Mãe é presa ao deixar filhas de 5 e 7 trancadas em casa por 48h para ir em festa de Porto Velho

Mulher teria saído de casa no domingo (27) e só foi localizada no final da tarde de terça-feira(29). Meninas foram levadas ao Lar do Bebê

Uma jovem de 25 anos foi presa na noite da última terça-feira(29), por abandono de incapaz, em uma residência localizada na rua Campos Sales, no Bairro Areal, Zona Sul de Porto Velho. Segundo a Polícia Militar(PM), as duas crianças, de 5 e 7 anos, estavam sozinhas, e trancadas no local desde o domingo (27), quando a mãe teria saído para uma festa.

De acordo com o boletim de ocorrência, a PM foi chamada ao Conselho Tutelar do município após uma testemunha ter retirado as crianças da residência as levado ao Lar do Bebê. De acordo com a conselheira responsável pelo caso, uma das meninas teria informado que chegou a ser abusada sexualmente pelo padrasto.

A mãe das crianças só foi localizada no fim da tarde da última terça-feira (29), após várias tentativas de contato. Segundo o boletim, a jovem teria confirmado aos agentes ter deixado as crianças sozinhas, desde o último domingo, quando saiu para uma festa.

Segundo a PM, a suspeita negou que soubesse dos abusos que vinham sendo praticados pelo padrasto das meninas.

Após as informações, a mulher recebeu voz de prisão e foi levada à Central de Flagrantes. As duas crianças permaneceram sob a tutela do Conselho Tutelar, até que outro responsável se apresentasse. O padrasto das meninas não foi localizado.

G1/RO

Após matar médica no DF, motorista finge ser ela no WhatsApp durante 2 meses para enganar família

Homem movimentou cerca de R$ 200 mil da conta bancária da vítima, diz delegado. Ele foi preso nesta segunda-feira e confessou crime

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nesta semana, um homem de 32 anos suspeito de matar uma médica do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Segundo a investigação, ele usou o WhatsApp de Gabriela Cunha, de 44 anos, por dois meses – mandando mensagens para a família e se passando pela vítima.

O crime ocorreu em 24 de outubro do ano passado, quando o suspeito era motorista particular de Gabriela. Na época, ela era diretora-geral do hospital. Detido pela Divisão de Repressão a Sequestros, o homem confessou o crime.

Nos dois meses em que se passou por Gabriela, o motorista movimentou cerca de R$ 200 mil da conta bancária da vítima. De acordo com o Portal da Transparência, ela recebia salário mensal de R$ 17 mil.

Chefe da investigação, o delegado Leandro Ritt afirma que, por causa da vida atribulada, Gabriela deu uma procuração de plenos poderes ao motorista – permitindo que ele fizesse pagamentos e assinasse documentos no nome da médica.

A procuração foi desfeita por ela em outubro, mas o homem guardou uma cópia autenticada do documento.

Mensagens à família

Após o crime, o homem – que não teve o nome divulgado – assumiu a posse do celular de Gabriela e passou a se comunicar com a família da médica. As mensagens diziam que ela “estava internada em uma clínica de repouso para tratar de problemas pessoais, e retornaria no Natal”.

Inicialmente, o desaparecimento de Gabriela não despertou desconfiança da família porque ela já tinha ficado internada, em anos anteriores, para tratar de depressão.

“A Gabriela tinha problemas pessoais, e ele inventou a história de que ela iria se internar em uma clínica de repouso. Com isso, ele ludibriou a família e os funcionários do hospital”, explicou Ritt.

O crime

No dia do assassinato, o homem chegou a levar a médica ao HRT. Por volta das 12h, seguiu com ela até uma agência bancária de Sobradinho. No local, Gabriela fez uma transferência bancária para o motorista.

Quando estavam retornando para Taguatinga, o motorista estacionou o veículo em uma parada de ônibus alegando que tinha ouvido um barulho na roda. De acordo com a polícia, nesse momento, um comparsa entrou no carro, simulou um assalto e determinou que todos seguissem rumo a Brazlândia.

Próximo a uma estrada de chão, o motorista teria parado o automóvel e enforcado Gabriela. O corpo dela foi deixado no local. O suposto comparsa não foi detido.

Boletim de ocorrência

Em 27 de dezembro, a família decidiu registrar um boletim de ocorrência informando o desparecimento de Gabriela. Os parentes da vítima começaram a perceber erros de português nas mensagens enviadas e a desconfiar da situação, já que o retorno após o Natal não tinha acontecido.

O motorista foi preso na última segunda-feira (28), no Itapoã, mas a Polícia Civil não detalhou como ele foi encontrado. Após a detenção, o próprio suspeito levou os agentes ao local onde estava a ossada da médica.

Em nota, a Secretaria de Saúde manifestou “profundo pesar pelo falecimento da servidora”. Segundo a pasta, a médica era especialista em cirurgia geral e dirigiu o Hospital Regional de Taguatinga entre 6 de março e 24 de outubro de 2018, quando desapareceu.

“A profissional, que era muito dedicada ao serviço, ingressou na Secretaria de Saúde do Distrito Federal em 10 de janeiro de 2006 e, na maior parte da carreira, atuou no Hospital Regional de Ceilândia”, diz o texto.

Polícia investiga morte de menino de um ano que estava com o pai e a madrasta em MS

Caso aconteceu em Dourados, na manhã desta quinta-feira (16).

A polícia começou a investigar o caso depois que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) viu indícios de agressão no menino. O pai e a madrasta foram levados à delegacia para prestarem depoimento.

Os socorristas foram chamados para atender o menino com a informação de que ele teria se engasgado e quando viram marcas no corpo avisaram a polícia.

A mãe da criança também foi à polícia e lá disse que a filha estava com o pai havia nove dias. Falou também que ela tem medidas protetivas contra o ex-companheiro e a mulher dele, por agressão, e que não sabe se a criança sofria violência.

Fonte: g1

Detida por suspeita de dirigir alcoolizada, americana argumenta com policial: “Sou branca”

Lauren Cutshaw também disse à polícia que deveria ser liberada por ter sido líder de torcida. Ela foi acusada de dirigir em alta velocidade, sob efeito de álcool.

Um dos agentes que a abordaram, que é branco, afirmou que Lauren Cutshaw, de 32 anos, apelou a ele por um tratamento especial baseado em sua raça.

Quando questionada o que justificaria o pedido, ela respondeu: “Você é policial, você deve saber o que isso significa”, diz no relatório.

A mulher foi presa no sábado à noite e foi também acusada de posse de drogas.

Direção perigosa

Cutshaw foi parada pelos policiais depois de avançar por uma placa de pare a uma velocidade de 96 km/h, em Bluffton, na Carolina do Sul.

Quando foi abordada, ela argumentou que não deveria ser presa e listou motivos que iam além do fato de ser branca.

Ela disse aos policiais que tirou notas perfeitas a vida inteira, que foi líder de torcida, membro de uma irmandade na graduação, que se formou em uma “universidade altamente credenciada” e que seu parceiro era policial, de acordo com relatório policial cujo teor foi divulgado pelo site de notícias locais The Island Packet.

O documento registrava ainda: “Fazer afirmações como essas como meio de justificar não ser presa é algo incomum, de acordo com o que já ouvi em minha experiência como agente da lei, e acredito que demonstre o nível de embriaguez da suspeita”.

No momento da abordagem, o nível de álcool no sangue de Cutshaw estava em 0,18% – o limite legal é de 0,08% – e ela também falhou nos testes de sobriedade.

Seus olhos estavam vermelhos e vidrados e sua fala estava enrolada, segundo a polícia.

Ela teria dito aos policiais que só bebeu dois copos de vinho em um restaurante de luxo, onde estava comemorando o seu aniversário.

A polícia também encontrou maconha em seu carro. De acordo com o relatório, Cutshaw disse que “podia ​​ter” fumado mais cedo naquela noite.

Ela foi acusada no Centro de Detenção do Condado de Beaufort por dirigir alcoolizada, em excesso de velocidade e por porte de maconha.

Fonte: bbc

Após ser estuprada por 7 anos, menina com deficiência visual denuncia estuprador à polícia de RO

Vítima decidiu denunciar homem após ser ameaçada de morte, segundo polícia. Homem fugiu após mãe da garota ir até a casa dele, em Porto Velho.

Depois de ser estuprada durante sete anos por um homem, uma adolescente de 15 anos, que tem deficiência visual, decidiu denunciar o estuprador à polícia de Porto Velho nesta terça-feira (7).

Segundo informações da Polícia Militar (PM), a menina contou que desde os 8 anos de idade vem sendo estuprada por um homem de 56 anos. Os abusos ocorriam quando o homem ficava responsável por levar a menina até a escola da capital.

Durante o trajeto escolar, o suspeito aliciava e levava a criança até a casa dele para poder estuprá-la um quarto. Nesta terça-feira, a vítima foi ameaçada de morte pelo abusador, caso não aceitasse o ato sexual.

Diante da ameaça, segundo a polícia, a menor decidiu revelar os abusos à irmã. Conforme a polícia, a irmã contou do crime para a mãe e as duas foram até a casa do suspeito, que imediatamente fugiu.

A polícia então foi chamada e uma guarnição se deslocou até a quitinete onde o suspeito mora, no Bairro Mariana.

No local, os agentes encontraram apenas a carteira de trabalho do suspeito, mas o homem de 56 anos não foi localizado.

A menina foi levada a uma delegacia da capital e agora o caso será investigado pela Polícia Civil. Segundo a polícia, a vítima também deve passar por exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: g1/ro

Suspeitos são presos após trocarem tiros com a PM na Zona Norte de Porto Velho

Dupla estava de moto e tentou despistar a PM, seguindo pela contra mão, na BR-319. Um dos suspeitos foi capturado quando tentava se esconder em uma igreja.

Dois suspeitos, de 19 e 26 anos, foram presos depois de trocarem tiros com a Polícia Militar (PM) na Zona Norte de Porto Velho, na noite de terça-feira (31). O tiroteio ocorreu durante uma intensa perseguição no Bairro São Sebastião. Não houve feridos.

Segundo registro de ocorrência, policiais militares faziam patrulha pelo Bairro Costa e Silva, quando na Avenida Imigrantes (BR-319) viram dois suspeitos em uma motocicleta. Ao perceber a aproximação da polícia, a dupla cruzou o canteiro central e seguiu em busca de rotas alternativas, para tentar despistar os militares.

Alguns minutos depois, os suspeitos retornaram para a Avenida Imigrantes e seguiram na contramão de direção, até a Avenida Lauro Sodré, onde retomaram a mão certa na Avenida Imigrantes.

A fuga seguiu pelo bairro São Sebastião I. Acompanhado de perto pela polícia, um dos suspeitos, que estava na garupa da moto, sacou uma arma e efetuou dois disparos contra a viatura.

Os policiais revidaram, mas nenhum suspeito foi atingido. A dupla se desfez da arma, jogando-a fora. Alguns metros depois, os dois se desequilibraram e caíram com a moto, mas continuaram a fuga a pé.

Minutos depois, um dos suspeitos foi localizado em uma residência na Rua Juruá, na região conhecida como Morro.

O segundo fugitivo estava escondido em uma igreja e também foi capturado. A arma utilizada pela dupla, uma pistola calibre 380, e a motocicleta foram apreendidas. O caso foi registrado na Central de Polícia.

Fonte: g1

Homens se passam por policiais e roubam mais de R$ 23 mil de correspondente bancário em Jaru, RO

Crime aconteceu na manhã desta terça-feira (31) em um estabelecimento da cidade. Nenhum suspeito foi preso pelo crime.

Dois homens armados se passaram por policiais civis e roubaram mais de R$ 23 mil de um correspondente bancário, nesta terça-feira (31), no Setor 1 de Jaru (RO), a 290 quilômetros de Porto Velho. Segundo boletim policial, os suspeitos usaram roupas pretas parecidas com a da polícia para poder entrar no estabelecimento.

De acordo com ocorrência registrada pela Policia Militar (PM), dois homens armados com revólver chegaram na porta do comércio na Avenida Brasil, se identificaram como policiais civis e renderam a vítima, dizendo que só queriam dinheiro.

O empresário de 45 anos disse aos policiais que foi forçado a abrir o cofre e a entregar R$ 23.676,66 do saldo caixa do correspondente bancário da Caixa Econômica, mais R$ 200 do caixa da loja, cartão magnético e oito folhas de cheques da Caixa e fugiram.

Os policiais realizaram patrulhamento, mas não localizaram os suspeitos. A ocorrência foi registrada e apresentada ao delegado na Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) em Jaru. Ninguém foi preso pelo crime.

Fonte: g1

MP diz que advogada encontrada morta após cair do 4º andar de prédio estava em uma relação abusiva

Tatiane Spitzner foi encontrada morta no último domingo, e marido está preso por suspeita de feminicídio. Testemunhas relataram que ela tinha demonstrado intenção de se separar recentemente, ainda conforme o MP.

A promotora Dúnia Serpa Rampazzo, do Ministério Público do Paraná (MP-PR), informou, nesta quinta-feira (26), que informações coletadas pelas investigações apontam que a advogada encontrada morta após queda do 4º andar de um prédio estava em “uma relação abusiva”.

Tatiane Spitzner, de 29 anos, foi encontrada morta na madrugada de domingo (22), em um apartamento no Centro de Guarapuava, na região central do Paraná. O marido dela, Luis Felipe Manvailer, de 32 anos, foi preso em São Miguel do Iguaçu, a mais de 300 km de Guarapuava, após sofrer um acidente na BR-277. Ele é investigado por suspeita de feminicídio.

“Até o momento, existem elementos que demonstram que havia um relacionamento abusivo, de violência de gênero dele, em face da vítima. E a vítima era oprimida nessa relação”, declarou Rampazzo.

A promotora disse que acompanha as investigações desde quarta-feira (25). Ela explicou que, além das provas testemunhais que já estão em estágio mais avançado, os resultados das perícias estão sendo aguardados para consolidar o entendimento a respeito do caso.

Segundo Rampazzo, familiares e testemunhas ouvidas até esta quinta dão embasamento para mostrar como era a relação do casal.

“Pelos depoimentos prestados, havia a intenção dela de querer se separar nos últimos tempos”, afirmou.

A promotora informou que assistiu às imagens de câmeras de segurança anexadas ao inquérito e disse que elas mostram uma relação muito abusiva.

“Era uma relação de muita opressão masculina em relação à esposa, em relação à mulher nessa situação. Uma violência de gênero muito gritante”, afirmou.

Para Rampazzo, o relacionamento do casal era exibido nas redes sociais de uma maneira muito diferente da realidade.

“Havia muito a questão de harmonia em redes sociais. O casal perfeito. Mas, no âmbito interno, no âmbito familiar, não era dessa forma, como era exibido nas redes sociais”, detalhou.

Advogada morreu após cair do 4º andar de prédio em Guarapuava; marido foi preso suspeito de feminicídio (Foto: Reprodução/Facebook)

Depoimentos

Nesta quinta-feira, o pai de Tatiane Spitzner prestou depoimento por cerca de uma hora e meia. Outras quatro pessoas também foram ouvidas.

O advogado Gustavo Scandelari, que representa a família de Tatiane, acompanhou o depoimento do pai e disse que as informações repassadas por ele contradizem muitas coisas ditas pelo marido.

“Há muito indícios que comprovam que a doutora Tatiane estava querendo o divórcio, ela vinha falando sobre isso com amigas, com os pais e com o próprio suspeito, o qual negava qualquer possibilidade de divórcio. Ele se recusava a aceitar isso. Relatos de que ele ficava violento de que a relação nos últimos 30 dias, ou mais, dois meses atrás, ela se tornou abusiva em alguns momentos”, declarou.

Para o advogado, mesmo com as investigações ainda em andamento, há indícios de que houve crime.

“Existem, lamentavelmente, indícios de que houve um crime, um crime bárbaro e nós estamos aguardando a conclusão dessas provas, oficialmente, para que possamos conduzir doravante com o nosso acompanhamento desse caso”, informou.

Entre os sinais apontados por Scandelari está o comportamento agressivo do suspeito relatado por testemunhas e a forma como ele agiu logo após a morte da esposa.

“É muito difícil de compreender e de aceitar que alguém, um marido que supostamente ama sua esposa, não tenha pedido por socorro, não tenha batido na porta de vizinhos, não tenha ligado para autoridades e tenha feito o que fez”, pontuou.

De acordo com a promotora, pessoas que residem na Alemanha, e que conviveram com o casal, também devem prestar depoimento.

A defesa de Luis Felipe Manvailer informou que não vai se manifestar até ter conhecimento de todos os fatos com clareza.

O que diz o marido

Em depoimento prestado na Delegacia de São Miguel do Iguaçu, ainda no domingo, Luis Felipe Manvailer disse que a mulher se jogou da sacada do apartamento e que ele recolheu o corpo dela da calçada e levou para dentro do apartamento em um ato de desespero.

De acordo com as investigações, a queda foi pouco antes das 3h de domingo. Imagens de uma câmera de segurança que fica na mesma rua do prédio mostram o carro do Instituto Médico-Legal (IML) indo em direção ao edifício quase uma hora depois. Também é possível ver a movimentação de carros da polícia.

Segundo o depoimento de Manvailer, o casal começou a brigar em um bar de Guarapuava porque ele não deixou que a mulher visse mensagens em um aplicativo de celular. Os dois resolveram ir embora e, no depoimento, ele conta que a briga se agravou em casa.

Ao ser ouvido pela Justiça, em uma audiência de custódia realizada na segunda-feira (23), Manvailer disse que perdeu o controle do carro na BR-277, a 300 km de Guarapuava, e se envolveu em um acidente porque a imagem da esposa “pulando a sacada” não saía da cabeça dele. De acordo com a polícia, tudo leva a crer que o marido estava fugindo em direção ao Paraguai.

Manvailer está preso em uma ala especial da Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG) deste terça-feira (24).

Fonte: g1

Mãe estuprada pelo filho havia mudado de estado para protegê-lo, diz delegada

Mulher de 48 anos foi vítima de violência sexual na frente da filha de 11 anos em Águas Belas, Pernambuco. ‘A violência aconteceu de diversas formas possíveis e imagináveis’, afirma polícia.

O jovem de 18 anos suspeito de estuprar a própria mãe na frente da irmã de 11 anos em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco, foi levado para a Delegacia de Polícia Civil de Garanhuns na segunda-feira (23), prestou depoimento e confessou o crime. De acordo com a delegada Thatianne Macêdo, a mãe, de 48 anos, relatou que o filho chegou em casa embriagado e já foi ameaçando-a com uma faca. Após isso, ele a constrangeu e a obrigou a manter relações sexuais com ele.

“A violência sexual aconteceu de diversas formas possíveis e imagináveis, todos os atos sexuais presenciados por uma criança de 11 anos de idade”, disse a delegada.

Segundo a Polícia Civil, a vítima teria fugido com os filhos de uma cidade no estado de Alagoas há três anos. Na delegacia, a mulher falou que se mudou para Pernambuco com o intuito de proteger o filho, que quando adolescente se envolveu com a criminalidade.

“A mãe, para proteger a própria vida do filho, deixou parentes, amigos, familiares, a terra natal, vindo buscar refúgio aqui em Águas Belas, em Pernambuco. E ela mesma foi vítima do próprio filho”, relatou a delegada.

Entenda o caso

Um jovem de 18 anos estuprou a própria mãe, de 48, na frente da irmã de 11 anos no bairro São Sebastião, em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco.

De acordo com a Polícia Militar, a mulher procurou a polícia e informou que o filho aparentava estar sob influência de drogas quando o crime aconteceu. Conforme a mãe, ela teria pedido para o jovem fazer silêncio, como ele não aceitou a reclamação, ameaçou a mulher com uma faca, imobilizou a vítima e praticou o estupro.

Depois do ocorrido, a mãe fugiu de casa junto com a filha e se escondeu em um matagal. A mulher estava em estado de choque e passou por atendimento médico.

Fonte: g1

Filho estupra mãe na frente da irmã mais nova no interior de Pernambuco

Mulher teria pedido para o jovem fazer silêncio, como ele não aceitou a reclamação, ameaçou a mãe com uma faca, imobilizou a vítima e praticou o estupro, diz polícia.

Um jovem de 18 anos estuprou a própria mãe, de 48, na frente da irmã de 11 anos no bairro São Sebastião, em Águas Belas, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Militar, a mulher procurou a polícia e informou que o filho aparentava estar sob influência de drogas quando o crime aconteceu. Conforme a mãe, ela teria pedido para o jovem fazer silêncio, como ele não aceitou a reclamação, ameaçou a mulher com uma faca, imobilizou a vítima e praticou o estupro.

Ainda de acordo com a PM, a irmã mais nova acordou e presenciou todo o crime. O caso aconteceu na madrugada do domingo (22). Depois do ocorrido, a mãe fugiu de casa junto com a filha e se escondeu em um matagal.

A mulher passou por cuidados médicos, já que estava em estado de choque. O suspeito fugiu, mas foi recapturado e preso em flagrante. Ele vai passar por audiência de custódia em Garanhuns.

Fonte: g1