Agente de trânsito de Porto Velho, foragido por sequestro, é preso em SC

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PRF prendeu Elcione José Sales usando documento falso, em nome do pai

A Polícia Rodoviária Federal prendeu em Santa Catarina, o agente de trânsito Elcione José Sales, que estava foragido por ter participado de um sequestro em Porto Velho, além de outros crimes menores. A informação é do Rondoniagora.

Elcione ficou conhecido após cometer abusos de autoridade durante abordagens no trânsito e envolver-se em uma confusão e chegou a agredir um advogado. Após o episódio, descobriu-se que ele tinha uma longa ficha criminal, com crimes que iam de porte ilegal de armas a homicídio.

Em agosto de 2019 ele integrou um bando que sequestrou um empresário na zona sul da cidade, e desde então estava foragido.

Quando foi preso, Elcione usava os documentos de seu pai, Alcione Cabral de Sales, e estava vivendo no Paraguai, vindo eventualmente ao Brasil. Ele será transferido para Rondônia.

Elcione, no momento da prisão em SC -Foto: Rondoniagora
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Caminhoneiro de 63 anos é preso com 158 kg de drogas em rodovia do Paraná

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PRF usou cães farejadores e descobriu a droga nos estepes da carreta

Com a ajuda de cães farejadores policiais rodoviários federais e militares,  apreendem 158,3 kg de cocaína escondida em carreta, na tarde desta terça-feira, em Alto Paraná, na região noroeste do Estado.

A droga estava escondida dentro dos três estepes de uma carreta bitrem, abordada na BR-376, em frente à unidade operacional da PRF (Polícia Rodoviária Federal).

Os policiais rodoviários federais desconfiaram do nervosismo excessivo do motorista, um homem de 63 anos, que transportava 38 toneladas de soja.

Após mais de meia hora de fiscalização, ainda sem identificar nenhum ilícito nem no caminhão nem nos semirreboques, a equipe da PRF resolveu pedir apoio do Canil da Polícia Militar de Paranavaí.

Em poucos minutos, os dois cães pastores belgas logo identificaram a presença do entorpecente, nos três estepe da combinação de veículos. Com auxílio de um borracheiro, os pneus foram desmontados e 150 tabletes de cocaína, apreendidos.

O preso disse aos policiais que saiu de Dourados (MS) e que o destino final da carreta seria Rolândia (PR). Ele alegou desconhecer a existência da droga.

A PRF registrou a ocorrência na Delegacia da Polícia Civil de Alto Paraná. O crime de tráfico de drogas tem pena prevista de cinco a 15 anos de prisão. Via PortalParaná

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PRF apreende arsenal de guerra em Minas; pólvora, espoletas, rifles e 15 mil balas; veja vídeos

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Policiais Rodoviários Federais realizaram neste domingo, 16, a maior apreensão de armas já feita no Estado após encontrarem 54 armas em veículo parado às margens da Rodovia Fernão Dias, em Itatiaiuçu

Polícia Rodoviária Federal apreendeu neste domingo, 16, 54 armas, seis quilos de pólvora 5 mil espoletas e 15 mil munições em uma van parada às margens da Rodovia Fernão Dias, em Itatiaiuçu, na região metropolitana de Belo Horizonte. A corporação classificou os objetos como um ‘arsenal de guerra’ e ressaltou que trata-se da maior apreensão de armas já feita no Estado.

Entre as armas apreendidas estavam treze pistolas, cinco revólveres calibre 38, seis espingardas calibre 12, doze rifles calibre 22 e dezoito espingardas de pressão. Com relação às munições encontradas na van, foram apreendidas balas de calibres 20, 22, 9 mm, 12, .45, 38, 380.

O armamento foi encaminhado para a Polícia Civil de Belo Horizonte, que conduzirá a investigação sobre a procedência do ‘arsenal de guerra’.

Segundo a PRF, os policiais faziam patrulhamento na rodovia quando encontraram a van parada às margens da Fernão Dias, em situação suspeita.

Ao perceber a aproximação dos policiais o motorista abandonou o veículo e fugiu pela mata às margens da estrada. A van havia sido roubada durante assalto na última quarta, 12, em Belo Horizonte. Com informações do Estadão

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PRF prende chefe da milícia que matou policial federal, no Rio

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Abordagem foi na Rodovia Presidente Dutra

A Polícia Federal informou, em nota, que um suspeito de envolvimento na morte de um policial federal no Rio de Janeiro foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Ele seria o chefe da milícia nas comunidades do Rola e Antares, na zona oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a PF, a prisão ocorreu na Rodovia Presidente Dutra (BR-116), em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, na madrugada de sábado (15).

Em patrulhamento na rodovia, por volta das 4h policiais rodoviários federais desconfiaram dos ocupantes de um carro. “Havia dois homens e duas mulheres no veículo. Durante a revista, os policiais encontraram duas pistolas, calibre .40, carregadores e uma granada”, dia a nota.

Ao consultarem os sistemas de segurança pública, os policias constataram que um dos ocupantes do carro era foragido da Justiça, responsável por uma milícia que atua em comunidades da zona oeste. “O homem estaria fugindo de Santa Cruz, pois é suspeito de envolvimento na morte do policial federal Ronaldo Heeren, ocorrido na quinta-feira (13), na comunidade do Rola”, informa o comunicado.

De acordo ainda com a Polícia Federal, o homem seria um dos chefes da milícia conhecida como Bonde do Ecko, “criminoso integrante da lista de procurados do Ministério da Justiça e Segurança Pública”.

A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal.

* Com informações da Polícia Federal

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Policial rodoviário federal é morto por colega em posto de Juiz de Fora, diz corporação

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Crime ocorreu na tarde deste domingo. Segundo a polícia, responsável pelos disparos era da mesma delegacia e foi detido

Um policial rodoviário federal foi morto a tiros na tarde deste domingo em Juiz de Fora, na Zona da Mata. Segundo a PRF, um outro policial foi detido como principal suspeito do crime. 

“É com pesar que informamos o falecimento do nosso colega C. S. T., falecido na tarde deste domingo (24) em Minas Gerais”, diz a nota divulgada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na noite de hoje. 

O crime ocorreu na unidade operacional da polícia no município. “(…) o responsável pelos disparos foi identificado como sendo outro PRF, lotado na mesma delegacia”, informa a polícia. 

Crime ocorreu em unidade operacional da PRF em Juiz de Fora

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), equipe de resgate da concessionária da rodovia, a Polícia Federal e as demais áreas da PRF, responsáveis pelos desdobramentos internos, foram chamadas. 

“O autor dos disparos foi encaminhado, pela própria PRF, para a Delegacia de Polícia Federal de Juiz de Fora, que ficará responsável pelas investigações”, finaliza. A PRF não deu detalhes das circunstâncias do crime.  Via Estado de Minas /Imagem de capa ilustrativa

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Como recorrer de multas aplicadas pela PRF

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Qualquer autuação de trânsito, independentemente do órgão aplicador, garante ao motorista o direito de defesa em até três fases

É comum que muitas pessoas deixem de acessar seus direitos devido à burocracia que imaginam encontrar. Um exemplo disso é o recurso de multas de trânsito.

 Como a aplicação das multas pode ser feita por diferentes órgãos, os meios pelos quais é possível apresentar sua defesa podem também sofrer algumas variações. Mas, não se preocupe, pois iremos ajudá-lo.

 Se você recebeu alguma multa aplicada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), confira, aqui, o passo a passo de como proceder.

Recurso de multas PRF

O trânsito brasileiro é fiscalizado por diversos órgãos e entidades que compõem o Sistema Nacional de Trânsito. De modo geral, a incumbência de fiscalização varia entre órgãos municipais, estaduais e federais. 

Neste último caso, inclui-se a fiscalização das rodovias e estradas federais, cujos órgãos fiscalizadores são tanto o DNIT quanto a PRF.

As rodovias e estradas federais são aquelas que conectam dois ou mais estados ou as fronteiras do Brasil com outros países. Caso você tenha recebido uma multa mas não sabe qual órgão a aplicou, basta observar a informação que consta no cabeçalho da notificação de autuação.

Qualquer autuação de trânsito, independentemente do órgão aplicador, garante ao motorista o direito de defesa em até três fases, com julgamento por diferentes comissões. Caso sua multa tenha sido aplicada pela PRF, siga os passos apresentados adiante e saiba como recorrer.

Notificação de autuação

O primeiro passo para acessar seu direito de defesa é atentar-se à notificação de autuação. Este é o nome dado ao documento enviado para notificar a infração detectada pelo órgão fiscalizador. 

A autuação pode ocorrer a partir da abordagem do agente fiscalizador. Contudo, na maioria das vezes, em especial em rodovias, a notificação de autuação é enviada posteriormente ao endereço do proprietário do veículo.

A notificação de autuação ainda não implica na aplicação da penalidade. Isto significa que ainda não há a soma de pontos na CNH nem cobrança de multa. É a partir deste documento que o motorista terá a possibilidade de apresentar sua defesa prévia.

Defesa prévia

A defesa prévia é o primeiro momento para pleitear a anulação da multa. Contudo, para isso, é elementar respeitar o prazo constante na notificação de autuação. Este prazo deverá ser de, no mínimo, 15 dias.

Para apresentar sua defesa à PRF, reúna argumentos sobre, por exemplo, a irregularidade de sua aplicação. Para aumentar suas chances de sucesso, embase sua defesa na legislação e apresente o máximo de evidências possíveis. 

Preencha o formulário disponível para download no site da PRF assinalando a opção “defesa prévia”. Após o preenchimento, reúna os documentos solicitados e entregue pessoalmente em uma unidade regional da PRF ou envie pelo correio. 

É na defesa prévia que o proprietário do veículo pode também acessar outras duas possibilidades: a indicação de condutor e o pedido de conversão em advertência por escrito.

Indicação de condutor ou conversão em advertência

A indicação de condutor pode ser feita caso o autor da infração não tenha sido o proprietário do veículo. Neste caso, faça o download do formulário no site do PRF, preencha-o corretamente e reúna os documentos solicitados. Em seguida, entregue pessoalmente em uma unidade regional da PRF ou envie pelo correio. 

Já a conversão em advertência pode ser pleiteada em caso de infrações de natureza leve ou média que não tenham sido repetidas nos últimos doze meses.

A advertência por escrito implica em medida de caráter educativo, sem cobrança de multa pecuniária ou soma de pontos na CNH. Para acessar este recurso, é preciso imprimir o formulário correspondente e seguir os demais passos para envio, como nos casos citados anteriormente.

Recurso em primeira instância

Seja qual for o documento apresentado durante o período de defesa prévia, ele será julgado por comissão da PRF e sua resposta chegará por correspondência.

Caso você tenha solicitado a anulação da multa, mas seu pedido tenha sido indeferido, você receberá a Notificação de Imposição de Penalidade (NIP).

O recurso em primeira instância é de incumbência da JARI – Junta Administrativa de Recursos de Infrações. Esta fase é muito parecida com a defesa prévia. 

Para recorrer, o formulário necessário é o mesmo, devendo o condutor apenas assinalar a opção “JARI”. Ainda que você não tenha recorrido em defesa prévia, é possível também recorrer a partir desta etapa.

Para apresentar sua defesa à JARI, o condutor terá um prazo maior que da defesa prévia, que não poderá ser inferior a 30 dias. Após o envio dos documentos, a JARI terá mais 30 dias para julgamento.

Última etapa: recurso em segunda instância

Caso receba a resposta da JARI como indeferimento para seu recurso, você pode apresentar sua defesa utilizando o mesmo modelo de formulário das etapas anteriores, desta vez assinalando a opção “recurso de decisão (2ª instância)”.

Os prazos para a última etapa são equivalentes aos prazos da JARI. Neste caso, o órgão julgador dependerá da natureza da penalidade aplicada, conforme previsto no artigo nº 289 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 

Para infrações de natureza gravíssima, suspensão do direito de dirigir por mais de seis meses ou cassação, o órgão julgador será o CONTRAN. Nos demais casos, caberá a uma comissão da JARI julgar este último recurso.

Caso seu recurso seja deferido, mas você já tenha feito o pagamento da multa, é possível receber o reembolso. Para isso, preencha o formulário disponível no site da PRF e envie por correspondência ou apresente pessoalmente.

Outros recursos disponíveis no site da PRF são, ainda, a consulta de multas aplicadas por este órgão e geração de boletos para pagamento das multas.

Doutor Multas

Todo o processo descrito neste artigo pode ser realizado diretamente pelo motorista autuado. Contudo, quanto maior conhecimento possuir sobre as legislações, maior será a capacidade de argumentar e, talvez, anular sua multa.

Superintendente da PRF em RO é afastado por suspeitas de desvio de R$ 1,1 milhão

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Irregularidades na construção interromperam a obra e geraram prejuízos aos cofres públicos, segundo a PF. Investigação descobriu supostos pagamentos ilegais de valores relacionados à obra

Dez mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nesta quinta-feira (8) em dois estados através da operação “Pare e Siga”, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para investigar desvios financeiros na construção da nova sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Rondônia. Os mandados são cumpridos em Porto Velho, Ji-Paraná (RO) e Manaus.

Os desvios apurados até agora, segundo a PF, chegam a R$ 1,1 milhão e a obra deve ficar R$ 14 milhões mais cara do que o previsto.

Também há suspeitas de irregularidades na contratação de uma nova empresa para realizar o levantamento do que falta ser executado na construção.

A operação é realizada em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF).

A Justiça Federal também determinou o afastamento cautelar do cargo do atual superintendente regional da PRF de Rondônia, Bruno Ferreira Malheiros, além do bloqueio e sequestro de bens e o afastamento do sigilo bancário de envolvidos.

Bruno Ferreira Malheiros também teve os sigilos quebrados e bens bloqueados

De acordo com a PF, as investigações começaram em 2014 e revelaram indícios da prática de peculato, associação criminosa, dispensa irregular de licitação, superfaturamento de serviços e pagamentos ilegais. Todas essas irregularidades estão ligadas à contratação irregular de uma empresa para a construção na nova sede da PRF no estado.

Uma das fraudes investigadas é na valor correspondente às medições na obra. A empresa contratada pela PRF para fiscalizar a obra avaliou os serviços executados em R$ 70 mil. No entanto, o valor aprovado pela comissão do órgão foi de R$ 263 mil, 300% a mais, conforme PF.

Em 2014, o superintendente da PRF teria rescindido o contrato com a empresa de fiscalização após não ter atendido o pedido dele de trocar o profissional que “dificultava” a aprovação das medições. Depois disso, nenhuma outra empresa foi contratada para seguir com a fiscalização da construção.

Um dos mandados é cumprido na sede da PRF em Rondônia. A construção do novo prédio, na BR-364, estava avaliada em R$ 21 milhões, tinha prazo de um ano e deveria ter ficado pronta no fim de 2014. Mas, de acordo com as investigações, esse valor foi pago e apenas 75% da obra foi concluída.

Os investigados foram intimados a prestar esclarecimentos sobre os fatos apurados nas unidades da Polícia Federal. O superintendente afastado segue no cargo de policial rodoviário federal.

Com CGU, PRF e G1

Operação da CGU e PRF mira empresa que estava construindo sede da PRF em Rondônia

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Operação Pare e Siga combate desvios em obra de construção da sede da PRF em Rondônia

A Controladoria-Geral da União (CGU) participou, na manhã desta quinta-feira (8), da deflagração da Operação Pare e Siga, realizada em parceria com a Polícia Federal em Rondônia (PF/RO), para combater desvios de recursos na execução da obra de construção da nova sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), localizada na BR-364, sentido Acre.

Os investigados são suspeitos de terem praticado peculato (crime executado por servidor público contra a própria administração pública), associação criminosa e dispensa irregular de licitação. A ação decorre de trabalho investigativo realizado em parceria entre a Controladoria-Geral da União (CGU/RO), a Polícia Federal (PF/RO) e o Ministério Público Federal (MPF/RO).

Segundo as investigações, já na primeira medição da obra, a empresa Qualitá Projetos e Consultoria Ltda (CNPJ nº 10.393.111/0001-69), contratada pela PRF/RO para ser a fiscal do contrato, verificou que os serviços executados correspondiam a R$ 70 mil. No entanto, o valor aprovado pela comissão da PRF/RO para essa etapa da obra foi de R$ 263 mil, ou seja, uma quantia 300% superior ao realizado.

Em março de 2014, após não atender ao pedido do então superintendente da PRF/RO para trocar o profissional que estaria “dificultando” a aprovação das medições, a empresa Qualitá teve seu contrato rescindido unilateralmente. Depois disto, nenhuma outra empresa foi contratada para fazer a fiscalização da obra.

Como consequência da condução irregular no curso da construção, a obra foi interrompida, com graves prejuízos ao erário. Ao todo, já foram pagos R$ 21,4 milhões. Foi realizada então a contratação de outra empresa, a 3R Construções Eireli-ME, para fazer o levantamento do valor que falta ser executado para a conclusão da obra, que é de R$ 15,1 milhões.

Assim, levando em consideração o que já foi pago até o momento (R$ 21,4 milhões) com o que falta ser executado (R$ 15,1 milhões), o custo da obra passaria dos R$ 22 milhões orçados inicialmente para 36,5 milhões, ou seja, uma diferença de 14,5 milhões a mais em relação ao valor previsto. Também há suspeitas de irregularidades na contratação da empresa 3R Construções Eireli-ME.

Conforme informações da Polícia Federal, que fez a medição de aproximadamente dez itens da obra, foi detectado superfaturamento com prejuízo projetado em R$ 1,1 milhão em apenas uma amostra de itens.

A ação conta com a participação de servidores da CGU durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, conforme autorizado em decisão judicial.

PRF faz operação especial nas rodovias para feriado de Semana Santa

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou ontem (18) nas estradas de todo o país uma operação especial para o feriadão de Semana Santa. Mais de 800 agentes reforçarão, até a meia-noite de domingo (21), o policiamento nas principais rodovias, em dias e horários de maior volume de acidentes e criminalidade.

Segundo a PRF, as maiores preocupações dos agentes são com a embriaguez ao volante, o uso de cinto de segurança e do assento especial para crianças.

Onde anda a Polícia Rodoviária Federal que não está operando na porta do presídio federal?

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Exército não tem preparo para lidar com motoristas na operação montada na BR 364

Quase metade da cúpula do Primeiro Comando da Capital, o temido PCC que domina o sistema prisional brasileiro está presa no Presídio Federal de Porto Velho, e isso representa risco e custo operacional altíssimo. O Ministério da Justiça disponibilizou o Exército para fazer a segurança da área. Soldados, helicópteros, iluminação e um efetivo 24 horas patrulhando as cercanias da unidade prisional. Mas, onde anda a Polícia Rodoviária Federal, que tem homens pagos (e bem pagos) que deveriam estar dando apoio à operação, mas não estão.

Cadê a PRF?

Na barreira montada pelo exército, militares esforçados fazem abordagens em veículos civis, mas é perceptível o desconforto dos soldados, que estão no local para fazer o que soldado faz, entrar em guerra. Para lidar com civis, seria necessário que a Polícia Rodoviária Federal estivesse no local, com cães farejadores, sistema de pesquisa de veículos, banco de dados de foragidos e traficantes. Sem esse aparato, o exército simplesmente se vê na função de “passar os olhos” sobre carros que transitam no local.

O presídio federal fica a poucos metros de um posto da PRF que apenas está lá. O patrulhamento das rodovias é praticamente inexistente e nos últimos tempos a Polícia Rodoviária tem se resumido a prestar socorro em casos de acidentes, ou dirimir conflitos com manifestantes que vez ou outra fecham as rodovias em Rondônia.

Especialistas em segurança pública do mundo inteiro, do Brasil também, são unânimes em afirmar que segurança se faz com inteligência. Porém, por essas bandas, a inteligência está sendo substituída pela força.

Soldados são preparados para combate, confronto, e não para lidar com civis no dia a dia. É para isso que temos polícias especializadas. Se for para deixar tudo nas mãos das forças armadas, a segurança do dia a dia inclusive, melhor estadualizar as polícias rodoviárias.

O exército se faz necessário no local, mas deveria ser uma força complementar, e não a principal. O desfecho pode ser trágico.