Investimento virou pó e o assessor sumiu: a corretora responde?
O advogado Jorge Calazans explica por que as corretoras não podem se eximir de culpa quando assessores vinculados à marca causam prejuízos catastróficos aos clientes
Em resumo
Corretoras costumam alegar que assessores agiram “por conta própria” em casos de fraude.
Juridicamente, a marca e a estrutura institucional são o que avalizam a confiança do cliente.
A Teoria da Aparência protege o investidor que acredita estar lidando com a instituição.
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