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Situação dramática
Beirando os 17 metros, as águas do Rio Madeira seguem deixando milhares de famílias em situação dramática. A prefeitura vem capitaneando operações de ajuda para os ribeirinhos, no intuito de minimizar os danos provocados pelas enchentes. Durante o final de semana, o rio chegou a atingir a marca dos 16,76 metros, mas recuou e permanece fora da cota de inudação, que é de 17 metros. "Não ficamos esperando que o rio Madeira atinja a cota dos 17 metros para darmos início ao trabalho emergencial desenvolvido pela Defesa Civil. Essa iniciativa tem sido crucial na mitigação dos impactos e na solução dos problemas que se apresentam a cada dia em nossas ações dentro das comunidades que tiveram suas casas tomadas pela água", disse o coordenador da Defesa Civil Municipal, Marcos Berti.
Recomendações
A recomendação é de que os cidadãos que moram em regiões tomadas pelas águas do rio Madeira evitem passar por áreas alagadas para evitar o ataque de animais peçonhentos e até mesmo jacarés, que por conta da movimentação atípica do rio acabam invadindo o espaço das comunidades. Também é recomendado pelas autoridades que os moradores ribeirinhos evitem o consumo direto da água do rio durante esse período mais intenso de cheia, por conta da contaminação, sendo necessário o consumo de água fervida ou mineral.

Isolamento à vista
Guajará- Mirim e o Acre correm um grande risco de ficarem isolados por conta da cheia do Rio Madeira. Na BR 425 o governo do Estado chegou a fazer um desvio, que já está alagando também. Motoristas estão enfrentando sérias dificuldades em transitar pela região. “A situação é crítica e exige uma resposta rápida e efetiva do Governo. O isolamento tem dificultado o transporte de pacientes em estado grave, afetado o abastecimento da região e comprometido o escoamento da produção local. É preciso agir com urgência”, destacou o presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano.
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