Como beber álcool durante pandemia afeta a saúde mental

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Especialistas alertam para riscos de ansiedade e depressão com o consumo excessivo de álcool. Beber moderadamente, no entanto, pode ser saudável

Entre tantas válvulas de escape buscadas pelas pessoas no isolamento causado pela pandemia do novo coronavírus, o consumo excessivo e frequente do álcool é nocivo não apenas à saúde física como também à mental.

Seja em chamadas ao vivo com amigos, ao lado de familiares ou momentos de solidão, o álcool se torna uma má companhia no confinamento.

O que inicialmente seria uma tentativa de fugir da ansiedade e do estresse torna-se, portanto, justamente uma forma de se intensificar estes problemas. O hábito pode ainda desencadear quadros de depressão, relata o psiquiatra Alexandre Karam.

“O uso excessivo, frequente e a longo prazo de álcool está associado a um maior risco de depressão”, explica ele. Karam cita que quadros depressivos ocorrem em cerca de 40% dos dependentes de álcool.

Segundo o psiquiatra, as inseguranças vividas pelas pessoas podem fazer com que o consumo do álcool seja mais frequente e, assim, mais danoso à saúde mental.

Há, segundo Karam, diversas maneiras de se identificar a dependência do álcool: o alcóolatra bebe mais do que gostaria ou deseja controlar o uso, mas não consegue; o desejo intenso de beber; a interferência negativa na rotina profissional, familiar ou social pelo uso do álcool; tolerância, quando se consome quantidades maiores para obter o mesmo efeito; e síndromes de abstinência ao se interromper o consumo, como tremores, por exemplo.

Exercícios para combater ansiedade

O melhor caminho indicado por Alexandre Karam para evitar este hábito são os exercícios. Karam recomenda a todos atividades físicas e técnicas de relaxamento, que são “bons aliados no controle da ansiedade”. É válido, também, segundo ele, evitar estimulantes (como café, refrigerantes com cafeína, mates e energéticos).

Além disso, se a ingestão excessiva de bebidas alcóolicas é danosa à saúde física e à mental, seu consumo moderado pode ser positivo.

O infectologista Munir Ayub explica que o beber de forma consciente e em poucas quantidades – uma taça de vinho por dia, aconselha – ajuda o sistema imune no combate a infecções, como o próprio coronavírus: “melhora até a resposta imunológica, com aumento de antioxidantes.”

Em casos mais intensos, Karam recomenda a busca por atendimento médico psiquiátrico para tratamento do quadro de ansiedade com medicamentos ou a abordagem psicoterápica, feita por psicólogos. Ele ressalta que, neste contexto de pandemia, vários profissionais que trabalham com saúde mental atendem pela internet por conta do isolamento.

Danos ao corpo

Munir Ayub alerta que, além dos danos como ansiedade, estresse e depressão, o alcoolismo “pode levar à diminuição da resposta imunológica, tornando as pessoas mais sensíveis e mais suscetíveis à infecção”.

O infectologista comenta, ainda, que este hábito geralmente faz as pessoas se alimentarem menos: “é muito comum a troca da bebida alcóolica em relação à alimentação normal, levando à desnutrição”. A diminuição na alimentação, prossegue ele, é mais um fator de piora no sistema imunológico.

Para além dos danos ao sistema imune, Ayub lembra que o consumo excessivo causa doenças no fígado, “que seriam um outro fator agravante”.

Via R7

A má qualidade do sono desperta o Alzheimer

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Dois estudos científicos sugerem um vínculo entre a insônia e o aumento do risco de desenvolver a doença

As noites sem dormir afetam o cérebro. Mais do que parece. Além do cansaço e da falta de concentração no dia seguinte, o desempenho cognitivo pode sofrer a longo prazo e de forma mais grave. Um estudo da Fundação Pasqual Maragall, especializada na pesquisa da doença de Alzheimer, encontrou mudanças na estrutura cerebral que sugerem uma ligação entre a insônia e o desenvolvimento dessa doença neurodegenerativa.

Pesquisas realizadas com pessoas saudáveis ​​constataram que as que sofrem de insônia apresentam alterações em algumas áreas do cérebro que também são afetadas nos estágios iniciais da doença de Alzheimer. Os danos cerebrais nessa doença neurológica começam muito antes de o paciente desenvolver os primeiros sintomas.

Não é a primeira vez que distúrbios do sono são relacionados a um alto risco de demência. Um estudo multicêntrico publicado em 2018 na revista Alzheimer’s & Dementia já apontava que a insônia na meia idade está associada a um risco mais elevado desse tipo de doença neurodegenerativa.

A pesquisa da Fundação Pasqual Maragall, realizada com 1.683 pessoas saudáveis ​​—615 delas com insônia— e publicada na revista Alzheimer’s Research and Therapy, confirma que os participantes com distúrbios do sono tinham um volume menor em regiões cerebrais como o precuneus ou o córtex cingulado posterior. “São áreas que participam de redes que trabalham no funcionamento da memória, do desempenho…

É nessas áreas que se acumulam os danos neurológicos nos estágios iniciais da doença de Alzheimer. Pode ser que estejam acumulando danos ou que, por si só, tenham menos volume “, explica Oriol Grau, primeiro signatário do estudo.

Além disso, a pesquisa encontrou mudanças na substância branca do cérebro —onde estão os axônios, os “fios” que conectam os neurônios com outros. “Sabemos que uma perturbação nessa substância pode afetar a cognição.

O perfil das mudanças que encontramos pode sugerir que existe um tipo de inflamação ligada à insônia. O que não sabemos é qual é o papel da inflamação”, diz Grau. Os pesquisadores também descobriram que os efeitos da insônia são potencializados nos portadores da variante genética APOE-ε4, que confere um maior risco de sofrer da doença de Alzheimer. “A conclusão é que, embora a magnitude do efeito seja pequena, este estudo traz a evidência de que há um elo entre a insônia e o risco da doença de Alzheimer: pessoas com insônia refletem alterações ligadas a essa doença”, conclui Grau.

Em linha com o estudo da Fundação Pasqual Maragall, pesquisadores suecos descobriram que, depois de submeter homens jovens saudáveis ​​a uma noite sem dormir, os níveis sanguíneos da proteína tau —um biomarcador da doença de Alzheimer— estavam mais altos. O acúmulo dessa proteína, responsável por estabilizar e ajudar a montar o esqueleto dos neurônios, é um dos sinais biológicos que aparecem no cérebro das pessoas com Alzheimer. A tau é, junto com a proteína beta-amiloide, o alerta de dano neurológico por causa desta doença degenerativa.

A insônia é um fator de risco. Não causa, por si só, a doença de Alzheimer, mas aumenta o risco de demência. Mas os mecanismos não são claros

ALBERT LLEÓ, DIRETOR DA UNIDADE DE MEMÓRIA DO SERVIÇO DE NEUROLOGIA DO HOSPITAL SANT PAU, EM BARCELONA

Leia a REPORTAGEM COMPLETA no El País

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Qual o melhor esporte para a saúde de acordo com sua idade

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Os efeitos benéficos que o esporte tem sobre nossa saúde são muitos e já comprovados

Encaixar uma atividade física na rotina pode reduzir o risco de problemas cardiovasculares, alguns tipos de câncer e ajuda a combater diabetes do tipo 2, por exemplo.

Além disso, contribui para preservar nossa saúde mental: ao aumentar o nível de endorfinas em nosso corpo, exercícios impactam nosso estado de ânimo e nossa autoestima.

Pode soar óbvio dizer que ter 20 anos não é o mesmo que ter 40. Mas também é lógico pensar que nem todos os esportes são adequados para todas as faixas etárias.

Não saber adequar a atividade física aos anos que vamos somando ao calendário pode, de fato, acarretar certos riscos ao nosso bem estar físico (e mental, se considerarmos a frustração de perceber esse desgaste físico), dizem especialistas.

Mulher mais velha com roupa de academia
Manter-se ativo ao longo da vida leva a uma condição melhor na velhice

A professora de fisioterapia Julie Broderick, do Trinity College de Dublin, na Irlanda, elenca em um artigo no The Conversation, publicação online aberta sobre discussões acadêmicas, quais tipos de esporte são mais adequados de acordo com cada fase da vida.

Estas são suas recomendações gerais.

Na infância

Fazer exercícios ajuda as crianças a manter um bom peso, contribui para a formação de músculos mais fortes, estimula a autoconfiança e ajuda a desenvolver padrões de sono regulares.

menina em pula-pula
Durante a infância, é importante dedicar algum tempo a atividades ao ar livre não programadas

Durante essa etapa da vida, é recomendável provar diferentes esportes para fortalecer habilidades diferentes – desde natação até esportes com bola ou luta.

Especialistas também aconselham que crianças pratiquem atividades físicas não programadas ao ar livre, como brincar no parque ou no quintal.

Na adolescência

Durante a adolescência, costuma-se perder o interesse em esportes, como destaca Broderick.

Mas continuar ligado a alguma atividade física, nessa fase de mudanças, é muito benéfico para manter um bom condicionamento físico e, ainda, ajuda a controlar o estresse e a ansiedade.

Na medida do possível, é recomendável que adolescentes participem de alguma atividade em equipe. Isso os mantém motivados, ampliando seu círculo social e desenvolvendo a disciplina.

Três adolescentes participam de equipe de basquete
A adolescência é uma fase em que as pessoas tendem a abandonar o esporte, então participar de times pode ser um caminho para manter interesse

Se não for possível, esportes completos como a natação e o atletismo podem ajudar a manter a forma, segundo as recomendações de Broderick.

Aos 20

Essa é a década da nossa vida em que podemos alcançar nosso melhor nível físico, conforme apontam especialistas.

Os tempos de reação e de recuperação chegam ao seu ápice nessa fase e o corpo bombeia oxigênio para os músculos de forma mais rápida que nunca.

Tente obter o máximo rendimento de sua capacidade física, provando diferentes tipos de esporte: rugby, remo ou mesmo levantamento de peso na academia.

Faça ainda com que seus treinos sejam variados e tente combinar o trabalho aeróbico, anaeróbico e de resistência.

Aos 30

Manter a força e a saúde cardiovascular é um passo importante, mas também desafiador. A realização de trabalhos sedentários ou de obrigações familiares podem fazer com que seja difícil reservar um espaço para o esporte em nossas vidas nessa idade.

Por isso, é necessário usar a inteligência.

Homem em forma fazendo exercício
Os treinos de alta intensidade permitem realizar um bom volume de exercícios sem exigir muito tempo

Os especialistas recomendam treinos curtos, mas de alta intensidade (conhecidos como HIIT, na sigla em inglês) fazendo sprints, em bicicleta, correndo ou reduzindo os tempos de descanso ao fazer circuitos de resistência.

Para as mulheres, especialmente depois de ter filhos, é recomendável fazer exercícios de Kegel para fortalecer os músculos do assoalho pélvico.

Além disso, é importante fazer mudanças na rotina para manter os treinos interessantes – já que, com uma agenda carregada de compromissos, pode ser fácil se esquecer do esporte.

Aos 40

É nessa idade que a maioria de nós começa a ganhar peso. E, segundo os cientistas, os treinos de resistência (aqueles que utilizam a força) são os melhores para vencer essa batalha contra a balança.

O uso da força durante os treinos mira o acúmulo de gordura e reverte a perda de massa muscular, que acontece entre 3 e 8% por década de vida.

Homem com roupa casual levantando uma barra de peso livre
Os pesos podem assustar, mas são uma excelente forma de combater gordura e perda de massa muscular

Uma sugestão seria começar a incluir mais exercícios de força feitos com halteres nos treinos para, depois, apostar nas máquinas de musculação.

Essa é também boa fase para começar a correr, o que ajuda o coração, como aponta Broderick. E, ao acrescentar pilates, é possível fortalecer as costas, que podem começar a apresentar sinais de problema.

Aos 50

O desgaste físico se acentua nesta década: podem aparecer dores, desconfortos e mesmo doenças crônicas, como as relacionadas ao coração e à diabetes do tipo 2.

No caso das mulheres, a redução dos níveis de estrógeno faz crescer o risco de doenças cardiovasculares.

Três mulheres caminhando em um cais
Exercícios aeróbicos ajudam a manter o coração saudável

O conselho seria, então, incluir em sua atividade física semanal duas sessões focadas em resistência para manter a massa muscular. E, ainda, realizar exercícios cardiovasculares como caminhar ou correr, usando pesos para tornozelos, ou mesmo algo completamente diferente, como tai chi chuan e ioga, que trabalham o equilíbrio.

Aos 60

A partir dos 60, há mais riscos de enfermidades crônicas. Investir nos exercícios reduz a possibilidade de que esses problemas apareçam, como defendem os cientistas.

Os mais aconselháveis nesta idade são as danças de salão e exercícios leves de força e flexibilidade, uma ou duas vezes por semana, que não tenham tanto impacto nas articulações.

A hidroginástica é uma opção ideal, já que seu impacto é mínimo e trabalha os músculos com a resistência da água.

casal de idosos com roupas para dança de salão
Frequentar aulas ou grupos de dança é uma excelente ideia para manter uma atividade física moderada e ainda abre a oportunidade de conhecer gente

Não se deve esquecer, ainda, do exercício cardiovascular, que pode ser, por exemplo, uma caminhada de ritmo leve.

Aos 70 anos ou mais

Ao chegar neste ponto, o objetivo é se manter levemente ativo e prevenir a fragilidade e as quedas. Além disso, a atividade física ajuda em termos cognitivos.

Vale caminhar e incluir algum exercício de força na semana, mas sempre sob orientação médica.

O importante, no fim das contas, é manter um nível de atividade física equilibrado ao longo da vida. VIA BBC BRASIL

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Exercício físico: Três mitos sobre a proteína whey

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Esta é a proteína mais usada pelos praticantes das diversas atividades esportivas

Embora seja associada a quem pratica exercício físico e pretende aumentar os níveis de massa muscular face aos níveis de massa gorda, a proteína em pó é um produto que pode ser utilizado com outros propósitos, uma vez que os seus benefícios vão muito além dos músculos, incluem também os ossos, as cartilagens e o sangue.

Apesar de segura, o consumo deste tipo de suplemento deve ser ponderado e, sobretudo, aconselhado por um especialista. 

Três mitos sobre a proteína whey, a preferida dos praticantes de esportes

1. Quanto mais whey tomar, mais músculo vou ter

Mito. A ingestão de proteína whey de forma adequada estimula a síntese muscular proteica na construção de nova massa muscular, mas o nosso organismo tem uma capacidade limitada de absorção de proteína.

2. Quem tem intolerância à lactose não pode tomar whey

Mito. Há vários tipos de whey. A opção concentrada não é adequada a quem tenha intolerância à lactose, contudo, a whey isolada e a hidrolisada passam por processos de produção que lhes retiram a grande parte da lactose presente.

3. A whey só pode ser tomada depois do treino

Mito. A whey é uma proteína de absorção rápida e pode ser tomada em vários momentos do dia. Procure sempre aconselhamento de um especialista. 

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12 sinais que sua tireoide dá quando não está bem

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Veja o que a endocrinologista Dra. Rosália Padovani fala sobre o assunto!

Responsável por produzir e excretar os hormônios T3 e T4, a tireoide garante o funcionamento de diversas funções do nosso organismo. Mas, apesar de ser extremamente importante, geralmente esta glândula só é lembrada quando o corpo dá sinais de que ela não está bem. Alterações de função da glândula tireoidiana podem  gerar reações que devem ser observadas com atenção, já que os hormônios citados devem ser produzidos na medida certa para que nosso corpo se mantenha em perfeito equilibrio. Nem falta e nem excesso!!!

Quando os hormônios são produzidos e liberados em excesso, ocorre o chamado hipertireoidismo – também conhecido como tireotoxicose. Já quando a glândula está meio “preguiçosa” e não produz os hormônios na quantidade suficiente, causa o hipotiroidismo, explica a endocrinologista da Santa Casa, Dra. Rosália Padovani. Para identificarmos se a tireoide está em equilíbrio ou em desequilíbrio listamos 12 sinais. Confira:

1- Ai, que raiva! 

Irritabilidade, nervosismo, falta de paciência, insônia e até mesmo crise de ansiedade podem ser sinais de que sua tireoide anda meio “estressada”.

2 – Bate, coração…

Taquicardia e a sensação de que o coração está palpitando além do normal também é um alerta.

3 – Pico de pressão

Caso apresente alguma alteração na pressão arterial é necessário uma investigação. Hipertensão é um dos sintomas e a causa pode ser o hipertireoidismo.

4 – Transpiração…

O suor excessivo também indica que sua tireoide pode estar descompensada. Sentir frio em temperaturas altas ou ondas de calor em temperaturas baixas são sintomas que também requerem  investigação.

5 – Ai! Que cansaço.

Fadiga, cãibras e dores musculares com episódios de formigamentos merecem atenção

6 – Que tristeza…

Falta de vontade de fazer qualquer coisa, melancolia e crises de choro repentinas são sinais que não devem ser ignorados.  

7 – Direto no olhar!

Olhos “esbugalhados” ou olhar parado e assustado pode  indicar hipertiroidismo – excesso dos hormônios T3 e T4. Por outro lado, os olhos inchados podem ser consequências do  hipotireoidismo.

8 – De olho no colesterol e triglicérides

Elevação do colesterol total e do LDL (conhecido como colesterol ruim), são importantes para o diagnóstico.

9 – Em guerra com a balança…

Perder peso de forma rápida e sem dieta ou dificuldade para perder peso e inchaço, são alertas que podem indicar que a tireoide está desequilibrada.

10 – Ih! Esqueci…

Além da falta de memória, dificuldade de concentração e raciocínio lento são sintomas comuns.

11 – Na pele e no cabelo

Queda de cabelo, pela fria, ressecada ou áspera não são somente questões estéticas, mas também de saúde.

12 – Bócio alterado

A glândula da  tireoide fica localizada na região anterior ao pescoço. Fique atenta ao aumento de volume nesta região. via Notícias ao Minuto

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Saiba como o cigarro eletrônico afeta os pulmões

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Três casos de Evali – uma doença no pulmão, relacionada ao uso do cigarro eletrônico – foram confirmadas no Brasil

O cigarro eletrônico está cada vez mais popular no Brasil. Entretanto, muita gente não sabe que ele provoca tanto mal. Só nos Estados Unidos, são 48 mortes associadas ao uso do cigarro eletrônico e quase 2.300 internações.

No Brasil, três casos de EVALI, uma doença no pulmão, relacionada ao uso de cigarro eletrônico, foram confirmadas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), os pacientes usaram cigarro eletrônico com tetraidrocanabinol (THC) em dispositivos adquiridos nos EUA.

Os sintomas respiratórios da EVALI podem ser confundidos com uma gripe. São eles: tosse, falta de ar, dor no peito, dor abdominal, febre, calafrios.

Os médicos alertam que, se tiver estes sintomas, a pessoa precisa procurar ajuda e nunca esconder o uso de cigarro eletrônico.

Cigarro eletrônico queima o pulmão — Foto: Arte/TV Globo
Cigarro eletrônico queima o pulmão — Foto: Arte/TV Globo

Cigarro eletrônico e pulmão

O vapor do cigarro eletrônico e as substâncias tóxicas que ele contém queimam a membrana dos pulmões, prejudicando a troca gasosa de oxigênio por CO2. Essa troca é fundamental para manter as células vivas. Sem oxigênio, elas morrem.

Segundo a cardiologista Jaqueline Scholz, acredita-se que os danos do cigarro eletrônico sejam atualmente maiores devido à potência dos novos vaporizadores. Via G1

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ungos surgem em unhas de cliente após o uso de produto popular em salão

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Nos Estados Unidos, ao invés de passarem o esmalte, mulheres mergulham as mãos em uma tintura em pó

Um incidente em um salão de beleza na Carolina do Norte, Estados Unidos, deixou diversas mulheres assustadas. Dias após fazer as unhas com uma manicure em um estabelecimento da cidade de Greensboro, uma mulher teve uma ingrata surpresa.

WFMI News Images/Reprodução

Fungos atacaram as mãos dela, deixando o local sangrando e cheio de pus. Segundo a emissora WFMY, a contaminação se deu após o uso de um produto que está se tornando popular nos Estados Unidos conhecido por dip powder, uma espécie de esmalte em pó.

Ao invés de passarem o esmalte, as clientes costumam mergulhar as mãos em um pó e saem com elas quase pintadas. Como várias pessoas fazem o mesmo procedimento e aplicam com frequência o produto, a contaminação torna-se fácil.

“Percebi dias depois que tinha alguns pontos ao redor e tentei passar alguns cremes, mas só piorava”, contou Bethany à emissora.

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Sem cirurgia, mulher emagrece mais de 100 kg praticando Zumba

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Chrys Rezende, de 41 anos, aliou a prática a uma mudança de hábitos alimentares e, hoje, é instrutora da modalidade; conheça a história dela

Perder peso é tarefa difícil para muita gente, mas uma mulher é a prova de que, quando há força de vontade e determinação, é possível alcançar resultados quase que inimagináveis.

Chrys Rezende, de 41 anos, sofreu por 30 com a obesidade e, quando chegou aos 164kg, recorreu a uma cirurgia bariátrica, que a fez perder 54 kg. Acontece que, depois de dez anos, ela engordou mais do que havia emagrecido: foram 79 kg, até chegar a pesar 187 kg.

Chrys entrou em depressão e chegou a tentar suicídio diversas vezes, tanto por ter voltado à estaca zero quanto por ver o sofrimento do filho, que sofria bullying na escola por ter uma mãe obesa. Foi então que, certo dia, a vida de Chrys mudou. Na tentativa de tirá-la de casa, algumas amigas resolveram levá-la a uma aula de Zumba. E ela nunca mais deixou de ir.

Chrys tomou gosto pela prática e emagreceu nada menos que 40 kg, dessa vez sem cirurgia. Os resultados foram refletidos em motivação, e ela parou de fumar, de tomar refrigerante e passou a adotar uma alimentação mais saudável — além, é claro, de seguir dançando.

Hoje, no total, Chrys perdeu mais de 100 kg e se tornou instrutora de Zumba.

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Cinco maneiras de baixar a tensão arterial

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Um estilo de vida saudável pode ser a resposta para o problema

A tensão arterial é a pressão que o sangue exerce nas paredes das artérias, enquanto o coração bombeia o sangue pelo corpo. Saber como baixar a tensão arterial rapidamente pode ser muito útil para aqueles que sofrem com hipertensão arterial, já que a patologia pode potenciar o risco do aparecimento de doenças cardíacas e de acidente vascular cerebral.

É possível baixar a tensão arterial rapidamente com pequenas mudanças no estilo de vida. Essas mudanças podem reduzir significativamente o risco de patologias associadas, sem a necessidade de medicamentos.

  1. Exercícios físicos: Apenas 30 minutos de caminhada pode reduzir a pressão arterial. O coração fica mais forte e bombeia o sangue com menos esforço, colocando menos pressão nas artérias e diminui a tensão arterial.
  2. Alimentação proibida e aconselhada: Deve reduzir a ingestão de sódio, beber menos álcool, reduzir os alimentos processados, açúcar e carboidratos e ingerir mais potássio. 
  3. Controlar o stress: O stress é um dos principais impulsionadores da tensão alta. 
  4. Dormir bem: O sono faz baixar tensão arterial rapidamente. Se a pessoa não dorme bem, isso pode afetar a tensão arterial.
  5. Parar de fumar: A longo prazo, as substâncias químicas presentes no cigarro aumentam a tensão arterial, danificando as paredes dos vasos sanguíneos, causando inflamação e prejudicando as artérias.

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Mulher tem parte da cabeça necrosada após fazer luzes em salão

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Mariana Nunes, de 31 anos, precisou raspar o local e os fios não cresceram mais

Uma mulher de 31 anos teve queimaduras de quarto grau no couro cabeludo após realizar luzes no cabelo em abril do ano passado. Mariana Nunes fez o procedimento num salão do bairro do Tatuapé, em São Paulo, e agora pede na Justiça uma indenização de 100 mil reais pelos danos causados.

Em entrevista à Veja SP, ela contou que precisou a raspar a cabeça e privar-se do convívio social pelo risco de contaminação. Assim que o cabeleireiro começou a enrolar os papeis para fazer o procedimento em seu cabelo, ela afirma ter sentido uma ardência muito forte e pediu para que ele parasse. “Ele disse que era uma reação ao pó e iria trocá-lo”, relatou à reportagem.

Durante e após o processo, Mariana sentiu a formação de uma bolha, mas o profissional, chamado Alan Marinho, do salão Comece pela Cor, afirmou que se tratava apenas de uma alergia e finalizou o serviço. Ele não foi localizado pela reportagem.

A advogada de Mariana, Lygia Morseli, contou ao veículo que, após os ferimentos surgirem na cabeça, profissionais do salão pediram a ajuda de uma podóloga para cauterizar a área afetada. “Ela fez uma queimadura sobre outra queimadura, destruiu o bulbo capilar”, afirmou Lygia.

Ao final, Mariana pediu o reembolso de 250 reais gastos no salão, mas, segundo ela, eles garantiram que passariam o caso para a dona e que o problema era do produto, e não do salão. A marca do cosmético não foi informada para ela.

Infecção e necrose

Segundo a reportagem, as reações foram piorando e o local teve uma infecção, fazendo com que Mariana tivesse uma necrose. Foi então que ela conta que não teve opção a não ser raspar os fios — não nasceu mais cabelo no local afetado.

Foi então que Mariana entrou na Justiça para pedir reparação dos danos sofridos, a ação pede a reparação dos danos morais e estéticos sofridos por ela. Sem conseguir contatar os responsáveis do Comece pela Cor, nesta semana, o processo foi alterado para abranger também os responsáveis pelo novo salão instalado no local, o Pink Luxo. Mariana e Lygia dizem que o CNPJ se manteve o mesmo após a mudança de nome.

Tayna Rayssa, apontada como sendo a dona do estabelecimento, o salão era de propriedade de sua mãe, Naiara de Oliveira, em nome de quem foi feita a transferência com a devolução dos 250 reais pagos pelo procedimento. Ela afirmou à Veja SP estar presente no dia do acidente com Mariana e falou sobre a cauterização feita às pressas. “Não imaginava que tinha chegado a esse ponto”, afirmou.

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