Coluna Painel Político - Entenda porque a entrada de Léo Moraes na disputa pela prefeitura muda todo cenário
E ainda, coordenações de campanha atrás de escritórios de advocacia, pesquisas ainda não incluem Léo Moraes na disputa

Abrindo
Desta vez ele fez tudo diferente. Procurado por grupos políticos e lideranças desde ano passado, mas Léo Moraes optou pelo silêncio. Conversou com todos, ouviu e avaliou se, de fato estaria pronto para entrar na disputa pela prefeitura de Porto Velho, a única eleição que ele não conseguiu ganhar (2016). Em 2020, como deputado federal, Léo avaliou que não era a hora, pois muitos eleitores o acusavam de não cumprir o mandato inteiro (foi vereador, deputado estadual e deputado federal). Em 2022 tentou o governo, e tinha um plano robusto, talvez o mais completo para administrar o Estado.
Propostas
O plano de governo tinha 27 páginas, e na época o G1 chegou a publicar um resumo de suas propostas, que eram coerentes e plausíveis. Bem diferente das dos demais candidatos que deixaram para ‘ver o que acontecia’. O plano abrangia todas as áreas, como saúde, educação, combate a pobreza, habitação, esportes e economia, além de turismo, agronegócios e regularização fundiária.
Sacode
O silêncio de Léo Moraes foi estratégico e bem articulado. Enquanto pré-candidatos se engalfinharam em redes sociais, e o grupo político que comanda a prefeitura passou meses se explicando sobre o que não foi feito, ou o que pode vir a ser, Léo aproveitou para melhorar suas propostas, agora mais robustas e alinhadas com o atual momento político e econômico. E o anúncio de sua entrada na corrida eleitoral já provocou reações. Através de emissários, Marcos Rocha anunciou que vai cumprir o acordo com o grupo de Mariana Carvalho, apesar de ter uma grande estima pelo seu quase ex-diretor do Detran.
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