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Investigado por contrato terceirizado, prefeito de Vilhena pede licença e viaja

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Via Painel Político

O prefeito de Vilhena, delegado Flori está de licença. De acordo com informações não confirmadas, ele teria viajado para a Itália para ‘resolver assuntos particulares’. Flori se ausentou para tentar acalmar a crise provocada a partir de sua decisão de não conceder reajuste aos professores da rede municipal de ensino que queriam os 14,9% previstos no PCCS da categoria. Após uma greve que durou 10 dias, encerrada por decisão liminar que determinou o retorno de 80% do efetivo para sala de aula, os professores tentaram convencer os vereadores a abrirem uma CPI para investigar as contas do município.

Eram necessárias cinco assinaturas, mas eles só conseguiram quatro. Com isso, os professores resolveram judicializar a questão. Eles acusam o prefeito de estar direcionando todos os recursos do município para pagar um contrato milionário com a Casa de Saúde de Misericórdia de Chavantes, feito sem licitação emergencialmente.

O contrato é alvo de um inquérito aberto pela Polícia Federal para investigar as denúncias de irregularidades.

A saída de Flori serviu para esfriar a situação em Vilhena, já que a temperatura subiu com a greve dos professores. Apesar da aparente calmaria, o clima na cidade é de insatisfação com a gestão do delegado, que ficou conhecido por comandar operações contra gestões anteriores em Vilhena.

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