Em reportagem da Record sobre João Paulo II 'o pior hospital do Brasil', Fernando Máximo tenta tirar o corpo fora da responsabilidade
Ex-secretário de saúde, responsável por inventar um contrato BTS ao invés de construir um hospital novo, disse que 'está fora há 27 meses'

‘O pior hospital do país’, assim começa a reportagem da TV Record sobre as condições precárias e assustadoras do Pronto Socorro João Paulo II, em Porto Velho, Rondônia, que foi ao ar no último domingo na revista semanal Domingo Espetacular.
A produção contou com apoio de PAINEL POLÍTICO que vem mostrando através de uma série de matérias a precariedade do Pronto Socorro e a lambança feita pelo governador Marcos Rocha, idealizada pelo ex-secretário de saúde e atual deputado federal Fernando Máximo, responsável por induzir o governador e embarcar numa aventura com um consórcio que deveria ter construído um hospital com 399 leitos, mas até hoje, mais de 30 meses depois, não conseguiu erguer nem uma quitinete no terreno que a empresa sequer tem a documentação.
A produção da TV Record fez contato com o blog ainda em junho, após a publicação de algumas matérias mostrando as condições em Porto Velho:
A reportagem da Record mostrou o drama de pacientes que aguardam meses na fila para conseguir uma cirurgia, e não conseguiu nenhuma justificativa convincente por parte do governo ou de Fernando Máximo que explique o atual cenário. Máximo tratou de tirar o corpo fora alegando que ‘está há 27 meses fora da secretaria de Saúde’ e o governo disse que ‘pretende aplicar multas à empresa’. Mas essas medidas só estão sendo tomadas graças a exposição que vem sendo feita através de matérias publicadas aqui no blog.
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O problema é que uma obra que deveria ter sido entregue no mês passado, sequer conseguiu construir as fundações, o terreno está limpo, mas não conta com nenhuma edificação, conforme mostraram as imagens aéreas feitas pela reportagem da Record:

"Eu me sinto envergonhado, como presidente do Conselho Federal de Medicina, no meu estado, sou rondoniense, nascido lá, quando eu vejo uma condição sub-humana, nem animal pode ser tratado dessa forma”. José Hiran Gallo, presidente do CFM

Para assistir a íntegra da reportagem da TV Record, CLIQUE AQUI
O Heuro
As obras do Heuro são de responsabilidade do consórcio Vigor-Turé, uma sociedade anônima que venceu a licitação realizada em São Paulo em janeiro de 2022, ainda na gestão de Fernando Máximo. Na época, o governo divulgou o contrato no sistema Built To Suit (BTS) para construção do novo pronto socorro, que deveria, de acordo com os prazos divulgados pelo governo, ficar pronto em 30 meses, ou seja, era para ser entregue agora em junho deste ano.
Ocorre que as obras estão paralisadas por falta de documentos do terreno, e antes mesmo de iniciar a licitação, feita na B3, em São Paulo, o Tribunal de contas havia apontado uma série de falhas no projeto.
Enquanto isso, Rondônia segue sem um hospital adequado, e os pacientes contando com a ajuda de Deus para sobreviver, porque se depender de Rocha ou de Máximo, agora deputado federal…