Painel Econômico

Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Pleno e da Pleno DTVM

Após tentativa frustrada de reestruturação fora do Conglomerado Master, a instituição enfrenta insolvência de curto prazo, resultando em intervenção direta do regulador e indisponibilidade de bens

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O Banco Central do Brasil (BC) oficializou, nesta quarta-feira, a decretação da liquidação extrajudicial do Banco Pleno e da Pleno DTVM. A medida ocorre após a instituição financeira, liderada pelo empresário Augusto Lima, demonstrar incapacidade de honrar compromissos financeiros de curtíssimo prazo e apresentar indicadores de capital insuficientes para a continuidade de suas operações.

Histórico e separação do conglomerado Master

O Banco Pleno integrou o Conglomerado Master até meados de 2025. A separação ocorreu por meio de uma operação de venda para Augusto Lima, ex-sócio da instituição de Daniel Vorcaro, aprovada pelo órgão regulador em julho de 2025.

Entretanto, a aprovação do Banco Central impôs condições rigorosas: o plano de negócios do Pleno não poderia ser sustentado por emissões via plataformas digitais, modelo que fundamentava a estratégia do Banco Master. Esta restrição forçou a nova gestão a buscar fontes alternativas de captação ou a liquidação de ativos próprios para manter o fluxo de caixa.

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