Feminicídio por agentes de segurança: dois casos em 48 horas expõem padrão
Casos de Tiago Sóstenes (BA) e Diego Oliveira (ES) reacendem debate sobre violência de gênero dentro das instituições de segurança e a urgência de protocolos preventivos
Leitura: 6-8 min
Em resumo
Dois feminicídios cometidos por agentes de segurança pública em 48 horas chocam o país: um diretor de presídio na Bahia e um PRF no Espírito Santo
Ambos os casos seguem padrão recorrente: violência doméstica praticada por quem deveria proteger, com uso de arma de serviço ou acesso facilitado a armamento
Continue lendoEste conteúdo é exclusivo para assinantes.
Por menos de um café por semana, leia sem limites.
Veja também