Israel intercepta flotilha humanitária para Gaza: Greta Thunberg, advogada de Rondônia e outros ativistas brasileiros entre os detidos
Ação em Águas Internacionais desperta críticas globais e preocupações com Direitos Humanos

Em uma operação que reacende tensões no Oriente Médio, forças navais israelenses interceptaram, no dia 1º de outubro de 2025, a Flotilha Global Sumud, uma frota de cerca de 40 embarcações que se dirigia à Faixa de Gaza com o objetivo de romper o bloqueio naval imposto por Israel desde 2007. A bordo, mais de 450 ativistas internacionais, incluindo a ativista climática sueca Greta Thunberg, levavam suprimentos humanitários como alimentos, água potável, medicamentos e brinquedos para a população palestina em meio à crise humanitária agravada pelo conflito em curso.
A interceptação ocorreu em águas internacionais, a cerca de 42 milhas náuticas da costa de Gaza, levantando questionamentos sobre a legalidade da ação sob o direito internacional e os limites do bloqueio marítimo.
De acordo com relatos de organizadores e agências de notícias, as embarcações foram abordadas por navios e helicópteros israelenses, resultando na detenção de todos os ocupantes. O Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou que os ativistas estão “seguros e saudáveis” e estão sendo transferidos para portos israelenses, onde enfrentarão processos de deportação.
Este conteúdo é exclusivo para assinantes.
Por menos de um café por semana, leia sem limites.