Guerra do consignado: Decisão do INSS contra o Banco Master levanta suspeitas de pressão política e jogo de interesses
Medida preventiva contra instituição com alta aprovação de clientes reacende debate sobre a independência de órgãos públicos e a influência de grandes concorrentes

A recente decisão do “Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)” de suspender temporariamente o credenciamento do “Banco Master” para novas operações de crédito consignado caiu como uma bomba no mercado financeiro, gerando uma onda de críticas e desconfiança. Classificada pelo órgão como uma medida “preventiva e de caráter técnico”, a ação é justificada por um suposto “volume expressivo de reclamações”. Contudo, os dados públicos de atendimento ao consumidor e o histórico da instituição contam uma história radicalmente diferente.
A contradição nos números: Excelência comprovada
Enquanto a narrativa oficial do “INSS” aponta para um “risco iminente pela quantidade de reclamações”, a realidade nas plataformas de avaliação de consumidores é outra. No “Reclame Aqui”, principal termômetro de reputação de empresas no Brasil, o “Banco Master” ostenta o selo “RA1000”, a classificação máxima, reservada apenas a companhias com excelência em atendimento. A nota média do banco beira 9/10, com um índice de resposta de 100% das queixas registradas.
A percepção positiva se repete no “Google Meu Negócio”, onde o banco tem nota 4,8 de 5 estrelas, com base em mais de 2.200 avaliações. Essa discrepância gritante entre a justificativa do “INSS” e a satisfação real dos clientes levanta a questão: o que está, de fato, por trás dessa suspensão?
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