Brasil estará crescendo no fim do 1º trimestre, diz Meirelles

Depoimento de Meirelles como testemunha de Lula durou 15 minutos

Ministro falou à rede americana CNBC antes do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse em entrevista à emissora de TV norte-americana CNBC que o Brasil estará crescendo no fim deste primeiro trimestre de 2017.

“O Brasil agora está em uma trajetória de recuperação. Nossa expectativa é que o Brasil esteja crescendo ao fim do primeiro trimestre”, comentou o ministro em Davos, onde participará do Fórum Econômico Mundial.

Meirelles citou a série de reformas que o governo está adotando e as medidas para melhorar a produtividade, incluindo mudanças da Previdência, na legislação trabalhista e no sistema tributário. “Em 2018, a situação será completamente diferente”, disse.

O ministro também foi questionado sobre os escândalos de corrupção envolvendo o governo. Segundo ele, tudo está sendo investigado e o País sairá mais forte desse processo.

Meirelles ainda falou sobre o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, e suas promessas de rever acordos internacionais de comércio. De acordo com ele, “no fim do dia, o protecionismo não é bom para ninguém”.

O ministro disse que será interessante ver como as coisas vão se desenrolar, já que existem diferenças de opinião entre Trump e alguns de seus ministros. “É muito difícil dizer que existe alguém que realmente entende ele”.

Fonte: exame.com

Suíça e Brasil discutem nova etapa de acordo da Operação Lava-Jato

Suíça e Brasil discutem nova etapa de acordo da Operação Lava-Jato

Tanto o Brasil como a Suíça aplicaram multas sobre a Odebrecht como parte do acordo de leniência fechado pela empreiteira.

As autoridades suíças querem discutir com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, uma segunda etapa de colaboração entre o Brasil e a Suíça na Operação Lava Jato. Com cerca de US$ 600 milhões ainda bloqueados em contas no país europeu, os dois Ministérios Públicos vão se reunir nesta semana em Berna para avaliar formas de repatriar recursos e, acima de tudo, identificar nomes de beneficiários da corrupção.

“Essa será uma oportunidade para ambos os países avaliarem e discutirem como fazer avançar os processos criminais em curso relacionados com o caso Petrobras-Odebrecht”, declarou o escritório do procurador-geral da Suíça, Michael Lauber.

Tanto o Brasil como a Suíça aplicaram multas sobre a Odebrecht como parte do acordo de leniência fechado pela empreiteira. A empresa reconheceu a utilização do sistema financeiro suíço para esconder milhões de dólares que eram pagos a políticos, partidos e operadores em troca de lucrativos contratos.

O jornal O Estado de S. Paulo revelou que as investigações em Berna chegaram à constatação de que, a cada US$ 1 milhão pagos pela empreiteira em propinas, o retorno era de US$ 4 milhões em contratos públicos.

Mas os suíços insistem que, apesar da multa, o caso não foi encerrado e que o reconhecimento dos crimes pela empresa é apenas um “primeiro passo positivo” no caso relacionado com a Lava Jato.

Servidor

Outro objetivo a partir de agora será o de focar a cooperação nos novos nomes que surgiram diante das delações dos executivos e ex-executivos da Odebrecht e no fato de que os suíços confiscaram um servidor onde a empresa guardava, em Genebra, dados confidenciais das movimentações de pagamentos de propinas.

O servidor guarda o equivalente a 2 milhões de páginas de documentos. Pessoas próximas ao caso afirmam que, para fazer avançar essa fase de investigação, os suíços também precisarão de uma cooperação do Brasil para cruzar os dados.

Documentos de tribunais suíços confirmam que há informações sobre transferências regulares para políticos e partidos no Brasil.

Uma das propostas de Janot é de que se estabeleça uma força tarefa conjunta entre Brasil e Suíça para poder examinar as milhões de páginas, ideia que ele já levou às autoridades em Berna no ano passado. No total, a Suíça conduz cerca de 60 processos criminais contra indivíduos e empresas.

Fonte: correiobraziliense

Dilma Rousseff não tem conta com R$ 480 mi na Suíça

Dilma deve depor como testemunha de Obebrecht na Lava Jato em março

Notícia falsa mistura informações da delação premiada de dona de agência de publicidade à mais pura e simples mentira

A ex-presidente Dilma Rousseff é a protagonista de uma bombástica – e falsa – notícia que circula na praça. Veiculado em páginas como Radar News – Compromisso com a verdade, o texto “informa” que Dilma manteria na Suíça, “paraíso fiscal de diversos políticos”, uma conta bancária recheada com nada menos que 480 milhões de reais.

“Foram ao menos US$ 237 mil depositados em conta aberta no Banco Morgan Stanley. Cópias do passaporte, da assinatura e dados pessoais de Dilma Rousseff foram enviados pelas autoridades da Suíça à Procuradoria Geral da República e comprovam a existência de conta no exterior a princípio não declarada oficialmente”, diz a lorota, compartilhada nada menos que 885 vezes no Facebook.

Na tentativa de dar à mentira algum verniz de verdade, os autores da notícia falsa pinçam uma informação verdadeira que, de algum modo, está relacionada à ex-presidente, distorcem-na completamente e a inserem no texto.

O valor em dinheiro citado na “notícia” é mencionado na delação premiada de Danielle Fonteles, dona da agência de publicidade Pepper, firmada na Operação Acrônimo e homologada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em outubro.

A publicitária admitiu em seus depoimentos ao Ministério Público ter aberto uma conta no banco Morgan Stanley, na Suíça, em 2012, e lá recebido da empreiteira Queiroz Galvão 237.000 dólares, referentes a serviços prestados à campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010.

A única investigação formal contra Dilma Rousseff, aberta pelo ministro do no Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki em agosto de 2016, apura suposta tentativa obstrução de Justiça pela petista ao nomear o ex-presidente Lula à Casa Civil de seu governo e o ministro Marcelo Navarro Ribeiro Dantas ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Odebrecht assina acordos nos EUA e na Suíça nesta quarta

Delatores revelam detalhes do departamento de propinas da Odebrecht

Empresa fechou acordos nos países onde confessou ter cometido crimes de várias naturezas e pagará a maior multa da história, de R$ 6,9 bilhões

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos deve anunciar nesta quarta-feira (21) em Washington a assinatura do acordo com a Odebrecht e a Braskem, empresas que mantêm negócios naquele país. As duas empresas vão pagar uma multa de cerca de R$ 700 milhões para suspender as ações judiciais que já estão em curso contra a Braskem e as que seriam abertas contra a Odebrecht.

Na própria quarta também será assinado um pacto com a Suíça pelo fato de o grupo ter usado bancos daquele país para lavar dinheiro utilizado para suborno.

A Odebrecht fechou acordos nos três países nos quais confessou ter cometido crimes de várias naturezas (Brasil, Estados Unidos e Suíça) e pagará o que é considerada a maior multa da história, de R$ 6,9 bilhões. O valor corresponde a US$ 2,1 bilhões quando acordo de leniência foi fechado no Brasil, no dia 1º de dezembro. Acordo de leniência é uma espécie de delação para empresas, sem o qual um grupo pode ser impedido de celebrar contratos com o poder público.

A maior multa em acordos judiciais havia sido paga pela multinacional alemã Siemens em 2008, num total de US$ 1,6 bilhão, somadas as indenizações negociadas nos Estados Unidos e na União Europeia.

Dos R$ 6,9 bilhões que serão pagos pela Odebrecht, 10% serão destinados aos EUA e o mesmo percentual para a Suíça, onde o grupo operou uma rede de contas secretas que movimentou US$ 211,6 milhões para pagar propinas a políticos, diretores da Petrobras e marqueteiros políticos como João Santana e Duda Mendonça.

Procuradores americanos estiveram no Brasil no último mês para conferir os dados financeiros da empresa e tentar extrair a maior multa possível sem comprometer o futuro da empresa, princípio que eles chamam de “ability to pay” (ou capacidade de pagar). A ideia dos americanos é punir de maneira dura, mas evitar que a indenização a ser paga coloque em risco os negócios e os empregos que eles geram.

A Odebrecht teve de abrir todos os seus dados financeiros para os procuradores americanos, segundo a reportagem apurou, para provar que uma multa maior colocaria em risco seus negócios futuros. A Odebrecht é a maior empreiteira brasileira, faturou R$ 132 bilhões em 2015, mas suas dívidas somam R$ 100 bilhões.

Emílio Odebrecht, que preside o conselho de administração do grupo, encabeçou os acordos por avaliar que a Odebrecht quebraria se tivesse que pagar todas as multas no Brasil, nos EUA e na Suíça.

O acordo com os EUA era visto como essencial para a sobrevivência do grupo por causa das leis que foram, em tese, violadas pela Odebrecht e Braskem.

A Braskem, maior grupo petroquímico da América Latina e que negocia ações na Bolsa de Nova York, é alvo de uma série de ações na Justiça americana sob acusação de ter vendido papéis com preços artificiais por ter pago propina à Petrobras para obter uma de suas mais importantes matérias primas, a nafta.

A Odebrecht, que também tem negócios nos EUA, é acusada de ter violado uma lei que proíbe empresas de lá de pagar propina no exterior.

O grupo não tem comentado as questões sobre acordos por causa de uma cláusula de confidencialidade que assinou com as autoridades dos três países.

Fonte: noticiasaominuto

Ferrovia entre Itália e Suíça é opção de viagem de outono

Ferrovia entre Itália e Suíça é opção de viagem de outono

Vigezzina-Centovalli tem vistas panorâmicas dos Alpes

Já pensou em viajar lentamente, imerso nas cores do outono europeu em cenários naturais de tirar o fôlego? Assim que é o trajeto a bordo da ferrovia Vigezzina-Centovalli.

O itinerário parte da cidade de Domodossola, na região do Piemonte, norte da Itália, e tem como destino final o município de Locarno, na margem suíça do Lago Maggiore.

“Folhagem e calmaria” é o lema para as duas horas percorrendo os 52 quilômetros de ferrovia, sendo 32 em território italiano e 20 na Suíça.

As vistas panorâmicas são pintadas pelas cores do outono europeu, que inspiraram artistas como Giuseppe Mattia Borgnis. Inaugurada em 1923, a “Vigezzina”, ou “Centovalli”, como a chamam os suíços, é uma ferrovia lenta e que atravessa os Alpes parando em 32 estações distribuídas pelos seus “100 vales”.

Os trens brancos e azuis do percurso são mais do que uma atração turística, mas também um meio de ligação entre os países bastante usado pelos seus moradores. Em um ano, 500 mil passageiros utilizam a linha do lado italiano, e 1 milhão, do suíço. (Com ANSA)

Hotel sem paredes coloca hóspedes para dormir no meio dos Alpes Suíços

Hotel sem paredes coloca hóspedes para dormir no meio dos Alpes Suíços

Hotel coberto pelas estrelas

O hotel localizado nos Alpes Suíços oferece um conceito diferente para seus hóspedes: o local não tem paredes, teto ou até mesmo um banheiro, e tudo fica ao ar livre.

A ideia veio do grupo hoteleiro Null Stern que, com a ajuda do turistologo Daniel Charbonnier, criou um quarto aberto no meio das montanhas de Graubünden. A diária custa 250 franços suíços, e o design dos quartos é mínimo: uma cama de casal, cabeceira e dois abajures.

O banheiro mais próximo fica localizado a 10 minutos de caminhada, e os hóspedes têm um mordomo à sua disposição para servi-los. Os quartos ficam disponíveis durante a primavera e outono, e a reserva pode ser cancelada sem aviso prévio se o tempo estiver ruim.

A companhia Null Stern é conhecida por seus projetos “conceituais”. Seu lema é “a única estrela que precisamos é você”, e ele já transformar um antigo bunker anti-nuclear na cidade suíça de Teufen em um hotel.

Procuradoria Geral da República quer investigação sobre conta de Romário na Suíça

STF pede que Romário se manifeste em inquérito por crime ambiental

A Procuradoria-Geral da República vai pedir oficialmente ao Ministério Público da Supiça que investigue uma suposta conta bancária do senador Romário Faria (PSB-RJ) naquele país. O pedido será encaminhado nos próximos dias.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]A revista Veja havia noticiado sobre a conta do senador em julho deste ano. O senador contestou a reportagem, que na ocasião mostrou um extrato de conta com saldo de R$ 7,5 milhões.

Dias depois, Romário esteve em Genebra e declarou não ter encontrado a conta. O próprio banco BSI afimou que o senador não era correntista naquela data e Rompario anunciou um processo contra a revista. O banco, porém, não informou se Romário já havia sido correntista no passado. A revista emitiu um cominicado pedindo dsculpas publicamente à Romário.

Porém, na semana passada, na gravação que levou à prisão o senador Delcídio Amaral e o banqueiro André Esteves (presidente do BTG que é dono do BSI), ambos falam sobre um suposto acordo feito para ajudar Romário em troca de apoio para a candidatura de Eduardo Paes à prefeitura do Rio de Janeiro. O caso é mecnionado na conversa, “ai tá, pra acabar de complicar ainda mais o jogo aparece o Eduardo Paes com o Pedro Paulo, é como o Romário”, diz Delcídio. “Ué, fizeram acordo né?”, comenta Ribeiro. “Diz o Eduardo que fez”, afirma o senador petista. “Tranquilo. Tinha conta realmente do Romário”, ressalta Ribeiro. Supreso, o filho de Cerveró responsável pela gravação questiona, “tinha essa conta?”. Na sequencia, Delcídio conclui, “e em função disso dizeram o acordo”.

Após a diculgação da gravação, Romário disse que “em algum momento teve conta no BSI”, mas alegou que “não lembra quando”.

Governo suíço adota novas regras contra lavagem de dinheiro

O governo da Suíça adotou nesta quarta-feira novas regras para reprimir a lavagem de dinheiro, em função de acabar com a reputação de refúgio para dinheiro ilegal

As novas regras, que seguem as recomendações apresentadas em 2014 pela Força Tarefa de Ação Financeira, estabelecem obrigações de vigilância para os negociantes quando aceitam pagamentos em dinheiro de mais de 100 mil francos suíços (cerca de 100 mil dólares).

A regulamentação, que entrará em vigor no início do próximo ano.

Parte do dinheiro no exterior é fruto de venda de carne enlatada, diz Cunha

Em interrogatório a Moro, Cunha quer falar de perguntas vetadas a Temer

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, deve admitir que tinha dinheiro no exterior, mas sustentará na sua defesa ao processo no Conselho de Ética que os recursos foram obtidos com a venda de carne enlatada para países da África.

Cunha negará que recebeu propina do lobista João Henriques, delator da Operação Lava Jato.

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Odebrecht recorre a justiça da Suíça para evitar envio de extratos bancários ao Brasil

A Odebrecht recorre a justiça da Suíça para evitar envio de extratos bancários ao Brasil abriu uma disputa jurídica na Suíça para tentar evitar que extratos bancários em contas no país europeu sejam enviados oficialmente ao Ministério Público do Brasil.

Isso porque o Ministério Público Suíço já enviou para os integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato  cópias de extratos de cinco contas bancárias da empresa offshores, que teriam sido usadas pela Odebrecth, para repassar propina aos ex- diretores da Petrobras.