Mãe de menina abandonada em rua de cidade paulista é encontrada morta em represa

A mãe da menina encontrada abraçada a uma árvore, em Sorocaba (SP), foi localizada morta na represa de Itupararanga, em Votorantim (SP), na tarde desta segunda-feira (25).

A família de Juliana Jovino, de 24 anos, esteve na delegacia de Votorantim e reconheceu por fotos a vítima, que saiu de casa na manhã de domingo (24) com a filha e, desde então, havia desaparecido.

Um parente, que prefere ter a identidade preservada, contou que a vítima apenas avisou que ia na casa de uma amiga no Jardim Itanguá, em Sorocaba.

No entanto, moradores acionaram a Polícia Militar na tarde desta segunda-feira e informaram que na represa de Votorantim, cidade vizinha, tinha o corpo de uma mulher ruiva aparentemente apenas com roupas íntimas.

Ainda segundo a PM, não havia marcas de agressão. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Sorocaba e o caso está sob investigação. O responsável pelo crime está sendo procurado.

Abraçada a árvore

A filha da vítima foi localizada por moradores do bairro Jardim Eldorado abandonada e abraçada em uma árvore, em Sorocaba, de manhã. Conforme a PM, a menina estava só de fralda e suja na na Rua Celina Stela Corradi.

O morador recolheu a menina e a alimentou antes de acionar a PM e a Guarda Civil Municipal. Em seguida, o Conselho Tutelar encaminhou a criança para o plantão policial da zona norte.

Guardas municipais chegaram a percorrer ruas do Jardim Eldorado em busca da família. A família da criança foi localizada após as fotos dela serem compartilhadas nas redes sociais.

Menino de 9 anos brinca com arma e mata primo de 7 no interior de SP

Menino de 9 anos brinca com arma e mata primo de 7 no interior de SP

Um menino de 9 anos brincava com uma espingarda quando a arma disparou e atingiu a nuca de seu primo, de 7 anos, no fim da tarde de domingo, 18, em Mira Estrela, interior de São Paulo. A vítima, Gabriel Monteiro Ossefani, chegou a ser levado para um hospital, mas já chegou sem vida. O dono da arma e tio das crianças, um homem de 65 anos, foi preso.

A tragédia aconteceu no sítio dele, na zona rural do município, onde as duas famílias, num total de 20 pessoas, tinham passado o fim de semana. O menino Gabriel tinha acabado de tomar banho para voltar com a família para casa, em Valentim Gentil, cidade vizinha, quando entrou no quarto onde o primo estava com a arma. Por brincadeira, o garoto apontou a arma para as costas de Gabriel. A cartucheira, de calibre 28, disparou. O tiro e os gritos atraíram os outros familiares.

À Polícia Civil, o dono da arma disse que mantinha a espingarda no sítio porque outras propriedades da região já tinham sido assaltadas. Ele escondeu a arma atrás do guarda-roupas por achar que o local era seguro. O delegado de plantão em Fernandópolis, Oreste Carósio Neto, que atendia os casos de Mira Estrela, autuou o tio das crianças por posse irregular de arma de fogo, omissão de cautela na guarda (da arma) e homicídio culposo. Em audiência de custódia prevista para o fim da tarde, o juiz vai decidir se ele permanece preso ou responde pelas acusações em liberdade.

O corpo da criança passou por perícia no Instituto Médico Legal (IML) e estava sendo velado, no início da tarde, em Valentim Gentil. O sepultamento estava marcado para as 18 horas, no cemitério municipal. No início da noite de domingo, quando buscava roupas para o velório do filho, o pai de Gabriel atropelou uma capivara e seu carro capotou. Ele sofreu ferimentos, foi levado para o hospital, mas está fora de perigo.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Mãe é detida por acorrentar filha usuária de crack ao guarda-roupa, em SP

Mãe é detida por acorrentar filha usuária de crack ao guarda-roupa, em SP

Desesperada com as ameaças recebidas de traficantes, uma mulher de 43 anos decidiu manter a filha de 17 anos, usuária de drogas, acorrentada a um guarda-roupas, em Sorocaba, interior de São Paulo. A mãe foi detida e a garota foi libertada, na noite de terça-feira (13/6) por integrantes da Guarda Civil Municipal (GCM) e do Conselho Tutelar. A equipe foi à casa da família, no bairro Nova Esperança, zona norte da cidade, após receber denúncia anônima.

A garota foi encontrada no quarto, com a corrente atada aos pés, com cadeado, e presa ao pé do móvel. A mãe contou que tomou a medida há cerca de 40 dias, por estar desesperada e não ver outra opção, já que a filha só saía de casa para se drogar.

De acordo com o comandante da GCM, Antonio Marcos Mariano de Carvalho, a adolescente era usuária de cocaína e crack desde os 12 anos. Conforme o relato da mãe, ela devia dinheiro para vários traficantes e estava sendo ameaçada de morte. “Ela alegou que decidiu acorrentar a filha por razões de segurança e por total desespero, por não ver outra saída”, disse o agente.

A menina estava magra e desnutrida porque, segundo a mãe, não aceitava comida e dizia que só se alimentaria depois de usar a droga. A mulher, que é auxiliar de cozinha, foi levada para o plantão da Polícia Civil e indiciada em inquérito por maus tratos. Como não há previsão de prisão em flagrante para o crime, ela vai responder ao processo em liberdade.

Para libertar a adolescente, os agentes da GCM tiveram de quebrar o cadeado, pois a chave não foi encontrada. A jovem foi levada à Unidade de Pronto-Atendimento da zona norte, onde recebeu atendimento médico. Em seguida, foi abrigada em uma unidade para mulheres em risco mantida pela prefeitura. O caso será encaminhado à Vara da Infância e da Juventude do Judiciário local, que decidirá o destino da jovem.

Fonte: metropoles.com

Adolescentes mortos em rebelião na Paraíba foram queimados vivos

Adolescentes mortos em rebelião na Paraíba foram queimados vivos

Cinco dos sete adolescentes assassinados no Centro Educativo Lar do Garoto Padre Otávio Santos, em Lagoa Seca (PB), durante rebelião dos internos, foram queimados ainda vivos no interior de uma cela destinada a presos provisórios. Depois de trancarem os menores na cela, os autores do crime atearam fogo aos colchões e outros materiais que havia no local. Dados preliminares da perícia indicam que eles morreram asfixiados e em decorrência das queimaduras.

De acordo com a Central de Polícia Judiciária de Campo Grande (PB), responsável pela investigação do caso, outras duas vítimas foram espancadas até a morte com barras de ferro, no pátio da unidade. Em seguida, também tiveram os corpos queimados. Os adolescentes mortos tinham de 15 a 17 anos.

Outros dois menores ficaram feridos e foram encaminhados para hospitais da cidade. Vítima de agressão física, um deles, de 16 anos, foi submetido a uma cirurgia para drenagem de uma hemorragia no tórax. O segundo, de 17 anos, também foi agredido e, após receber atendimento, voltou ao centro educativo.

Durante a rebelião, 11 internos fugiram. Um deles, de 17 anos, foi recapturado. Segundo a polícia, o motim e a chacina foram comandados, na madrugada de sábado, 3, por quatro internos, todos maiores de 18 anos. A ação resultou da acusação de um deles de que outro havia roubado a casa de seus familiares. Eles tinham planejado matar os detentos e, em seguida, escapar da unidade. Três deles foram presos quando tentavam a fuga e levados para o Presídio Regional do Serrotão, em Campina Grande, a pouco mais de 10 quilômetros de Lagoa Seca. O quatro interno supostamente envolvido no crime continua foragido.

A superlotação é realidade no Lar do Garoto Padre Otávio Santos assim como em penitenciárias do País. O centro tem capacidade para 44 menores infratores em processo de ressocialização, mas abrigava 220 adolescentes. Neste local, o interno fica durante um período que varia de seis meses a três anos, de acordo com o tipo de crime praticado. Apesar de ser destinado a menores, há pessoas com até 21 anos. Isso ocorre quando o menor é preso, por exemplo, aos 17 anos e recebe pena de dois anos de ressocialização.

Neste domingo, 4, familiares de internos se deslocaram até o centro educativo em busca de notícias. Pela manhã, as informações sobre os mortos e feridos ainda eram desencontradas, deixando mães e pais apreensivos.

Troca de acusações. O Poder Judiciário e o governo da Paraíba trocaram neste domingo acusações por meio de notas oficiais sobre a responsabilidade pela chacina. O Tribunal de Justiça da Paraíba, em nota assinada pelo desembargador Joás de Brito Pereira Filho, lamentou as mortes, mas atribuiu a responsabilidade pela superlotação do local ao governo do Estado.

“A responsabilidade pela administração de tais unidades é do Poder Executivo e o problema da superlotação pode ser resolvido com a construção de novas unidades para cumprimento de medida socioeducativa de internação, nomeação e capacitação de servidores”, diz a nota.

Já a Secretaria da Comunicação Institucional do governo do Estado informou que “tomará todas as providências cabíveis para apuração exata de todo o fato e, consequentemente, punição, no âmbito administrativo, dos responsáveis por eventuais omissões, negligências ou excessos”. A nota afirma ainda que o governo “não admitirá que instituição alguma se revista no direito absoluto da verdade e possa apontar o dedo acusatório sem antes olha-se no espelho”.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Bimotor cai e mata duas pessoas no interior de São Paulo

Bimotor cai e mata duas pessoas no interior de São Paulo

O local foi isolado pelos bombeiros para a retirada dos corpos.

Um avião bimotor caiu na tarde desta sexta-feira em Sorocaba, no interior de São Paulo. Duas pessoas morreram. As primeiras informações são de que as vítimas são o piloto e uma mulher. A queda ocorreu por volta de 14h45, e moradores da região disseram que a aeronave fez manobras para evitar cair sobre casas, caindo numa área de mato, segundo informações da GloboNews TV.

O bimotor havia decolado de Manaus (AM) com destino a Barra do Garça, no Mato Grosso. Não há detalhes sobre o motivo da aeronave ter seguido ao interior de São Paulo. O local foi isolado pelos bombeiros para a retirada dos corpos.

O avião de prefixo PP-EPB é um bimotor fabricado pela empresa Piper Aircraft do modelo PA-42. A aeronave está registrada na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em nome da empresa Itapara Sport Fishing.

Fonte: extra.globo

Juiz jurado de morte tem medo de se aposentar

Celebridade deve tolerar divulgação de foto em local público, diz TJ-SP

“Passei a vida toda confiscando os bens desses vagabundos. Não acho que mereça ser descartado como um preservativo usado.”

Sorocaba – Considerado um dos maiores algozes do crime organizado no País por ter condenado a mais de mil anos de prisão dezenas de narcotraficantes e confiscado centenas de milhões em bens das quadrilhas, o juiz federal Odilon de Oliveira, com 68 anos de idade e mais de 30 de Judiciário, tem medo de se aposentar.

A Justiça não garante escolta para o magistrado fora da ativa e ele já foi jurado de morte pelos chefões do tráfico que mandou para a cadeia. “Sou refém da toga. Se saio na rua aposentado e sem escolta, fico tão vulnerável que sou morto a porrete”, afirmou.

Oliveira, que nasceu em Exu (PE) e começou a trabalhar muito cedo, já pediu a contagem do tempo de serviço para requerer a aposentadoria.

“Eu poderia ficar até os 75 anos, mas estou saturado da hipocrisia da Justiça Penal brasileira e queria parar. O que está pegando é a segurança.” Segundo ele, embora não haja uma norma clara a respeito, já houve provimentos dando ao juiz ameaçado direito a segurança após a aposentadoria.

O magistrado disse ter consultado o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão regulador e de apoio ao Judiciário, mas ainda não teve resposta.

“Em janeiro de 2014, pedi ao CNJ para que encaminhasse consulta ao ministro da Justiça, indagando se, após a aposentadoria, em virtude do risco à minha segurança criado pela atividade jurisdicional, eu poderia ter alguma proteção. Até hoje o CNJ não decidiu nada.” Procurado, o conselho afirmou que o processo tramita em segredo.

Oliveira ficou conhecido não somente pela mão pesada na aplicação de penas contra os narcotraficantes. Após aplicar a sentença, o magistrado se valeu de instrumentos legais para expropriar fazendas, mansões, aeronaves, lanchas e carros de luxo adquiridos com o dinheiro do tráfico.

Desde 2005, quando assumiu a Vara Criminal de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, na linha da fronteira com o Paraguai, ele promoveu o confisco de 85 fazendas, 370 sítios, casas e apartamentos, 18 aviões e 14 mil veículos – cerca de R$ 2 bilhões em valores atuais.

Jurado de morte, em 2011 teve o hotel invadido por homens armados quando não estava no apartamento e se abrigou no quartel do Exército.

Com a chegada da escolta feita por dez agentes da Polícia Federal, passou a morar no Fórum. Na ocasião, o jornal O Estado de S. Paulo o encontrou à noite, dormindo em um colchonete, na sala de audiências.

Até então, ele tinha condenado 114 traficantes a penas, somadas, de 920 anos. A Vara de Ponta Porã era a que mais condenava traficantes no País.

CV e PCC

Em julho daquele ano, o jornal paraguaio La Nación publicou a informação de que traficantes brasileiros que agiam no Paraguai se dispunham a pagar US$ 300 mil pela cabeça do juiz. Além da escolta, ele recebeu um carro com blindagem para tiros de fuzil AR-15.

“Dos meus 30 anos de carreira no Judiciário, 18 foram sob escolta. Na época, os filhos ainda moravam comigo e isso causava enorme constrangimento para a família. Eu não me arrependo, só que não posso ficar eternamente em serviço. De lá para cá, continuei condenando muitos criminosos, mas o tráfico continua e está cada vez mais armado.”

Mesmo depois que foi retirado da fronteira contra sua vontade e passou a atuar na 3.ª Vara Federal de Campo Grande, supostamente mais segura, Oliveira teve de continuar com escolta 24 horas por dia.

Ele tem uma lista com mais de 60 nomes de criminosos que teriam motivos para matá-lo. Um deles é Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, líder do Comando Vermelho (CV), mandado várias vezes para o castigo do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), quando ele era juiz corregedor da penitenciária federal de Campo Grande, entre 2006 e 2009.

Quando interrogava o megatraficante colombiano Juan Carlos Abadia, o juiz descobriu um plano de Beira-Mar para sequestrar um dos filhos do então presidente Lula.

O traficante foi sentenciado em um processo de lavagem de dinheiro de R$ 11 milhões. O magistrado também condenou o traficante José Severino da Silva, o Cabecinha, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo ele, o PCC dominou a fronteira, o que aumenta o risco para sua segurança. Oliveira lembrou que a facção está por trás do atentado que matou o megatraficante Jorge Rafaat Toumani, em junho de 2016.

“Com isso, o PCC tomou conta da fronteira. Seus membros estão radicados no Paraguai e transformaram a região em campo de batalha. O Brasil não cuida da fronteira, então de pouco adianta combater o tráfico aqui dentro. Isso vai aborrecendo a gente.”

Oliveira disse que, se for decidido que não terá direito à escolta, vai embora do Brasil. “Mesmo que construísse um bunker (fortaleza) não estaria a salvo. Vou para fora, para outro lugar que não seja a América do Sul. Passei a vida toda confiscando os bens desses vagabundos e recolhendo o dinheiro para a União. Não acho que mereça ser descartado como um preservativo usado.”

Fonte: veja.com

Universidade apura briga entre alunas dentro do campus em Sorocaba; vídeo

Universidade apura briga entre alunas dentro do campus em Sorocaba; vídeo

Vídeo, que viralizou na internet, foi registrado no bloco administrativo.
Universitárias foram à delegacia para registro de ocorrência, diz polícia.


Universidade apura briga entre alunas dentro do… por painelpolitico
Uma briga entre duas estudantes dentro de uma universidade em Sorocaba (SP) chamou a atenção dos alunos, nesta terça-feira (7), durante a manhã. Um vídeo gravado por outros universitários, que viralizou na internet, mostra as jovens trocando socos, puxões de cabelo e empurrões. A mãe de uma delas chega a participar da agressão. (Veja o vídeo acima)

Em nota, a Universidade de Sorocaba (Uniso) informou que instaurou uma Comissão Disciplinar que iniciará a apuração, a partir desta quarta-feira (8), do caso de agressão (veja a nota na íntegra abaixo). As envolvidas foram à delegacia para resgistrar a ocorrência, informou a polícia.

Segundo testemunhas, as jovens teriam se desentendido por conta de uma publicação nas redes sociais. O estado de saúde das jovens não foi divulgado.

As imagens foram registradas no bloco administrativo da universidade e mostram as estudantes, trocando ofensas, ameaças e puxões de cabelo. A segurança da universidade foi ao local e conteve a briga.
Ainda na imagem é possível observar uma mulher, que seria a mãe de uma das envolvidas, ameaçando uma estudante.

Confira a nota na íntegra da universidade:

“A Universidade de Sorocaba (Uniso) instaurou uma Comissão Disciplinar que iniciará a apuração, a partir desta quarta-feira (8), do caso de agressão envolvendo estudantes, nas dependências da Cidade Universitária. A Comissão terá um prazo de 30 dias para realizar os trabalhos e, ao concluí-los, recomendará as medidas disciplinares cabíveis, que vão desde a advertência à expulsão. A Universidade repudia qualquer forma de violência e possui normas de conduta pautadas pelo seu Regimento e seu Código de Ética, que devem ser cumpridas por toda a comunidade acadêmica. Por fim, a Universidade lamenta o compartilhamento das imagens da agressão, prática que se iguala em brutalidade ao ocorrido.”

Fonte: g1.com

Falso agente de modelos é preso ao tentar golpe do ‘teste do sofá’

Falso agente de modelos é preso ao tentar golpe do ‘teste do sofá’

Em conversa, homem oferece salários de até R$ 15 mil e diz que busca ‘meninas gananciosas e ambiciosas que façam qualquer coisa para garantir a vaga’.

Policiais civis prenderam um universitário de 24 anos, morador de Sorocaba, no interior de São Paulo, que se passava por agente de modelos e exigia favores sexuais das candidatas interessadas em ganhar até R$ 15 mil por mês. O falso agente usava redes sociais para angariar interessadas e condicionava a assinatura do contrato ao “teste do sofá”.

Uma candidata marcou um encontro com o suspeito e chamou a polícia. Ele foi preso em flagrante por tentativa de estupro mediante fraude, mas vai responder em liberdade pelo crime.

A prisão aconteceu na noite de sexta-feira, em Salto de Pirapora, também no interior de São Paulo, mas o caso só foi divulgado nesta segunda-feira. A jovem que procurou a polícia já havia trabalhado como modelo e respondeu a uma proposta do suposto agente na rede social. Depois de falar sobre a possibilidade de ganhos “de R$ 2 mil a R$ 15 mil”, o rapaz disse que representava uma grande agência da capital e começou a assediá-la.

Ele quis saber se ela era ambiciosa e se estava disposta a tudo para conseguir um contrato. “Buscamos meninas gananciosas e ambiciosas que façam qualquer coisa para garantir a vaga”, postou.,

À polícia a jovem disse que percebeu que era golpe, pois a agência citada por ele não tinha agentes na região, mas decidiu manter o diálogo com o propósito de entregar o aliciador à polícia. Ele propôs um teste em que ela teria de ser fotografada em roupas íntimas.

“Me envia fotos do seu corpo”, pediu. Em seguida se referiu ao teste do sofá e foi direto ao ponto. “Existe algo que eu não possa fazer no teste? Eu posso tudo? Eu realmente quero dar a vaga pra você…”, escreveu.

“Modelo não é prostituta… ao meu ver. Pelo menos sempre fiz propagandas e nunca precisei disso”, reagiu a jovem.

Ele deu sequência ao diálogo dizendo que ela estava sendo radical. “A questão é a vaga e o dinheiro. As vagas são selecionadas para TV… o famoso teste do sofá existe… infelizmente.”

O rapaz, que não teve o nome divulgado, foi preso no local em que havia marcado encontro com a jovem, em uma praça de Salto de Pirapora. Ele faz faculdade em Sorocaba e trabalha com informática, mas negou o assédio à polícia, alegando que havia combinado uma brincadeira com amigos.

Depois de passar a noite na cadeia, o estudante foi posto em liberdade durante a audiência de custódia, realizada no Fórum de Sorocaba. A Polícia Civil investiga se ele fez outras vítimas.

A jovem disse que o rapaz foi extremamente vulgar e só manteve a conversa pela rede social e por um aplicativo para entregá-lo à polícia. “Espero que nenhuma outra mulher tenha que passar por isso”, disse.

Veja.com