Avon demite executiva indiciada por manter idosa em situação análoga à escravidão

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Mariah Corazza Üstündag era gerente de marketing da empresa e responde por manter uma mulher de 61 anos vivendo em um depósito nos fundos de sua casa, sem acesso a banheiro.

Presa em flagrante na quinta, ela pagou fiança de R$ 2.100 e foi solta. Seu marido, Dora Üstündag, também foi indiciado pela Polícia Civil.

O casal se mudou e deixou a idosa no imóvel, onde ela vivia e trabalhava desde 2017, no bairro Alto de Pinheiros, em São Paulo.

O advogado da família disse que, por enquanto, os acusados não vão se manifestar.

Nesta sexta-feira, 26, a Avon informou que demitiu a executiva e disse em nota que “com grande pesar, tomou conhecimento das denúncias de violações dos direitos humanos por um de seus colaboradores”.

“Informamos que a funcionária não integra mais o quadro de colaboradores da companhia e a Avon está se mobilizando para prestar o acolhimento à vítima.”

A idosa, que era doméstica da família, foi resgatada de uma casa após denúncias de vizinhos. A patroa e o marido foram indiciados por redução a condição análoga à de escravo, abandono de incapaz e omissão de socorro.

A informação é da Folha de São Paulo

Vídeo: vereador cheira calcinha durante sessão da Câmara de Bragança Paulista

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Bizarrices parecem fazer parte do cotidiano do Brasil nas câmaras de vereadores, mas o vereador de Bragança Paulista Benedito Franco Bueno (PSC), conhecido como Ditinho do Asilo, levou a situação ao limite.

Ele virou “celebridade” nas redes sociais ao ser flagrado segurando e cheirando uma calcinha vermelha durante a sessão online da última terça-feira (23/06). As sessões remotas foram adotadas devido à pandemia do coronavírus. 

Durante a sessão, o parlamentar abre a gaveta, pega a peça e fica observando a calcinha enquanto os seus colegas estão debatendo as matérias legislativas. Depois ele cheira a lingerie.

Homem que raptou e estuprou modelo em SP é casado e esposa entregou seu paradeiro

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Ele já havia sido preso por estupro no passado; vítima ficou mais de 8 horas com a modelo

A modelo Kallinny Trevisan Maia, que foi sequestrada e estuprada em Cotia, na Grande São Paulo, na segunda-feira (1), deu detalhes do ataque e dos momentos que marcaram as mais de oito horas passou em poder do agressor.

“Ele passou uma corrente com cadeado no meu pescoço, e me acorrentou ao banco traseiro”, conta a vítima. “Ele me puxou, a gente acabou indo junto, entrando no carro, e eu praticamente fiquei em cima dele. Nessa hora ele já colocou a faca no meu pescoço”, diz Kallinny.

“Eu só queria que aquilo acabasse porque parecia um pesadelo. Em vários momentos em que eu abria meu olho e olhava pro teto do carro eu me perguntava ‘como que isso tá acontecendo comigo, não pode ser verdade”, lamenta a jovem. 

Enquanto a jovem era mantida refém dentro do carro, a família iniciou uma corrida em busca da estudante. De acordo com a Record TV, o agressor monitorou a rotina da de Kalliny e chegou a calcular o local exato para estacionar o carro antes do ataque de forma que as câmeras de monitoramento não pudessem flagrar o crime. Ainda assim, as imagens das câmeras de segurança do local onde a jovem trabalhava foram entregues à polícia e, por meio de uma imagem embaçada, os investigadores ajudaram a encontrar veículo, vítima e abusador.

O carro usado no crime estava no nome da mulher do estuprador e ela indicou aos policiais que o marido estaria em um condomínio trabalhando. Os a.gentes surpreenderam o pedreiro quando ele deixava o local.

“Neste momento, nós não sabíamos que ela estaria no carro, nós abordamos ele. Tiramos ele do veículo e enquanto conversávamos com ele, ela começou a gritar no banco de trás”, conta o delegado responsável pelo caso. O homem foi preso em flagrante. Ele já tinha passagem pela polícia por, 19 anos atrás, ter abusado sexualmente de outra mulher. Desta vez, responderá por sequestro, cárcere privado e abuso sexual.

Jovem foi resgatada após passar cerca de oito horas e meia em poder do agressor
Reprodução/Record TV

O caso

Kallinny foi atacada por volta das 8h19, quando chegava ao trabalho, um laboratório de produtos naturais, na altura do km 30 da rodovia Raposo Tavares. Nenhuma das duas câmeras posicionadas ao lado da entrada do conseguiu registrar o que aconteceu. 

Quando a vítima passou exatamente pelo ponto cego do sistema de monitoramento, o carro do agressor estava posicionado ali. A jovem foi atacada de forma brutal, a poucos metros da portaria. No entanto, ela conseguiu gritar o nome da pessoa que trabalhava ali e foi ouvida. O funcionário conseguiu ouvir o som da arrancada do veículo em alta velocidade.

O homem dirigiu por cerca de dez minutos até o local onde, sozinho, trabalhou de 8h30 até o fim da tarde, enquando a jovem estava acorrrentada, no banco traseiro do carro.

Por meio de uma imagem embaçada, a polícia descobriu as informações do veículo, que acabou sendo encontrado na porta de um condomínio, a cerca de 3 km do local do ataque.

Ao chegar do trabalho, o agressor lavou o carro. Segundo a mãe de Kallinny, a menina pensou que ele estava jogando gasolina para incendiar o veículo na sequência. “Ela só via a água caindo. Ele tinha batido tanto nela na parte do ouvido que ela já não estava muito bem”, afirmou a mãe da vítima. “Ela achou que ali seria o fim dela”.

No entanto, Kallyne foi encontrada viva pela polícia, com arranhões no pescoço e ferimentos na boca. Segundo familiares, a vítima foi estuprada e agredida dentro do carro. O suspeito ainda teria a intenção de matá-la, mas foi impedido pelos policiais. Ele já tem passagem na polícia, por estupro. “Até quando? Até quando os homens vão fazer isso com a gente?”, desabafou a jovem. 

Via R7

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Bebê de 3 meses morre em casa e polícia investiga

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Criança chegou sem vida à UBS. Segundo a polícia, pais confessaram ser usuários de droga e foram detidos, mas liberados após depoimento 

Um casal está sendo investigado após chegar com o filho, um bebê de três meses, já sem vida, a uma UBS (Unidade Básica de Saúde) da zona leste de São Paulo. De acordo com a polícia, os pais confessaram ser usuários de droga e chegaram a ser detidos. Mas após prestarem depoimento, os dois foram liberados. 

A GCM (Guarda Civil Municipal) foi acionada para atender a ocorrência e, ao chegar ao local, notou que os pais estavam causando transtornos pela unidade. Pessoas que estavam na UBS relataram à GCM que a mulher estava muito agitada, gritando com o marido, culpando-o de ter se descuidado e provocado a morte do filho.

nformações da GCM, a mãe do bebê afirmou que ela e o marido estavam usando drogas e, quando perceberam, o filho estava morto. A mãe teria dado de mamar para a criança e a colocado para dormir. Depois o casal também foi descansar. Quando a mãe acordou e foi ver como o filho estava, ele não tinha mais sinais de vida.

A delegacia responsável pelo caso é o 24º DP (Ponte Rasa).

Com R7

Modelo é raptada na porta da empresa que trabalhava e estuprada dentro do carro, em SP

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Homem foi preso e não tinha relação com a vítima ou conhecidos

modelo Kallinny Trevisan Maia, que foi sequestrada e estuprada na segunda-feira (1º) pela manhã, publicou em suas redes sociais um agradecimento após ter sido encontrada pela polícia. “Vim agradecer ao apoio de todos, sou grata por estar viva e por ter o apoio de vocês. Gratião pela segunda vida que me foi dada hoje”, escreveu. 

Kallinny foi sequestrada na altura do quilometro 30 da rodovia Raposo Tavares, em Cotia, São Paulo, enquanto estava a caminho do trabalho. Imagens de câmera de segurança mostraram o momento que um homem empurrou a jovem para dentro de um carro e saiu em seguida.

Familiares de Kallinny compareceram à delegacia no momento em que a jovem foi encontrada e, segundo o pai da modelo, o suspeito que a sequestrou não tem ligação com o namorado da jovem nem com a família. A irmã da jovem afirmou que Kallinny foi encontrada com arranhões no pescoço e com machucados na boca. 

Segundo a irmã da modelo, ela foi colocada no porta-malas do veículo. “Ela só ia de casa para o trabalho e do trabalho para casa, quando saía, era com o namorado”, disse a irmã. “Ela foi ameaçada de morte e estava com uma corrente no banco detrás. Tudo aconteceu dentro do carro.”

De acordo com o funcionário da empresa em que a jovem trabalhava, um laboratório de produtos naturais, foi possível ouvir os gritos da modelo no momento do sequestro, que ocorreu por volta das 8 horas da manhã da segunda-feira. 

O funcionário estava próximo da entreda da empresa quando ouviu os gritos e correu para ver o que estava acontecendo. Segundo informações da Record TV, ele conseguiu reconhecer pela voz que eram gritos de Kallinny. 

O carro, porém, já tinha saído, quando o funcionário ligou para os pais e  começaram a percorrer a rua e a empresa com ajuda das câmeras de segurança. Pelas imagens, foi possível ver que o sequestrador parecia ter pressa. Ele a coloca dentro do carro e sai em alta velocidade. O veículo utilizado foi apreendido pela polícia e o suspeito tem passagem pela polícia por estupro. 

Via R7

Morre de Covid-19 em São Paulo o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, o “Lalau”

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Ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), estava hospitalizado com quadro de pneumonia; na madrugada deste domingo, 31, ele morreu com suspeita de covid-19

O ex juiz Nicolau dos Santos Neto, que iria completar 92 anos em julho, morreu na madrugada deste domingo 31, com suspeita de covid-19. Há alguns dias ele foi hospitalizado e internado com quadro de pneumonia. A morte de Nicolau foi confirmada à reportagem do Estadão pelo advogado do ex juiz, Celmo Márcio de Assis Pereira.

“O doutor Nicolau foi internado com quadro de pneumonia. Não vi ainda o resultado do teste, mas é mesmo provável que ele tenha sido vítima da covid-19”, disse Pereira.

O ex-juiz Nicolau ficou conhecido pela condenação em três processos relacionados a desvios de R$ 170 milhões (mais de R$ 1 bilhão em valores atualizados) das obras do Fórum Trabalhista de São Paulo na Barra Funda. À época, o magistrado era presidente do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. Quando processo se tornou público, o nome de Nicolau virou verbete para indicar roubo de dinheiro público, e ficou conhecido como “Lalau”.

“O que foi feito com o doutor Nicolau é um absurdo, uma desumanidade. Cassaram a aposentadoria dele e nunca mais a devolveram. O doutor Nicolau foi envolvido em uma trama política, não participou de nenhum desvio. Foi vítima de uma brutal injustiça. Era um homem certo, justo”, disse o advogado Celmo Pereira.

O Ministério Público Federal, alertado por denúncias de um ex-genro de Nicolau, constatou que ele amealhou patrimônio incompatível com os rendimentos de magistrado, inclusive um a casa luxuosa no Guarujá, um apartamento em Miami (EUA) e US$ 4 milhões na Suíça – todos esses bens foram confiscados pela Justiça.

Parte do montante depositado na Suíça teria sido repassada para a conta de Nicolau pelo então senador Luiz Estevão, também condenado criminalmente no mesmo processo.

O ex-juiz foi preso em caráter preventivo no ano 2000. Em 2006 foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 3.ª Região (TRF3) sob acusação de lavagem de dinheiro, corrupção e fraude no processo de concorrência do fórum. Em dezembro de 2013, o TRT2 cassou a aposentadoria de Lalau.

Concedido em 2012 pela ex-presidente Dilma Rousseff, o indulto só foi executado em 2014 devido à transferência do processo da Justiça Federal para a Justiça Estadual. Nicolau cumpriu a maior parte da pena em regime domiciliar, mas foi transferido para a Penitenciária 2 (P2) de Tremembé em março de 2013. O indultou livrou Lalau de processos penais que tramitaram contra ele.

Via Estadão

Trajetória do projétil causa reviravolta no caso do delegado baleado e modelo morta; versão sobre o suicídio de Priscila é pouco factível

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Segundo a versão do namorado, Priscila Delgado teria cometido suicídio, mas peritos apontam incongruências

As investigações sobre a morte da modelo Priscila Delgado, 27 anos, pode sofrer uma reviravolta a partir de novas evidências levantadas pela polícia. As novas informações foram reveladas pela Revista Época.

Priscila mantinha um relacionamento com o delegado Paulo Bilynskyj, 33 anos, e morreu na manhã do dia 20 de maio, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Segundo a versão de Bilynskyj, a namorada viu uma mensagem em seu celular, deu seis tiros nele e se matou em seguida.

As revelações preliminares da perícia levaram os investigadores de volta à cena do crime na sexta-feira passada. Eles fotografaram o apartamento, colheram provas materiais e registros de digitais para saber se o corpo da modelo foi arrastado pelo apartamento depois de atingida. Agora, a tese de que Priscila alvejou Bilynskyj e, no meio do tiroteio, o delegado deu um tiro certeiro no peito da modelo é a mais próxima para elucidar o caso. O que a polícia tenta descobrir é de qual arma partiu o tiro que matou Priscila.

Pelas fotos feitas pela perícia, é possível atestar que a pistola Glock 9 milímetros encontrada ao lado do corpo de Priscila não poderia ter sido usada por ela para se matar. Isso porque o carregador com capacidade para 15 tiros havia sido arrancado da arma. “A Priscila não teria como se matar com essa arma e após o ato ainda retirar o carregador. A troco do que ela faria isso?”, questiona o advogado da família da modelo, José Roberto Rosa.

É um mistério tanto para os investigadores quanto para a defesa de Bilynskyj o motivo pelo qual ele sustentou pouco antes de perder a consciência que a modelo se matou. “Se ele admitir que a modelo tentou matá-lo com esses seis tiros e ele acabou executando-a para escapar da morte, não pegaria nada porque estaria caracterizado legítima defesa”, comentou um delegado que investiga o caso.

O primo da modelo, empresário Marco Aurélio de Lima, não acredita na versão do suicídio e tampouco a de que Prscila foi executada pelo namorado em legítima defesa. “Mesmo que ela tenha disparado vários tiros contra o delegado, ele é um atirador profissional, ou seja, poderia dar um tiro nela para imobilizá-la e não para matá-la”, ressalta. O tiro que matou a modelo atingiu o coração.

Paulo e Priscila

Em uma entrevista coletiva concedida na terça-feira (19), o delegado titular da 1a Delegacia de Polícia de São Bernardo do Campo, Alberto José Mesquita Alves; e o delegado-chefe da Seccional do mesmo município, Ronaldo Tossunian, disseram que nenhuma das linhas investigatórias estava descartada. Os policiais também garantiram que não haveria suspeição na apuração do crime, apesar de Bilynskyj estar sendo investigado pelos seus pares. No entanto, um fato acendeu a luz amarela no caso. No boletim de ocorrência lavrado no dia do crime consta que havia dentro do apartamento um arsenal bélico, incluindo dois fuzis, sendo que um deles estava sem identificação. No fim de semana, a Secretaria de Segurança Pública disse que houve um engano em relação a essa arma clandestina. Isto é, só havia um fuzil – e com registro – no apartamento de Bilynskyj.

No chão do corredor, em meio a poças de sangue, havia uma pistola Glock 9mm. Sobre o sofá da sala estava uma carabina Taurus CTT 40. As demais (duas pistolas, um fuzil com registro, uma metralhadora e uma espingarda) estavam distribuídas sobre a cama do quarto de hóspedes e num armário. 

A advogada contratada pela família do delegado para acompanhar o inquérito, Priscila Silva da Silveira, disse que não pode se pronunciar sobre o resultado da perícia que teria atestado que não houve suicídio porque ele ainda não está no inquérito. “Estou com ele (inquérito) aberto aqui e não estou vendo”, afirmou. Questionada se a defesa de Bilynskyj mantém a tese do suicídio ou se vai esperar o delegado ficar lúcido para ele contar o que, de fato ocorreu no apartamento, ela respondeu que Bilynskyj falará em breve. “A investigação está sob segredo de justiça. (…) Os policiais que devem responder”.

Além da revolta com a morte da modelo, a família de Priscila se mostrou indignada pelo fato de a família do delegado Bilynskyj ter ido até o apartamento do casal e recolhido todos os pertences de Priscilla. Os objetos foram depositados em sete sacos de lixo preto, acomodados no hall de entrada do prédio.  “Minha filha merece respeito”, reclamou o pai, Wilmar Brunismann de Barros.

De acordo com o último boletim médico, Bilynskyj ainda está na UTI do Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, com pneumonia e febre.

Com Época

Caso Paulo Bylinskyj: Trajetória da bala contraria tese de suicídio da modelo

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Advogado da família da modelo acredita que delegado Paulo Bylinskyj atirou na namorada após ser baleado

A versão de que a modelo Priscila Delgado de Bairros, de 27 anos, cometeu um suicídio, tese até agora sustentada pela investigação, não bate com o exame necroscópico do corpo. Policiais dizem que a trajetória da bala que atingiu o coração da jovem reforça indícios de que o tiro não teria sido disparado por ela.

Priscila morreu no dia 20 após um confronto com o namorado, o delegado Paulo Bylinskyj, no apartamento dele, em São Bernardo do Campo (SP). Ele diz ter sido baleado seis vezes e segue internado em um hospital da cidade.

A defesa da família de Priscila acredita que o delegado possa ter atirado na modelo. “A minha sugestão é que é possível que eles tenham entrado em luta e, ele baleado, acabou retirando a arma da mão dessa moça e acabou disparando um tiro fatal”, diz o advogado José Roberto Rosa.

O primo de Priscila, que também prefere preservar a identidade, questiona o fato de a arma ter sido deixada na cena do crime sem o carregador e com uma bala não disparada. “Aquilo lá parece vício de alguém que usa muita arma”, afirmou. “Como a Priscila se daria um tiro no peito e descarregaria arma? Está muito mal contado isso.”

Nesta quinta-feira (28), pelo segundo dia seguido, policiais da delegacia que investiga o caso estiveram no prédio onde ocorreu o crime. Na quarta-feira (27), delegados, investigadores e até um médico legista fizeram uma nova perícia no apartamento. A arma usada no crime foi levada para o local. 

Na portaria do prédio do delegado, o pai dele deixou em sete sacos de lixo as roupas e todos os objetos pessoais da modelo Priscila Delgado. Para retirar os pertences, a defesa da família precisou assinar um recibo. Por telefone, de Curitiba, uma prima que falou em nome da família, mas não quis revelar a identidade, disse que todos estão indignados.

“Não é justo conosco, com a Priscila , com a memória dela”, diz a prima. “Ela era uma pessoa maravilhosa. A gente sabe que ela não faria isso. A maneira como está sendo tratada a memória dela. A forma como as coisas dela foram descartadas, como se ela não fosse nada. Isso a gente não aceita.”

Prima contesta versão de delegado

A prima e melhor amiga da jovem Priscila Delgado Bairros nega que ela tenha tirado a própria vida, com um tiro no peito.

A prima afirma que tudo no relacionamento teria acontecido muito rapidamente e que quando os amigos e familiares conheceram Paulo teriam entendido a cumplicidade do casal. “Até certo ponto a gente pode intervir, mas tem coisas que só a pessoa pode fazer. O Paulo fazia de tudo para agradar ela. Super querido e protetor.”

Priscila Delgado Bairros se dedicava à organizar a cerimônia de casamento no cartório com Paulo, que aconteceria dia 5 de junho. Ela e a prima se falaram pela última vez no dia 13 de maio. Segundo ela, a modelo pediu à amiga dicas de lojas de roupas para usar no casamento. “Preciso ver logo para dar tempo de chegar”, disse Priscila à prima.

“Ela era muito preciosa e eu falei isso pra ele quando ele estava na minha casa. Falei olhando no olho dele, você sabe que você está levando uma joia para a sua casa. Cuida dela. Ele prometeu que ia cuidar dela. Não era assim que era para ter terminado.”

Paulo trocava mensagens com a mãe da namorada, a quem chamava de “sogrinha”. “Oi, Sogrinha, tudo bem? Amanhã cedinho eu tô indo para Curitiba para buscar a Priscila, e a gente vai se conversando, mas pode deixar que eu vou cuidar muito bem dela. Fica tranquila. Um super abraço.”

Mensagens mostram que depois de se mudar para o apartamento de Paulo, Priscila mandou uma mensagem para a prima, no final de abril, em que fez uma revelação. “O pai do Paulo não sabe que vim morar aqui. Ele acha que eu vim só passar alguns dias.”

Em outra mensagem, a modelo fala que o casal iria visitar os pais dela no sul no fim se semana e enviou os comprovantes das passagens aéreas. “A gente vai semana que vem lá pra Parobé. Dia 22. A gente vai na sexta e volta no domingo. O Paulo tá muito ansioso pra conhecer meus pais, daí a gente vai pra lá. E amanhã, à princípio a gente vai marcar o casamento.”

“Sogrinha, ontem a noite a gente comprou as passagens para vocês virem, tá? Já está tudo garantido. A gente conseguiu um preço bom”, disse o delegado nas mensagens. 

Agora, os investigadores da polícia devem investigar o conteúdo das mensagens para apurar o que aconteceu no apartamento do casal. Na versão do delegado, Priscila teria tentado matá-lo por ciúmes depois de ver uma mensagem de outra mulher no celular dele.

Jovem morta por ex em armadilha estava grávida e recusou aborto

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O suspeito era casado e tinha uma filha. O relacionamento entre ele e a vítima já havia terminado quando cometeu o crime

O caso da jovem Nayara da Silva, de 21 anos, que morreu atropelada pelo ex-namorado enquanto andava de motocicleta em Itanhaém, São Paulo, no dia 17 de maio, mudou de rumo nesta quarta-feira (27/05).

Segundo depoimento do amigo de Márcio Manoel dos Santos, ex-companheiro da vítima, Nayara estava grávida e recusou fazer um aborto após pressão do suspeito. A Polícia Civil investigou que o homem é casado e tem uma filha.

A vítima e o acusado já tinham terminado o relacionamento quando Márcio armou o atropelamento. Ela foi seguida pelo ex do trabalho até em casa.O amigo que prestou depoimento estava junto ao homem no carro durante perseguição. Ao jogar o veículo em cima da moto e matar Nayara, o dois fugiram.

Apesar de o corpo ter sido examinado pelo Instituto Médico Legal (IML), não foi feito um teste de gravidez para confirmar a suspeita. De acordo com as investigações e depoimento de testemunhas, tratava-se de um relacionamento abusivo por parte de Márcio.

A família da vítima também não soube confirmar a suspeita da gravidez. “A gente desconhece esse relacionamento e o fato de ela estar grávida. Por isso, queremos que toda a verdade seja encontrada. Estamos aliviados que a justiça está sendo feita e em saber que o caso foi esclarecido”, disse a tia da vítima Maria Aparecida, de 52 anos, ao portal G1.

Márcio segue foragido

O paradeiro de Márcio ainda é desconhecido e a polícia segue em busca do suspeito.

Ex-namorado prepara armadilha e mata jovem atropelada em rodovia paulista

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Ex-namorado, que está foragido atropelou a jovem por não aceitar fim do relacionamento

A jovem Nayara da Silva, de 21 anos, morreu após sofrer um acidente e depois ser atropelada ao pedir ajuda no meio de uma rodovia no último dia 17 de maio, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Segundo as investigação, ela foi vítima de uma armadilha feita pelo ex-companheiro Márcio Manoel dos Santos que armou o primeiro acidente, após o casal terminar o relacionamento. As informações são do G1.

Márcio está foragido

Nayara sofreu um acidente de moto na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega e morreu atropelada enquanto pedia ajuda. O veículo dela foi encontrado embaixo da defensa metálica do acostamento. Familiares informaram à polícia que o percurso que ela fazia era rotineiro e que a jovem sempre foi cautelosa na direção.

Com isso, policiais do 2º DP de Itanhaém passaram a investigar se a vítima tinha desavenças com alguém. Colegas do supermercado onde Nayara trabalhava informaram que ela havia relatado ter recebido ameaças do ex-companheiro.

Os investigadores efetuaram diligências para entender os fatos que antecederam o momento que ela teria caído da motocicleta. Durante a apuração do caso, os policiais encontraram uma câmera do monitoramento municipal captando a saída da vítima do supermercado, com um veículo cinza logo atrás.

A placa do veículo levou os policiai até José Maurício da Silva Pereira, amigo do ex-companheiro da vítima. De acordo com a polícia, ao chegar na residência de José Maurício, ele disse que já sabia porque estava sendo procurado.

Nayara morreu atropelada pelo ex

Na delegacia, o dono do veículo contou que Márcio havia pedido o carro emprestado. Por volta das 18h do dia 17 de maio, eles saíram de um churrasco e foram até o supermercado em que a vítima trabalha de carro.

Ambos esperaram a vítima sair do supermercado e a perseguiram até a rodovia, onde Márcio jogou o veículo em cima da motocicleta que ela conduzia, causando a colisão dos veículos e fazendo com que ela sofresse um acidente. Eles fugiram em seguida e voltaram ao churrasco.

De acordo com o dono do veículo, o carro passou por conserto, para ocultar o crime. A informação foi confirmada pela polícia com o mecânico que fez os reparos. Maurício foi indiciado e está preso. Márcio teve a prisão preventiva decretada e está foragido.

Ainda segundo a polícia, o motorista que atropelou Nayara não tem envolvimento com o crime. ele não conseguiu frear a tempo de evitar a colisão. A jovem veio a óbito no local.