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Arqueólogos descobrem ossos de bebê em útero de múmia 'alienígena' com implantes metálicos de 1.200 anos no Peru

Tomografia computadorizada expõe detalhes de uma gestação interrompida no deserto peruano, oferecendo novas pistas sobre a vida e a morte de uma jovem mulher

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No coração do deserto de Nazca, no Peru, uma descoberta arqueológica está lançando luz sobre um mistério de 1.200 anos. Pesquisadores encontraram, no útero de uma múmia batizada de Montserrat, os ossos de um feto em formação, um achado raro que revela aspectos da vida e da morte em uma civilização antiga. A notícia, publicada pelo jornal Daily Mail, destaca como a tecnologia moderna, como a tomografia computadorizada (TC), está permitindo aos cientistas explorar detalhes antes inacessíveis sem danificar restos arqueológicos.

A múmia, identificada como uma jovem mulher de aproximadamente 1,60 metro de altura, morreu entre os 16 e 25 anos, durante uma gestação de menos de 30 semanas. As imagens de TC mostram o feto em uma posição fetal, deitado de costas, com a cabeça abaixada próxima à região abdominal e os braços próximos à área pélvica.

A idade gestacional foi estimada com base no comprimento do fêmur do feto, medindo 43 milímetros, um método comum em ultrassonografias pré-natais modernas. A posição incomum de Montserrat, com as mãos segurando a barriga, chamou a atenção dos pesquisadores, levando à decisão de realizar o exame de imagem.

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