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ANAC cassa definitivamente certificado de operação da Voepass: Crise na aviação regional se agrava

Decisão final da ANAC após acidente em Vinhedo e falhas operacionais fecha capítulo da Voepass no Brasil

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Em 24 de junho de 2025, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) anunciou a cassação definitiva do Certificado de Operador Aéreo (COA) da Voepass Linhas Aéreas, formada pela Passaredo Transportes Aéreos e MAP Linhas Aéreas, conforme noticiado pela Folha de S.Paulo.

A decisão, que encerra permanentemente as operações da companhia, foi motivada por falhas graves e reiteradas nos sistemas de gestão de segurança, evidenciadas após o trágico acidente aéreo em Vinhedo (SP), em agosto de 2024, e confirmadas por auditorias realizadas ao longo do último ano. A medida marca o fim de uma das principais companhias regionais do Brasil, com impactos significativos para a aviação em cidades do interior.

Linha do tempo atualizada do acidente e da cassação

Opinião de Especialistas

Impacto da cassação nas operações aéreas no Brasil

A cassação definitiva do COA da Voepass, quarta maior companhia aérea do Brasil com 0,4% do mercado (RPK), intensifica a crise na aviação regional. A empresa conectava 15 destinos, como Ribeirão Preto, Presidente Prudente e Fernando de Noronha, e operava contratos de fretamento, incluindo um com a Petrobras (assumido pela Azul em março de 2025). Os impactos incluem:

Sentimento no X: Postagens recentes, como as de @AlertaNews24 e @aero_in, refletem choque com a cassação definitiva, destacando a gravidade das falhas de segurança e o impacto na aviação regional. Usuários como @EBaviation criticam a demora da ANAC, enquanto outros lamentam a perda de conectividade em cidades do interior.

A cassação definitiva do Certificado de Operador Aéreo da Voepass pela ANAC, anunciada em 24 de junho de 2025, encerra as operações de uma companhia que, apesar de sua pequena participação de mercado, desempenhava um papel crucial na aviação regional brasileira.

A decisão, fundamentada em falhas graves de segurança e na incapacidade da empresa de corrigir irregularidades, reforça a prioridade da ANAC à segurança aérea, mas expõe fragilidades na fiscalização prévia, como apontado por especialistas.

A saída da Voepass consolida o domínio das grandes companhias (Gol, Latam e Azul) e ameaça a conectividade de cidades menores, com aumento de preços e redução de opções para passageiros. A recuperação judicial da Voepass, agora sem perspectiva de retomada, enfrenta um cenário desafiador, enquanto o setor aéreo brasileiro reflete sobre os custos de negligenciar a segurança operacional.

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