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"Ponha-se no seu lugar", diz Marcos Rogério a Marina Silva, que abandona sessão

Ministra do Meio Ambiente enfrenta críticas por licenças ambientais e criação de unidades de conservação, deixando sessão após alegar desrespeito de senador

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A audiência da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, na Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado, nesta terça-feira (27), foi marcada por intensos debates e momentos de tensão. Convocada para discutir a criação de unidades de conservação marinha no Norte do país, a gestora enfrentou críticas pela demora na liberação de licenças ambientais e protagonizou desentendimentos com senadores, culminando em sua saída da sessão após uma fala considerada desrespeitosa do senador Plínio Valério (PSDB-AM).

Contexto da audiência

Marina Silva foi convidada por requerimento do senador Lucas Barreto (PSD-AP) para esclarecer a criação de unidades de conservação (UCs) marinhas no Amapá, que geram preocupação quanto ao impacto na prospecção e exploração de petróleo na Margem Equatorial. Barreto destacou que 74% do território amapaense já é área de proteção, com apenas 11% liberado para atividades econômicas. Segundo ele, as novas reservas, que abrangem 1,3 milhão de hectares, podem limitar o desenvolvimento do estado.

Essas reservas não vão impedir petróleo, elas vão impedir que o Amapá se desenvolva — afirmou Barreto, defendendo o direito de prospectar a riqueza petrolífera da costa amapaense.

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