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Estudo revela que pacientes brasileiros com Parkinson morrem mais nas manhãs de julho

Pesquisa da Unifesp analisou mais de 40 mil casos e identificou que julho é o mês mais crítico para pacientes com a doença

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Em uma descoberta significativa para a área médica, pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) identificaram um padrão temporal na mortalidade de pacientes com doença de Parkinson no Brasil. O estudo, publicado no periódico científico Clinics em outubro de 2024, analisou mais de 43 mil casos de óbitos, revelando que existe um ciclo previsível nas mortes relacionadas à doença.

Dados e metodologia

A pesquisa examinou precisamente 43.072 registros de óbitos ocorridos entre 2000 e 2017, utilizando dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do DataSUS. Os casos foram identificados através do código CID-10 G20, específico para doença de Parkinson, presente nos atestados de óbito.

Padrões identificados

Os pesquisadores descobriram três ciclos distintos na mortalidade:

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