Vereador é suspeito de matar ex-namorada e o pai dela em MG

Testemunhas afirmaram que Sincero Ramos matou ex-namorada e pai dela na frente da filha que ele teve com a vítima, de apenas um ano de idade

A polícia está à procura de um vereador de 39 anos apontado como autor das mortes da ex-namorada, de 33 anos, e do pai dela, de 62, nesse domingo. O crime ocorreu na cidade mineira de Peçanha. Duas crianças estavam na casa, uma delas filha do autor e da vítima.

Após uma denúncia via 190, policiais militares foram ao imóvel e encontraram Aline Aparecida de Souza e Afonso Vilela de Souza caídos no chão feridos a tiros. Perto deles foram recolhidos cartuchos de munição e um facão. Uma ambulância foi chamada, mas o médico confirmou a morte de pai e filha. A perícia constatou cinco perfurações no corpo de Aline e quatro em Afonso. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Governador Valadares.

De acordo com a Polícia Militar, a esposa de Afonso contou que o ex-namorado de Aline, identificado como Sincero Ramos de Moraes (PTC), vereador de Peçanha, entrou na casa dizendo que queria ver a filha dele, de 1 ano, que estava sob a guarda da mãe. No entanto, a testemunha disse que ele não podia visitá-la naquele horário e Sincero foi embora.

Instantes depois, o vereador voltou, entrou na casa à força e tomou a filha nos braços, o que resultou em uma discussão entre ele e Afonso. Em determinado momento, o avô da menina foi para um dos quartos e, ao voltar para a sala, Sincero jogou a criança no chão, sacou uma arma e atirou contra o ex-sogro.

Ao perceber que o pai havia sido baleado, Aline correu para a sala e foi até o corpo dele. Momento em que, segundo a testemunha, o vereador disse “quer morrer também?” e atirou contra a ex-namorada.

Ainda de acordo com a PM, outra criança de 10 anos tentou pegar o bebê no chão. No entanto, assustada ao ouvir um tiro, se escondeu debaixo de uma cama.

Parentes das vítimas disseram que o vereador já teria agredido e ameaçado Aline várias vezes, mas ela nunca procurou a polícia porque tinha medo dele. Uma testemunha também disse que ele teria falado que voltaria para matar todos da família.

A polícia recebeu informações de que Sincero Ramos fugiu em um Palio prata com placas de Belo Horizonte. A Polícia Militar de Peçanha acionou militares das cidades vizinhas para fazer um cerco na região na tentativa de prender o vereador. Até o início da manhã desta segunda-feira não havia informações sobre o paradeiro do suspeito. O caso já está com a Polícia Civil.

Sincero Ramos foi eleito em 2016 para a Câmara Municipal de Peçanha com 358 votos e está em seu segundo mandato. A assessora jurídica da Câmara Municipal de Peçanha, Francielle Camelo Reis, disse ao jornal mineiro Estado de Minas que o Legislativo municipal ainda não foi notificado sobre o caso e só a partir daí a Câmara poderá tomar as devidas providências.

Fonte: diariodepernambuco

Residência de vereador é alvejada com tiros no interior da Bahia

A casa do vereador Jorge Sérgio Santos da Silva (PT), da cidade de Biritinga, no nordeste da Bahia, foi alvejada por tiros durante a madrugada desta quarta-feira, 6. O carro do irmão do político também foi atingido. Além de Jorge, estavam na residência sua esposa, que está grávida de oito meses, e seu filho, de 10 anos. Ninguém ficou ferido.

Em uma publicação nas redes sociais, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia e Deputado Estadual Marcelino Galo (PT) chamou o ataque de “intimidação e o terrorismo político” e prestou solidariedade ao parlamentar e a sua família.

A polícia vai investigar se o atentado teve alguma motivação política. Um Boletim de Ocorrência foi registrado na Delegacia Territorial (DT) de Biritinga.

Fonte: atarde.uol

 

Vereador de RO é acusado, 30 anos depois, de estuprar a sobrinha, que mora no ES

Um vereador do PMDB de uma cidade do interior de Rondônia está sendo acusado de ter estuprado uma sobrinha, que atualmente está com 47 anos, quando ela tinha 17.

O caso foi registrado na delegacia de Serra, no Espírito Santo. De acordo com a denunciante, “seu objetivo é proteger as mulheres que passam pela mesma situação”.

Quatro áudios gravados pela mulher, além de cópias do boletim de ocorrências circulam em grupos de Whatsapp de Cacoal.

De acordo com o relato, o agora vereador, que é irmão caçula de seu pai, chegou em sua casa, quando ela tinha 17 anos e a convidou para leva-la a um churrasco, onde a vítima encontraria dois primos. “Eu entrei no carro dele inocentemente, um Pampa vermelho e fomos em direção a esse churrasco. Ele então começou a sair fora da cidade. Aí ele me levou para um mato, um matagal onde eu não sabia onde ele estava me levando, bem distante da cidade, mas ele sabia, porque o lugar que ele me levou era um lugar amassado, os matos eram (sic) tudo amassado, era um lugar que ele era acostumado a levar mulher. Chegando ali ele me estuprou, me bateu de coronhada de revólver, chute, ele me bateu de soco, me deixou toda cheia de hematomas, ele me ameaçou e depois de tudo que ele fez comigo, ele falou que ia me matar. Dentro do carro ele disse que se eu contasse para alguém ele ia me matar e toda minha família. E eu me calei por 30 anos. E ele falou – quando eu chegar na sua casa você faz café, você faz almoço, me trate como se nada tivesse acontecido. Eu aguentei isso durante 30 anos, ele chegando na minha casa e eu tratando ele como se nada tivesse acontecido. Eu não falei nada durante 30 anos porque os meus pais moravam perto dele e eu tinha pela vida dos meus pais e dos meus irmão. Se ele teve coragem de fazer isso comigo, que sou sobrinha dele, ele ia tirar a vida dos meus pais e meus irmãos”, relata.

E completa, “eu estou abrindo minha boca hoje porque pode ser que outras mulheres estejam sendo estupradas e eu quero justiça”.

O nome do vereador não foi divulgado pela reportagem porque o caso, registrado em outubro de 2016, tramita em segredo de justiça e está sendo investigado pela Polícia Civil de Rondônia.

Vereador terá de pagar R$ 52 mil por ter ofendido presidente do TJ-RS

A liberdade de expressão é protegida pela Constituição, mas seu exercício não pode ofender os direitos de personalidade. Assim, o Superior Tribunal de Justiça manteve acórdão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que confirmou a condenação, em danos morais, do advogado e vereador Adeli Sell (PT), por ter feito críticas levianas ao desembargador Luiz Felipe Silveira Difini.

O petista pagará R$ 52 mil a Difini, hoje o presidente do TJ-RS.

Para o ministro Marco Aurélio Bellizze, relator do Agravo em Recurso Especial, o TJ-RS entendeu que a conduta do vereador ficou evidenciada ao fazer declarações ofensivas em entrevista e em postagens do seu blog, ferindo tanto a honra subjetiva quanto a honra objetiva do desembargador.

‘‘Gancho’’ infeliz
Segundo o site Espaço Vital, em janeiro de 2013, Difini foi alvo de críticas em um programa da Rádio Gaúcha que debatia o recente incêndio da boate Kiss e a reabertura, anos antes, de uma outra casa noturna em Porto Alegre, beneficiada por uma liminar judicial.

Neste caso precedente, ocorrido em 2003, a decisão para a abertura da casa noturna foi do magistrado Difini. Adeli, então secretário municipal da Produção, Indústria e Comercio (Smic) de Porto Alegre, aproveitou o “gancho” para comparar os dois casos.

Ao explicar o fechamento daquela casa noturna, Adeli disse que o alvará de funcionamento do local era falsificado e que a boate não tinha nenhuma condição de funcionar. No entanto, afirmou, foi surpreendido or uma liminar determinando o funcionamento. A explicação para isso, diz ele: “[Foi] porque tinha uma grande festa, envolvia pessoas importantes da sociedade que pressionaram o Judiciário e abriram.”

Inquirido pelo juiz Paulo César Filippon, da 8ª Vara Cível do Foro Central da Capital gaúcha, a dizer de quem se tratava, Adeli “desconversou”, jogando as ilações nas costas da imprensa. “Muitas e muitas vezes eu fui procurado por políticos, por pessoas das mais variadas profissões, é natural que haja pressões, eu sofri inúmeras pressões. Agora, se outros se sentiram pressionados, inclusive muitas das questões que estão colocadas aí são ilações da imprensa e são suposições, tanto que eu nunca mencionei nenhum juiz, nenhum promotor em nenhuma das minhas falas, até porque não teria condições de dizer se alguém fez isso ou aquilo. Acontece que os fatos aconteceram, casas noturnas foram fechadas e foram abertas mediante liminares. Isso é fato”, declarou em juízo.

Pressão política
Para o juiz que julgou a ação reparatória movida por Difini, o réu fez em público uma afirmação leviana, supondo que existiria uma pressão política que não identificou, sobre um julgador que desconhece pessoalmente. Incorreu, segundo ele, no vício de quem fala por suposição ou por “ouvir dizer”. Fez críticas alusivas à corrupção sem conhecer a tarefa de decidir e de fundamentar as decisões.

Ainda que ele não tenha mencionado o nome do desembargador, diz a sentença, “é óbvio que a imprensa divulgou o nome do autor com base em afirmações do réu”. Assim, determinou que Adeli pagasse R$ 10.860 (equivalente a 15 salários mínimos).

Ardil industriado
Em sede de recurso, a 9ª Câmara Cível confirmou os fundamentos da sentença e aumentou o quantum indenizatório para R$ 30 mil. Para o desembargador-relator Eugênio Facchini Neto, o réu, “ardilosamente” – na entrevista radiofônica e no seu blog — noticiou que o magistrado proferiu decisão em favor de pessoas importantes da sociedade, por pura pressão política, permitindo o funcionamento de casa noturna irregular.

“Diante disso, aparece clara a mensagem transmitida: de que autor é magistrado corrupto, que julga sem isenção, por pura pressão de pessoas importantes da sociedade; (…) e de que decisões como as do autor são responsáveis pelo funcionamento irregular de casas noturnas que apresentam risco às pessoas, risco este passível de ocasionar tragédias como as da Boate Kiss”, registrou o acórdão.

Fonte: conjur

Vereador de Novo Hamburgo (RS) é preso por porte de arma e suspeita de envolvimento em 4 homicídios

Um vereador de Novo Hamburgo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, foi preso em flagrante na manhã desta sexta-feira (6) por suspeita de envolvimento em quatro homicídios e participação em uma quadrilha ligada ao tráfico de drogas. Na casa dele foi encontrado um revólver calibre 38 furtado, pelo qual ele foi preso em flagrante.

Emerson Fernando Lourenço (Solidariedade) tem 44 anos e também atua como empresário. O advogado dele, Eduardo Pivetta Boeira, disse ao G1 que não vai comentar da prisão. O G1 também entrou em contato com o gabinete do vereador, onde ninguém se dispôs a falar.

O procurador geral da Câmara de Novo Hamburgo, Vinícius Bomber, diz que a Câmara não foi oficialmente comunicada e que está tomando conhecimento da situação pela imprensa. Por isso, não vai se posicionar.

Conforme o delegado Rodrigo Zucco, Lourenço passou a liderar uma facção criminosa após a prisão do entãso líder do grupo, em 2011. Em 2016, entrou na carreira política após ser eleito como vereador em Novo Hamburgo, com o codinome Fernandinho. A partir deste ano, passou a integrar duas comissões, uma delas de Direitos Humanos.

“Ele já possui passagem pela polícia, cumpriu há mais de 10 anos pena por assalto, tráfico de drogas e outros crimes. Ele tem um passado delituoso”, observa o delegado.

O vereador também atuava como empresário de um jogador profissional do Grêmio e de dois jogadores da categoria de base do Internacional, segundo Zucco, que está preservando o nome deles.

Além da prisão, a polícia cumpriu sete mandados de busca e apreensão em Novo Hamburgo e Campo Bom.

Em uma casa em Novo Hamburgo, foi apreendido um Volkswagen Golf. Também foi apreendido uma grande quantidade de dinheiro, em notas e moedas de baixo valor, o que, para o delegado, indica dinheiro de tráfico de drogas.

As investigações levaram quatro meses. A polícia chegou até o vereador a partir de inquéritos que apuravam os homicídios.

Fonte: g1/rs

Vereador é detido dirigindo picape com placa adulterada, diz polícia na BA

Um vereador da cidade de Novo Horizonte foi preso ao ser flagrado dirigindo uma picape com placa adulterada por uma estrada no trecho da cidade de Seabra, região da Chapada Diamantina, no final da noite de quarta-feira (4). Ele foi encaminhado à delegacia, ouvido e liberado em seguida.

De acordo com o delegado Marcos Alessandro, da Coordenadoria de Polícia de Seabra, Gean Carlos Santos de Oliveira (PSC) estava na estrada quando o carro parou por conta de um defeito. Ele pediu ajuda a uma guarnição da polícia, e durante o apoio, um dos policiais verificou o número do chassi.

Os policiais descobriram que o dado não conferia com a placa do veíulo dirigido por Gean, e o conduziram à delegacia. Lá, ele foi ouvido e disse que não sabia da adulteração, pois o carro foi comprado na mão de terceiro.

Segundo o delegado, a polícia não acredita que ele tenha feito a adulteração e que uma investigação foi aberta para localizar o vendedor do carro, que pode ser o responsável por falsificar a placa.

Gean foi eleito com 724 votos, na cidade de Novo Horizonte, que fica a cerca de 98km de Seabra.

Fonte: g1/ba

Vereador é condenado após espancar a ex, arrastá-la pela escada e fazê-la comer terra em SP

O vereador Guilherme Prócida (PSDB), de Mongaguá, no litoral de São Paulo, foi condenado esta semana a três meses e 18 dias de detenção por agredir a ex-mulher. A vítima, uma professora de Educação Física, de 33 anos, foi alvo de socos na cabeça, teve o cabelo puxado e foi arrastada pela escada de casa.

As agressões que motivaram a mulher a denunciar Guilherme à polícia ocorreram às vésperas do Natal de 2011, segundo a advogada Cristina Yoshiko Saito. Na ocasião, ela discutiu e acabou ferida pelo ex-marido após descobrir uma suposta traição no relacionamento que mantinham há cerca de 3 anos.

“A briga ocorreu dentro da casa deles. Após relatar o que sabia ao Guilherme, ele deu diversos socos na cara dela, a puxou pelos cabelos e a arrastou pelas escadas. Ela disse que contaria a todos sobre a vida promíscua que ele mantinha, inclusive frequentando casas de swing (troca de casais)”, disse a advogada.

Segundo Cristina, na mesma ocasião, ele a fez engolir a raiz de uma planta. “Ele disse que ela tinha que comer terra para parar de falar as coisas. Depois disso, a ex-mulher saiu da cidade ameaçada e escorraçada. Ela decidiu por registrar o caso na polícia e continuar com a ação em seguida”, explicou.

Guilherme é filho do prefeito de Mongaguá, no litoral paulista (Foto: Arquivo Pessoal)

Durante o processo, a advogada afirma, também, que a educadora física chegou a ser ameaçada. “Ela recebeu e-mails com avisos. Em um deles, estava escrito: ‘Cuidado, você pode amanhecer boiando em um rio’. Tudo isso está nos autos, que foram julgados após quase cinco anos”, afirmou a defensora.

A ex-mulher decidiu se separar do vereador após o ocorrido e se mudou para o interior do estado. “Ela achou pequena a pena, por isso avaliamos se vamos recorrer. Agora, vamos verificar se entramos com uma ação de danos morais para indenização”, disse. A sentença foi estabelecida na segunda-feira (13).

Atualmente divorciado, Guilherme Prócida é filho do prefeito da cidade, Artur Parada Prócida (PSDB). O advogado de defesa, Eugênio Malavasi, afirma que o cliente é inocente e está ciente da sentença. “Vamos entrar com recurso da apelação, pois não houve agressão ou ameaça, além do que, tudo já está prescrito”, disse.

Fonte: g1/sp

Vereador é preso suspeito de atropelar e matar idosa em Mara Rosa, GO

Vereador é preso suspeito de atropelar e matar idosa em Mara Rosa, GO

O vereador Luiz Carlos Barcelos (PDT), de Mara Rosa, região norte de Goiás, foi preso suspeito de atropelar e matar uma idosa, de 60 anos, em uma rua da cidade. A vítima, Elza Maria da Luz, estava em uma bicicleta quando foi atingida. Segundo a Polícia Militar, o político não prestou socorro após a batida e estava embriagado, cuja confirmação ocorreu por meio de uma avaliação médica. A Polícia Civil investiga o caso.

G1 não conseguiu contato com o advogado de Barcelos.

O acidente aconteceu na tarde de terça-feira (8). A idosa chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu. A PM informou ainda que após a colisão, o veículo fugiu do local em alta velocidade.

Elza chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Testemunhas relataram as características do veículo, um VW Polo de cor preta. Com base nas informações, a corporação chegou até a casa do vereador. O automóvel, que também estava no local, apresentava várias avarias.

Ele foi detido e levado para a delegacia. De acordo com o delegado Bernardo Comunale, o parlamentar prestou depoimento, mas preferiu ficar em silêncio.

“Ele está detido no presídio da cidade. Estamos apurando como o acidente aconteceu. Mas só poderei dar mais detalhes em dois ou três dias”, disse ao G1.

Fonte: g1/go

Vereador leva picada de cobra cascavel e mata animal com dentada na Paraíba

Vereador leva picada de cobra cascavel e mata animal com dentada na Paraíba

Um vereador do município de Juru, no Sertão da Paraíba, teve um reação inusitada ao ataque de um cobra. Álvaro Teixeira (PSB) foi mordido por uma cascavel e contra-atacou matando o réptil a dentadas. O vereador de 36 anos recebeu alta hospitalar nesta segunda-feira (17), quatro dias após ser internado.

O revide na cabeça da cobra foi uma reação à raiva, nas palavras do próprio Teixeira. “Senti a fisgada na perna. Quando olhei, era uma cascavel. Daí eu peguei e mordi ela, porque eu fiquei com muita raiva na hora, foi instinto”, contou ao G1.

O vereador visitava uma propriedade que mantém na zona rural de Juru, quando foi picado. Ao constatar que a cascavel, que media cerca de um metro de comprimento, estava morta, pegou o animal e se dirigiu ao hospital da região. Transferido para Campina Grande, Teixeira contou que recebeu cinco litros de soro com antídoto.

De volta à cidade, nesta terça-feira (18), o vereador conta que lidou com o espanto do eleitorado. “Como é um animal muito repugnante, causa logo medo. A cascavel é bem característica porque tem a base, quando você vê, corre, desmaia, sai de perto. Eu não. Tenho um certo costume, fui criado no campo. E já tinha isso na cabeça: no dia que uma cobra me morder, eu mordo ela”, relatou. Por ordem médica, Teixeira só voltará à Câmara Municipal em agosto.

Fonte: noticiasaominuto

Justiça Eleitoral nega pedido de cassação de Vereador

O Juiz da 32ª Zona Eleitoral de Machadinho do Oeste, Hedy Carlos Soares, julgou improcedente a representação proposta pelo Ministério Público (RP n. 579-69), que visava cassar o mandato eletivo do vereador Messias Fernandes Gomes.

Na ação alegou o Ministério Público que foram detectadas irregularidades na prestação de contas apresentadas pelo vereador, no tocante à extrapolação do limite de gastos com aluguel de veículos, omissão de receitas eleitorais e omissão de gastos eleitorais.

Todavia o Juiz Eleitoral não acatou tal tese, e levou em consideração o fato de ser desproporcional cassar um mandato eletivo levando em consideração que o valor supostamente extrapolado, no importe de R$ 460,00 (quatrocentos e sessenta reais), não revela gravidade apta a ensejar cassação de diploma, pois tal situação fática não evidencia ato imoral a trazer-lhe benefícios em detrimento de outros candidatos, além de sustentar que no tocante à suposta omissão de receitas e omissão de gastos eleitorais, as justificativas apresentadas em sede de contestação elidem as irregularidades, em especial, pelos documentos acostados.

O advogado do vereador, Nelson Canedo, comemorou a decisão, e lembrou que em sede de representação por suposta irregularidade na arrecadação e gastos de recursos, prevista no art. 30-A da Lei n. 9.504/97, para ter relevância jurídica, o fato em apuração necessita estar revestido de gravidade o suficiente para que possa influenciar na disputa do pleito, considerado o contexto da campanha, o que não restou demonstrado na hipótese.

Não cabe mais recurso da decisão, pois transitou em julgado.