EFMM ficou abandonada por décadas, agora o IPHAN está preocupado com 'altos riscos à integridade do patrimônio histórico'
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) não quer permitir reveillon em espaço que ficou abandonado por décadas

A área onde adormecem os restos mortais do que outrora foi a Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM), foi restaurada e repassada ao setor privado, através de um processo licitatório feito pelo ainda prefeito Hildon Chaves.
Em que pese a reforma ter durado cinco longos anos, o local se tornou um espaço agradável, limpo, organizado e o melhor, ainda preserva o pouco que restou da antiga estação da EFMM.

Antes de prosseguir, é bom destacar que durante décadas o local foi vítima de um ‘jogo de empurra', entre Estado e prefeitura. Há pouco mais de uma década, era um amontoado de sucatas, com vagões ocupados por drogados e casais desprovidos de recursos para procurar um motel. Flutuantes barulhentos, ratos, até uma danceteria funcionou no local, conhecido nos anos 80 como ‘Cibec', um inferninho onde se reuniam as 'gangues de rua', que dominavam a cidade nas décadas de 80 e 90.
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