CMN e Banco Central acompanham situação do BRB e exigem resposta do GDF sobre aporte bilionário
Ministro da Fazenda acompanha análises do Banco Central e pede definição do governador Ibaneis Rocha sobre injeção de recursos no banco estatal diante de indícios de prejuízos em operação com o Master

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cobrou a definição de prazos para que o Governo do Distrito Federal (GDF) avalie um aporte estimado em R$ 4 bilhões no Banco de Brasília (BRB), diante da possibilidade de medidas interventivas por parte do Banco Central. A exigência, segundo relatos atribuídos à Coluna do Estadão, decorre de uma insuficiência patrimonial identificada no banco estatal após as transações realizadas no processo de tentativa de aquisição do Banco Master, instituição privada controlada por Daniel Vorcaro.
Haddad, que também preside o Conselho Monetário Nacional (CMN), acompanha as discussões técnicas conduzidas pelo Banco Central, órgão regulador responsável pela eventual aplicação de medidas como intervenção ou liquidação. De acordo com os relatos publicados, o ministro teria sido “enfático” ao defender que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), estabeleça um período para definir o socorro financeiro ao BRB.
Nota de verificação: A caracterização do tom usado pelo ministro é atribuída a fontes da Coluna do Estadão. Informação baseada em reportagem jornalística.
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