Poder & Bastidores

Boneca ou filha? Caso de guarda de bebê reborn choca advogada e viraliza nas redes

Disputa inusitada por “convivência” e custos de boneca hiper-realista expõe fenômeno cultural e emocional que cresce no Brasil

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Uma história inusitada relatada pela advogada e influenciadora Suzana Ferreira tem movimentado as redes sociais e colocado os bebês reborn — bonecas hiper-realistas que imitam recém-nascidos — no centro de uma discussão que mistura emoção, cultura pop e até questões jurídicas.

Segundo Suzana, uma cliente procurou seu escritório para discutir a guarda de uma bebê reborn após o término de um relacionamento, exigindo regulamentar a “convivência” com a boneca e impedir que a ex-companheira tivesse acesso à “filha”. A disputa inclui ainda a divisão dos custos com a boneca, seu enxoval e até a administração de um perfil nas redes sociais dedicado à bebê reborn.

“Não é meme”, escreveu a advogada em suas redes, visivelmente impactada. “A loucura da sociedade impacta diretamente na nossa profissão. São demandas reais”. O caso, que parece saído de uma trama ficcional, reflete o crescente apego emocional que algumas pessoas desenvolvem por essas bonecas, tratadas por muitos como verdadeiros membros da família.

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