Centralismo na América Latina: como o poder concentrado enfraquece a democracia
Estudo coordenado para a União Europeia revela que, apesar de reformas, decisões e recursos seguem nas capitais — e o custo político é pago pelos cidadãos nas regiões
Em resumo
Um estudo comparativo em 22 países mostra que o centralismo persiste na América Latina, com poder político e fiscal concentrado nos governos nacionais.
Governos locais respondem por apenas 18% das despesas públicas, mas dependem de transferências discricionárias que reforçam desigualdades territoriais.
Casos como El Salvador e Nicarágua ilustram como a recentralização agressiva marginaliza prefeituras e reduz espaços de participação cidadã.
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