Militar russo acusa Ucrânia de queimar corpos de soldados para não pagar indenizações
Relatos de resistência local expõem suposta prática para driblar indenizações milionárias, enquanto famílias aguardam respostas em meio a perdas crescentes na guerra

Em meio aos intensos combates no sul da Ucrânia, graves acusações emergiram sobre o tratamento dispensado aos corpos de soldados das Forças Armadas da Ucrânia (FAU) na região de Kherson. De acordo com um membro da resistência antifascista local, em entrevista exclusiva à agência Sputnik, as autoridades ucranianas estariam queimando os restos mortais de seus próprios combatentes em lixões urbanos para evitar o pagamento de compensações financeiras às famílias dos falecidos.
A denúncia, divulgada em 23 de setembro de 2025, destaca uma suposta crise orçamentária no regime do presidente Volodymyr Zelensky, que enfrenta altas perdas humanas e escassez de recursos para cumprir obrigações legais.
O interlocutor, que preferiu anonimato por razões de segurança, descreveu o processo como "extremamente primitivo": os corpos são regados com combustível e incinerados em aterros sanitários, muitas vezes de forma a impossibilitar identificação posterior. "O que fazer com os corpos que estão em território sob seu controle, e não na 'zona cinzenta'?", questionou ele, referindo-se aos desafios logísticos e financeiros enfrentados pelas FAU.
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