EUA impõem sanções aos ministros do Supremo da Venezuela

Trump comemora recorde das bolsas de NY e confiança do consumidor

O governo Trump impôs sanções a oito ministros do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) da Venezuela nesta quinta-feira (18/5), como punição pela corte haver destituído a Assembleia Nacional (o Congresso do país) de seus poderes, em 30 de março de 2017.

O TSJ assumiu o controle do Legislativo, com o argumento de que a Assembleia Nacional, sob controle da oposição, desacatou decisões do Judiciário. Em meio a protestos internacionais e domésticos, o tribunal desistiu da intervenção no dia seguinte.

As sanções aos oito ministros preveem o congelamento de bens de todos eles nos EUA, que inclui dinheiro em bancos, imóveis e outras propriedades. Também coloca os ministros na lista negra de cidadãos proibidos de viajar para os Estados Unidos e proíbe empresas e cidadãos residentes nos EUA de fazer qualquer tipo de transação com eles.

Foram sancionados o presidente da corte Maikel Moreno e os ministros Juan José Mendoza, Arcadio de Jesús Delgado, Gladys Gutiérrez, Carmen Zuleta de Merchán, Luis Fernando Damiani Bustillos, Lourdes Benicia Suárez Anderson e Calixto Ortega.

Para o governo Trump, o presidente da Venezuela está tentando impor um regime autoritário na Venezuela, apoiado por um único partido político. O secretário do Tesouro Steven Mnuchin disse, ao anunciar as sanções, que o objetivo do governo americano é ajudar o povo venezuelano a promover o retorno de um governo democrata no país.

Essa é a segunda leva de sanções contra autoridades venezuelanas impostas pelos EUA neste ano. Em fevereiro, o Departamento do Tesouro dos EUA sancionou o vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami, com base na acusação de que ele exerce um papel significativo no tráfico internacional de drogas e na lavagem de dinheiro.

O governo Trump pretende manter a pressão sobre o governo de Nicolás Maduro e também sobre o Judiciário do país. Na opinião dos americanos, o mais alto tribunal da Venezuela está zombando da separação de poderes. Os EUA continuarão a tomar medidas contra as autoridades venezuelanas, com o cuidado de não agravar ainda mais a situação econômica da população do país, disse o secretário.

Os EUA também estão pressionando outros países para tomar medidas contra o governo da Venezuela. Uma reunião da Organização dos Estados Americanos será feita no final do mês e o governo Trump provavelmente a usará para esse fim. Na quarta-feira, a embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley, levou o caso da Venezuela ao Conselho de Segurança.

Os EUA querem também que o governo venezuelano liberte seus prisioneiros políticos e promova eleições nacionais em breve, para escolher, entre outros cargos, um novo presidente e, assim, promover o retorno à ordem democrática — uma repercussão da campanha encabeçada pela oposição ao governo no país.

O ex-presidente Obama também usou do Departamento do Tesouro dos EUA para punir membros do governo Maduro. Em 2015, o departamento sancionou sete autoridades governamentais do país, acusando-os de violações dos direitos humanos e declarando o governo venezuelano uma ameaça à segurança nacional dos EUA, de acordo o USA Today, o Miami Herald e outras publicações.

De acordo com o El Diario de Los Andes, nas seguidas manifestações de rua no país, os opositores têm feito um pedido raro no mundo: a destituição de todos os ministros do Supremo do país. Além disso, os manifestantes pedem a liberação de prisioneiros políticos, a abertura de um canal para a entrada no país de alimentos e remédios e a convocação de eleições gerais.

O site venezuelano 2001.com.ve noticiou que a reação do governo do país veio, primeiramente, através da chanceler Delcy Rodrigues. A chanceler escreveu em sua conta no Twitter: “As sanções unilaterais e extraterritoriais do Departamento do Tesouro dos EUA contra os magistrados do TSJ são inauditas e inadmissíveis. Não se pode impor sanções a um poder público soberano e independente, violando leis internacionais e venezuelanas”.

A chanceler divulgou a reação do presidente Nicolás Maduro. Segundo ela, Maduro ratificou seu respaldo aos magistrados, dizendo: “Eles são vítimas do poder imperial estadunidense”.

Trump ameaça ex-diretor do FBI se houver “vazamentos” para a imprensa

Presidente americano sugere ter gravações de diálogos dele com ex-chefe do FBI, demitido há poucos dias. Em entrevista, Trump afirma que o afastaria de qualquer maneira

Em tom de ameaça, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou nesta sexta-feira (12/05) o ex-chefe do FBI James Comey, demitido do cargo nesta terça, a não “vazar” informações para a imprensa, sugerindo que pode ter gravado conversas entre os dois.

“É melhor James Comey torcer para que não haja ‘fitas’ das nossas conversas antes de começar a vazar detalhes para a imprensa!”, escreveu o presidente americano no Twitter, em meio a uma série de tuítes publicados pela manhã em torno do assunto. Não ficou claro se essas gravações de fato existem ou se se trata apenas de uma tentativa de intimidação.

Até o momento, Comey não se manifestou publicamente sobre conversas com o presidente. Este, porém, afirmou que, em três oportunidades (uma pessoal e duas por telefone), o ex-diretor do FBI lhe assegurou que não estava sendo investigado no inquérito sobre as relações entre a campanha republicana e a Rússia, acusada de interferir na eleição americana.

O presidente também ameaçou cancelar as entrevistas coletivas dos seus assessores para a imprensa depois de vários jornais apontarem contradições entre as declarações dele e dos assessores para explicar a demissão de Comey. “Talvez o melhor seja cancelar todas as futuras entrevistas coletivas e distribuir respostas escritas em prol da exatidão?”, questionou Trump. Ele afirmou que não se pode esperar informações exatas de seus assessores porque “há muita coisa acontecendo”.

Trump aumentou ainda mais a confusão sobre as razões para a demissão de Comey ao assegurar, em uma entrevista à emissora NBC, nesta quinta-feira, que o demitiria de qualquer maneira, apesar de, logo depois da demissão, na terça-feira, e nos dias posteriores, seus porta-vozes afirmarem que tudo ocorreu depois das recomendações do procurador-geral adjunto, Rod Rosenstein.

A Casa Branca insistiu que a demissão ocorreu após recomendações de Rosenstein em relação à maneira como Comey gerenciou a investigação sobre o uso dos e-mails de Hillary Clinton, rival democrata na eleição presidencial vencida por Trump, quando esta era secretária de Estado. Na entrevista à NBC, porém, Trump indicou que estava pensando “nessa história da Rússia” quando demitiu Comey.

Nesta sexta-feira, o jornal The New York Times noticiou que Trump, quando assumiu o cargo, em janeiro, cobrou lealdade de Comey, mas este teria oferecido honestidade. O diálogo teria acontecido durante um jantar privado, uma semana depois da posse de Trump, ocorrida no dia 20 de janeiro, segundo relatou Comey a alguns de seus colegas, que, após sua demissão, na última terça-feira, falaram sob condição de anonimato ao jornal nova-iorquino.

Em um ponto da conversa, depois que Trump celebrou sua vitória nas eleições, ele pediu para Comey “jurar lealdade”. Este rejeitou o pedido e, em seu lugar, prometeu que sempre seria honesto com ele, mas insistiu em que não seria confiável no sentido político. De acordo com a versão do ex-diretor do FBI, insatisfeito com a resposta, Trump pediu mais duas vezes para que ele fizesse o juramento, mas Comey não cedeu. Comey disse acreditar que o jantar foi “um prenúncio de sua queda”, segundo o New York Times.

IP/dpa/afp/efe/ap/rtr

Ex-conselheiro de Trump oferece testemunho em troca de imunidade

Ex-conselheiro de Trump oferece testemunho em troca de imunidade

O advogado do general Michael Flynn afirmou que ele tem “uma história para contar”, mas precisa de garantias contra “acusações injustas”.

O ex-conselheiro de Segurança Nacional do presidente Donald Trump, Michael Flynn, se ofereceu para ser questionado pelos comitês do Congresso que investigam as relações da Rússia com a campanha do magnata, informou seu advogado na quinta-feira. A proposta de Flynn, porém, é de que receba imunidade em troca de sua colaboração, revelou o jornal The Wall Street Journal.

O general aposentado serviu como conselheiro de Trump durante menos de um mês, antes de pedir demissão em fevereiro. Flynn foi pressionado a sair quando se descobriu que havia passado “informações incompletas” para o vice-presidente Mike Pence sobre conversas que teve com o embaixador russo nos Estados Unidos, Sergey Kislyak, entre a eleição e a posse de Trump.

“O general Flynn certamente tem uma história para contar e quer muito contá-la, se as circunstâncias permitirem”, declarou seu advogado, Robert Kelner, em comunicado. De acordo com a nota, a possibilidade do depoimento está em discussão com os comitês da Câmara dos Deputados e do Senado, responsáveis por analisar uma possível interferência russa no pleito de novembro de 2016.

Sem deixar claro que o general exige imunidade, Kelner diz no comunicado que “apesar da vida de serviço nacional” de Flynn, “a imprensa é inundada com alegações infundadas, reivindicações escandalosas de traição e insinuações direcionadas a ele”, o que leva políticos a exigirem que seja investigado criminalmente. “Nenhuma pessoa razoável, que tenha o benefício do aconselhamento legal, iria se submeter a um questionamento em tal ambiente politizado e de caça às bruxas, sem garantias contra acusações injustas”, escreve o advogado.

De acordo com o Wall Street Journal, os investigadores ainda não concordaram com os termos oferecidos por Flynn. Na manhã desta sexta-feira, Trump saiu em defesa do ex-conselheiro no Twitter e disse que, sim, deveria pedir por imunidade devido à “caça às bruxas” da mídia e dos democratas.

Opositores do governo imediatamente lembraram um comentário do general em 2016, quando assessores de Hillary Clinton receberam imunidade do governo para testemunhar ao FBI sobre o uso de um e-mail privado por parte da ex-secretária de Estado. “Quando você recebe imunidade, significa que provavelmente cometeu um crime”, disse Flynn, em entrevista à emissora NBC.

Fonte: veja.com

Campo de golfe de Trump é vandalizado por ativistas anônimos

Campo de golfe de Trump é vandalizado por ativistas anônimos

Os intrusos usaram ferramentas de jardinagem para esculpir na grama uma mensagem em protesto às políticas sobre o meio ambiente de Trump.

Um grupo de ativistas vandalizou o luxuoso clube de golfe de Donald Trump na Califórnia, colocando uma mensagem contra o presidente na grama perto do quinto buraco, informou a polícia nesta segunda-feira.

O grupo, que se autodenomina “Anonymous environmental activist collective” – em português, algo como “coletivo anônimo de ativistas ambientais” – enviou um vídeo ao Washington Post, no qual quatro pessoas escalam o muro do Trump National Golf club, em Rancho Palos Verdes, uma área exclusiva com vista para o mar localizada 50 km ao sul de Los Angeles.

No vídeo de 64 segundos, os intrusos, vestidos de preto, usam ferramentas de jardinagem para esculpir na grama do campo uma mensagem com letras de dois metros que dizia: “NO MORE TIGERS, NO MORE WOODS”, num trocadilho com o nome do jogador de golfe Tiger Woods, embora a mensagem não tenha a ver com o campeão desse esporte.

No comunicado que o grupo enviou ao jornal, explica que a ação é um protesto ao “flagrante desrespeito [de Trump] ao meio ambiente”.

O tenente David Sprengel do departamento de Sheriff, na cidade de Lomita, a mais próxima do clube, disse à AFP que o vandalismo ocorreu por volta das 08h30 (12H30 de Brasília) no domingo.

O campo de 18 buracos, considerado um dos 100 melhores da América pela revista Golf, é famoso por suas vistas espetaculares sobre o Oceano Pacífico e foi cenário de vários filmes.

De acordo com o guia World Golf, este clube é o campo de golfe mais caro já construído nos Estados Unidos: 264 milhões.


Watch: Environmental Activists Deface Trump… por painelpolitico

Fonte: exame.com

Brasileiro é reeleito para mais quatro anos na direção da OMC

Brasileiro é reeleito para mais quatro anos na direção da OMC

A reeleição de Roberto Azevêdo ocorre no momento em que Donald Trump avalia a possibilidade de adotar mecanismos de sanções contra parceiros comerciais.

O brasileiro Roberto Azevêdo foi reeleito nesta terça-feira para mais quatro anos no comando da Organização Mundial do Comércio (OMC).

A reeleição acontece no momento em que os questionamentos sobre os benefícios da globalização se proliferam e diante da ameaça de os Estados Unidos criarem regras alternativas ao comércio global. O governo Trump, por exemplo, avalia a possibilidade de adotar mecanismos de sanções contra parceiros comerciais, sem a consulta, intermediação ou autorização da OMC. Hoje, apenas os tribunais da entidade podem dar o sinal verde para que governos implementem penalidades, depois de juízes determinarem se as práticas adotadas violam ou não regras internacionais.

Em discurso às vésperas da sua reeleição, Azevêdo fez um alerta claro: caberá a cada um dos governos, embaixadores e diplomatas lutar pela sobrevivência do sistema multilateral diante da ameaça protecionista que paira sobre o mundo.

Pelo novo projeto americano, porém, a estrutura que centraliza na OMC julgamentos envolvendo o comércio internacional, criada em 1995, seria substituída por autoridades do próprio governo dos EUA, a quem caberia determinar as punições. Segundo o jornal Financial Times, a administração Trump já teria pedido a especialistas que formulem uma lista de instrumentos que poderiam ser usados na aplicação dessas multas, sem passar pela OMC.

Na prática, se os EUA considerarem que um produto brasileiro, por exemplo, afeta de forma injusta empresas dos EUA em seu mercado ou mesmo em terceiros mercados, poderia adotar sanções contra o País sem mediação da OMC.

A medida foi interpretada como um primeiro sinal concreto de que os americanos estariam abandonando a entidade e que poderiam adotar regras comerciais que, na avaliação de especialistas, violam as normas da OMC.

A posição americana deixou diplomatas e negociadores preocupados ontem em Genebra. Durante a campanha presidencial, Trump chegou a dizer que a OMC “é um desastre”, com membros de sua equipe alertando que a entidade “não funciona”. Representantes de alguns governos disseram ao Estado que, desde a eleição de Trump, vêm tentando conseguir dos EUA garantias de que os americanos estão “comprometidos” com a OMC. Mas a resposta tem sido “evasiva”.

Reeleição. O debate sobre a situação americana acabou sendo o centro da discussão sobre a reeleição de Azevedo. O brasileiro é candidato único para mais um mandato e o processo, que estava marcado para ocorrer entre fevereiro e maio, foi antecipado. Nesta segunda-feira, o diretor-geral da OMC foi alvo de questionamentos, por parte de alguns governos, com a sobrevivência do sistema no centro do debate.

O governo chinês, numa clara alusão aos EUA, questionou Azevêdo sobre o que pretendia fazer para se “contrapor ao aumento do protecionismo”. Em resposta, o brasileiro indicou que esse deve ser um “esforço comum” e pediu que delegações se manifestem contra barreiras.

O governo americano foi o próximo a falar, argumentando que medidas de defesa comercial não são atos protecionistas. Washington pediu para que Azevêdo fosse mais direto. O diretor-geral da OMC admitiu que todos os governos têm esse direito. Mas apontou que é sua aplicação que deve ser avaliada.

Ao tomar a palavra diante dos mais de 160 países para pedir o apoio de todos, Azevêdo foi contundente em reconhecer que a globalização está sendo questionada. “Precisamos pensar sobre como garantir que os benefícios do comércio cheguem a mais pessoas”, defendeu.

Pela Europa, EUA e diversos países, partidos políticos têm usado a globalização comercial como alvo de suas campanhas, prometendo rever acordos e mesmo abandonar algumas iniciativas. Azevêdo, sem citar Donald Trump, deixou claro que as ameaças existem. “O crescimento da economia global é baixo. O crescimento do comércio é baixo. As ameaças do protecionismo não podem ser ignoradas”, disse. “O multilateralismo enfrenta resistências e ainda lutamos contra os desafios persistentes da pobreza”, afirmou. “Muitos se sentem excluídos dos benefícios do comércio.” No entanto, Azevêdo alertou que não concorda com a análise de que o desemprego estrutural está ligado ao fluxo de comércio.

Azevêdo quer, nos próximos quatro anos, trabalhar para que o comércio seja “parte da solução” e não o responsável pelos problemas sociais. “Não há dúvidas de que vivemos um momento desafiador para o sistema multilateral do comércio.”

Mas, segundo Azevêdo, são nesses momentos que as regras internacionais ganham importância. “O valor dos acordos globais é evidente.” Segundo ele, as estruturas existentes hoje foram erguidas como “resposta direta às lições sangrentas da história”, numa referência à 2.ª Guerra Mundial. “Elas representam o melhor esforço do mundo para garantir que os erros do passado não sejam repetidos”, advertiu.

Diante desse cenário, segundo Azevêdo, a OMC “é mais importante do que nunca”. “Precisamos trabalhar para defender o sistema. Temos o papel de salvaguardar esse elemento-chave da governança global.”

Fonte: veja.com

Assessora de Trump é criticada por botar pés sobre sofá do Salão Oval

Assessora de Trump é criticada por botar pés sobre sofá do Salão Oval

Escritório de Ética dos EUA já havia proposto punição a Conway por outra infração

Kellyanne Conway, assessora do presidente Donald Trump, foi alvo de críticas nas redes sociais por sentar com os pés sobre um sofá do Salão Oval da Casa Branca durante uma recepção oficial.

Em uma fotografia da AFP é possível observar Conway sentada com as pernas dobradas em um sofá do escritório de Trump com um telefone nas mãos, enquanto o presidente posa para uma foto com os líderes negros de colégios e universidades.

No Twitter, muitas pessoas criticaram Conway e interpretaram sua linguagem corporal como um sinal de “falta de respeito”.

“Conway com seus sapatos em um sofá do Salão Oval — coerente com vários graus de falta de respeito que a equipe de Trump demonstra”, escreveu um internauta.

“A nova base de fotos do ‘privilégio branco'”, escreveu outro usuário do Twitter sobre a foto, na qual aparece um grande grupo de negros de pé.

Alguns estabeleceram comparações com uma foto de 2013 do ex-presidente Barack Obama com os pés sobre uma mesa no Salão Oval.

“Lembram quando os republicanos perderam a cabeça com a decoração do Salão Oval de Obama”, tuitou outro internauta.

O Escritório de Ética do governo dos Estados Unidos propôs recentemente uma punição a Conway por ter recomendado publicamente que as pessoas comprassem produtos da filha do presidente.

Fonte: oglobo.com

Trump acredita que Obama está por trás de protestos políticos

Trump acredita que Obama está por trás de protestos políticos

O presidente americano acrescentou ainda que também acredita que partidários de Obama estão por trás dos últimos vazamentos da Casa Branca.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta terça-feira que ele acredita que o ex-presidente Barack Obama está por trás de alguns protestos contra os legisladores republicanos em todo o país.

Em entrevista ao programa “Fox & Friends” do canal Fox News que foi ao ar na manhã desta terça-feira, Trump respondeu a uma pergunta sobre os protestos, dizendo: “Eu acho que o presidente Obama está por trás disso, porque certamente o povo dele está atrás disso”.

Ele acrescentou ainda que também acredita que partidários de Obama estão por trás dos últimos vazamentos da Casa Branca.

“Também entendo que isso é política. E mesmo ele estando por trás dessas coisas, isso é política. E provavelmente vai continuar”, acrescentou Trump.

Ele disse que não está surpreso, dizendo “eu estou mudando coisas que (Obama) queria fazer”, afirmando que ele é mais resistente do que Obama em termos de seu esforço para deportar qualquer um que vive no país ilegalmente.

Sobre o fato de sua administração ainda estar incompleta, Trump reconheceu que ainda há centenas de cargos a serem preenchidos, mas disse que tais cargos “são desnecessários”, acrescentando que “não tenho nenhuma intenção de preencher muitas das posições em aberto”.

“O que as pessoas fazem em todos estes cargos? Você não precisa de todos esses postos de trabalho”.

O presidente dos EUA disse também que alguns estão olhando para criticá-lo por eliminar esses cargos, mas ele garantiu que isso “não é uma coisa ruim. Isso é uma coisa boa. Estamos executando um muito bom governo e eficiente”.

Trump propõe aumento de US$ 54 bi em gastos militares em 2018

Campo de golfe de Trump é vandalizado por ativistas anônimos

A Casa Branca deve enviar ainda hoje às agências federais sua proposta de orçamento de 2018, de acordo com autoridades

O presidente dos EUA, Donald Trump, irá propor em seu primeiro orçamento um aumento de quase 10% nos gastos com defesa, que deverão ser compensados por cortes em outro setores, informaram autoridades.

O orçamento prevê um crescimento de US$ 54 bilhões nos gastos com defesa, enquanto os cortes em outros setores para custear esse aumento provavelmente atingirão os fundos de ajuda a outros países – refletindo o discurso de Trump para que os aliados dos EUA desempenhem um maior papel nos esforços globais de pacificação.

A Casa Branca deve enviar ainda hoje às agências federais sua proposta de orçamento de 2018, de acordo com autoridades.

A proposta inicial de orçamento deverá ser divulgada em meados de março e o documento fiscal completo é esperado para o fim do semestre.

O texto a ser analisado no próximo mês deve incluir apenas os programas de despesas discricionárias, que representam cerca de um terço do total dos gastos federais. A proposta não inclui mudanças na tributação ou despesas mandatórias.

Fonte: Dow Jones Newswires.

Casa Branca proíbe ‘NY Times’, CNN e BBC de ir a coletiva de imprensa

Casa Branca proíbe 'NY Times', CNN e BBC de ir a coletiva de imprensa

Em rota de colisão com jornais e TVs, Trump vira alvo de boicote de veículos de mídia.

Jornalistas do “New York Times” e do “Los Angeles Times”, da CNN, da BBC e do site especializado “Politico” foram impedidos de assistir à coletiva do secretário de imprensa do presidente Donald Trump na sexta-feira. Esta foi a violação mais marcante no contexto das difíceis relações entre a atual Casa Branca e a imprensa. Repórteres da revista “Time” e da Associated Press, que deveriam participar da coletiva, optaram por não comparecer, em protesto, contra as ações da Casa Branca. No mesmo dia, Trump cobrou veículos de comunicação para que deixem de usar fontes anônimas — prática usada no jornalismo em todo o mundo.

Os repórteres do “Times”, da CNN e do Politico não foram autorizados a entrar no gabinete da Ala Oeste do porta-voz Sean Spicer. Assistentes permitiram a entrada de repórteres de apenas um grupo de organizações de notícias escolhidas a dedo que, segundo a Casa Branca, haviam sido previamente confirmadas para participar: o site “Breitbart News”, a One America News Network e o “Washington Times”, todos com tendências conservadoras populistas. Jornalistas de ABC, CBS, “Wall Street Journal”, Bloomberg e Fox News também participaram.

“Nada como isso aconteceu na Casa Branca em nossa longa história de cobrir várias governos de diferentes partidos”, disse Dean Baquet, editor-executivo do “Times”, em um comunicado. “Protestamos fortemente contra a exclusão do ‘New York Times’ e das outras organizações de notícias. O livre acesso da mídia a um governo transparente é obviamente de crucial interesse nacional.”

A Associação dos Correspondentes da Casa Branca, que representa o corpo de imprensa em contato direto com o governo, repreendeu rapidamente as ações.

“A associação está protestando fortemente contra a forma como o silenciamento de hoje está sendo tratado pela Casa Branca “, disse o presidente da associação, Jeff Mason, em um comunicado. “Nós encorajamos as organizações que foram permitidas a compartilhar o material com os outros na imprensa que não foram. O conselho discutirá isso com o pessoal da Casa Branca.”

Ataques Repetidos

A ação ocorreu horas após Trump atacar a imprensa em um discurso na Conferência da Ação Política Conservadora.

— Você não pode permitir que (os jornalistas) utilizem fontes a menos que mencionem o nome de alguém — disse. — Uma fonte disse que Donald Trump é um ser humano horrível. Pois que me digam na cara. Que não haja mais fontes.

O presidente mostrou-se irritado com as reportagens atribuídas a fontes anônimas, em especial aos numerosos informes sobre contatos entre seus colaboradores e os russos, que a Casa Branca rejeitou energicamente. A reportagem do “Times” usou nove fontes sob anonimato.

— Há três dias eu disse que eles são inimigos do povo, e eles são. Eles falaram em nove fontes e não citaram uma nominalmente. Eu sei com quem eles falam.

Durante os dez minutos em que falou sobre o tema, o presidente americano disse ainda que não se oporia a toda a imprensa, mas só “aos meios de notícias falsas”.

— As notícias falsas não dizem a verdade. Não representam o povo. Nunca representarão o povo e faremos algo a respeito.

 

Fonte: oglobo.com

Trump exige que jornalistas não usem fontes anônimas

Trump exige que jornalistas não usem fontes anônimas

Normalmente, os membros da equipe de Trump exigem o anonimato quando falam com a imprensa.

Donald Trump usou seu primeiro discurso na maior reunião de ativistas de direita nesta sexta-feira para novamente fazer críticas à imprensa, desta vez pelo uso de fontes anônimas. Normalmente, os membros da equipe de Trump exigem o anonimato quando falam com a imprensa.

— Você não pode permitir que (os jornalistas) utilizem fontes a menos que mencionem o nome de alguém — disse. — Uma fonte disse que Donald Trump é um ser humano horrível. Pois que me digam na cara. Que não haja mais fontes.

O presidente mostrou-se irritado com as reportagens atribuídas a fontes anônimas, em especial aos numerosos informes sobre contatos entre seus colaboradores e os russos, que a Casa Branca rejeitou energicamente. A reportagem do “New York Times”usou nove fontes sob anonimato.

— Há três dias eu disse que eles são inimigos do povo, e eles são. Eles falaram em nove fontes e não citaram uma nominalmente. Eu sei com quem eles falam.

Durante os dez minutos em que falou sobre o tema, o presidente americano disse ainda que não se oporia a toda a imprensa, mas só “os meios de notícias falsas”.

— As notícias falsas não dizem a verdade. Não representam o povo. Nunca representarão o povo e faremos algo a respeito.

Fonte: extra.globo