FGC começa a pagar investidores do Banco Master com retornos abaixo do CDI
Pagamentos do Fundo Garantidor de Créditos aliviam perdas do principal, mas congelamento e tributação reduzem retornos efetivos e levantam críticas à governança do sistema financeiro

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) iniciou ontem o ressarcimento aos investidores do Banco Master, liquidado em 18 de novembro de 2025, revelando que, apesar da devolução do principal, muitos receberão retornos bem abaixo do CDI, levantando críticas ao sistema de distribuição e regulação financeira.
O Banco Central do Brasil, autoridade monetária e reguladora do sistema financeiro, decretou a liquidação do Banco Master em 18 de novembro de 2025. Com a medida, os recursos dos investidores ficaram congelados por 62 dias corridos, período em que não houve remuneração dos títulos.
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC), entidade privada mantida por instituições financeiras, é responsável por proteger investidores em caso de quebra bancária, garantindo até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição, respeitado o teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos.
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