Após ser xingada de “Ladra, puta”, Bruna Marquezine processa internauta

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A atriz afirmou que a ação judicial exclusivamente sobre um perfil

A atriz Bruna Marquezine cansou de ser agredida verbalmente na internet e decidiu ir à Justiça contra propagação de informações falsas sobre ela na rede social.

De acordo com a sua assessoria de imprensa, Marquezine entrou com uma “ação legal com relação a calúnias, comentários maliciosos, disseminação de informações falsas e postagens que incluem conteúdos de ataques pessoais.”

Logo após a criação e disseminação de uma “thread” no Twitter, feita por um perfil com a foto de Felipe Prior, ex-participante do BBB 20, em que Bruna é taxada como racista. Além disso, o internauta usou palavras de baixo calão para se referir à ela.

“O conteúdo já foi apagado pelo usuário e o perfil oficialmente notificado o que comprova o fato ilícito praticado”, explicou a assessoria em nota no micro blog.

Ao ser questionada por uma seguidora, que defendeu que a ação de processar as pessoas por chamá-la de racista era ainda mais racista, Bruna se explicou. A atriz afirmou que a ação judicial exclusivamente sobre um perfil. Ela ainda compartilhou capturas de tela da “thread” publicada contra ela.

Facebook apaga página de Sikera Júnior por violar políticas da rede

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Apresentador tinha 2,6 milhões de seguidores

O apresentador do programa ‘Alerta Nacional’, Sikera Júnior, alega que teve sua página no Facebook apagada pela empresa americana nesta quarta-feira por violar as condutas da rede social.

A mensagem que aparece no endereço diz que “O link que você seguiu pode ter expirado, ou a página pode estar visível apenas para um público no qual você não está incluído”.

A informação sobre a página foi postada pelo próprio apresentador em sua conta do Instagram, nesta quarta-feira.

Sikera Júnior ficou nacionalmente conhecido por suas opiniões controversas a respeito de diversos temas. Ele também tem apoiado publicamente as políticas do presidente Jair Bolsonaro, inclusive as de quebrar as medidas de isolamento recomendas pela Organização Mundial de Saúde.

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Valeu Facebook pela censura!

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Depois do Twitter, Facebook e Instagram removem vídeo de Jair Bolsonaro por violação de regras

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De acordo com posicionamento, conteúdo foi removido por se tratar de ‘desinformação que possa causar danos reais às pessoas’

O Facebook e o Instagram removeram nesta segunda-feira (30) um vídeo publicado pelo presidente Jair Bolsonaro no domingo, em que ele provocou aglomerações durante um passeio em Brasília e voltou a se posicionar contra o isolamento social, defendido por autoridades de saúde do mundo inteiro como medida eficaz para conter o coronavírus.

De acordo com um porta-voz do Facebook, a plataforma remove “conteúdo no Facebook e Instagram que viole nossos Padrões da Comunidade, que não permitem desinformação que possa causar danos reais às pessoas”.

A remoção das redes sociais seguiu atitude do Twitter, que, ainda no domingo, também excluiu dois vídeos do presidente, publicados na mesma situação do passeio por Brasília. Facebook e Instagram mantiveram, porém, o vídeo em que o presidente está em um supermercado.

Em comunicado, o Twitter disse que “anunciou recentemente em todo o mundo a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir COVID-19.

Conteúdos contrariam autoridades de saúde do mundo

As redes sociais não deixaram claro quais pontos específicos das imagens ou das declarações dos dois posts levaram à exclusão. Além das publicações apagadas, há outras do passeio de Bolsonaro em Brasília e de declarações deste domingo sobre o coronavírus que continuam no ar.

No vídeo que foi apagado nas três redes sociais, Bolsonaro conversa com um ambulante, defende que as pessoas continuem trabalhando, e diz para “quem tem mais de 65 ficar em casa”. Ele acena positivamente quando uma das pessoas na aglomeração diz que “tem que abrir os comércios e trabalhar normalmente”.

No segundo vídeo, removido apenas do Twitter, ele entra em um supermercado, volta a provocar aglomerações, critica as medidas de isolamento e diz para jornalistas que “o país fica imune quando 60%, 70% foram infectados” e que um remédio contra o coronavírus “já é uma realidade”, sem apresentar comprovação.

Apesar de haver pesquisas iniciais, não há remédio com atuação comprovada contra o coronavírus e ninguém sabe quando teremos. Via G1

Depois do Twitter, Facebook e Instagram removem vídeo de Jair Bolsonaro por violação de regras

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De acordo com posicionamento, conteúdo foi removido por se tratar de ‘desinformação que possa causar danos reais às pessoas’

O Facebook e o Instagram removeram nesta segunda-feira (30) um vídeo publicado pelo presidente Jair Bolsonaro no domingo, em que ele provocou aglomerações durante um passeio em Brasília e voltou a se posicionar contra o isolamento social, defendido por autoridades de saúde do mundo inteiro como medida eficaz para conter o coronavírus.

De acordo com um porta-voz do Facebook, a plataforma remove “conteúdo no Facebook e Instagram que viole nossos Padrões da Comunidade, que não permitem desinformação que possa causar danos reais às pessoas”.

A remoção das redes sociais seguiu atitude do Twitter, que, ainda no domingo, também excluiu dois vídeos do presidente, publicados na mesma situação do passeio por Brasília. Facebook e Instagram mantiveram, porém, o vídeo em que o presidente está em um supermercado.

Em comunicado, o Twitter disse que “anunciou recentemente em todo o mundo a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir COVID-19.

Conteúdos contrariam autoridades de saúde do mundo

As redes sociais não deixaram claro quais pontos específicos das imagens ou das declarações dos dois posts levaram à exclusão. Além das publicações apagadas, há outras do passeio de Bolsonaro em Brasília e de declarações deste domingo sobre o coronavírus que continuam no ar.

No vídeo que foi apagado nas três redes sociais, Bolsonaro conversa com um ambulante, defende que as pessoas continuem trabalhando, e diz para “quem tem mais de 65 ficar em casa”. Ele acena positivamente quando uma das pessoas na aglomeração diz que “tem que abrir os comércios e trabalhar normalmente”.

No segundo vídeo, removido apenas do Twitter, ele entra em um supermercado, volta a provocar aglomerações, critica as medidas de isolamento e diz para jornalistas que “o país fica imune quando 60%, 70% foram infectados” e que um remédio contra o coronavírus “já é uma realidade”, sem apresentar comprovação.

Apesar de haver pesquisas iniciais, não há remédio com atuação comprovada contra o coronavírus e ninguém sabe quando teremos. Via G1

Apenas Maduro e Bolsonaro tiveram posts apagados pelo Twitter

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Presidente venezuelano havia postado ‘receita caseira’ para curar doenças

O Twitter apagou no último domingo duas postagens feitas por Jair Bolsonaro, que mostrou imagens de um passeio feito pela periferia do Distrito Federal, incitando a população à quebrar a quarentena e retomar ‘a normalidade’.

O Twitter considerou que Bolsonaro coloca a vida de pessoas em risco e deletou os posts.

Com isso, Bolsonaro se igualou a Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, que também teve postagens apagadas na semana passada ao recomendar uma receita caseira para ‘curar a doença causada pelo coronavírus’.

Bolsonaro e Maduro

Maduro afirmou ter recebido artigos “do renomado cientista venezuelano Sirio Quintero” sobre a Covid-19 e compartilhou três documentos com os tais estudos desenvolvidos no país. Um dos documentos tinha uma receita com capim-santo, gengibre, sabugueiro, pimenta do reino, limão e mel de abelha.

No começo da semana, a Venezuela havia confirmado 70 casos da doença em duas semanas e tem deixado autoridades locais e órgãos mundiais em virtude do contágio.

Apenas Maduro e Bolsonaro tiveram posts apagados pelo Twitter

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Presidente venezuelano havia postado ‘receita caseira’ para curar doenças

O Twitter apagou no último domingo duas postagens feitas por Jair Bolsonaro, que mostrou imagens de um passeio feito pela periferia do Distrito Federal, incitando a população à quebrar a quarentena e retomar ‘a normalidade’.

O Twitter considerou que Bolsonaro coloca a vida de pessoas em risco e deletou os posts.

Com isso, Bolsonaro se igualou a Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, que também teve postagens apagadas na semana passada ao recomendar uma receita caseira para ‘curar a doença causada pelo coronavírus’.

Bolsonaro e Maduro

Maduro afirmou ter recebido artigos “do renomado cientista venezuelano Sirio Quintero” sobre a Covid-19 e compartilhou três documentos com os tais estudos desenvolvidos no país. Um dos documentos tinha uma receita com capim-santo, gengibre, sabugueiro, pimenta do reino, limão e mel de abelha.

No começo da semana, a Venezuela havia confirmado 70 casos da doença em duas semanas e tem deixado autoridades locais e órgãos mundiais em virtude do contágio.

Apenas Maduro e Bolsonaro tiveram posts apagados pelo Twitter

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Presidente venezuelano havia postado ‘receita caseira’ para curar doenças

O Twitter apagou no último domingo duas postagens feitas por Jair Bolsonaro, que mostrou imagens de um passeio feito pela periferia do Distrito Federal, incitando a população à quebrar a quarentena e retomar ‘a normalidade’.

O Twitter considerou que Bolsonaro coloca a vida de pessoas em risco e deletou os posts.

Com isso, Bolsonaro se igualou a Nicolas Maduro, presidente da Venezuela, que também teve postagens apagadas na semana passada ao recomendar uma receita caseira para ‘curar a doença causada pelo coronavírus’.

Bolsonaro e Maduro

Maduro afirmou ter recebido artigos “do renomado cientista venezuelano Sirio Quintero” sobre a Covid-19 e compartilhou três documentos com os tais estudos desenvolvidos no país. Um dos documentos tinha uma receita com capim-santo, gengibre, sabugueiro, pimenta do reino, limão e mel de abelha.

No começo da semana, a Venezuela havia confirmado 70 casos da doença em duas semanas e tem deixado autoridades locais e órgãos mundiais em virtude do contágio.

Twitter exclui duas postagens de Bolsonaro por incitar população a quebrar quarentena

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Posts mostravam Bolsonaro durante o passeio em Brasília na tarde deste domingo (29); veja detalhes

Pela primeira vez, o Twitter deletou duas postagens feitas pelo presidente Jair Bolsonaro na plataforma por violação dos termos de uso. Os tweets mostravam o presidente durante seu passeio por Brasília, contrariando a recomendação do Ministério da Saúde para que as pessoas fiquem em casa. 

Bolsonaro visitou estabelecimentos na cidade e conversou com os cidadãos sobre o uso da hidroxicloroquina, medicamento que teria efeito em casos graves de Covid-19 , e sugeriu o isolamento vertical de pessoas do grupo de risco para a retomada da economia.

A rede social informa em suas as diretrizes que os posts do presidente Jair Bolsonaro ferem a comunidade. “O Twitter anunciou recentemente, em todo o mundo, a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir a Covid-19”, diz um comunicado da plataforma.

O novo pornô: como as redes sociais ajudam produtores adultos independentes?

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As produtoras tradicionais estão tentando encontrar o seu caminho diante de uma nova realidade

É mais um dia de gravação para Paulo Cesar Loupan, que entusiastas do entretenimento adulto devem reconhecer como um do mais antigos atores pornô brasileiros. O local é um motel na região estradeira de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. A suíte conta com sky ceiling, piscina e um quarto cuja cama, sozinha, mal cabe em uma típica quitinete do centro de São Paulo.

Já em São Paulo, falando nela, dividindo-se em várias localidades, Saty Lee Flemming Pereira, que atende pelo nome artístico “Lolah Vibe”, também grava de forma independente vídeos variados, indo desde apartamentos em altos andares na capital paulista até o seu próprio flat, em vídeos mais curtos, gravados com fãs.

Ambos os casos trazem produção de alta qualidade de vídeo, levando alguns incautos a possivelmente pensar que certamente alguma produtora estabelecida esteja bancando tudo isso. Mas não: tanto Lolah como Loupan são “seus próprios chefes”, se perdoam o uso da expressão bem batida.

Paulo Loupan, junto da noiva, também modelo e atriz Danny Mancini: o ator veterano do ramo pornô hoje atua de forma independente, e diz que consegue maior estabilidade com o seu trabalho desta forma (Imagem: Acervo pessoal/Instagram)

E há também outra coisa em comum para os dois: tirando o fato de que ambos são ex-namorados, Lolah e Loupan tem alto trânsito nas redes sociais, somando, entre Twitter e Instagram, mais de 180 mil seguidores (Loupan prefere manter o Instagram para uso pessoal). Esse volume bem razoável de seguidores, segundo ambos, é de onde eles tiram seu ganha-pão: pelo ramo em que atuam, as divulgações de suas produções nas redes sociais é o que acaba levando tração e audiência às suas respectivas marcas.

“O que faz diferença para mim é esse contato direto com o fã”, conta Loupan, enquanto elucida um pouco do seu histórico no teatro tradicional. “O pornô é caro de produzir, e na minha época, era muito focado somente no sexo. Então comecei a procurar as meninas que a galera gostava mais, juntava um dinheiro e conduzia uma cena, mas uma cena diferente daquelas feitas pelas produtoras, que eu não consigo mais botar fé como negócio pois não acho que isso seja o que o fã quer: minhas cenas têm uma interação com a menina, tem aquela ideia de conhecer uma pessoa e se envolver”.

Essa parte mais artística, por assim dizer, é algo derivativo do ator, que em entre 2015 e 2016 atuou na peça “Amadores” (Cia. Hiato de Teatro, com direção de Leonardo Moreira). Para Loupan, essas cenas que até hoje ainda são comuns — “essa coisa de ator fingir ser mecânico, encanador e a mina ser dona de casa”, nas palavras dele — não trazem mais tanto apelo para os fãs. E por essa ser uma geração muito ligada às redes sociais, foi nelas que o ator identificou um público alvo insatisfeito com o cenário atual.

Saty Lee Flemming Pereira, mais conhecida pelo nome artístico  Lolah Vibe, indica que empresas mais antigas do ramo do entretenimento adulto ainda não se encontraram nas redes sociais: “as produtoras estão assustadas com o crescimento dos artistas independentes” (Imagem: Acervo pessoal/Instagram) 

Lolah concorda nesse ponto: “Eu até tenho algumas ‘cenas de historinha’”, conta. “Porém, acredito que os meus vídeos de maior sucesso são os reais. Eu, por exemplo, tenho um quadro onde contraceno com um fã [ela se refere ao “CASTING”, que tem trechos publicados em suas páginas no XVideos e Pornhub] e isso causa bastante alvoroço no público”.

Ela conta ainda que, desde sempre, contou com alto tráfego de seguidores pelas redes sociais: “No Twitter, sempre tive um número grande de seguidores, desde quando criei o perfil. Fiquei bem feliz ao ver minha conta aumentando em mil seguidores por dia, em uma época que me dedicava somente ao Twitter, que eu usava para conseguir clientes para minhas exibições em webcam — isso foi meu sustento por um tempo e evitava o Instagram porque, naquela época, minha família não sabia. Foi apenas depois que me abri para eles como atriz e que seguiria trabalhando nisso, em 2019, é que veio o restante”.

Lolah, segundo as métricas de suas páginas no Pornhub e XVideos, soma quase 155 milhões de visualizações em quase 100 vídeos publicados. Isso, sem contar os números de seu site próprio, os quais não são abertos. No XVideos, pelo algoritmo do site, ela é a segunda atriz mais acessada do mundo, ficando atrás apenas de Mia Khalifa — que, aliás, nem atua mais no ramo, tendo ingressado no mercado do jornalismo esportivo norte-americano.

“Foi de um ano para cá que nasceu de fato a ‘Lolah Vibe’, quando passei a responder por esse nome e me livrei de algumas coisas pertinentes a julgamentos familiares ou da sociedade”, ela conta. “Depois que abri o jogo para a minha família, foi que eu consegui me dedicar para valer a isso”. Existe uma piada que diz que a pessoa sabe que está fazendo sucesso no mainstream quando sua conta no Instagram é derrubada ou hackeada. Segundo Lolah, ela já passou de 10 perfis (lembrando que o Instagram, ao contrário do Twitter, não permite postagens explícitas, então nem isso havia e ainda assim, ela tinha tráfego e quedas). LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NO CANALTECH

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Facebook escapa de indenizar família de mulher linchada após ‘fakenews’

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Juiz de Primeiro Grau disse que a empresa americana não tem culpa por propagar notícias falsas

Um juiz de primeiro Grau da justiça paulista abriu um perigoso precedente ao livrar o Facebook de indenizar a família de Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, que morreu na manhã no dia 5 de maio de 2014, dois dias após ter sido espancada por dezenas de moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo.

A agressão ocorreu no bairro Morrinhos, após a um boato gerado por uma página em uma rede social que afirmava que a dona de casa sequestrava crianças para utilizá-las em rituais de magia negra.

O marido e os filhos de Fabiane ingressaram na justiça em 2019 pedindo uma indenização de R$ 36 milhões do Facebook, a quem eles atribuem a culpa pelo assassinato na mulher.

O advogado Airton José Sinto Júnior contou que apresentou como tese para a indenização o fato de esse ter sido o primeiro caso de fake news que ocasionou uma morte e que teve repercussão internacional, além de juntar falas do criador da plataforma, Mark Zuckerberg, admitindo que não havia uma ferramenta para poder evitar a veiculação de notícias falsas.

Segundo Airton, na ação, o juiz Chistopher Alexandre Roisin, da 3º Vara Cível do Foro Central de São Paulo, entendeu que o Facebook não é culpado pelo crime e a empresa não tinha obrigação de tirar a postagem do ar e, por isso, julgou improcedente o pedido de indenização. Além disso, na sentença, o magistrado reconheceu que o prazo para o pedido de indenização prescreveu para o marido da vítima, já que é previsto por lei que o processo indenizatório seja aberto em até três anos após o reconhecimento do crime por parte da Justiça.

Para o defensor da família, a decisão de isentar a empresa é um absurdo e cria um precedente perigosíssimo. “A pessoa pode criar um perfil apócrifo, lançar o que quiser na rede, criar um tumulto na sociedade, como foi o caso, e o Facebook, que é quem veicula e permite que seja patrocinado, é absolutamente isento de qualquer responsabilidade. Essa decisão é terrível e perigosa” finaliza Airton.

Como a decisão cabe recurso, pois foi julgada em 1ª instância, o advogado afirmou que recorrerá a respeito da sentença e tentará reverter o quadro. 

Com informações do G1

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