Prefeito de Vilhena vive inferno astral com ameaça de CPI, investigação da PF e MPF manifestando por reprovação de suas contas de campanha
Via Painel Político

As últimas semanas não tem sido nada fáceis para o prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro de Miranda Junior (PODE), ou simplesmente Delegado Flori. Integrante das fileiras da Polícia Federal, usou o cargo para se projetar politicamente e foi eleito em pleito suplementar após a cassação do mandato do prefeito eleito, Eduardo Japonês por abuso de poder político, Flori era a ‘grande expectativa’ da população vilhenense.
Ele disputou a eleição com a ex-vereadora Rosani Donadon, e venceu com 63,14% dos votos contra 36,86% de sua adversária. Sob o discurso de anti-sistema e criminalizando a classe política, alegou que ‘faria diferente’. Mas a realidade é bem diferente do discurso. Sem experiência administrativa e ignorando reiterados alertas sobre a forma como vem conduzindo sua gestão, optou por fazer um contrato milionário com uma entidade do interior de São Paulo, com suspeita de fortes ligações com sua família. E é este contrato um dos motivos de seu ‘inferno astral’.
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