Justiça proíbe cultos de Silas Malafaia

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A Justiça do Rio determinou, na última quinta-feira (9), que a Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo — liderada pelo empresário Silas Malafaia – não realize cultos durante a pandemia

A Justiça do Rio determinou, na última quinta-feira (9), que a Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo — liderada por Silas Malafaia — não realize cultos durante a pandemia do coronavírus. A informação é do Portal G1.

A decisão é do desembargador Agostinho Teixeira, do Tribunal de Justiça do RJ, que acolheu recurso do Ministério Público. Em caso de descumprimento, a igreja pode ser multada em R$ 10 mil.

No recurso, o MP sustenta que o pastor Silas Malafaia teria manifestado publicamente a intenção de descumprir as medidas restritivas de aglomeração de pessoas, diz a reportagem. 

Em entrevista a VEJA, Malafaia afirma ser “absurda” e uma “vergonha” a proibição. O religioso alega que, desde 19 de março, não abre mais as portas dos templos aos fiéis para evitar aglomeração em meio à pandemia de coronavírus.

“É (uma decisão) absurda. Ninguém pode ser processado duas vezes”, ressaltou Silas Malafaia. “É uma vergonha. O processo foi redistribuído. O desembargador não teve nem o trabalho de ver que já havia uma decisão”, completou o pastor, lembrando que o seu advogado só conseguiu acesso ao texto na tarde desta sexta-feira.

A nova decisão do desembargador Agostinho Teixeira diz: “Penso que, nesse estado de crise, sem precedentes, as igrejas também devam suspender as suas atividades presenciais, resguardando assim a saúde e o direito fundamental à vida”. Ele cita ainda decreto do presidente Jair Bolsonaro que inclui igrejas como serviços essenciais. Mas destaca ter levado em consideração a manifestação do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu a competência dos governos estaduais em adotar medidas restritivas.

Twitter apaga publicações de Silas Malafaia que incitavam fim do isolamento

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Rede social diz que ‘expandiu suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais’

O Twitter apagou sete publicações da conta do pastor Silas Malafaia na noite desta quinta (2). No lugar das publicações, feitas durante a tarde, aparece a mensagem: “Este tweet não está mais disponível”.

A rede social disse que as publicações “infringiam regras sobre coronavírus”.

Em nota, o Twitter disse que “anunciou recentemente em todo o mundo a expansão de suas regras para abranger conteúdos que forem eventualmente contra informações de saúde pública orientadas por fontes oficiais e possam colocar as pessoas em maior risco de transmitir COVID-19.”

O Twitter não divulgou o conteúdo das publicações apagadas. Na conta de Malafaia, há outras nove publicações sobre cononavírus feitas poucas horas após as que foram removidas.

Silas Malafaia pede recuperação judicial

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Endividada, a empresa do pastor diz que vende menos do que 30% do que vendia no passado

Central Gospel, empresa de venda de livros, CDs e DVDs do pastor e apresentador Silas Malafaia, entrou com um pedido de recuperação judicial. Endividada, a empresa diz que vende menos do que 30% do que vendia no passado.

“Sou mais um atingido pela crise causada pelo PT, que gerou esses 14 milhões de desempregados que temos hoje no Brasil”, disse Malafaia em resposta a uma reportagem da Época Negócios.

Recuperação judicial é um instrumento legal em que um juiz atua como mediador entre um empresário e seus credores, com o objetivo de renegociar suas dívidas e garantir que todos sejam pagos sem que a empresa seja liquidada.

Malafaia diz que entrou com o pedido porque o banco Bradesco recusou um empréstimo de R$ 12 milhões que serviria para “alongar dívidas com o próprio banco”.

“Esse caso mostra também, mais uma vez, como era falsa a matéria feita pela Forbes dizendo que eu tinha 150 milhões de dólares estimado em patrimônio. Se isso fosse verdade, jamais precisaria pedir recuperação judicial”, acrescentou o pastor evangélico.

Seguidores de Malafaia dizem que morte de Boechat foi “castigo de Deus” por críticas ao pastor

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Compartilhando matéria de 2015 em que o jornalista Ricardo Boechat e o pastor evangélico Silas Malafaia, seguidores do religioso associaram morte de jornalista com críticas feitas contra Malafaia; “Ninguém se levanta contra os ungidos do Senhor dos Exércitos” e “maldito aquele que fala do ungido de deus”, escreveram os seguidores

Postagens de evangélicos nas redes sociais associavam a morte do jornalista Ricardo Boechat, vítima de um acidente de helicóptero nesta segunda-feira (11), a críticas feitas pelo âncora da TV Band ao pastor Silas Malafaia. A associação gerou um forte reação contrária, criticando os seguidores do polêmico pastor.

O jornalista de 66 anos foi uma das vítimas da queda do helicóptero que ocorreu na manhã de segunda-feira (11), no Rodoanel em São Paulo, batendo na parte dianteira de um caminhão logo em seguida.

Em 2015, ao responder uma afirmação feita por Malafaia, Boechat disparou “Ô Malafaia, vai procurar uma rola”. O link da matéria que tratou da rusga entre os dois foi compartilhada por dezenas de seguidores do pastor, com comentários como “ninguém se levanta contra os ungidos do Senhor dos Exércitos” ou “maldito aquele que fala do ungido de deus”.

A reação contrária foi imediata. “Cristãos, não passem vergonha comemorando a morte do Boechat porque ele era ateu e mandou o Malafaia procurar uma rola. Façam seus papéis como cristãos, se são isso mesmo, e orem pela família do cara. Vocês são a vergonha do Cristianismo Brasileiro”, escreveu um perfil no Twitter.

“Existe uma problema sério entre os evangélicos brasileiros. Gente que acha que o pastor é intocável e não pode ser criticado. Gente estúpida a ponto de dizer que foi “Deus pesou a mão” no Boechat por críticas ao Malafaia. Mas por favor não tomem essa galera como se fosse o todo”, escreveu outro perfil, na mesma rede.

Briga nas redes

Ao saber das críticas de Boechat, Malafaia respondeu em suas redes sociais.

“Avisa ao jornalista Boechat, que está falando asneira, dizendo que pastores incitam os fiéis a praticarem a intolerância. Verdadeiro idiota. Desafio Boechat para um debate ao vivo. Falar asneira no programa de rádio sozinho, é mole, deixa de ser falastrão. Não incite o ódio”, disse.

Mais tarde, o jornalista respondeu Malafaia, em uma ácida crítica ao religioso.

“Ô Malafaia, vai procurar uma rola, vai. Não me enche o saco. Você é um idiota, um paspalhão. Um pilantra. Tomador de grana de fiel, explorador da fé alheia. E agora vai querer me processar. Você gosta muito de palanque, não vou te dar palanque porque você é um otário. Não vou fazer debate nenhum com você porque não quero te dar essa confiança. O que eu falei e repito é que num âmbito de igrejas neopentecostais estão acontecendo atos de incitação à tolerância religiosa, mais do que em outros ambientes. Em nenhum momento, pode pegar minhas falas que estão gravadas, eu disse algo que generalizasse as coisas. Até porque, diferente de você, não sou um idiota”, disse.

“Você é um homofóbico, uma figura execrável, horrorosa, que toma dinheiro das pessoas. Você é rico porque toma dinheiro das pessoas pregando salvação depois da morte. Meu salário, meus patrimônios, vêm do meu suor, não do suor alheio. Você é um charlatão, cara. Que usa o nome de Deus e de Cristo para tomar dinheiro dos fiéis. Você é um tomador de grana. Você e muitos outros. Não medo de você não, seu otário! Vai procurar uma rola”, completou.

‘Se o Bolsonaro sair do PSC, será um tiro na cabeça’, diz Malafaia

'Se o Bolsonaro sair do PSC, será um tiro na cabeça', diz Malafaia

De acordo com o jornalista Bruno Góes, na coluna do Lauro Jardim, Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, criticou a intenção de Jair Bolsonaro de sair do PSC e ir para o PSDC para disputar a Presidência em 2018.

O atual partido do pré-candidato ao Planalto, presidido por pastor Everaldo, é uma das principais legendas da bancada evangélica. Diz Malafaia:

— Se fizer isso, Bolsonaro não vai dar um tiro no pé. Vai dar um tiro na cabeça. Mas, pensando bem, é bom para o ser humano lidar com a contrariedade. Ele faz tudo sozinho, precisa se deparar com o contraditório. Se ele não consegue lidar com coisas pequenas, como dialogar com partido, imagine com as grandes questões.

Apesar de constatar o fato de que Bolsonaro tem grande inserção no eleitorado evangélico, Malafaia acha que João Doria reúne as melhores condições para disputar a Presidência:

— Um presidente precisa ter três qualidades: competência administrativa, competência política e integridade. No momento, acho que o Doria é o candidato que preenche os três requisitos. Ao Bolsonaro, ainda falta competência administrativa e competência política.

As informações são do blog do Lauro Jardim – Oglobo.com

Silas Malafaia é indiciado pela Polícia Federal por participação em esquema de corrupção

Pastor da Assembléia de Deus está envolvido em lavagem de dinheiro num esquema de corrupção ligado a royalties da mineração

Silas Lima Malafaia “se locupletou com valores de origem ilícita”. Com esse contundente despacho, a Polícia Federal – em relatório de conclusão de inquérito obtido pela revista Istoé – indiciou o pastor da Assembleia de Deus por lavagem de dinheiro e participação num esquema de corrupção ligado a royalties da mineração.

Em 16 de dezembro, Malafaia havia sido alvo de condução coercitiva pela Operação Timóteo. O nome da operação se baseia em um dos livros do Novo Testamento da Bíblia, a primeira epístola a Timóteo. No capítulo 6, versículos 9-10, está escrito: “Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”. A Polícia Federal transcreveu o trecho na representação judicial que deu origem à operação. Pelo visto, para o delegado Leo Garrido de Salles Meira, autor do indiciamento, Silas Malafaia caiu em tentação. Agora, o pastor, proverbial arauto da moral e dos bons costumes, terá de explicar aos seus fiéis seguidores porque se dobrou aos pecados da carne.

A investigação detectou que um cheque do escritório de advocacia de Jader Pazinato, no valor de R$ 100 mil, foi depositado na conta de Malafaia. Pazinato, segundo a PF, teria recebido recursos ilícitos desviados de prefeituras e repassado propina, por isso também foi indiciado por corrupção ativa e peculato. O indiciamento significa que a autoridade policial encontrou elementos para caracterizar a ocorrência de crimes. Além de Malafaia, a PF indiciou outros 49 investigados, dentre eles o ex-diretor do DNPM Marco Antônio Valadares e Alberto Jatene, filho do governador do Pará, Simão Jatene.

LEIA TAMBÉM: Pastor Silas Malafaia é alvo de operação da Polícia Federal

Em entrevista concedida após sua condução coercitiva, Malafaia argumentou que um colega de outra igreja apresentou-o a um empresário que queria lhe fazer “uma oferta pessoal”, depositada em sua conta. “Não sou bandido, não tô envolvido com corrupção, não sou ladrão”, declarou à época. Procurado, o advogado de Pazinato, Daniel Gerber, preferiu não comentar.

Ex-dirigente do DNPM, Marco Antônio Valadares foi indiciado como líder da organização criminosa, acusado de corrupção passiva e peculato, dentre outros crimes. Seu advogado, Fernando Brasil, nega o envolvimento com corrupção. “Ele foi vítima de um relatório fantasioso, baseado na divergência de valores entre o seu salário e a aquisição de um imóvel”, disse.

O episódio envolvendo Alberto Jatene também chamou a atenção dos investigadores. Assessor jurídico do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas dos Municípios do Pará, ele recebeu R$ 750 mil de Pazinato nas contas de suas empresas. Para o delegado Leo Garrido, o pagamento foi efetuado por que o cargo ocupado por ele poderia render “facilidades” ao grupo criminoso. Com base nesses elementos, a PF indiciou Alberto Jatene por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Organização criminosa

Segundo o relatório da PF, contratos fraudulentos com prefeituras eram usados para desviar recursos de arrecadação da mineração. Para isso, eram usadas empresas e escritórios de advocacia. “Considerando toda a engrenagem criminosa, com estrutura ordenada que passa por quatro etapas distintas – da captação dos contratos até o branqueamento dos valores – tendo os personagens de cada uma delas funções específicas, concluímos que são fartos os indícios da existência de verdadeira ORCRIM (organização criminosa), responsável pelo desvio de pelo menos R$ 66 milhões”, escreveu o delegado. Outra associação religiosa, a Igreja Embaixada do Reino de Deus, também recebeu valores de Pazinato: R$ 1,7 milhão, segundo a PF.
O relatório policial foi enviado ao Ministério Público Federal. A partir dele, caberá ao procurador Anselmo Lopes decidir se apresenta ou não denúncia à Justiça. Um fato novo no decorrer das investigações, porém, vai tornar mais lento o seu desfecho. O inquérito foi enviado ao Superior Tribunal de Justiça por indícios do envolvimento de autoridades com foro privilegiado. Foram detectados pagamentos do grupo criminoso a familiares do conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios do Pará, Aloísio Chaves, que os investigadores suspeitam terem relação com autorizações obtidas no tribunal. Os parentes de Aloísio foram indiciados. Como conselheiros de tribunais de contas têm foro privilegiado, o caso subiu para a corte especial do STJ. Os autos chegaram no dia 17 de janeiro e foram distribuídos ao ministro Raul Araújo. As investigações, agora, ficam a cargo do vice-procurador geral da República, Bonifácio de Andrada.

A raiz de todos os males

A PF usou passagens bíblicas para dizer que o pastor Silas Malafaia “caiu em tentação” ao se locupletar de dinheiro ilícito

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A trama

A Polícia Federal indiciou 50 pessoas por envolvimento em um esquema de corrupção e desvios de impostos sobre mineração, cujos valores envolvidos somam ao menos R$ 66 milhões. O caso foi batizado de Operação Timóteo

Silas Malafaia

Pastor foi indiciado por lavagem de dinheiro por ter recebido R$ 100 mil de um escritório de advocacia que estava no centro do esquema de corrupção

Marco Antônio Valadares Moreira (ex-diretor do DNPM)

Responde por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. É considerado o líder da organização criminosa

Alberto Jatene (filho do governador do Pará Simão Jatene)

Foi incluído no relatório da PF por corrupção passiva e organização criminosa. Recebeu R$ 750 mil de um dos escritórios envolvidos

Pastor Silas Malafaia chora ao receber apoio de sua igreja

Pastor Silas Malafaia chora ao receber apoio de sua igreja

Membros da Assembleia de Deus Vitória em Cristo expuseram cartazes em homenagem ao líder.

O deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) publicou, em suas redes sociais, uma frase de apoio ao pastor e palestrante Silas Malafaia. Com uma foto que expõe uma homenagem feita por membros da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec), o político divulgou uma campanha de apoio feita a Silas, investigado pela Polícia Federal.

“Assim recebemos nosso pastor hoje na ADVEC Sede, quem conhece a sua vida é sua integridade sabe muito bem, quem são os nossos “inimigos””, disse Sóstenes. Na página oficial da igreja, foram publicadas fotos do culto em que Silas foi homenageado. “A unidade da igreja sempre fará a diferença. Estamos contigo Pastor!”, estava escrito em uma das publicações.

A imagem publicada pelo deputado traz Malafaia chorando ao observar cartazes escritos com frases como ‘Estamos contigo pastor’, ‘Somos todos Malafaia’, ‘Nós estamos contigo pastor’ e ‘Estamos contigo’.

Contexto

O pastor Silas Malafaia está sendo investigado pela Polícia Federal desde a última sexta-feira. A notícia foi divulgada e apurada pela Folha de S. Paulo e, segundo o jornal, a Polícia Federal está atuando na investigação de uma suposta organização criminosa que, por corrupção, faz cobranças judiciais de royalties de exploração mineral.

Silas se manifestou pelas redes sociais e também pessoalmente para a imprensa, quando foi depor na Polícia Federal. Na ocasião, afirmou que recebe muitas ofertas de fiéis, mas, mesmo assim, as declara no imposto de renda.

“Isso é uma safadeza, é uma molecagem. Estou desafiando a provar que eu estou envolvido com esses canalhas. Meta eles na cadeia. Sou a favor da Lava Jato, sou a favor de uma Justiça forte, mas não para isso”, afirmou.

Fonte: jornalrondoniavip

Pastor Silas Malafaia é alvo de operação da Polícia Federal

O líder religioso evangélico Silas Malafaia teria envolvimento no esquema e foi levado para depor coercitivamente

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira a Operação Timóteo, que tenta desmontar um esquema de corrupção que fraudava os valores de royalties de mineração devidos por mineradoras a municípios, com a Vale entre as empresas prejudicadas. Há ações em onze Estados e no Distrito federal. O líder religioso evangélico Silas Malafaia também teria envolvimento no esquema, que era utilizado para lavagem de dinheiro. Ele foi levado coercitivamente para depor, no Rio de Janeiro.

Em nota, a PF informa que, além das buscas, os 300 policiais federais envolvidos na ação também cumprem, por determinação da Justiça Federal, 29 conduções coercitivas, quatro mandados de prisão preventiva, doze mandados de prisão temporária, sequestro de três imóveis e bloqueio judicial de valores depositados que podem alcançar 70 milhões de reais.

O esquema envolvia a participação de um diretor do Departamento Nacional de Produção Mineral que abordava prefeitos para oferecer envolvimento no esquema de corrupção. O departamento é subordinado ao Ministério de Minas e Energia.

O nome da operação é referência a uma passagem do evangelho Timóteo, parte da Bíblia. Segundo o livro, “aqueles que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição”.

(Com agência Reuters)