Aumento do número de doadores de órgãos esbarra na autorização familiar; entidade cobra medidas
Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética reforça a necessidade de políticas públicas e novas ações para ampliação do número de doadores

O Brasil tem mais de 43 mil pessoas à espera de um transplante e, embora tenha realizado 4,7 mil procedimentos do tipo entre janeiro e julho deste ano, a fila cresce diariamente. Para destacar a importância do assunto e reforçar a necessidade de mais políticas públicas para impulsionar avanços nesta frente, o mês de setembro é marcado pela campanha de conscientização sobre a doação de órgãos.
Em vigor desde fevereiro, a Lei n.º 14.722/2023 busca aumentar o número de transplantes no País. Trata-se da Política Nacional de Conscientização e Incentivo à Doação e ao Transplante de Órgãos e Tecidos. Em 2019, mais de 5 mil famílias não autorizaram a doação de órgãos de parentes. Por mais que o desejo do doador seja explícito - e até registrado em cartório - a autorização precisa ser concedida por familiares.
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