Ex-namorado prepara armadilha e mata jovem atropelada em rodovia paulista

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Ex-namorado, que está foragido atropelou a jovem por não aceitar fim do relacionamento

A jovem Nayara da Silva, de 21 anos, morreu após sofrer um acidente e depois ser atropelada ao pedir ajuda no meio de uma rodovia no último dia 17 de maio, em Itanhaém, no litoral de São Paulo. Segundo as investigação, ela foi vítima de uma armadilha feita pelo ex-companheiro Márcio Manoel dos Santos que armou o primeiro acidente, após o casal terminar o relacionamento. As informações são do G1.

Márcio está foragido

Nayara sofreu um acidente de moto na Rodovia Padre Manoel da Nóbrega e morreu atropelada enquanto pedia ajuda. O veículo dela foi encontrado embaixo da defensa metálica do acostamento. Familiares informaram à polícia que o percurso que ela fazia era rotineiro e que a jovem sempre foi cautelosa na direção.

Com isso, policiais do 2º DP de Itanhaém passaram a investigar se a vítima tinha desavenças com alguém. Colegas do supermercado onde Nayara trabalhava informaram que ela havia relatado ter recebido ameaças do ex-companheiro.

Os investigadores efetuaram diligências para entender os fatos que antecederam o momento que ela teria caído da motocicleta. Durante a apuração do caso, os policiais encontraram uma câmera do monitoramento municipal captando a saída da vítima do supermercado, com um veículo cinza logo atrás.

A placa do veículo levou os policiai até José Maurício da Silva Pereira, amigo do ex-companheiro da vítima. De acordo com a polícia, ao chegar na residência de José Maurício, ele disse que já sabia porque estava sendo procurado.

Nayara morreu atropelada pelo ex

Na delegacia, o dono do veículo contou que Márcio havia pedido o carro emprestado. Por volta das 18h do dia 17 de maio, eles saíram de um churrasco e foram até o supermercado em que a vítima trabalha de carro.

Ambos esperaram a vítima sair do supermercado e a perseguiram até a rodovia, onde Márcio jogou o veículo em cima da motocicleta que ela conduzia, causando a colisão dos veículos e fazendo com que ela sofresse um acidente. Eles fugiram em seguida e voltaram ao churrasco.

De acordo com o dono do veículo, o carro passou por conserto, para ocultar o crime. A informação foi confirmada pela polícia com o mecânico que fez os reparos. Maurício foi indiciado e está preso. Márcio teve a prisão preventiva decretada e está foragido.

Ainda segundo a polícia, o motorista que atropelou Nayara não tem envolvimento com o crime. ele não conseguiu frear a tempo de evitar a colisão. A jovem veio a óbito no local.

Em Rondônia, OAB indefere primeiro registro de bacharel por envolvimento em violência doméstica

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“Os advogados tem o dever de zelar pela sua idoneidade moral e ética, tanto em sua vida pessoal como na sua vida profissional”

Em sua primeira sessão virtual, realizada na última sexta-feira(17),  a Câmara de Seleção e Habilitação da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB/RO) decidiu pelo indeferimento do pedido de inscrição originária de bacharel envolvido em caso de violência doméstica.

A Câmara teve como base as súmulas vinculantes 09/2019 e 10/2019 aprovada pela OAB Nacional, em 18 de março do ano passado, que proíbem o ingresso de bacharéis em direito que tenham agredido mulheres, idosos, crianças, adolescentes e pessoas com deficiência física e mental aos quadros da Instituição.

“Os advogados tem o dever de zelar pela sua idoneidade moral e ética, tanto em sua vida pessoal como na sua vida profissional, para que possam bem representar seus constituintes na busca pela Justiça. Portanto, não podemos compactuar com indivíduos que cometem qualquer ato de violência, especialmente em momento que lutamos pelo fim dos abusos cometidos contra as mulheres e contra os indivíduos mais frágeis de nossa sociedade”, ressalta o presidente da OAB Rondônia, Elton Assis.

Para o secretário-geral da Seccional e presidente da Câmara de Seleção e Habilitação, Márcio Nogueira, “impedir quem pratica violência doméstica de se inscrever é assegurar a respeitabilidade da advocacia e, mais importante, dar um recado claro à comunidade, que essa é uma conduta intolerável com graves consequências”. 

Isolamento por coronavírus aumentou briga de casais em 431%, afirma pesquisa

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Empresa monitorou relatos de violência doméstica no Brasil noTwitter entre fevereiro e abril; boletins de ocorrência diminuíram em pelo menos cinco estados

Brigas de casais aumentaram 431% entre fevereiro e abril, segundo relatos feitos no Twitter e coletados pela empresa de pesquisa Decode Pulse, a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Foram coletadas 52.315 menções a brigas domésticas, das quais 5.583 relatavam violência doméstica.

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A maioria dos comentários (53%) ocorreu entre 20h e 3h da manhã e foi feita por mulheres (67%), e um quarto deles foi postado às sextas-feiras. Segundo os pesquisadores, no Twitter os internautas se manifestam mais espontaneamente sobre acontecimentos cotidianos.

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“Os vizinhos estavam brigando e ele bateu na mulher, eu não consigo ouvir isso e não sentir vontade de chorar, parece que eu sinto na pele tudo o que ela está sentindo”, comentou um internauta.

“Meus vizinhos estão brigando a essa e eu to quase entrando lá c o pé na porta p n ter esses barato de agressão e etc”, relatou outro.

“Gente os vizinhos estão brigando e a mulher dele tá berrando e to preocupado pq ta bem pesado ja vou ficar com o telefone da policia”, disse um usuário da rede social.

Mais da metade desses relatos foram feitos em abril, que registrou aumento de 53% em relação a fevereiro. Em março, quando começaram as medidas de isolamento, o aumento foi de 37%.

Dificuldades de denunciar a agressão

Na avaliação da diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, a pesquisa mostra que, de fato, as mulheres estão mais vulneráveis durante o período de isolamento social e, confinadas, estão estão encontrando dificuldades para procurar delegacias de polícia e registrar as ocorrências.

“Infelizmente, esse crescimento da violência contra as mulheres é uma tendência que o Fórum registra há pelo menos três anos e que foi agravada a partir do momento em que as pessoas precisaram ficar em suas casas” afirma Samira, em nota.

Renato Dolci, CEO da Decode Pulse, afirmou que nos métodos tradicionais de pesquisa as mulheres têm medo de falar, ainda mais neste momento, confinadas com seus potenciais agressores. Por isso, a empresa decidiu verificar o que vizinhos e parentes estão dizendo nas redes sociais.

Queda nos boletins de ocorrência

Enquanto os relatos crescem, denúncias registradas oficialmente diminuem. Um levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostrou queda nos registros em vários estados.

O número de boletins de ocorrência sobre violência doméstica, que em geral exigem a presença das vítimas na delegacia, diminuiu em março nos estados do Ceará (29,1%), Mato Grosso (21,9%), Acre (28,6%), Pará (13,2%) e Rio Grande do Sul (9,4%), em relação a março de 2019. 

Medidas protetivas, por exemplo, diminuíram 37,9% em São Paulo, 32,9% no Pará e 67,7% no Acre entre os dias 1 e 12 de abril passado, em comparação com o mesmo período de 2019.

No telefone 180, que atende denúncias de violência contra a mulher, a queda foi de 8,6% em março, em relação ao mesmo mês de 2019 – de 8.440 para 7.714.

Enquanto isso, porém, os atendimentos de violência doméstica pela Polícia Militar de São Paulo, pelo telefone 190, aumentaram 44,9% em março deste ano, em relação ao mesmo mês de 2019 – de 6.775 para 9.817.

Os feminicídios também tiveram aumento expressivo no período. Aumentaram 46,2% em São Paulo (19 casos) e 400% no Mato Grosso (10 casos), por exemplo.

O Fórum sugere que as autoridades diversifiquem os canais para que as mulheres possam denunciar usando, por exemplo, farmácias e supermercados, que continuam abertos normalmente.

O governo federal lançou um aplicativo para que as vítimas denunciem, mas ainda não está disponível para celulares. Nos estados de São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro, a Secretaria de Segurança passou a permitir que as vítimas de violência doméstica façam boletins eletrônicos, pela internet, sem necessidade de ir a uma delegacia. Os telefones tradicionais de denúncias, como 180 e 190, continuam a funcionar normalmente.

Via O Globo

Homem ignora protetiva, atira contra ex-sogra e sofre acidente na fuga, no PR

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Ele e a ex-esposa estão separados há dois meses por histórico de violência e ausência de compromisso financeiro

A medida protetiva expedida para assegurar a proteção da ex-esposa de Luiz Fernando Diniz da Silva, 22 anos, não garantiu que a família sofresse com cenas de violência, na noite deste domingo (29).

A ex-sogra dele Eliane Ferreira dos Santos, 43 anos, foi baleada pelo homem, que pulou o muro da casa com uma arma em punho querendo ver os filhos – um de 3 anos e outro de seis meses. Ele e a ex-esposa estão separados há dois meses por histórico de violência e ausência de compromisso financeiro, conforme afirmou a mãe das crianças.

A família mora em uma casa na rua Leopoldo Rodrigues, no bairro Capela Velha, em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. A ex-esposa contou os detalhes.

“Estávamos em casa, sentada aqui fora, meu filho mais velho pediu para dar voltas com o carrinho onde estava o neném, minha mãe olhando, e eu fui ao banheiro. Quando eu saí do banheiro ouvi ele pulando para o lado de dentro de casa, mas eu imaginei que pudesse ser o carrinho caindo. Minha mãe gritou, eu corri achando que era o neném, mas quando cheguei ali fora vi ele apontando a arma para a minha mãe, dizendo que queria ver os filhos, que não era certo ele ficar longe dos filhos, que queria pagar pensão, o que ele nunca tinha pago. Meu mais velho vai fazer quatro anos e nunca recebeu um mês de pensão quando estávamos separados”, disse ele, afirmando que essa não é a primeira vez que o casal se separa.

Nesse momento, a avó das crianças pediu calma ao homem, dizendo que o melhor era eles conversarem. “Ele colocou a arma para trás e disse que, então, queria conversar apenas com ela e a sós. Minha mãe disse que não era assim porque tinha uma medida protetiva. Quando ela disse isso, ele começou a atirar. A gente fechou a porta e nos abaixamos. Os tiros atingiram minha mãe, mas poderiam ter pego até mesmo nos filhos dele”, descreveu a jovem.

A mulher baleada foi socorrida por ambulâncias do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate). Ela foi atingida na perna e encaminhada ao Hospital Municipal de Araucária (HMA), sem risco de morte.

A mãe das crianças disse que a cena foi bastante traumática para o filho mais velho. “Ele ficou gritando ‘meu pai atirou na minha avó, meu pai atirou na minha avó’. Como que uma pessoa faz isso na frente dos filhos? Eu só quero viver em paz. Não quero nada dele, nunca deu nada para os filhos, mesmo. Só quero viver em paz”, finalizou a ex-esposa de Fernando.

Acidente

Logo após atirar contra a ex-sogra, o jovem saiu de motocicleta e bateu contra um poste de iluminação, no bairro Chapada. Ele teve uma fratura na perna esquerda e foi encaminhado ao Hospital Trabalhador. A arma não foi localizada, segundo policiais. Luiz Fernando foi escoltado e depois da alta médica será levado à delegacia.

Homem é preso após jogar gasolina e atear fogo na enteada no Rio

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Vilmar Leal, de 53 anos, invadiu a casa da ex-mulher, iniciou discussão e, em seguida, atacou jovem de 21 anos, que teve 20% do corpo queimado

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (17), Vilmar Leal, de 53 anos. Ele teve a prisão temporária decretada pelo Tribunal de Justiça do Rio após quebrar uma medida protetiva e atear fogo na enteada , de 21 anos.

O caso ocorreu na madrugada do dia 11 de outubro do ano passado, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no Bairro Conjunto Dom Bosco. Mesmo impedido pela Justiça de ser aproximar da ex-mulher, auxiliar de serviços gerais, de 44 anos, com quem tem um filho, Vilmar invadiu a casa dela e iniciou uma discussão.

A enteada de Vilmar estava na residência e tentou interferir. A jovem, então, foi agredida e teve parte do corpo banhado com gasolina e incendiado.

“Ele começou a discutir com minha mãe, ameaçando botar fogo na casa toda. Fui ver o que estava acontecendo e ele me deu uma cotovelada . Depois, jogou gasolina em mim e quando abri os olhos já estava incendiada. Só lembro de ter gritado: “Meu Deus!”. Corri para chuveiro e abri a água. Fiquei mais de três semanas internada em um hospital, meu corpo ficou marcado… tive 20% do corpo queimado”, contou.

A jovem sofreu queimaduras superficiais e de segundo grau no rosto, nos braços, pescoço e orelhas. Após a agressão, Vilmar fugiu. Nesta quinta-feira, agentes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Nova Iguaçu localizaram e prenderam o suspeito. De acordo com a delegada Mônica Areal, titular da Especializada, ele responderá por tentativa de feminicídio.

“Vamos pedir a conversão da prisão temporária em preventiva. O suspeito é perigoso e desrespeitou medidas protetivas”, afirmou a delegada.

Não é a primeira vez que Vilmar é alvo de uma investigação da Polícia Civil. Só na Deam de Nova Iguaçu ele é investigado em mais quatro procedimentos por ameaça, injúria, estupro de vulnerável e lesão corporal.

A auxiliar de serviços gerais que viveu por cerca de três anos com Vilmar confirmou já ter sido agredida por ele e disse esperar que seu ex-marido se transforme em outra pessoa quando pagar pelos crimes que cometeu. “Ele sempre disse que iria me matar se fosse preso. Só espero que Deus trabalhe na vida dele para que ele saia da prisão como uma nova pessoa”, disse. Via IG

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Por que Victor Chaves foi condenado a só 18 dias? Especialistas explicam

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Advogadas consultadas pela reportagem analisam a polêmica sentença aplicada ao cantor pela agressão à ex-mulher Poliana Bagatini

O divórcio entre o cantor Victor Chaves, que fazia dupla com Léo, e a empresária Poliana Batagini rendeu mais um polêmico capítulo, na segunda-feira (13/1), com a divulgação das imagens da briga que separou o casal, em fevereiro de 2017. Filmadas pelas câmeras do elevador do prédio em que os dois moravam em Belo Horizonte, as cenas impressionam.

Então grávida de quatro meses do segundo filho, Poliana tenta sair de casa às pressas, pedindo socorro ao porteiro. Em dado momento, é empurrada pelo ex-marido, cai no chão e continua sendo agredida com pequenos chutes. O episódio rendeu ao sertanejo uma condenação pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais por vias de fato, fixada em 18 dias em regime aberto, além do pagamento de indenização de R$ 20 mil reais à ex-mulher.

A punição gerou revolta sobretudo nas redes sociais, onde o assunto é um dos mais comentados. Afinal, a sentença fixada pela juíza do TJMG Roberta Chaves é justa? A pedido do Estado de Minas, advogadas e integrantes de movimentos de defesa dos direitos das mulheres analisam a questão. Continua depois da publicidade

O processo

O primeiro ponto ressaltado pela assessora jurídica e mestranda em Direito pela Universidade Federal de Sergipe Clara Adolli é que Victor Chaves foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por vias de fato, uma contravenção penal – termo jurídico que define comportamentos ilícitos de menor potencial ofensivo. 

Para a contravenção de vias de fato – as chamadas agressões físicas que não deixam marcas – não há pena privativa de liberdade. Nesse caso, a punição ao contraventor é estipulada entre 15 dias a três meses em regime aberto ou semiaberto, frequentemente convertida em prestação de serviços à comunidade. 

“Logo, eu não diria que a decisão judicial, em si, foi injusta ou seletiva. O erro começou lá no início do processo, quando o Ministério Público considerou que a conduta do Victor não era grave o suficiente para ser considerada como crime, apenas porque não deixou marcas aparentes no corpo da Poliana”, avalia a profissional. “Se o processo todo não foi instruído de forma justa, como a sentença poderia ser?”, questiona.

Coordenadora de Políticas de Prevenção à Violência contra a Mulher da OAB, a advogada Isabel Araújo Rodrigues pondera o fato de que a maioria das denúncias de violência doméstica que chegam às promotorias de Justiça não incluem lesões corporais graves.

Empurrões, tapas e puxões de cabelos, afirma a especialista, estão entre os atos mais comumente praticados. “Nem por isso, são casos a serem tratados como isolados, ou como uma briga qualquer. A Poliana, por exemplo, estava grávida. A situação de violência física e psicológica daquele momento poderia ter prejudicado o bebê”, argumenta a especialista. 

Izabel observa ainda que desfecho do caso Victor Chaves reforça a sensação de impunidade para os agressores, uma vez que trata-se de pessoa pública, que inspira e motiva outros homens. “Claro que o fato de um homem – principalmente uma celebridade – ser julgada e condenada por agredir à esposa é, por si só, um fato positivo. Eu não desconsidero isso”, diz.

“Ocorre que a sentença leve aplicada ao caso passa ao público masculino a mensagem de que a violência contra mulher é aceitável. Algo que a Justiça, no fim das contas, vai tratar como uma briga de bar corriqueira, quando estamos falando de um problema de grande impacto social. Haja vista o fato de que os filhos do casal que convivem num ambiente violento, por exemplo, podem aprender a reproduzir condutas e comportamentos machistas. O menino aprende que pode bater. A menina, que é normal apanhar ”, defende. 

Pesquisa

Um estudo realizado da Universidade Federal do Ceará, publicado em agosto de 2017, mede os efeitos da violência doméstica para além âmbito conjugal. Intitulado Violência Doméstica e seu Impacto no Mercado de Trabalho e na Produtividade das Mulheres, a pesquisa estima que o custo da agressão às mulheres no mercado de trabalho brasileiro chegue a R$ 1 bilhão por ano. 

O cálculo é baseado no índice de absenteísmo, ou seja: o número de faltas femininas ao emprego por agressões sofridas em casa. As ausências se dão tanto em decorrência de licenças médicas, quanto tratamentos psicológicos pós-traumáticos. “Se considerarmos também o impacto dessa violência no sistema de saúde, o prejuízo é ainda maior. Diante disso, fica a freflexão: como podemos continuar tratando casos como o do Victor como mero desentendimento de casal?”, analisa Isabel Araújo. 

Números preocupantes

Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2019 revelam preocupante escalada da violência contra a mulher em Minas Gerais. Divulgado em setembro do ano passado, o relatório mostra que o estado liderou o ranking nacional de feminicídios em 2018, com 156 ocorrências registradas naquele ano – seis a mais que em 2017. O número de vítimas dessas agressões em território mineiro bateu a casa dos 145 mil no mesmo período, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública. Via Correio Braziliense – Cecília Emiliana/Estado de Minas

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TV exibe imagens da suposta agressão do sertanejo Victor à esposa; assista

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Confira reportagem do Domingo Espetacular

A TV Record exibiu no último domingo imagens exclusivas da suposta agressão do cantor Victor Chaves contra sua esposa.

Confira:

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Atriz global relata agressão de ex-namorado: “Me arrebentou e saiu fugido”

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A atriz transsexual da Globo Glamour Garcia usou as redes sociais neste sábado para denunciar a agressão física que teria sofrido do ex-namorado durante lua de mel

A atriz trans Glamour Garcia usou as redes sociais para denunciar as agressões que sofreu de seu ex-namorado, Luiz Gustavo de Carvalho Dagnese , neste sábado (11).

Visivelmente abalada, Glamour Garcia disse que estava em uma lua de mel tentando reatar com ex, e depois contou que foi agredida por ele. “Eu acabei de postar uma foto de um arranhão. Só tentei me defender. Fui espancada de novo. É bom você parar de me mandar mensagem. Era só uma lua de mel nova que eu queria. Era a décima tentativa”, afirmou ela.

A atriz da Globo afirmou que a briga começou por conta de um vestido e ele queria que ela colocasse um biquíni. “Só porque eu queria usar um vestido e ele queria que eu colocasse um biquíni e arrebentei esse colarzinho dele de R$ 1. Me espancou de novo e saiu fugido, querendo levar até minhas coisas”.

Minutos antes, Glamour Garcia havia publicado outros stories aos prantos dizendo que iria registar um Boletim de Ocorrência na delegacia contra o ex-namorado. ““Você não passa de um criminoso. Até agora eu não entendi porque eu apanhei”, contou aos prantos: “Estou pagando com a minha própria vida essa m… Nunca amei tanto uma pessoa como ele”. Via IG

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Homem não aceita o fim do namoro e arranca a mordida a ponta do nariz de mulher

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O caso de violência doméstica aconteceu na noite de Ano Novo

Um homem que não aceitava o fim do namoro teve um ataque de fúria que deixou a ex sem a ponta do nariz. O caso de violência doméstica aconteceu em Toronto (Canadá), na noite de Ano Novo, após o casal regressar de uma boate onde haviam tido uma briga por causa de ciúme – a namorada iniciaria trabalho voluntário na Costa Rica em 7 de janeiro. Nick Grewal, de 30 anos, encurralou Allyson Danylko, de 24, no banheiro da casa dele, e a mordeu violentamente.

Allyson e Nick Foto: Reprodução

Após denúncia de vizinho, a polícia foi à residência na madrugada e prendeu Nick. A vítima foi levada a um hospital próximo. Cães farejadores tentaram localizar a parte do nariz da vítima arrancada a mordida, mas não obtiveram sucesso. Acredita-se que Nick tenha cuspido a ponta do nariz no vaso sanitário e dado descarga ou mesmo a engolido.

“Demorei horas para perceber que faltava uma parte do meu nariz. Só notei quando me olhei no espelho”, comentou Allyson, de acordo com o “Metro”.

Allyson, que reclamava de um histórico de abusos cometidos por Nick, lançou campanha em site de financiamento coletivo para custear as cirurgias plásticas que ela precisa fazer no nariz.

“Não sou uma vítima, sou uma sobrevivente. Não vou deixar que isso me defina”, disse Allyson. via Extra

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Ex-mulher confessa à polícia que atirou contra cantor sertanejo em Goiás

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Segundo a Polícia Civil, ela disse que encontrou o ex-marido por acaso e ficou com medo de uma reação negativa por causa de uma denúncia que ela fez contra ele. Artista foi baleado no pescoço e está internado em estado grave

A mulher suspeita de ter atirado contra o cantor sertanejo Agnaldo Moraes se apresentou espontaneamente à Polícia Civil nesta quarta-feira (8), em Jataí, região sudoeste de Goiás. Lilian de Castro, de 40 anos, já foi casada com o artista e confessou, em depoimento, ter efetuado quatro disparos contra o ex-marido.

O cantor Agnaldo Moraes, que formava a dupla Moraes e Mouracito, foi baleado no pescoço, próximo à casa dos pais dele, na manhã de terça-feira (7). A vítima foi levada ao Hospital das Clínicas Dr. Serafim de Carvalho, onde está internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva, de acordo com boletim médico desta quarta-feira. Ele está entubado e sedado.

Segundo o delegado encarregado pelo caso, Agnaldo Coelho, a mulher foi liberada após o depoimento, pois não estava em situação de flagrante. Na delegacia, ela disse ter atirado quatro vezes, sendo que duas balas atingiram a vítima.

A arma, segundo o delegado, pertence a um cliente do atual marido dela, que é advogado. A mulher não soube dizer quem é o proprietário do revólver.

Motivo do crime

Ao delegado, a mulher explicou ter encontrado a vítima por acaso e ficou com medo de o cantor reagir mal por causa de uma denúncia que ela fez contra ele na polícia. Trata-se de uma processo por abuso sexual, ainda em tramitação na Justiça.

“Ela alegou ter encontrado com a vítima ocasionalmente na rua e, segundo ela, por conta de uma denúncia que ela fez contra ele na polícia, ficou com medo de que ele o fizesse algo de mal e acabou atirando contra o ex-companheiro”, esclarece o delegado.

Segundo o delegado responsável pela investigação, o cantor tem passagens na polícia por corrupção de menores e estupro de vulnerável.

Advogado do cantor, Reinaldo Fernandes disse que o cliente é réu nos casos citados pelo delegado, mas que não foi condenado por nenhum deles. Ainda de acordo com o defensor, há indícios de que as denúncias sejam “caluniosas” e que Moraes “nega veementemente a prática”. Via G1/GO

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