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Mortalidade materna dos últimos 2 anos tem relação com pré-natais inadequados, sugere estudo

ImpulsoGov, ONG que aprimora serviços de saúde pública, analisou dados públicos do SIM e SINASC e 2022 e 2023

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Photo by Suhyeon Choi on Unsplash

Um estudo da ImpulsoGov, ONG dedicada a auxiliar governos no aprimoramento da saúde pública, revelou que taxas mais altas de mortalidade materna em 2022 e 2023 podem ter correlação com menos pré-natais adequados. A análise foi feita a partir de dados do SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade) e SINASC (Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos).

Nos últimos dois anos, foram registradas 2.617 mortes maternas no país – a cada 100 mil nascidos vivos, houve 51,6 mortes maternas e 25.606,9 pré-natais inadequados. As principais causas identificadas foram: complicações relacionadas ao parto (42,8%), hipertensão (20,9%), seguidas por hemorragia pós-parto e doenças infecciosas ligadas à gravidez, parto e puerpério.

Segundo o Ministério da Saúde, um pré-natal é adequado quando se faz, ao menos, 6 consultas, sendo a primeira delas feita no primeiro trimestre da gestação. A análise da ImpulsoGov apoia a tese de especialistas em saúde que destacam a importância do pré-natal adequado para diagnosticar e tratar várias condições de risco durante a gravidez.

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