TRE resolve julgar, quase quatro anos depois, abuso de poder econômico de Hildon, Expedito e Maurício Carvalho
Via Painel Político

No último dia 19, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO) resolveu julgar, com quase quatro anos de atraso, ação de abuso de poder econômico de Hildon Chaves, Expedito Júnior e Maurício Carvalho nas eleições de 2018.
O relator, Miguel Mônico declarou inelegibilidade dos três, além de Álvaro Mendonça, Wellen Prestes, Robson Damasceno, Alexei da Cunha, César Licório, Thiago Tezzari. Porém, um pedido de vista feito pelo juiz Clênio Amorim adiou o resultado do julgamento.
De acordo com o relator, os gestores da prefeitura de Porto Velho na época colocaram à disposição do então candidato toda a estrutura da administração como pessoal e até máquinas. A peça de acusação tem vídeos, documentos e depoimentos.
O problema todo desta ação é a temporalidade. É inadmissível que o Tribunal leve quase quatro anos para julgar um processo dessa magnitude. Sem contar que Hildon, que foi promotor de Justiça por décadas, use e abuse da máquina pública impunemente durante tanto tempo.
Sua esposa, Ieda é um exemplo de abuso de poder político e econômico. Ela está em campanha desde sempre, aparecendo em todos os eventos da prefeitura sem nunca ter sido incomodada. Pela ‘agilidade’ do TRE e do Ministério Público Eleitoral, é capaz dela ser julgada quando estiver no segundo mandato de deputada estadual.
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