Golpe promete Netflix grátis por causa de coronavírus e atinge 1 milhão

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Netflix libera acesso de graça? Golpe que circula no WhatsApp usa período de quarentena em isolamento ao coronavírus

Um novo golpe que circula no WhatsApp nesta quinta-feira (19) promete Netflix de graça durante o período de isolamento e quarentena para prevenção do surto do novo coronavírus. A mensagem falsa diz que libera acesso ao serviço de streaming após o usuário fazer o suposto cadastro grátis na Netflix pelo link indicado, que não é oficial e é potencialmente malicioso. Segundo análise do dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe, o endereço do golpe tem mais de 1 milhão de acessos e compartilhamentos.

Não há registros oficiais de Netflix grátis durante a pandemia da Covid-19. Com base em outros golpes semelhantes, é possível concluir que o objetivo dos cibercriminosos seja ganhar dinheiro com anúncios fraudulentos ou roubar dados dos usuários, em golpe conhecido como phishing.

Golpe no WhatsApp promete Netflix grátis durante isolamento provocado por coronavírus — Foto: Rubens Achilles/TechTudo
Golpe no WhatsApp promete Netflix grátis durante isolamento provocado por coronavírus — Foto: Rubens Achilles/TechTudo

A Netflix decidiu liberar o acesso a sua plataforma de filmes e séries pelo período de isolamento das pessoas, mas é por pouco tempo o cadastramento! Corre no site https://netflix-usa.net/

De acordo com o Google Trends, ferramenta que monitora buscas na Internet, a procura por termos como “netflix isolamento”, “netflix libera acesso” e “netflix grátis” tiveram aumento repentino ao longo das últimas 24 horas. No Twitter, usuários também reagiram à informação falsa — veja algumas postagens ao final da matéria.

Google Trends mostra pico de buscas para "netflix isolamento" — Foto: Reprodução/Google Trends
Google Trends mostra pico de buscas para "netflix isolamento" — Foto: Reprodução/Google Trends
Google Trends mostra pico de buscas para “netflix isolamento” — Foto: Reprodução/Google Trends

A Netflix oferece ferramentas online para detectar golpes com o nome da empresa de streaming. Ao suspeitar de alguma suposta oferta da Netflix, é possível conferir a veracidade no site oficial (netflix.com/signup/planform), que lista os planos disponíveis na plataforma.

O atendimento por telefone está disponível pelo número 0800 761 4631 das 8h até 23h (horário de Brasília). Assinantes também podem seguir as dicas da página de segurança do serviço (netflix.com/security), no caso de movimentação estranha na conta da Netflix.

Golpes se aproveitam do novo coronavírus

Outras mensagens falsas que circulam no WhatsApp se aproveitam da pandemia do novo coronavírus para enganar usuários. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o surto da Covid-19 trouxe uma infodemia de desinformação, pela quantidade exagerada de notícias sobre o assunto. Portanto, é importante questionar mensagens muito encaminhadas no WhatsApp, já que podem se tratar de boatos.

É o caso de um texto que promete distribuição grátis de mais de 1 milhão de unidades de álcool em gel produzido pela Ambev, com link para inscrição. A fabricante de cervejas realmente vai doar o produto a hospitais públicos, mas o endereço com as supostas informações é falso e se assemelha a golpe de phishing.

Em comunicado na página oficial no Facebook, a empresa esclareceu que a corrente no WhatsApp sobre a Ambev distribuir álcool em gel é falsa. O produto será, na verdade, entregue a hospitais públicos de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília para uso interno dos funcionários de saúde.

Também há registros textos oferecendo diagnóstico grátis para o coronavírus causador da Covid-19, com formulários de verificação ou supostas consultas grátis com médicos pelo WhatsApp. Os links que acompanham as mensagens são falsos e também têm potencial para roubar dados dos usuários.

Como se proteger?

Em períodos de crise, é comum o aumento da circulação de fake news e correntes falsas pelas redes sociais. De acordo com o diretor do dfndr lab Emilio Simoni, é importante duvidar de textos que não acompanhem links para fontes oficiais de órgãos de saúde, como a OMS ou o Ministério da Saúde, ou notícias de veículos conhecidos da imprensa.

Ao acessar páginas para inserir dados pessoais, é importante verificar se o endereço começa com o código HTTPS, que possui uma camada de segurança a mais que o HTTP. Também é sempre válido manter um antivírus instalado em seu celular, manter o sistema operacional atualizado e tomar cuidado extra ao utilizar redes Wi-Fi públicas. Via TechTudo

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Mais de 198 mil brasileiros tiveram a conta do WhatsApp clonada em janeiro

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Levantamento aponta que região Sudeste é a mais afetada pelas fraudes

Só no mês de janeiro, golpes no WhatsApp fizeram 24,2 mil vítimas no Estado do Rio, segundo levantamento do dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe. No país, estima-se que 198,1 mil brasileiros caíram na isca dos golpistas e tiveram o WhatsApp clonado no mês passado. A maior parte dos casos foram registrados na região Sudeste: além do Rio, São Paulo (41,2 mil vítimas) e Minas Gerais (15,9 mil). Ainda conforme o levantamento, a falsa vaga de emprego foi a temática mais utilizada nos golpes. Como a procura por emprego é alta, os criminosos ofertam supostas oportunidades em empresas conhecidas para atrair as vítimas.

Os golpistas enviam uma mensagem via WhatsApp informando que empresas, como SESI e Atacadão estão oferecendo vagas de emprego. Ao clicar no link, a vítima é direcionada a um site falso que disponibiliza um questionário com perguntas simples, como “Você tem carteira de trabalho?”. No entanto, independente da resposta, a vítima é induzida a compartilhar o link do golpe com mais dez contatos para desbloquear a suposta vaga. Mas na verdade, não existe oportunidade alguma e a vítima está possibilitando que o golpista utilize este artifício para disseminar outros golpes à lista de contatos do aplicativo.

Outra fraude utiliza sites de anúncio com vendas e desapegos como porta de entrada para a armadilha. Os cibercriminosos encontram usuários, que anunciaram em sites como a OLX, instalam o WhatsApp no celular deles com o número da vítima e entram em contato com ela para pedir o PIN que o próprio app envia para criar a conta. Os golpistas alegam que só assim o anúncio entrará no ar, mas com o código conseguem clonar e acessar os contatos do WhatsApp.

Com isso, eles se passam pelo dono da conta clonada e pedem dinheiro às pessoas da lista de contatos, geralmente via transferência bancária.Para aumentar os lucros às custas das vítimas, os criminosos estão aperfeiçoando as táticas e agora tentam arrancar dinheiro de figuras públicas. O chamado “golpe da festa” é direcionado à atores, youtubers e influenciadores. O alvo desta armadilha são os famosos, suas famílias e amigos. 

“No golpe da festa, o criminoso pesquisa por eventos que terão a presença de pessoas famosas. Depois, se passando pelo organizador da festa, o golpista entra em contato com a potencial vítima para solicitar uma suposta confirmação de identidade. Para realizar a confirmação, a pessoa precisa informar um código enviado ao seu celular. Contudo, o que a vítima não percebe é que este código se trata de um PIN de seis dígitos que libera acesso à sua conta do WhatsApp. Ao fornecê-lo, ela tem a sua conta no mensageiro bloqueada em seu celular e liberada no aparelho do atacante”, explica Emilio Simoni, diretor do dfndr lab. 

Como se proteger

Emilio Simoni, diretor do dfndr lab, listou alguns cuidados que as pessoas devem adotar para não cair em golpes nas redes sociais:
O primeiro passo é ter cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. A recomendação é que verifique as informações compartilhadas nos sites oficiais das empresas, e desconfie de promoções, brindes e descontos.

Para aumentar a segurança, outra dica é ativar a autenticação em dois fatores, disponível no próprio WhatsApp. Ao entrar no aplicativo, clique em ‘configurações’, depois em ‘conta’ e selecione a opção ‘confirmação em duas etapas’. Desta forma, o usuário precisará escolher seis dígitos para ativar o PIN de segurança, que será solicitado de tempos em tempos ao entrar no app.

Caso suspeite do link, uma alternativa gratuita é acessar (www.psafe.com/dfndr-lab/pt-br) para constatar a veracidade. É preciso copiar e colar o link na caixa central do site em questão.

Outra dica é utilizar soluções de segurança no celular que disponibilizam proteção contra clonagem no WhatsApp. O dfndr security, por exemplo, envia alertas de segurança para os usuários sempre que uma tentativa de clonagem é detectada. Via O Dia

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WhatsApp deixa de funcionar em celulares com sistema operacional defasado

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Saiba como saber qual é a versão presente no seu smartphone

O WhatsApp vai deixar de funcionar em celulares que tenham sistemas operacionais antigos a partir deste sábado (1º).

Veja as versões:

  • Android 2.3.7 ou anteriores;
  • iOS 8 ou anteriores.

A medida acontece porque essas versões estão presentes em celulares muito antigos, que não recebem mais atualização das desenvolvedores dos sistemas operacionais, especificamente Apple e Google.

Um exemplo de celular que o WhatsApp terá problemas é o iPhone 4, que só foi atualizado até o iOS 7. No caso do Android, dados do Google mostram que apenas 0,3% dos usuários do sistema ainda utilizam a versão 2.3.7 — conhecida como Gingerbread.

O sistema do celular disponibiliza diversas funções que desenvolvedores devem utilizar para criar os recursos dos apps. Quando uma função do sistema é modificada ou adicionada, o aplicativo precisa ser adaptado para funcionar de acordo com o recurso novo.

Quanto mais versões do sistema o aplicativo dá suporte, fica mais difícil tirar proveito de recursos novos e manter funções antigas funcionando.

Como sei a minha versão?

No iPhone:

  • Abra o menu Ajustes;
  • Clique em Geral;
  • Depois, clique em Sobre.

No Android:

  • Abra as Configurações;
  • Clique em “Sobre o dispositivo”

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Polícia prende pedófilo após pai se passar por filha em conversa no WhatsApp

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Caso foi registrado em cidade do interior do Piauí. Nas imagens que homem trocou com pai da menina ele pedia fotos dela sem roupa e enviava fotos dele

A Polícia Civil prendeu um homem por suspeita de pedofilia na cidade de Pedro II, interior do Piauí, na última terça-feira (21) após o pai de uma criança de sete anos se passar pela menina e denunciá-lo à polícia.

Segundo a polícia, a menina avisou ao pai que estava recebendo mensagens de um número estranho e entregou o celular para ele, que respondeu as mensagens se passando pela criança. Ao longo dos dias, o homem pediu fotos da menina nua e enviou fotos dele sem roupa.

O pai, então, levou o aparelho até a polícia. O sigilo telefônico do suspeito, identificado como Francisco James, foi quebrado e a polícia encontrou o endereço dele, indo até o local para prendê-lo em flagrante.

Após a prisão, no celular do homem foram encontradas conversas com outras crianças. A polícia investiga se ele conseguiu encontrar alguma delas pessoalmente ou se, como dito em uma das mensagens, cometeu abuso contra alguma das crianças.

O advogado do homem foi até a delegacia e alegou que o suspeito teria problemas mentais. Ele está preso e deve passar por audiência de custódia por “aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança”.

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Problema no WhatsApp impede que usuários mandem fotos e vídeos

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Problema começou por volta das 8h deste domingo (19)

Quem planejava acordar o crush com uma figurinha romântica ou pretendia mandar foto na praia para fazer inveja aos amigos que estão de plantão, se deu mal. Um problema no WhatsApp tem impedido que usuários consigam enviar qualquer tipo de arquivo para seus contatos.

Nas redes sociais, usuários reclamaram que, ao tentar mandar fotos, vídeos, figurinhas e áudio no aplicativo de mensagens, na manhã deste domingo (19), perceberam o erro.  

Quando alguém tenta enviar qualquer coisa que não seja texto, o WatsApp exibe um aviso de que “Sua mensagem não foi enviada”. Na página do DownDetector, especializado em detectar em tempo real problemas e falhas em todos os tipos de serviço, há milhares de reclamações sobre o ocorrido.

O problema acontece nos celulares Android e iOS, e também no WhatsApp web. Apesar disso, alguns sortudos ainda estão conseguindo enviar seus arquivos normalmente.

O problema foi percebido por volta das 8h e começou a normalizar às 9h30. No entanto, nesse horário, alguns usuários de todo o país ainda se queixavam de problemas no aplicativo.

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Uso excessivo do WhatsApp gera ansiedade e hipervigilância

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Especialistas dizem que o ideal é fazer pausas no uso depois de certo tempo

O WhatsApp se tornou parte da rotina das pessoas. Antes usado apenas para se comunicar com familiares e amigos, o aplicativo se tornou um instrumento muito utilizado por empresas para se comunicar com seus funcionários. Porém, o uso contínuo do WhatsApp pode gerar grandes problemas para a saúde do usuário. Leonardo Goldberg, doutor em psicologia pela USP, afirma que a obrigação social de responder imediatamente causa hipervigilância e ansiedade nas pessoas.

Além desses, passar grande parte do dia olhando o aplicativo pode causar problemas no sono e na postura, além de problemas oftalmológicos, segundo o coordenador do grupo de dependências tecnológicas do Hospital das Clínicas, Cristiano Nabuco. “Em crianças, adolescentes e até mesmo jovens adultos, o controle dos impulsos, ou seja, o comportamento que deixaria você colocar um freio no uso das redes sociais, não está pronto”, afirmou.

Além disso, receber uma série de mensagens e curtidas nas redes sociais passa um sentimento de recompensa, o que cria um looping, fazendo com que o usuário gaste cada vez mais tempo no aplicativo, acrescentou Nabuco. Para Guilherme Spadini, diretor da área de psicoterapia da School Of Life Brasil, a questão com o vício em redes sociais e internet é saber se é possível controlar o uso ou se é necessário a abstinência. “Se você não está disposto a cortar o uso totalmente, no mínimo seria muito importante fazer pausas”, afirma.

O uso do WhatsApp por empresas para falar com os funcionários pode entrar em outra discussão. Além de exigir uma resposta imediata em diversos casos, a comunicação entre empregado e empregador pode ser considerada hora extra, diz o advogado André Laza. Caso não esteja de plantão ou na escala, a condição está prevista na súmula 428 do Tribunal Superior de Trabalho, já que o trabalhador fica disponível para o patrão fora do seu período de trabalho.

Segundo Laza, não é preciso formalizar o plantão, uma simples mensagem já configura a chamada hora de sobreaviso. Apesar de não haver nenhum procedimento legal para evitar essa conduta, o empregado não tem obrigação de responder mensagens fora do seu horário de trabalho.

Os especialistas recomendam alguns passos para controlar o seu uso nas redes. O primeiro é saber qual o seu objetivo ao acessá-la. Definir se o uso será profissional ou pessoal pode controlar como e quanto será usado. Outro ponto é silenciar aplicativos que podem ser silenciados. As notificações geralmente são responsáveis por manter o usuário preso à internet. Reunir os aplicativos em grupo também ajuda, já que vai diminuir a visibilidade e dificultar o acesso a eles.

Determinar um momento certo para o uso das redes sociais vai restringir o tempo de acesso à internet. Abrir espaço para momentos de pensamento criativo e profundo é necessário também. Apenas 15 minutos nas redes já atrapalham esse fluxo, segundo especialistas. Por último, mas de extrema importância, restringir o uso das crianças com as redes sociais. Menores de dois anos não devem sequer ter contato com elas. Até os cinco, no máximo uma hora por dia e longe das refeições. Até os 10 anos, o tempo máximo de exposição recomendado é de até duas horas diárias. Via Folha de São Paulo

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WhatsApp deixa de funcionar no Windows Phone e versões de Android

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A empresa avisa que as funcionalidades do Whatsapp deixarão de funcionar a partir das datas relacionadas abaixo


A plataforma de mensagens WhatsApp vai deixar de funcionar no Windows Phone e em versões mais antigas dos sistemas operacionais Android e iOS, revelou o Engadget.

A informação foi confirmada através do site oficial da plataforma, indicando que o suporte técnico e atualizações serão disponibilizadas apenas para telefones como sistema operacional superior ao iOS 9, no iPhone, superior ao OS 4.0.3, no Android, e em alguns aparelhos com sistema superior ao KaiOS 2.5.1, o que inclui o JioPhone e o JioPhone2.

No caso do Windows Phone, o aplicativo deixou de funcionar nesta quarta-feira (1).

A empresa avisa que as funcionalidades poderão deixar de funcionar a qualquer momento depois destas datas. A criação de novas contas já foi bloqueada em sistemas operacionais mais antigos.

Vale destacar que o WhatsaApp continuará a funcionar em aparelhos com Android 2.3.7 e no iOS 8 (ou mais antigos) até fevereiro de 2020.

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WhatsApp não vai mais funcionar em alguns celulares; veja se o seu está na lista

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O WhatsApp não vai mais ser compatível com algumas versões dos sistemas operacionais Android e iOS, assim como vai perder totalmente a conexão com o sistema do Windows Phone

WhatsApp é o aplicativo de mensagem mais utilizado no Brasil e é muito difícil encontrar alguém que não tenha o app baixado em seu smartphone . Porém, a partir de fevereiro de 2020, algumas pessoas podem não ter mais acesso a ele. Isso porque o aplicativo vai perder a compatibilidade com sistemas operacionais mais antigos.

Aqueles que usam Android 2.3.7 e iOS 8 , além de versões anteriores, não conseguirão mais utilizar o aplicativo após fevereiro do ano que vem. Até essa data, porém, a empresa alerta que alguns recursos podem parar de funcionar a qualquer momento . Além disso, usuários de todos os celulares com o sistema do Windows Phone não vão poder mais usar o aplicativo depois do dia 31 de dezembro.

Segundo comunicado, o WhatsApp é compatível com celulares com Android 4.0.3, iPhone com iOS 9 e aparelhos selecionados com KaiOS 2.5.1, além das versões mais recentes desses sistemas operacionais. Via Olhar Digital

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“Fotografias e mensagens compartilhados pelo Whatsapp um dia se tornarão públicas”, diz criador do Telegram

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Criador do Telegram pede para usuários deletarem o WhatsApp

O criador da app de mensagens Telegram, Pavel Durov, publicou no respectivo canal do serviço uma mensagem pedindo que os seus seguidores desinstalassem o WhatsApp.

“A menos que não tenham problemas que todas as vossas fotografias e mensagens venham se tornar públicos um dia, devem apagar o WhatsApp dos smartphones de vocês”, escreveu Durov de acordo com a Forbes. “Para o WhatsApp se tornar um serviço orientado para a privacidade, correria o risco de perder mercados inteiros e desafiar as autoridades do seu próprio país”.

Durov informou ainda que o problema não se limita só ao WhatsApp mas sim ao próprio Facebook, que detém o app de mensagens. “Há muito tempo que o Facebook é parte de programas de vigilância, muito antes de adquirir o WhatsApp”, apontou Durov. Via Forbes

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“A menos que não tenham problemas que todas as vossas fotografias e mensagens venham se tornar públicos um dia, devem apagar o WhatsApp dos smartphones de vocês”, escreveu Durov de acordo com a Forbes. “Para o WhatsApp se tornar um serviço orientado para a privacidade, correria o risco de perder mercados inteiros e desafiar as autoridades do seu próprio país”.

Durov informou ainda que o problema não se limita só ao WhatsApp mas sim ao próprio Facebook, que detém o app de mensagens. “Há muito tempo que o Facebook é parte de programas de vigilância, muito antes de adquirir o WhatsApp”, apontou Durov. Via Forbes

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