Latino-americano não gosta de pensar na morte, mas entende cada vez mais a importância de planejar sucessão patrimonial
*Por Dr. Hygoor Jorge

Quem gosta de pensar na morte? Provavelmente ninguém, ou poucos. Mas, ainda assim, cada vez mais as pessoas entendem que isso é necessário. Na América Latina, o tema da morte é motivo para “bater três vezes na madeira”, porém, fatos como a pandemia de covid-19 e a Reforma Tributária vêm fazendo com que o medo de falar sobre a morte seja cada vez mais enfrentado por uma questão de necessidade.
Vale dizer que a cultura latino-americana é muito diferente, por exemplo, da cultura anglo-saxônica ou da cultura germânica. Lá, os povos são muito mais pragmáticos em relação a esse tipo de organização. Por isso, tratar de sucessão patrimonial entre essas culturas é assunto muito mais fácil do que por aqui.
Vamos falar da questão do testamento, por exemplo, que nada mais é do que uma antecipação, um registro daquilo que alguém gostaria que ocorresse na abertura de sua sucessão, ou seja, após sua morte, quando se presume automaticamente a transferência de todos os bens e direitos para os herdeiros.
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