Poder & Bastidores

Racha no PCC: a crise anunciada e ignorada pelo Governo de São Paulo

Por Fabio Jabá*

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A segurança pública é um campo que exige uma análise minuciosa de riscos e a implementação de estratégias para mitigá-los. Foi sob esta perspectiva que o Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional do Estado de São Paulo (SIFUSPESP) apontou, no relatório "Raio X do Sistema Prisional" entregue à equipe de transição do atual governo, em 2022, uma série de vulnerabilidades dentro do sistema prisional de São Paulo.

Dentre os diversos pontos de atenção levantados pelo SIFUSPESP, destacamos o risco de um colapso funcional, impulsionado pela defasagem de servidores e pelo crescente número de aposentadorias e afastamentos, além da real possibilidade de conflitos internos dentro do Primeiro Comando da Capital (PCC), capazes de incitar rebeliões, assassinatos e ataques contra agentes públicos.

Contrariando nossas expectativas de uma gestão proativa, o Governo de São Paulo, sob a liderança do Secretário de Administração Penitenciária, Marcello Streifinger, optou por negligenciar nossos alertas.

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