Virou rotina ver ônibus quebrado em Porto Velho

Pelo jeito a população de Porto Velho ainda deverá sofrer por um longo período até que a prefeitura consiga resolver, de uma vez por todas, o problema do transporte público da capital. Na manhã desta terça-feira, mais um ônibus do Consórcio SIM, responsável por um contrato “emergencial” foi flagrado sendo rebocado para a garagem da empresa após ter quebrado em algum ponto da cidade causando transtorno aos usuários.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]O consórcio está usando veículos que antes faziam o transporte de trabalhadores para as usinas de Jirau e Santo Antônio e são praticamente sucatas recondicionadas. Apesar de terem ano (o edital exigia veículos com no máximo 5 anos de fabricação), eles tem altíssima quilometragem rodada. Quem puxar pela memória vai recordar dos ônibus da empresa Lehia, trafegando em alta velocidade pelas estradas e ruas de Porto Velho durante a construção das usinas do Madeira. Os mesmos veículos, que estavam parados em uma garagem foram repintados e estão sendo utilizados para o transporte de passageiros. A prefeitura aceitou as sucatas alegando que elas “preenchem os requisitos exigidos em edital”, mas não é isso que a população vem percebendo.

O contrato “emergencial” tem um prazo de 180 dias e não poderá ser prorrogado.

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Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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