Coluna - Camargo quer CPI para investigar saúde em Rondônia
E ainda, delinquentes roubam fiação de praça recém-inaugurada; apoiador de Trump é morto em evento público; homem tenta invadir Planalto

Inacreditável
Menos de 24 horas após a praça Marise Castiel ter sido entregue à população de Porto Velho, delinquentes roubaram parte da fiação elétrica instalada próximo ao ponto onde estavam as tomadas utilizadas na solenidade de inauguração. É um nível de absurdo e desfaçatez sem parâmetros. A praça é um espaço público, destinado às famílias e a toda a população. Inacreditável esse tipo de comportamento delitivo. A orientação da prefeitura é clara: qualquer ato de vandalismo ou furto deve ser denunciado imediatamente pelo telefone 190. A colaboração dos moradores é essencial para proteger e conservar os espaços públicos.

Respostas vagas
O secretário de saúde do governo de Rondônia, Jeferson Rocha, deu respostas evasivas e não convenceu os deputados estaduais que haviam feito sua convocação para falar sobre os problemas crônicos da saúde estadual. Foram abordados temas como o Heuro, que nunca saiu do papel, exames clínicos, falta de atendimento e leitos. O secretário falou, falou e não deu nenhuma solução a curto prazo. O governo Rocha ficará marcado pela total ineficiência na área de saúde do Estado.

Perdeu a paciência
O deputado Delegado Camargo (Republicanos) propôs uma CPI para investigar irregularidades na gestão da saúde em Rondônia, abrangendo a obra do Heuro, a contratação da Unops para o Hospital Regional de Guajará-Mirim, denúncias sobre contratos de máscaras na pandemia e o abandono de hospitais como João Paulo II, Hospital de Base Ary Pinheiro, Cemetrom, Cosme e Damião e o Regional de Cacoal. Auditorias do TCE-RO apontam problemas graves, como falta de medicamentos, equipamentos quebrados, filas extensas e infraestrutura precária, evidenciando o colapso da saúde pública. A CPI visa apurar responsabilidades, convocar autoridades, requisitar documentos e encaminhar irregularidades ao Ministério Público e Tribunal de Contas, buscando romper o ciclo de má gestão e garantir atendimento digno à população. A instalação depende da adesão de deputados, conforme a Constituição Estadual e o Regimento interno.
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