estamos neste momento enfrentando e desativando um pequeno grupo de militares traidores que se posicionaram no Distribuidor Altamira para promover um golpe de Estado e contra a Constituição e a paz da República”, disse o ministro.

“A esta tentativa se juntou a extrema direita golpista e assassina, que anunciou sua agenda violenta há meses. Pedimos ao povo que permaneçam em alerta máximo para, junto com a gloriosa Força Armada Nacional Bolivariana [FANB], derrotar a tentativa de golpe e preservar a paz”, prosseguiu Rodríguez.

Além de alguns militares, Guaidó estava acompanhado do oposicionista venezuelano Leopoldo López, que foi libertado nesta terça-feira em Caracas, onde cumpria uma pena de quase 14 anos de prisão domiciliar.

Numa breve mensagem emitida do lado de fora da base da Força Aérea, López disse ter sido libertado por militares que apoiam Guaidó e acrescentou que “hoje, as pessoas estão muito cientes de que as coisas precisam mudar”.

“O povo e as Forças Armadas vão conseguir o fim da usurpação, um governo de transição e eleições livres”, encerrou López aos gritos de “Venezuela livre!”.

O pai de López, que reside em Boston, nos EUA, confirmou por telefone que o oposicionista recebeu um “indulto presidencial” de Guaidó, reconhecido como chefe de Estado venezuelano por dezenas de países europeus e do continente americano, inclusive Brasil, Alemanha e Estados Unidos. 

“Hoje começa a Operação Liberdade em toda a Venezuela para acabar com a usurpação de Nicolás Maduro”, acrescentou o pai do oposicionista.

O fundador e líder do partido Vontade Popular (VP) se entregou às autoridades venezuelanas em 18 de fevereiro de 2014, depois que um tribunal de Caracas ordenou a prisão por instigar a violência no papel de um dos organizadores de uma manifestação que havia sido realizada seis dias antes e terminou com três mortos e dezenas de feridos.        

Ele foi transferido para uma prisão militar acusado dos crimes de incitação à desordem pública, associação para cometer um crime, danos matérias e incêndio. López acabou condenado em setembro de 2015 a 13 anos, nove meses, sete dias e 12 horas de prisão. Desde meados de 2017, López cumpria a pena em prisão domiciliar.

O ex-promotor Franklin Nieves, que acusou López, afirmou em outubro de 2015 que o processo judicial havia sido “uma farsa” e que ele tinha sido pressionado por Maduro e vários superiores dentro do Ministério Público para defender “provas falsas” contra o opositor.  

Em 2018, a procuradora-geral Luisa Ortega Díaz, chefe do Ministério Público, denunciou ter sido pressionada por Diosdado Cabello – presidente da Assembleia Nacional da Venezuela na época da detenção de López – a acusar o opositor das mortes de Bassil Da Costa e Juan Montoya nos protestos.

Qual é o real interesse dos EUA na crise na Venezuela?

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Além de se fortalecer internamente e como um dos líderes mundiais mais poderosos, Trump também depende do petróleo de Maduro

O papel dos Estados Unidos na crise política, econômica e social vivida pela Venezuela tem sido questionado após negativa da chamada ajuda humanitária oferecida pelo país norte-americano e aliados na América do Sul, como o Brasil. Afinal, os Estados Unidos estão preocupados com o fornecimento do petróleo pela Venezuela ou querem de fato ajudar o povo venezuelano?

No último final de semana, o governo do presidente Donald Trump liderou o envio de toneladas de alimentos e medicamentos para as fronteiras da Venezuela com o Brasil, em Pacaraima (RR), e com a Colômbia, em Cúcuta, a pedido do autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó. As fronteiras, no entanto, foram fechadas por ordem de Nicolás Maduros e os veículos carregados foram incendiados, pois o chavista considerou que a ajuda humanitária era um meio de invadir o seu país.

Donald Trump, ajuda humanitária é pretexto para derrubar Maduro e ficar com petróleo da Venezuela

“Quando os EUA colocam na fronteira do Brasil e da Colômbia os caminhões de ajuda humanitária e o governo venezuelano reage, matando pessoas na fronteira, poderíamos ver a construção de um argumento para justificar a invasão”, explicou ao site Guilherme Casarões, professor do Centro de Relações Internacionais da FGV (Fundação Getúlio Vargas). Ele, no entanto, garante que “isso não quer dizer que os EUA só estão ajudando a Venezuela para forçar uma guerra”. 

Os países aliados reprovam a ideia de uma intervenção militar americana na Venezuela, mas Trump já chegou a afirmar que “todas as opções estão na mesa”, mesmo que não haja o apoio de seus parceiros.

Analistas consultados pelo “UOL” explicam que, na verdade, as chances de invasão dos Estados Unidos são mais distantes do que parece. Isto porque, além da falta de apoio, qualquer ação militar contra a Venezuela deveria ser aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU, e seria vetada pela Rússia e China, que são aliados de Maduro e têm poder de veto no órgão.

Maduro tem o apoio de Rússia e China. Enquanto o último quer evitar que o país quebre e que, assim, perca todo dinheiro investido ali, o primeiro vê na Venezuela um parceiro geopolítico.

A compra do petróleo venezuelano pelos Estados Unidos foi mantida, mas Trump impôs sanções que impedem que Maduro tenha acesso ao dinheiro da venda do produto, que vai todo para Guaidó. Até o final do ano passado, a Venezuela era o quarto país que mais fornecia petróleo para os Estados Unidos, atrás de Canadá, Arábia Saudita e México.

De acordo com a consultoria britânica Kpler, que monitora o mercado de commodities, desde a aplicação das sanções americanas à PDVSA, Índia e China estão entre os principais compradores do petróleo venezuelano. Antes, os Estados Unidos eram os maiores clientes de Maduro.

“Mesmo durante todo o período chavista, com toda a retórica do então presidente Hugo Chávez, com todas as tensões políticas entre Venezuela e EUA, os americanos continuaram como o maior parceiro comercial e maior comprador do petróleo venezuelano. Havia uma prática simples em que a política ficava de um lado e os negócios de outro. A ideia era que os negócios não fossem prejudicados apesar das diferenças políticas. Isso agora mudou, criando uma tremenda armadilha para o Maduro. O que ele vai fazer? Deixar de vender todo esse petróleo? Maduro mantém a venda mesmo sem receber porque tem esperança de um dia voltar a ver esse dinheiro”, explica Maurício Santoro, professor de relações internacionais da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

“O petróleo venezuelano é abundante, afinal é a maior reserva do mundo, mas as outras opções de petróleo dos EUA, exceto o Canadá, são muito distantes e têm um custo logístico e estratégico que coloca a Venezuela como um parceiro importante. A compra do petróleo venezuelano é uma questão de segurança energética. Mesmo que o país tenha uma grande reserva própria de petróleo, é mais barato para os EUA importar. Mas, sem o dinheiro dos EUA, o Maduro pode sobreviver, já que a China poderia compensar em parte essas perdas econômicas”, analisa Casarões, da FGV.

Santoro explica a pressão de Trump como alternativa para fortalecer o seu governo. “Trump tem muitos problemas internos. Seu governo ficou mais de um mês paralisado e ele não tem maioria no Congresso. A pressão que ele faz sobre o Maduro é algo que tem o apoio tanto dos republicanos quanto dos democratas, e os dois partidos estão disputando o voto latino nos EUA. Esse eleitor dá muita importância para o que está acontecendo na Venezuela. Os cubanos que vivem nos EUA também entram nesse jogo, já que são contra o chavismo.”

“Para qualquer governo, principalmente para governos em crise e com popularidade baixa, é importante que se construa um inimigo e que ele povoe o imaginário coletivo. Trump elege o latino e a Venezuela como inimigo, o ditador local que tiraniza a população. O inimigo americano já foi a União Soviética, Osama Bin Laden e Saddam Hussein. Assim, Trump capitaliza politicamente a criação desse inimigo próximo”, completa Casarões.

Com informações do UOL

Maduro diz que Guaidó terá que prestar contas à Justiça se voltar à Venezuela

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Líder da oposição e autoproclamado presidente interino viajou para Colômbia para acompanhar a entrega de ajuda humanitária ao país

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou na segunda-feira (25) que o líder da oposição e presidente autoproclamado, Juan Guaidó, irá responder à Justiça se decidir voltar ao país.

Em entrevista ao canal de notícias americano ABC, Maduro disse que Guaidó desrespeitou uma ordem judicial quando viajou para a Colômbia para acompanhar no sábado (23) o que ficou conhecido como o “Dia D” da entrega da ajuda humanitária à Venezuela.

Juan Guaidó discursa durante encontro do Grupo de Lima sobre situação na Venezuela — Foto: Luisa Gonzales/Reuters

“Ele pode sair e voltar e terá que prestar contas à justiça, porque a justiça o proibiu de deixar o país. Ele tem que respeitar as leis”, afirmou.

A entrega da ajuda humanitária aconteceria nas fronteiras com a Colômbia e o Brasil fracassou. Houve conflito entre forças de segurança e os venezuelanos. Caminhões com remédios e comida foram incendiados. De acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU), quatro pessoas morreram e 300 ficaram feridas nos confrontos.

Durante a viagem, Guaidó ainda participou de uma reunião do Grupo de Lima da qual participou também o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence.

No encontro, os países integrantes do grupo de Lima aceitaram a Venezuela como novo membro da associação. Entre os participantes da cúpula, estava o vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão.