Conjuntivite pode ser um sintoma da Covid-19. Especialista explica

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O artigo de opinião que se segue é da autoria de Raúl Sousa, presidente da Associação de Profissionais Licenciados de Optometria (APLO),

O novo coronavírus está levando o país a tomar medidas de contenção para controlar e combater esta pandemia. Os profissionais de saúde são os que mais estão sujeitos ao contato com casos positivos deste vírus e os optometristas não estão fora desta equação.

À primeira vista, e com os sintomas mais frequentes que já foram revelados como a tosse, febre, dificuldades respiratórias e em casos mais extremos a pneumonia, não se torna fácil associar as doenças oculares a este vírus, mas a verdade é que em alguns casos, a conjuntivite também foi relatada.

A conjuntivite não é mais do que a inflamação da conjuntiva (a membrana transparente que cobre a esclera, parte branca dos olhos, e parte interna das pálpebras). Existem diferentes tipos de conjuntivite que variam de acordo com a etiologia, mas os sintomas comuns a todos são a hiperemia (vermelhidão), o prurido (comichão), a epífora (lacrimejo excessivo) e a fotofobia (sensibilidade à luz).

Em dois relatórios internacionais recentemente publicados, é afirmado que o SARS-CoV-2 pode ser transmitido através do contato do aerossol com a conjuntiva. Segundo o Journal of Medical Virology, em trinta pacientes hospitalizados na China, um dos casos apresentou conjuntivite. As análises desse doente revelaram que o vírus estava presente nas secreções oculares. Assim, é possível perceber que o coronavírus pode afetar a conjuntiva e causar a conjuntivite. Já no estudo do New England Journal Of Medicine, os investigadores documentaram “congestão conjuntival” em 0,8% dos pacientes com COVID-19 confirmado em laboratório, num total de 30 hospitais na China.

Estes dados revelam que é elevada a probabilidade de o optometrista contctar com pacientes possivelmente infectados com coronavírus, ainda não identificados como tal .

Por isso, na verificação dos critérios clínicos e epidemiológicos e/ou conjuntivite é importante proceder conforme os cuidados base para o coronavírus,  promovendo o isolamento do paciente e contactar o SUS (Sistema Único de Saúde), até serem dadas novas indicações.

Os pacientes com problemas optométricos não urgentes que estão doentes devem solicitar o reagendamento das suas consultas para uma data posterior em 14 dias, no mínimo. Via Notíciasaominuto

Seis sintomas ‘inocentes’ de câncer na bexiga

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O câncer na bexiga está ainda fortemente associado aos homens de idade avançada, mas a verdade é que é uma doença que afeta maioritariamente o sexo feminino

O câncer da bexiga afeta mais o sexo feminino e muitas vezes é diagnosticado já num estado avançado. Porquê? Porque os sintomas são ainda muito desvalorizados e alguns deles até mesmo desconhecidos.O câncer na bexiga está ainda fortemente associado aos homens de idade avançada, mas a verdade é que é uma doença que afeta maioritariamente o sexo feminino, podendo ser diagnosticada em qualquer idade.

De acordo com a revista Prevention, o diagnóstico do cancro da bexiga acontece muitas vezes quando a doença está já num estado avançado, uma situação que resulta não só do desconhecimento de alguns sintomas, como também da tendência para desvalorizar alguns dos sinais que o corpo vai dando.

Arjun Balar, médico oncologista no NYU Langone Medical Center, nos Estados Unidos, revela que o cancro de bexiga nem sempre é fácil de detectar devido à semelhança dos sintomas que tem com os de infecções urinárias.

A presença de sangue na urina é um dos exemplos. Embora não seja um indicador certeiro e linear da doença, é um dos sinais que não deve, de todo, ser desvalorizado, especialmente quando ocorre em período não-menstrual.

vontade constante de urinar, a existência de dor e ardor no ato da micção ou até mesmo a incontinência são outros sinais que devem implicar uma visita ao médico, que com o recurso a análises à urina e/ou sangue será capaz de detectar a presença de possíveis marcadores tumorais ou do crescimento de bactérias (conseguindo, assim, fazer uma distinção entre um possível cancro ou uma infecção do trato urinário).

De acordo com a médica oncologista Susan Constantino, as dores abdominais intensas podem ser um outro indício da doença, embora apareçam já num estado mais avançado do cancro.

Comum nos vários tipos de cancro, a perda de apetite é um outro fator a ter em conta, especialmente quando ocorre em simultâneo com um dos sintomas descritos acima.

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Os quatro sintomas que você sentirá antes de um ataque cardíaco

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Investigadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, afirmam que é comum que ataques cardíacos tenham os seus sintomas não reconhecidos

Inicialmente pode sofrer aquilo que os médicos chamam de ‘ataque silencioso’.Investigadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, afirmam que é comum que ataques cardíacos tenham os seus sintomas não reconhecidos, principalmente quando falamos do ‘ataque silencioso’ – ou enfarte do miocárdio –, que apresenta um risco sério de morte. E, quando o assunto é sobreviver a um ataque cardíaco, há uma forte relação com o tempo que se leva para socorrer a vítima.

Só nos Estados Unidos, estima-se que 200 mil pessoas sofram ataques cardíacos todos os anos sem que se apercebam. Esse tipo silencioso de ataque corresponde a 25% do total de ataques do coração, ou seja: trata-se de realmente um sério problema de saúde.

Nesse sentido o cardiologista Chauncey Crandall elaborou, e partilhou com a revista TIME, algumas dicas para fazer com que, caso venha a passar por essa situação, consiga facilmente reconhecer os sinais e pedir ajuda a tempo.

Crandall explica que o corpo humano avisa dias, semanas e até meses antes de que está prestes a sofrer um ataque cardíaco. O problema é que esses sinais são vagos, silenciosos e podem, inclusive, ser completamente indolores; muitas pessoas nem se apercebem que estão de facto relacionados com o coração.

Sintomas

De acordo com o cardiologista, é necessário estar atento à presença de quatro sinais específicos e não têm nada a ver com o que costuma ver nos filmes, ou seja quando alguém coloca a mão no peito, sente-se mal e cai ao chão; embora esse tipo de ataque exista, é o menos comum.

Crandall explica ainda que a diferença entre um ataque cardíaco e um acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, é qual artéria é bloqueada: a que irriga o cérebro ou a que irriga o coração.

Como tal deve estar atento aos seguintes sintomas:

Dor no peito: É sem dúvida o sintoma mais comum. É importante, porém, que saiba que existem dois tipos preocupantes de dores no peito: a primeira é aquela que sente por todo o corpo; a segunda, que ocorre apenas nas regiões esquerda e central, podendo percorrer o braço esquerdo. Essa dor pode dar-se de maneiras diferentes: ir e vir várias vezes, com uma dor breve; mais dor e maiores intervalos. O desconforto, menos ou mais intenso, vai existir de qualquer forma.

Falta de ar: Mesmo se não tiver dores no peito, a falta de ar pode ser um forte indicador de ataque cardíaco. Um estudo publicado no Reino Unido indica que, entre as pessoas que sofreram ataques cardíacos, três em cada cinco tinham falta de ar – o que inclui pacientes que não apresentaram dor alguma no peito. A falta de ar pode aparecer antes ou durante um ataque cardíaco. Na presença desse sintoma, não deixe de procurar um médico.

Indigestão ou azia: Tal ocorre porque o corpo nem sempre sente a dor diretamente. As células nervosas do estômago estão localizadas perto do coração, o que faz com que essas duas situações – azia e ataque cardíaco – possam ser confundidas.

Náuseas e vômitos: Estas duas características são geralmente classificadas como atípicas quando o assunto é ataque cardíaco, mas explica que já percebeu a ocorrência desses sintomas em muitos dos seus pacientes. É importante entender que, nesse caso, os sinais ocorrem juntamente com outros, e quase nunca sozinhos. É lógico que deve sempre ficar atento antes de entrar em desespero. Na dúvida, consulte um médico para saber como está a saúde do seu coração. 

Menino de 13 anos morre por causa de sinusite; médica faz alerta

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Marquel Brumley faleceu em março de 2018; veja sinais para ficar atento

Marquel Brumley, de 13 anos, faleceu por conta de uma sinusite, em Michigan, nos Estados Unidos, em março de 2018. Ele foi diagnosticado equivocadamente pela equipe médica que o atendeu.

Tudo começou com o que parecia ser um resfriado, com tosses e coriza. Ao procurar o médico, foram receitados medicamentos para combater a infecção viral. Não havia nenhuma suspeita de sinusite. Entretanto, o garoto passou a sentir fortes dores de cabeça, que não cessavam com o uso de analgésicos.

Sua mãe, Cameo, decidiu levá-lo para outro hospital. Lá, os médicos afirmaram que se tratava de uma enxaqueca e que era normal durante a fase da puberdade. “Levei meu filho lá para obter ajuda”, disse Cameo. “Eu pensei que era o que eles achavam que era. Eu acreditei neles”, contou ao Daily Mail.

As dores, porém, pioraram e outros sinais de alerta foram se manifestando. Seu olho esquerdo começou a inchar e o lado esquerdo do corpo perdeu movimento muscular. “Quando fui novamente com meu filho para a emergência, finalmente os médicos resolveram fazer uma ressonância magnética”, relata.

O exame indicou que Marquel estava com sinusite progressiva, que percorre os ossos e vasos sanguíneos do cérebro, criando coágulos, que restringem o fluxo do sangue e aumentam a pressão sobre o cérebro.

Imediatamente, o garoto foi submetido a uma cirurgia para a retirada do líquido no cérebro. Ao final do procedimento, Marquel não acordou. Os médicos avaliaram que a pressão do cérebro do menino tinha ultrapassado os níveis normais. “Cheguei a pensar que meu filho ficaria bem. Mas depois disso ele nunca mais acordou”, lamenta Cameo. Marquel faleceu por morte cerebral.

Sinais de alerta

O caso de Marquel serve de alerta. É preciso perceber quando uma gripe ou resfriado pode evoluir para um quadro mais grave. A otorrinolaringologista Milena Costa explica que qualquer resfriado pode acarretar em complicações, principalmente na parcela dos pacientes que sofrem de baixa imunidade.

“Nesse caso, qualquer gripe, qualquer sinusite pode causar complicações, a questão é ficar atento aos sinais de alerta”, explica a médica. Ela afirma que, no caso de Marquel, os sinais de que o diagnóstico estava errado eram os olhos inchados da criança e a dor de cabeça intensa que não cessou com o uso de analgésicos. “Mas o principal problema foi a demora do diagnóstico correto”.

A especialista ressalta que é importante saber diferenciar os sintomas de um simples resfriado de uma sinusite mais grave. Ela lista os principais sinais de alerta:

  1. Olhos inchados, vermelhos e, eventualmente, saltados;
  2. Dor de cabeça muito intensa, sem melhora com o uso de analgésico;
  3. Febre alta;
  4. Vômitos;
  5. Alteração do estado de consciência (como desmaio e sonolência).

Além disso, é importante também diferenciar a dor de cabeça decorrente de uma enxaqueca da característica da sinusite. A primeira é uma dor pulsátil recorrente – que cessa depois do uso de medicamentos -, associada a fotofobia (sensibilidade à luz), fonofobia (sensibilidade aos sons) e vômitos. Já a segunda é sentida mais no centro da cabeça e costuma demorar até cinco dias para cessar completamente.

Com revista Cláudia

Veja 20 sinais precoces do mal de Alzheimer

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Se você se preocupa com sua saúde, deve marcar uma consulta com seu médico sempre que surgir alguma dúvida

De acordo com a organização Mayo Clinic, o mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que ataca o sistema nervoso e destrói os neurônios, as células do nosso cérebro. Foi relatada pela primeira vez em 1906, pelo médico alemão Alois Alzheimer.

O Alzheimer é uma doença que afeta em grande medida pacientes mais velhos e ganha cada vez mais força no Canadá. A sociedade do Alzheimer daquele país informa que mais de 700 mil canadenses sofrem com a doença. O número deve dobrar para 1,4 milhão até 2031.

Ao mesmo tempo em que uma cura para este tipo de demência ainda não foi encontrado, ter consciência de certos sinais precoces é muito importante. Há muitos tratamentos, concebidos para tratar dos sintomas, que têm mais chances de funcionar se a doença é diagnosticada precocemente.

Se você se preocupa com sua saúde, deve marcar uma consulta com seu médico sempre que surgir alguma dúvida. A seguir reunimos os sintomas que podem indicar o Alzheimer:

Perda de memória é um dos sintomas da doença

Perda de memória

Você esquece o tempo todo onde colocou as chaves? Talvez seja simplesmente desligado por natureza. No entanto, se o caso é que você esquece frequentemente acontecimentos recentes ou informações recentemente aprendidas, a sociedade do Alzheimer do Canadá adverte que pode haver uma chance de que você esteja desenvolvendo a doença.

Dificuldade de realizar tarefas diárias

Você desaprendeu a usar a lavadora de louça? Cozinhar um prato que você sabe fazer se tornou um desafio? Não sabe mais nem os movimentos básicos da escovação dos dentes? Um dos sinais precoces mais comuns que o Alzheimer dá é a dificuldade de desempenhar atividades cotidianas. Se você se identifica ao ler isso, melhor ver logo um médico.

Dificuldade em se expressar

Ter dificuldade ocasional de encontrar a palavra correta não implica necessariamente em ter o mal de Alzheimer. Entretanto, se você enfrenta problemas com a linguagem (como a dificuldade de terminar frases, o esquecimento de coisas muito simples ou erra o nome de objetos, etc.), o que acaba tornando difícil que seus amigos e familiares o entendam, isso pode indicar que está com um risco maior de contrair o Alzheimer.

Desorientação

Um dos sinais precoces mais comuns do Alzheimer é a desorientação. Quem sofre da doença pode esquecer que dia é hoje. Outros podem acreditar que estão vivendo em um outro período no tempo ou encontram dificuldade de saber onde estão. Tais sinais não devem ser encarados com displicência e requerem atenção médica urgente.

Decisões equivocadas

Se você suspeita que tem Alzheimer, seu médico provavelmente vai avaliar quão confiáveis são as suas decisões.

O que são exatamente más decisões? Colocar várias camadas de roupa para sair no meio de uma onda de calor ou o contrário, vestir apenas uma bermuda e uma camiseta em dias frios de inverno são comportamentos típicos de gente que sofre de demência.

Perda da capacidade de fazer contas

Cometer um erro de tempos em tempos quando trabalha em uma planilha de gastos é normal. Nem todo mundo é um gênio da matemática.

Mas é o momento de se preocupar se você não tem mais capacidade para fazer contas muito simples. Segundo a Alzheimer’s Association, um dos sinais precoces do Alzheimer é a dificuldade extrema de lidar com números.

Perder a capacidade de seguir um plano

Algumas pessoas enfrentam dificuldade de seguir um plano, mas isso não implica necessariamente em risco de desenvolver o temido mal de Alzheimer. Entretanto, aqueles que têm o risco de contrair a doença neurodegenerativa experimentam grande dificuldade de seguir cronogramas simples em suas atividades diárias. Por exemplo, a incapacidade de seguir uma receita de cozinha.

Colocar coisas no lugar errado

Quem tem risco de ser diagnosticado com mal de Alzheimer tende a guardar com frequência coisas nos lugares errados. Por exemplo, louças sujas na máquina de lavar roupas ou as roupas na lavadora de louça. Depois se sentem perdidos quando não conseguem encontrar suas coisas.

Não se reconhecer mais no espelho

A sua imagem no espelho parece ser a de um estranho? É bom fazer uma visita ao médico, trata-se de um sintoma precoce típico do Alzheimer.

Problemas de visão

Ter problema de vista relacionado com a idade e necessidade de usar óculos é absolutamente normal nas vésperas dos 40 anos. Mas a Alzheimer’s Association adverte que perder a capacidade de ler, avaliar distâncias e reconhecer cores não é normal e precisa ser investigada.

Isolamento marca a doença

Ter o desejo de se isolar

Deixar de frequentar a academia mesmo quando se está matriculado e tem uma carteirinha não significa necessariamente risco de Alzheimer. Como muitos, talvez você só esteja com um baixo nível de motivação para treinar.

Por outro lado, aqueles que sofrem de Alzheimer tendem a se isolar devido à sua dificuldade de pertencer a um grupo. Eles vão gradualmente abandonando atividades sociais que antes apreciavam e passam a achar a companhia dos outros desagradável.

Mudanças de comportamento

Variações de humor são normais e podem ser causadas por uma série de coisas. Na maioria das vezes, trata-se de uma questão transitória, e geralmente tudo acaba equilibrado no final. Noutras vezes, entretanto, tais variações podem indicar uma condição subjacente mais séria. Quem vive com o mal de Alzheimer geralmente experimenta mudanças bruscas de humor. Tende a se sentir triste, logo em seguida alegre e depois calmo e ansioso, tudo em uma questão de segundos e sem razão aparente.

Transformação da personalidade

Seus amigos não o reconhecem mais? As pessoas mais próximas notam uma transformação extrema na personalidade? Talvez seja o momento de visitar um profissional de saúde mental para ser avaliado. Em alguns casos, quem sofre de Alzheimer pode experimentar mudança da personalidade. Por exemplo, uma pessoa extremamente extrovertida pode do nada virar expansiva ou vice-versa.

Baixa motivação

Ao mesmo tempo em que uma queda na motivação pode não ser um sinal de Alzheimer (as causas podem ir da fadiga até a depressão), a ocorrência não deve ser tratada com displicência. Se o baixo entusiasmo persistir e começar a ter impacto negativo na sua qualidade de vida, fale com um médico sobre o assunto.

Diminuição da espontaneidade

O fato de você ser criticado pelo seu chefe por ter pouca iniciativa não implica necessariamente em ter Alzheimer. Algumas pessoas simplesmente são mais passivas que outras.

No entanto, se você notou que se tornou menos espontâneo que um dia foi ou não mostra mais iniciativa em determinadas áreas da sua vida, é bom marcar uma consulta com o seu médico de confiança. O instituto Nacional do Envelhecimento do Canadá diz que isso pode ser um sinal precoce do desenvolvimento de Alzheimer.

Redução da energia

A fadiga geralmente acompanha muitos problemas de saúde como uma gripe, por exemplo. No caso do Alzheimer, sentir a perda de energia é uma ocorrência dos primeiros estágios da doença e dura em média dois a quatro anos. Qualquer causa que tenha, a sensação de fadiga sem explicação sempre requer atenção médica.

Problemas motores e de coordenação

Pacientes com mal de Alzheimer moderado às vezes enfrentam problemas de coordenação. Eles perdem sua habilidade de usar certos objetos do dia-a-dia ou experimentam dificuldade em escrever. Dito isso, pessoas que sempre tiveram problemas de coordenação e que nunca apresentaram a melhor caligrafia não estão necessariamente com risco de ter Alzheimer.

Dificuldade de dormir

As dificuldades de se conciliar o sono são uma luta para muitas pessoas que vivem com Alzheimer, condição que é acompanhada em geral por outros sintomas descritos nesta lista.

Ter ideias estranhas

Durante os primeiros anos da doença, alguns pacientes de Alzheimer relatam pensamentos estranhos. Eles podem, por exemplo, interpretar mal as intenções dos outros. Pode ser, por exemplo, a percepção de que a enfermeira vai fazer algum mal quando está apenas cuidando ou que o médico vai “manipular sua cabeça”.

Note que algumas outras doenças, como por exemplo a esquizofrenia, são caracterizadas por este sintoma.

Sentir que já não tem controle sobre a vida

Antes da manifestação dos sintomas mais sérios, algumas pessoas nos primeiros estágios do mal de Alzheimer percebem uma iminente perda de controle sobre suas vidas. Sem um diagnóstico, este sentimento permanece sem explicação, o que causa uma enorme frustração.

Se você acha que pode ter o Alzheimer ou tem qualquer outro tipo de preocupação a respeito de sua saúde, procure o médico.

Dez sinais de câncer frequentemente ignorados

Veja abaixo os sintomas e a que tipo de câncer eles podem estar relacionados:

  • Tosse e rouquidão (câncer de pulmão)
  • Aparição de caroços pelo corpo (dependendo da região do corpo, pode indicar câncer)
  • Mudança na rotina intestinal (câncer no intestino)
  • Alteração no hábito de urinar (câncer na bexiga)
  • Perda de peso inexplicável (pode estar ligada a diversas variações da doença)
  • Dor inexplicável (pode indicar vários tipos de câncer)
  • Sangramento inexplicável (pode estar ligado a cânceres no intestino, na medula ou na vulva)
  • Ferida que não cicatriza (por estar ligada a diversas variações da doença)
  • Dificuldade de engolir (câncer no esôfago)
  • Mudança na aparência de uma verruga (câncer de pele)

De acordo com a Cancer Research UK, muitas pessoas tendem a achar que sintomas como esses são triviais e, por isso, não procuram seus médicos.

Outro fator que motivaria os britânicos a não procurar ajuda seria o receio de “desperdiçar” o tempo dos médicos com esse tipo de suspeitas.

Os pesquisadores da entidade entrevistaram 1.700 pessoas com mais de 50 anos de idade. Mais da metade (52%) afirmou ter sentido ao menos um dos sintomas nos três meses anteriores à pesquisa

Em um estudo qualitativo mais aprofundado, a Cancer Research UK se concentrou no caso de 50 das pessoas que tiveram os sintomas. Foi constatado que 45% delas não procuraram ajuda médica após senti-los.

Uma das pacientes relatou não ter ido fazer exames após sentir dores abdominais. “Algumas vezes eu pensei que era grave… mas depois, quando a dor melhorou, você sabe, pareceu não valer a pena investigar”, disse ela.

Um homem, que percebeu mudanças na rotina na hora de urinar, disse aos pesquisadores: “Você só tem que seguir em frente. Ir muito ao médico pode ser visto como um sinal de fraqueza e podem pensar que você não é forte o suficiente para lidar com seus problemas”.

A pesquisadora Katrina Whitaker, ligada à University College London, afirmou: “Muitas das pessoas que entrevistamos tinham os sintomas que dão o alerta vermelho, mas elas pensavam que os sintomas eram triviais e por isso não precisavam de assistência médica, especialmente se não sentiam dor ou se ela era intermitente.”

Células cancerígenas (Foto: Thinkstock)Direito de imagemTHINKSTOCK
Pacientes não procuram médicos temendo serem taxados de hipocondríacos, dizem especialistas

Segundo ela, outros disseram que não queriam criar caso ou desperdiçar recursos do sistema de saúde público. O autocontrole e o estoicismo dos britânicos contribuem para esse tipo de atitude, e a persistência dos sintomas fazem com que as pessoas passem a considerá-los normais, de acordo com a pesquisadora.

Ela disse ainda que muitos pacientes só procuraram médicos depois que tiveram contato com campanhas de conscientização ou receberam conselhos de amigos ou de familiares.

Segundo o médico Richard Roope, na dúvida, é sempre melhor procurar um médico. Ele disse que muitos desses sintomas não são causados pelo câncer – mas se forem, o rápido diagnóstico aumenta as chances do paciente no tratamento da doença.

Ele afirmou que atualmente cerca da metade dos pacientes diagnosticados conseguiriam sobreviver por mais de dez anos.

Alarme falso

Uma outra pesquisa, também financiada pela Cancer Research UK, constatou que um “alarme falso” pode desestimular os britânicos a continuarem investigando possíveis sintomas da doença.

Para essa pesquisa, a University College London analisou 19 estudos científicos pré-existentes.

A pesquisa constatou que cerca de 80% das pessoas que são submetidas a exames para checar a existência do câncer após a manifestação de sintomas descobrem que não sofrem da doença.

Esse grupo tenderia a ficar desestimulado a voltar a investigar eventuais novos sintomas. Entre as principais razões para isso, segundo a organização, estariam a falta de orientação recebida dos médicos durante os exames anteriores e o temor de ser visto como “hipocondríaco”.

“Pacientes que vão a seus médicos com os sintomas obviamente ficam aliviados ao saber que não têm câncer. Mas como nosso levantamento mostra, é importante que eles não sintam uma falsa sensação de segurança e entendam que ainda devem procurar ajuda se perceberem sintomas novos ou recorrentes”, afirmou Cristina Renzi, uma das pesquisadoras envolvidas no estudo.

Como identificar os primeiros sintomas de derrame cerebral

A ajuda médica imediata é fundamental para limitar os danos ao cérebro, muitas vezes devastadores, de pacientes que sofrem um Acidente Vascular Cerebral (AVC) – conhecido também como derrame cerebral.

Tal intervenção pode, de fato, marcar a diferença entre ter uma lesão cerebral leve ou uma grave incapacidade ou até morte.

No entanto, a maioria das pessoas que sofre deste mal não identifica o que está acontecendo no momento de um derrame e deixa de buscar ajuda mesmo várias horas depois dos primeiros sintomas.

Com frequência, os pacientes minimizam estes sintomas, acreditando que são temporários e vão desaparecer. Mas, após poucos minutos em que a circulação de sangue no cérebro é interrompida, as células começam a morrer.

Sintomas de alarme

O sintoma mais comum de um derrame é a fraqueza repentina no rosto, no braço ou na perna, quase sempre em um lado do corpo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com o serviço de saúde pública do Reino Unido (NHS, na sigla em inglês), é preciso chamar imediatamente os serviços de emergência caso seja notado algum dos seguintes sintomas:

Outros sintomas que precisam de atenção são problemas súbitos com um ou ambos os olhos; dificuldade repentina em andar; tonturas; perda de equilíbrio ou falta de coordenação; dor de cabeça súbita e severa; confusão e problemas de percepção.

O que ocorre durante um derrame?

Como todos os órgãos, para funcionar corretamente, o cérebro precisa do oxigênio e dos nutrientes que o sangue carrega. O Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocorre quando esse fluxo sanguíneo é interrompido.

Isso pode acontecer devido a um coágulo que bloqueia a passagem do sangue ou a ruptura de um vaso sanguíneo no cérebro.

O NHS estima que uma em cada quatro pessoas que sofrem um derrame cerebral morre – e aqueles que sobrevivem muitas vezes adquirem sérios problemas de longo prazo como resultado de danos cerebrais.

Pessoas mais velhas correm maior risco de ter um AVC, embora eles possam acontecer a qualquer idade, incluindo entre crianças.

Mas, de acordo com a médica e apresentadora da BBC Saleyha Ahsan, a probabilidade de sofrer um derrame cerebral dobra a cada década após os 55 anos.

Ainda assim, em 2015, um relatório da organização britânica Stroke Association alertou para um crescimento “preocupante” da incidência de AVCs entre homens e mulheres mais jovens, com idade entre 40 e 54 anos. No Reino Unido, foram registrados, em 2014, 6.221 homens vítimas de AVC nesta faixa etária – um aumento de 1.961 casos em comparação a 2000. Entre as mulheres, foram 1.075 casos a mais.

Segundo especialistas, o aumento se deve a hábitos de vida menos saudáveis – como o aumento da obesidade, sedentarismo e dietas pobres -, além do crescimento populacional e mudanças nos hospitais.

Recomendações chave

Ahsan também recomenda monitorar a taxa de batimentos cardíacos por minuto.

A fibrilação atrial, um distúrbio do ritmo cardíaco que gera batimentos irregulares, pode multiplicar o risco de AVC em cinco vezes.

Além disso, é importante estar atento e pedir ajuda médica se houver um miniderrame, conhecido na medicina como acidente isquêmico transitório (AIT).

Neste caso, os sintomas são os mesmos, mas temporários, e desaparecem antes das 24 horas. Às vezes, podem durar apenas alguns minutos.

Mas ignorá-los é perigoso: de acordo com Ahsan, uma em cada 12 pessoas que tem um miniderrame sofre um grande AVC em menos de uma semana.

Muitos especialistas alertam que, além da hipertensão, colesterol, diabetes e fibrilação atrial existem outros fatores que aumentam o risco de sofrer um AVC, como tabagismo, obesidade, falta de atividade física e dieta pobre.

Fonte: g1 

Os sintomas de câncer de pâncreas que muitas vezes passam despercebidos

Sintomas como dor no estômago, indigestão e perda de peso muitas vezes passam despercebidos. Mas podem indicar um problema grave – que, quanto antes for identificado, mais chances tem de ser curado.

São sinais, por exemplo, do câncer de pâncreas. A doença pode ser fatal e, segundo uma organização beneficente britânica, um em cada três adultos acaba ignorando seus sintomas.

Nikki Davies foi diagnosticada com câncer de pâncreas em março, aos 51 anos. O tumor dela foi identificado logo no início, o que fez com que ainda fosse possível removê-lo cirurgicamente.

“Eu tive muita sorte que o meu pôde ser retirado na operação e que não tinha se espalhado ainda, pelo menos até onde se sabe”, conta Nikki.

Nikki Davies foi diagnosticada com a doença aos 51 anos (Crédito: Arquivo Pessoal)

“Minha dica para as outras pessoas é que ninguém conhece melhor seu corpo do que você mesmo. Então fique atento aos sinais, para saber quais são os sintomas, e fale com seu médico se notar qualquer coisa que não seja normal para você”, recomenda.

Nikki começou a suspeitar que havia algo errado quando passou a sentir uma dor muito forte no estômago.

“Acredito que, no fundo, você sabe quando há algo errado. No meu caso, foi a dor. Era como se tivesse um animal me devorando por dentro. Sentia dor nas costas também, entre os ombros. E perdi muito peso bem rápido”, relembra.

“Eu não sabia nada sobre câncer de pâncreas antes do meu diagnóstico e certamente não sabia nada sobre os sintomas”, completa.

Conheça os sinais

Atualmente, apenas uma em cada 10 pessoas diagnosticadas com câncer de pâncreas sobrevive mais do que cinco anos. Isso acontece principalmente porque os pacientes são diagnosticados tardiamente, quando as opções de tratamento já são muito limitadas, segundo a Pancreatic Cancer UK, organização que luta contra esse tipo de câncer no Reino Unido.

Uma pesquisa feita pela organização com 4 mil adultos mostra que o conhecimento sobre os sintomas da doença ainda é muito reduzido.

Ator de Hollywood, Patrick Swayze morreu de câncer no pâncreas aos 57 anos (Getty Images)

Alex Ford, chefe da organização, explica que a intenção não é causar pânico, uma vez que “a maioria das pessoas que apresenta algum desses sintomas não tem câncer de pâncreas.”

“Mas é essencial que elas saibam mais sobre a doença e que falem com seu médico se tiverem alguma preocupação”, acrescenta.

“Quanto antes as pessoas forem diagnosticadas, mais elas têm chances de fazer a cirurgia, que é o tratamento mais eficiente e que consegue salvar vidas”, ressalta.

No Brasil, o câncer de pâncreas representa 2% dos casos de câncer – e 4% das mortes causadas pela doença, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). É mais comum em pessoas acima de 60 anos e tem maior incidência entre homens.

Sintomas comuns do câncer de pâncreas incluem:

  • Dor no estômago e nas costas
  • Perda de peso sem motivo
  • Indigestão
  • Mudança nos hábitos intestinais, como fezes que flutuam

Outros indícios são:

  • Perda de apetite
  • Icterícia (pele ou olho amarelado)
  • Sensação de estar doente
  • Dificuldade de engolir
  • Diagnóstico recente de diabetes

Fonte: bbc

Conheça os sinais ignorados antes de um infarto

Conheça os sinais ignorados antes de um infarto

Uma em cada seis pessoas que morreram de ataque cardíaco teve sintomas ignorados pelos médicos, de acordo com novo estudo.

Você conhece os sinais que antecedem um infarto? Um estudo médico realizado pelo Imperial College de Londres, na Inglaterra, descobriu que, entre 2006 e 2010, 16% das pessoas que morreram devido a ataques cardíacos haviam sido internadas nos 28 dias anteriores. De acordo com informações da BBC Brasil, a pesquisa, publicada recentemente na revista científica The Lancet, mostrou que sintomas como desmaio, falta de ar e dor no peito foram observadas até um mês antes da morte em alguns dos casos analisados.

Os pesquisadores analisaram registros hospitalares de 135.950 pessoas com mortes por infarto no Reino Unido durante quatro anos. Desses pacientes, 21.677 não tiveram seus sintomas cardíacos identificados durante a internação. “Médicos são muito bons em tratar ataques cardíacos quando eles são a principal causa, mas não tratamos muito bem ataques secundários ou sinais sutis que podem apontar para um infarto que termine em morte num futuro próximo”, explica Perviz Asaria, médico e principal autor do estudo.

Isso chama atenção para um possível descuido dos médicos, de acordo com Jeremy Pearson, diretor médico do Instituto Britânico do Coração. “Essa falha na detecção de sinais de alerta é preocupante. E esses resultados devem levar os médicos a serem mais vigilantes, reduzindo a chance dos sintomas se perderem e, em última análise, a salvar mais vidas.”

Sintomas do infarto

Nem sempre a dor no peito é o sintoma mais percebido em casos de ataque cardíaco, principalmente entre mulheres, idosos e diabéticos. Podem ser percebidas dores em outras partes do corpo, como o braço – na maioria das vezes, o esquerdo – mandíbula, pescoço, costas e abdômen. Outros sintomas comuns do infarto são:

  • Transpiração
  • Falta de ar
  • Tosse ou chiado
  • Sensação de tontura
  • Ansiedade

Casos de negligência

Alguns casos têm seus diagnósticos confundidos. A britânica Alison Fillingham, enfermeira de 49 anos, estava trabalhando quando sentiu uma dor profunda no pescoço e na clavícula. Na ambulância, ela foi diagnosticada com um ataque de pânico, mas após exames de sangues feitos no hospital, descobriram que, na verdade, Alison havia sofrido um ataque cardíaco.

“Eu fui enfermeira por 24 anos, mas eu não achava que era algo relacionado com meu coração. Meus sintomas não eram típicos. Você espera sentir uma dor no peito, mas não foi nada daquilo”, conta ela, que relatou falta de urgência durante os socorros. “Se meu ataque cardíaco não tivesse sido diagnosticado no hospital, minha artéria teria bloqueado completamente e eu não estaria aqui agora.”

Fonte: veja.com

Quais os cuidados que se deve ter após o AVC?

Quem sofreu um AVC pode ter de conviver com sequelas

Perdas de funções motoras, cognitivas e psicossociais são algumas das consequências de um acidente vascular cerebral (AVC) e, quando não tratadas devidamente, elas podem ser agravadas. Apesar de ser um problema que pode ser evitado em 90% dos casos, o Dr. Rubens Gagliardi, diretor científico da Academia Brasileira de Neurologia, assegura que é possível ter uma boa qualidade de vida após ser acometido por este problema.

“Geralmente, o AVC é mais comum em indivíduos com histórico familiar da doença, uma vez que a maioria dos fatores de risco, como hipertensão, obesidade, diabetes,distúrbio do colesterol, dentre outros, é de cunho genético. Aspectos ambientais e culturais ligados às características familiares também podem induzir ao seu desenvolvimento. Somadas, estas duas vertentes respondem por uma altaprevalência”, afirma o neurologista.

Gagliardi ressalta que é fundamental conhecer os sintomas, pois o quanto antes iniciar o tratamento, melhores as chances de sobrevida e da redução de sequelas. Paralisia de um lado do corpo e fraqueza são alguns dos sinais. “O paciente não consegue levantar o braço, a perna, e nem mesmo andar. Pode, também, ocorrer um desvio na boca, perda de visão completa ou parcial, dores de cabeça, tontura forte e dificuldades para elaborar palavras e se expressar”, explica.

Sobre o socorro ao paciente, é fundamental prestar socorro em até quatro horas, para que as funções vitais tenham uma recuperação absoluta. Quando o doente chega tardiamente ao hospital, as possíveis alternativas de tratamento são antiagregação, anticoagulação e antidematoso cerebral. No entanto, nenhuma delas tem o mesmo grau de eficácia do que um atendimento imediato.

Reabilitação

A chance de um AVC se repetir é grande, por isso se o indivíduo não fez controles antes da instalação do quadro, deve ser encaminhado para rígidos cuidados de prevenção. “Não existe um tempo estipulado para reabilitação, pois isso varia de acordo com o paciente. O ideal é começar uma reabilitação profissional ainda no período de internação hospitalar até o paciente se recuperar completamente – o que normalmente ocorre em 30% dos casos”, ressalta Dr. Rubens.

O neurologista esclarece que é preciso seguir um acompanhamento neurológico, que estipule as suas condições clínicas e risco cerebrovascular, recomendando então, sono de boa qualidade, não fumar e prática de atividade física. Nos casos em que o paciente apresente dificuldades de ingestão, alimentos líquidos ou consistentes cedem lugar às texturas mais pastosas; eventualmente, é necessário passar uma sonda enteral ou fazer gastrostomia. Quando há perda da capacidade de comunicação, a fonoterapia possibilita a reabilitação da linguagem.

“Quem sofreu um AVC pode ter de conviver com sequelas, mas isso não defasa totalmente a qualidade de vida, uma vez que é possível ter reabilitação, reestruturação física e recuperação de contato social. Um tratamento multidisciplinar é essencial para se atingir resultados mais efetivos. O apoio da família é fundamental neste processo, assim como é fundamental a prevenção”, conclui.