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Dilma reeleita no Banco do BRICS: um novo capítulo para a desdolarização global?

Recondução de Rousseff sinaliza força do Brasil no bloco e intensifica debate sobre o fim da hegemonia do dólar

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No último domingo, 23 de março de 2025, Dilma Rousseff foi reconduzida à presidência do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco do BRICS, em uma decisão unânime que reflete tanto seu desempenho à frente da instituição quanto o respaldo diplomático construído ao longo de sua trajetória.

Indicada pelo presidente russo Vladimir Putin, a ex-presidente do Brasil inicia um novo mandato de cinco anos com a missão de consolidar o NDB como uma alternativa ao sistema financeiro dominado pelo dólar e ampliar o financiamento para o desenvolvimento sustentável nos países do Sul Global. Mas o que isso significa para o futuro da economia mundial?

A reeleição de Dilma, anunciada durante um evento em Pequim, ocorre em um momento de tensões globais crescentes, com o retorno de Donald Trump à Casa Branca e suas ameaças de tarifas contra os BRICS caso avancem na desdolarização.

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