Arquiteta é assassinada pelo marido, que posta vídeo pedindo ‘desculpas’ e depois apaga

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A arquiteta e influenciadora digital Thayane Nunes da Silva, de 28 anos, é mais uma vítima de feminicídio no Brasil. Ela foi assassinada pelo próprio marido, Gilson Santos Pinto. O crime ocorreu em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Após o feminicídio, Gilson publicou um vídeo nas redes sociais em que pede “mil desculpas pelo que aconteceu”. O conteúdo passou apenas alguns minutos no ar e foi removido.

Thayane foi asfixiada dentro de casa. Moradores do prédio contam que ouviram gritos no apartamento. O homem fugiu do local depois de cometer o crime. Um prima da vítima contou para a Polícia Militar que estava no momento e viu o homem fugir.

Gilson Santos Pinto

A jovem havia se formado em Arquitetura no ano passado e estava em um excelente momento profissional, disseram amigos e parentes. “Meu Deus, inacreditável. Vá com Deus, Thay. Que os anjos te recebam. Será eterna na memória de todos”, publicou uma amiga.

Veja o vídeo que ele postou e apagou em seguida:

Fuga

Enquanto fugia da polícia na Rodovia Rio-Santos, Gilson perdeu o controle do carro e provocou um acidente. Ele foi capturado e está internado no Hospital Geral da Japuíba sob custódia.

No acidente provocado por Gilson, sete pessoas ficaram feridas — duas crianças e cinco adultos.

O corpo de Thayane foi levado para o Instituto Médico Legal (IML). Testemunhas já foram ouvidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que investiga o crime.

Delegado descarta participação de Escritório do Crime em execução de Marielle

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O delegado Daniel Rosa, titular de Delegacia de Homicídios do Rio, afirmou nesta terça-feira, 30, que o grupo miliciano Escritório do Crime não tem envolvimento com a morte da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, informa o Estadão.

Atualmente à frente das investigações sobre o atentado, ocorrido em 14 de março de 2018, Daniel Rosa também participou da operação Tânatos, deflagrada na manhã desta terça e que prendeu dois irmãos suspeitos de estarem à frente do Escritório de Crime. A participação de integrantes desse grupo miliciano foi descartada porque eles cometeram outro assassinato no mesmo momento em que Marielle e Anderson foram mortos.

“Inicialmente, (a participação do grupo) foi uma das linhas de investigação. Essas pessoas foram investigadas, e concluiu-se que no momento da execução da vereadora, elas estavam no restaurante aqui na Barra da Tijuca matando o Marcelo Diotti”, afirmou o delegado à TV Globo. Diotti, que já havia sido preso por homicídio e exploração de máquinas de caça-níqueis, era visto como desafeto por seus executores.

“Em razão desse confronto de horários e de datas, foi possível, após uma investigação profunda, esclarecer que eles não participaram do homicídio da vereadora Marielle”, assegurou Rosa.

Delegado descarta participação de Escritório do Crime em execução de Marielle

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O delegado Daniel Rosa, titular de Delegacia de Homicídios do Rio, afirmou nesta terça-feira, 30, que o grupo miliciano Escritório do Crime não tem envolvimento com a morte da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, informa o Estadão.

Atualmente à frente das investigações sobre o atentado, ocorrido em 14 de março de 2018, Daniel Rosa também participou da operação Tânatos, deflagrada na manhã desta terça e que prendeu dois irmãos suspeitos de estarem à frente do Escritório de Crime. A participação de integrantes desse grupo miliciano foi descartada porque eles cometeram outro assassinato no mesmo momento em que Marielle e Anderson foram mortos.

“Inicialmente, (a participação do grupo) foi uma das linhas de investigação. Essas pessoas foram investigadas, e concluiu-se que no momento da execução da vereadora, elas estavam no restaurante aqui na Barra da Tijuca matando o Marcelo Diotti”, afirmou o delegado à TV Globo. Diotti, que já havia sido preso por homicídio e exploração de máquinas de caça-níqueis, era visto como desafeto por seus executores.

“Em razão desse confronto de horários e de datas, foi possível, após uma investigação profunda, esclarecer que eles não participaram do homicídio da vereadora Marielle”, assegurou Rosa.

Polícia cumpre mandados do caso Marielle; 20 mandados de busca e apreensão e 4 de prisão

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Equipes da Polícia Civil do Rio de Janeiro e do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado do Rio de Janeiro (Gaeco), do Ministério Público do Rio (MPRJ), deflagaram, na manhã desta terça-feira (30), a Operação Tânatos. Os agentes cumprem 20 mandados de busca e apreensão e 4 de prisão relacionados à investigação sobre o assassinato da veredora Marielle Franco e do motorista dela Anderson Gomes.

Até o momento, duas pessoas foram presas: Leonardo Gouvêa da Silva (conhecido como “MAD”), na Vila Valqueire, na Zona Oeste da cidade, e Leandro Gouvêa da Silva (“Tonhão”), no bairro de Quintino, Zona Norte. Os policiais estão nos bairros do Leblon e Barra da Tijuca e na favela Jorge Tuco, na Zona Norte da capital fluminense. 

Operação mira chefes do “Escritório do Crime”, uma milícia formada por assassinos de aluguel que atua na Zona Oeste da cidade e que teria envolvimento com o assassinato de Marielle e Anderson, executados em março de 2018.

Ação conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Corregedoria-Geral da Polícia Militar (PMRJ) e da Coordenação-Geral de Combate ao Crime Organizado da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública (SEOPI/MJSP). 

Operação Submersus 2

No dia 10 de junho, a polícia do RJ prendeu mais um suspeito de participação no crime durante a Operação Submersus 2, que cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão em diversos endereços da capital fluminense. 

O sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Simões Corrêa, mais conhecido como Suel, foi preso num condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, onde a polícia também apreendeu uma BMW X6 avaliada em mais de R$ 170 mil. Seu salário na corporação é de cerca de R$ 6 mil por mês.

Ele é suspeito de ter ajudado a esconder armas dos acusados, entre elas, a que foi usada na emboscada contra a vereadora e o motorista dela. O militar já era investigado por agentes da Divisão de Homicídios da Capital e do Gaeco.

O nome de Maxwell apareceu nas investigações após a prisão de Ronnie Lessa e do ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, em março do ano passado.

Ronnie Lessa foi preso em março de 2019 suspeito de ser o homem que atirou na vereadora e no motorista Anderson Gomes, segundo denúncia do Ministério Público. Já o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz, preso na mesma época, é suspeito de ter dirigido o Cobalt prata usado na emboscada contra Marielle. 

Com CNN

MP deve apresentar denúncia contra Flávio Bolsonaro na sexta

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O Ministério Público do Rio de Janeiro pretende denunciar, nesta sexta-feira (26), o senador  Flávio Bolsonaro no esquema dado roubo de dinheiro público através de rachadinha com assessores fantasmas Ele será acusado de peculato, organização criminosa e improbidade administrativa. As informações são da Revista Veja.

De acordo com a promotoria carioca, Flávio foi líder de um esquema que desviava parte dos salários de servidores públicos da  Alerj  para benefício próprio. O atual senador teria a ajuda de Fabrício Queiroz, que era assessor parlamentar e o ajudava a realizar o esquema, popurlamente conhecido como ‘rachadinha’.

Preso na última quinta-feira  em um imóvel do advogado  Frederick Wassef, em Atibaia,  Fabrício Queiroz também será alvo de denúncia. No caso dele sob as imputações de improbidade e de pertencer a organização criminosa.

Os promotores também querem associar os milicianos ao gabinete de Flávio Bolsonaro.   Para eles, o esquema das ‘rachadinhas’ servia para financiar a milícia do Rio.

A denúncia, entretanto, vai depender do resultado de um julgamento que vai acontecer amanhã, quinta-feira (25). O  Tribunal de Justiça do Rio vai analisar o habeas corpus apresentado pela defesa de Flávio Bolsonaro, em que ele questiona qual órgão deve ser responsável por analisar o seu caso.

A defesa de  Flávio alega que, como os fatos investigados teriam ocorrido na época em que ele era deputado estadual, a investigação deveria estar tramitando no órgão especial do TJ, e não na primeira instância.

Pastor Anderson, marido da deputada Flordelis, levou mais 2 tiros após cair baleado no chão

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No total, ele foi baleado 30 vezes e polícia ainda desconhece motivação do crime

A polícia descobriu que o pastor Anderson do Carmo levou mais 2 tiros depois de cair no chão baleado. Ele foi morto na garagem da casa onde morava com a família com mais de 30 tiros em junho de 2019, em Pendotiba, Niterói. Ainda não se sabe a motivação do crime. 

A informação sobre novos disparos – um na lombar e outro no ouvido direito de Anderson – está no laudo de reconstituição do caso. Há várias divergências nas versões e inconsistências nos depoimentos da família. 

Flávio dos Santos, filho biológico apenas da deputada federal Flordelis, foi apontado como autor dos disparos que mataram o pastor. Ele foi preso no velório do padrasto.

Policial com salário de R$ 4,7 mil pagou boleto de R$ 16,5 mil para mulher de Flávio Bolsonaro, diz MPF

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Procurador Sérgio Pinel diz ter encontrado “fortes indícios da prática de crime de lavagem de dinheiro” envolvendo Flávio Bolsonaro

O Ministério Público Federal (MPF) encontrou nas contas correntes do policial militar Diego Sodré de Castro Ambrósio, suspeito de envolvimento no esquema de rachadinha no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro na Alerj, movimentações “de quantias em espécie incompatíveis com o cargo que ocupa”. Os dados constam de uma investigação aberta a partir de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre transações financeiras do militar.

De acordo com o procurador Sérgio Pinel, que investigou as suspeitas envolvendo Flávio e Ambrósio, o Coaf apontou o pagamento de um boleto em nome de Fernanda Bolsonaro, mulher de Flávio, no valor de R$ 16,5 mil feito pelo policial em 2016. Além disso, o Coaf relatou “outras transações suspeitas” do policial militar. O caso foi transferido para o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) junto com a investigação sobre possível lavagem de dinheiro por parte do senador em negociações imobiliárias, a pedido do MPF.

No pedido de busca e apreensão autorizado pelo TJ-RJ em endereços ligados ao senador, em dezembro do ano passado, os promotores do MP-RJ afirmaram que Ambrósio era usado no esquema de lavagem de dinheiro de Flávio. Nessa ocasião, foi mencionado pela primeira vez o pagamento do boleto para a mulher do senador, referente à parcela da compra de um imóvel. No recibo do pagamento, foi descrito pelo policial “conta Flávio”.

Em 2014, o policial abriu a empresa de vigilância Santa Clara Serviços. Nos anos seguintes (2015 a 2018), foram identificadas transferências bancárias e depósitos em cheque do próprio Ambrósio e da Santa Clara para a conta corrente da loja de chocolates de propriedade de Flávio Bolsonaro. Segundo a investigação do MP-RJ, a contabilidade da loja era usada por Flávio para mascarar dinheiro devolvido por seus assessores na Alerj.

Os promotores também identificaram, em 2016, transferências do policial para dois assessores de Flávio na Alerj. Os promotores também assinalaram que, quando pagou o boleto para a mulher de Flávio, o capital social da empresa de Ambrósio era de apenas R$ 20 mil. Além disso, o salário dele como sargento da PM do Rio é de R$ 4,7 mil. Na ocasião, ele ainda era cabo, patente inferior.Em dezembro de 2019, o senador gravou um vídeo dizendo que não havia cometido irregularidades e lavagem de dinheiro. O senador disse que o pagamento do boleto de R$ 16,5 mil ocorreu, porque ele esqueceu de efetuar o pagamento e só se deu conta quando as agências bancárias já estavam fechadas. Desse modo, Ambrósio o ajudou. Além disso, os outros repasses teriam sido relativos a compras de panetones.

Leia a reportagem completa no Globo / Foto de capa – O PM Diego Sodré de Castro Ambrósio Foto: Fábio Rossi / Agência O Globo

Processo de impeachment contra Witzel é publicado no Diário Oficial do Estado

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A autorização para abertura do processo de impeachment contra o governador Wilson Witzel (PSC) foi publicada no Diário Oficial do estado do Rio de Janeiro desta segunda-feira (15).

O pedido de impeachment, aprovado na quarta-feira (10), é de autoria dos deputados Luiz Paulo e Lucinha, ambos do PSDB, e reproduz integralmente a decisão do ministro Benedito Gonçalves, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que autorizou a Operação Placebo no final de maio.

Ele também destaca a suspeita de que Witzel tenha participação na estrutura que deu suporte a fraudes na Secretaria de Saúde do Rio.

A partir da publicação, as bancadas de todos os partidos que têm representação na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), vão ter 48 horas pra indicar os representantes. Eles farão parte da Comissão Especial que irá analisar se o pedido de impeachment do governador é admissível.

Se aprovado, Witzel será afastado por 180 dias. Neste período, será criado o chamado “tribunal processante”, com cinco deputados, cinco desembargadores sorteados e o presidente do Tribunal de Justiça do Rio. Será este grupo que irá conduzir o processo.

Processo de impeachment contra Witzel é publicado no Diário Oficial do Estado

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A autorização para abertura do processo de impeachment contra o governador Wilson Witzel (PSC) foi publicada no Diário Oficial do estado do Rio de Janeiro desta segunda-feira (15).

O pedido de impeachment, aprovado na quarta-feira (10), é de autoria dos deputados Luiz Paulo e Lucinha, ambos do PSDB, e reproduz integralmente a decisão do ministro Benedito Gonçalves, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que autorizou a Operação Placebo no final de maio.

Ele também destaca a suspeita de que Witzel tenha participação na estrutura que deu suporte a fraudes na Secretaria de Saúde do Rio.

A partir da publicação, as bancadas de todos os partidos que têm representação na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), vão ter 48 horas pra indicar os representantes. Eles farão parte da Comissão Especial que irá analisar se o pedido de impeachment do governador é admissível.

Se aprovado, Witzel será afastado por 180 dias. Neste período, será criado o chamado “tribunal processante”, com cinco deputados, cinco desembargadores sorteados e o presidente do Tribunal de Justiça do Rio. Será este grupo que irá conduzir o processo.